80 % DOS BRASILEIROS NÃO ACREDITAM NA SELEÇÃO DO
segunda-feira, 25 de junho de 2018
quarta-feira, 6 de setembro de 2017
Morre no Rio de Janeiro a atriz Rogéria , “ a "travesti da família brasileira".
Eu digo e repito que
homossexual já nasce homossexual, aliás já tem estudos alemães que comprovam o
que eu estou afirmando, o problema do gay, da lesbiana, do travesti, do
transexual, do transgênero, do bissexual, do simpatizante, é saber manter a
DIGNIDADE, é não ser um escroto, é não cair na marginalidade e virar bandido, é
não se comportar fora dos padrões da sociedade em que nasceu ou na que vive, ou
seja, respeitando para ser respeitado.
Ser LGBT não é vergonha, não é
desonra, não é para sofrer nem um tipo de preconceito, é não ser agredido por
pessoas doentes mentais que descarregam suas frustrações em pessoas que eles
nem sabem quem são ou como vivem, repito: uns doentes.
Rogéria, “seu” Astolfo Barroso
Pinto, o mais ilustre filho de Cantagalo, cidade do interior do Rio, é de minha
geração e, como eu, viveu os estertores do glamour do Balneário chic do Rio de
Janeiro, um local onde podíamos viver de maneira très chic, elegante, com bom
humor, sem medo de sair de noite e viver a boêmia, a grande boêmia, que ela – a
Cidade Maravilhosa – nos oferecia.
Quem vivia a noite conhecia
todo mundo que também a vivia.
Não eram amigos, mas se
encontrasse em um aeroporto da Europa sabia muito bem quem era.
Eu conhecia Rogéria, sempre de
vista, na mesma época que ela começou a fazer sucesso.
Vi muitas vezes Rogéria pelas
ruas do Leme, era minha vizinha de edifício.
Frequentávamos o mesmo
cabelereiro unissex, e ela fazia cabelo- “um cabelo lindo” como dizia TC- na
mesma mulher que minha mulher fazia o seu, as unhas como a mesma manicure, a
Val.
O “seu” Astolfo Barroso Pinto
soube se transformar no travesti Rogéria com aquela DIGNIDADE que acima falei.
Nunca se viu a Rogéria
envolvida em um escândalo.
Nunca se viu a Rogéria
desrespeitando alguém, ela respeitava para ser respeitado.
Na época que LGBT estava
condenado à morte por causa da AIDS, Rogéria passou por ela incólume, e veio morrer
tempos depois, agora, de doença de velho, de doença que ataca na velhice
qualquer ser humano.
Rogéria simbolizava a época
que o Rio de Janeiro era realmente A Cidade Maravilhosa.
Minha gente, acredite:
Com Rogéria parte mais um
ícone que:
1- Encarnava
de corpo e alma o Rio-glamour,
2- Que
encarnava de corpo e alma o Rio -chic,
3- Que
encarnava de corpo e alma o Rio onde as pessoas tinham bom humor,
4- Que
encarnava de corpo e alma o Rio que ao andar na rua não se precisava ficar
olhando para os lados e para trás,
5- Que
encarnava de corpo e alma o Rio em que se podia viver de portas abertas.
Com a morte de Rogéria a Muy
Leal e Heroica Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro ficou mais triste.
Jorge Eduardo Garcia
05/09/2017
terça-feira, 20 de junho de 2017
Edith Piaf - Hynme a l'amour - HINO AO AMOR - legendado
quinta-feira, 16 de março de 2017
VIVA O BRASIL LIVRE E DEMOCRÁTICO
quinta-feira, 9 de março de 2017
Artigo: Os verdadeiros inimigos, por Ricardo Rangel
Se conseguissem deixar o ódio de lado, direita e esquerda veriam que seus objetivos não são opostos
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/artigo-os-verdadeiros-inimigos-por-ricardo-rangel-21035500#ixzz4apvj5V6s
© 1996 - 2017. Todos direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização.
O Brasil segue se digladiando em uma guerra ideológica sem ideias, brigando pelos motivos errados e combatendo falsos inimigos. É um enorme desperdício de tempo e de energia. Se conseguissem deixar o ódio de lado, direita e esquerda veriam que seus objetivos não são opostos, mas complementares, e que suas divergências não são irreconciliáveis.
A diferenciação tradicional entre esquerda e direita era que a primeira defendia o proletariado, por meio da estatização dos meios de produção, enquanto a segunda defendia os detentores privados dos meios de produção, isto é, a burguesia, e seus privilégios. Isso deixou de fazer sentido por completo. A sociedade se sofisticou, não conta mais com duas classes apenas, mas dezenas, centenas, com interesses os mais diversos. E a estatização dos meios de produção fracassou miseravelmente.
O socialismo foi tentado na URSS, na Europa Oriental, na China, na Mongólia, na Coreia do Norte, no Sudeste Asiático, em Cuba, em meia dúzia de países da África, e de várias maneiras diferentes. Não deu certo em lugar algum, e, em todos os casos, sem exceção, levou os países a ditaduras brutais e à catástrofe econômica. É surreal que alguém ainda o leve a sério.
A esquerda sabe que só existe liberdade na democracia liberal, e que só a iniciativa privada gera riqueza, mas, como não gosta desse fato, recusa-se a reconhecer sua existência. Também sabe que o partido-símbolo da esquerda no Brasil criou o maior esquema de corrupção de todos os tempos e levou o país à bancarrota, mas tampouco reconhece esse fato.
O Brasil é um dos países mais injustos do mundo, e o mercado não é perfeito, não é capaz de incluir a todos. A direita sabe que a principal bandeira da esquerda, o combate à injustiça social, é legítima, mas, como não gosta desse fato, recusa-se a reconhecê-lo.
Igualdade exige mais Estado, mas Estado grande demais implica pouco crescimento (e talvez até injustiça social, por conta dos maus serviços). Liberdade econômica exige menos Estado, mas Estado pequeno demais implica injustiça social (e talvez até pouco crescimento, por conta da baixa concorrência). Com boa vontade, não deveria ser difícil chegar a um acordo: um pouco mais para a direita, seríamos como os EUA; um pouco mais para a esquerda, seríamos como a França. Não chega a ser uma escolha de Sofia.
Em vez de brigarmos pelos motivos errados, deveríamos ser capazes de deixar nossas diferenças, que são pequenas, de lado e juntarmo-nos para combater o adversário comum: a real oposição não é entre direita e esquerda, mas entre avanço — democracia, livre mercado, apoio social — e atraso.
E o atraso está na direita obscurantista (machistas, misóginos, homofóbicos, racistas, defensores de intervenção militar, da ditadura e da tortura) como Bolsonaro, Crivella, Feliciano; a esquerda rasa e tosca que imagina que todos os ricos são igualmente calhordas (PCO, PSTU, PCdoB e boa parte do PT e do PSOL); Lula e sua curriola de cleptocratas sindicais; o Brasil feudal, encarnado por Renan, Sarney, Jader, Collor et caterva. São eles os verdadeiros inimigos.
* Ricardo Rangel é produtor de cinema e TV
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/artigo-os-verdadeiros-inimigos-por-ricardo-rangel-21035500#ixzz4apvj5V6s
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Comissão do Senado aprova união estável entre pessoas do mesmo sexo.
Projeto poderá alterar Código
Civil, transformando em lei entendimento do STF.
Toda Criatura tem direito a
FELICIDADE.
Todo Homem merece ser livre,
feliz, e em paz.
Toda Mulher merece ser livre,
feliz, e em paz.
O leãozinho merece crescer livre,
feliz, em paz, no local onde nasceu.
A tartaruga merece viver
nadando livre, feliz, em paz, nos mares oceanos.
A cegonha merece ver garantido
o seu direito natural de emigrar do Norte para o Sul da Europa em certas ocasiões
do ano.
Bonita, a gatinha enjeitada
que acabou aqui em casa, merece ser feliz e viver em paz, e nós fazemos de tudo
para que ela se sinta feliz.
Acredito que essas minhas
declarações revelem que eu sou um homem que teme a Deus, que busco estar aberto
a atuação do Espirito Santo para a Honra e Gloria de nosso Senhor Jesus Cristo,
meu Senhor e Salvador.
Acredito que essas minhas declarações
revelem que eu como nacionalista a moda antiga desejo que meus compatriotas –conceito
esquecido pelos políticos de nossos dias- sejam livres, felizes e que vivam em
paz consigo mesmo e com a coletividade.
Ora, a “ Comissão de
Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aprovou ontem, com 17 votos e uma
abstenção, um projeto que muda o Código Civil para reconhecer legalmente a
união homoafetiva e permitir a conversão dessa união em casamento” e isso
causou uma “revolução” em meio aos “ deputados conservadores, especialmente da
bancada religiosa”.
Os “ deputados conservadores,
especialmente da bancada religiosa” deveriam estar mais preocupados com o “papelão”
que eles fazem no Congresso Nacional do que se imiscuindo na vida privada de
seus compatriotas.
Os “ deputados conservadores,
especialmente da bancada religiosa” deveriam estar mais preocupados com as atitudes
que tomam sempre em total dicotomia da e com a Sociedade Brasileira do que se imiscuindo
na vida privada de seus compatriotas.
Os “ deputados conservadores,
especialmente da bancada religiosa” deveriam estar mais preocupados em cuidar
mais de estacar a corrupção em que o Parlamento está submergido do que se imiscuindo
na vida privada de seus compatriotas.
Enfim os “ deputados
conservadores, especialmente da bancada religiosa” deveriam estar trabalhando
mais para o bem-estar do Povo Brasileiro do que se metendo na FELICIDADE dos
outros.
Os tempos mudaram, para alguns
até o fim dos tempos já está chegando, e existem novas formas da Criatura
Humana buscar sua FELICIDADE, para viver em paz consigo e com o coletivo.
Não cabe a ninguém tomar o
lugar de Deus e emitir juízos sobre como alguém deve buscar a sua FELICIDADE,
para viver em paz consigo e com o coletivo, muito menos essas suas excelências
ditas “ deputados conservadores, especialmente da bancada religiosa” que, aliás,
deviam estar mais atentos as necessidades básicas de seus compatriotas do que
se imiscuindo em suas vidas privadas.
Os “ deputados da bancada
religiosa” deveriam saber que cada um de nós que somos dotados com o Dom da Fé
vai um dia prestar contas ao Divino de acordo com sua consciência, de acordo
com seus atos nessa vida, de acordo com a regras básicas de Fé de sua religião,
portanto ninguém tem que dar pitaco no como esse crente – falo de crentes de
todas as religiões e não só dos cristãos – deve ou não viver.
Cabe aos sacerdotes revelar os
ditames do Divino ao crente e cabe ao crente segui-los ou não.
É uma questão de livre-arbítrio.
E o bom uso do livre-arbítrio é
fundamental na busca da FELICIDADE, para a criatura viver em paz consigo e com
o coletivo.
De mais a mais o Estado Brasileiro
é LAICO.
O Brasil não é uma Teocracia
como o Estado da Cidade do Vaticano que é governado pelo Papa, o Soberano Pontífice
da Igreja Católica, ou a República Islâmica do Irã cujo Chefe de Estado é o Rahbar-e
enqelāb, o Líder da Revolução, um Aiatolá, que é o chefe máximo da hierarquia
religiosa entre os muçulmanos xiitas.
Como cidadãos temos que separar
nossos deveres constitucionais, deveres civis, deveres patrióticos, das obrigações
religiosas, seja a religião que for- cristianismo, islamismo, budismo, religiões
afros, etc., e ponto final.
Como cidadãos temos que que
cumprir a Lei independentemente de raça, sexo, cor, língua, credo, opinião
política, nacionalidade ou situação socioeconômica, e ponto final.
Não podemos aceitar essa baboseira
que os “ deputados conservadores, especialmente da bancada religiosa” tentam impingir
a Nação, ao Povo Brasileiro, muito mais em nome deles, para conquistar
demagogicamente votos, do que nos princípios religiosos propriamente ditos, que
creio, até por suas atitudes, que muitos deles desconhecem totalmente.
Por isso concordo com a
advogada Raquel Castro, presidente da Comissão de Direito Homoafetivo da
OAB-RJ, quando ela diz:
“ — Não se deve misturar duas
áreas: uma sobre direitos e legislação, onde o Estado deve lutar pelo bem de
todos, e a religião. Cada pessoa deve seguir os seus preceitos”.
É isso aí doutora.
E tenho dito.
Jorge Eduardo
Bacharel em Filosofia Eclesiástica
Dr. h.c. por Mérito Eclesiástico
Um velho nacionalista
apavorado com os rumos do Brasil
09/03/17
terça-feira, 7 de março de 2017
Aloysio Nunes Ferreira o guerrilheiro que virou Chanceler.
Sabemos que Carlos Marighella,
o inimigo "número um" dos governos militares, foi ativo e importante membro
do velho Partido Comunista Brasileiro (PCB), o PARTIDÃO, um adepto ferrenho da
luta de classes armada, uma luta sem regras e sem quartel, uma luta de
guerrilhas e ataques furtivos aos centros militares, bancos, portos, ferrovias,
entre outros.
Seus companheiros eram
conhecedores das “obras de Karl Marx e Friedrich Engels, com ênfase no
marxismo-leninismo desenvolvidos por Vladimir Lênin, isso é “ a doutrina
oficial da tendência majoritária do movimento comunista”.
Com o PCB fora da Lei, Carlos Marighella
fundou a ALN (Ação Libertadora Nacional) para com ela angariar simpatizantes e
juntos combaterem os militares.
Assim, entre seus fiéis
companheiros estava um moço de 23 anos chamado Aloysio Nunes Ferreira, cuja função
era” dirigir o veículo -um Fusca roubado- usado na fuga dos parceiros”.
“ Aloysio nunca escondeu sua
relação com a guerrilha. Iniciou a militância no PCB quando estudante de
direito da USP. Dentro do partidão, seguiu a ala de Marighella, que via como
"herói", e partiu para a luta armada”. ( http://jornalggn.com.br/noticia/folha-resgata-passado-guerrilheiro-de-aloysio-nunes)
Abandonou as armas no Brasil e
foi para Paris onde “ emplacou textos de Marighella na revista do filósofo
francês Jean-Paul Sartre. "
“ Aloysio, de volta ao Brasil,
filiou-se ao MDB, embrião do PMDB, mas depois migrou para o PSDB”.
Tornou-se amigo de José Serra,
que era, e ainda é, comunista.
José Serra atuou na UNE (União
Nacional dos Estudantes) e como presidente da entidade estudantil fez um
discurso pela mobilização anti-golpe no Comício da Central do Brasil, do Rio de
Janeiro em 13 de março de 1964, aquele que apressou a queda de Jango.
“Serra eleito governador nomeou
a Aloysio Nunes Ferreira seu Chefe da Casa Civil, o tornado assim o homem mais
poderoso de seu círculo governamental”.
O doutor Aloysio ocupou os
seguintes cargos:
1- Deputado
estadual de São Paulo São Paulo – Período: 15 de março de 1983 até 1 de janeiro
de 1991;
2- Deputado
federal por São Paulo São Paulo – Período:1 de fevereiro de 1995 até 1 de
fevereiro de 2007;
3- Vice-governador
de São Paulo São Paulo – Período:15 de março de 1991 até 1 de janeiro de 1995;
4- Ministro da Justiça do Brasil do governo Fernando
Henrique Cardoso – Período: 14 de novembro de 2001 até 3 de abril de 2002;
5- Senador
por São Paulo São Paulo- Período: 1 de fevereiro de 2011 até 2 de março de 2017
quando se licenciou para assumir o MRE.
O que me chama muito atenção é
que o atual Chanceler, e senador da República licenciado, Aloysio Nunes Ferreira,
avalia dessa maneira sua atuação na guerrilha: "Atacávamos a ditadura por
uma via que não era democrática."
Vamos ver a sua atuação à
frente do Ministério das Relações Exteriores (ou Itamaraty), principalmente no
que tange aos reparos que precisam ser urgentemente realizados em nossa política
externa, uma política externa que foi “esculhambada” – não existe outro termo- pela
política internacional do Partido dos Trabalhadores – PT- capitaneada pelo senhor Marco Aurélio Garcia.
Enfim, como brasileiro e
nacionalista a moda antiga eu espero, chegando a torcer, para uma boa atuação
do cidadão Aloysio Nunes Ferreira como Ministro de Estado das Relações
Exteriores e faço votos para que Sua Excelência auxilie o Exmo. Senhor Presidente
da República na escolha de uma política externa atual, seria, dinâmica, confiável,
sem ranço partidário, e assim ambos honrem a Tradição da Diplomacia Brasileira iniciada
pelo Barão do Rio Branco.
É isso
Jorge Eduardo
Um velho nacionalista
apavorado com os rumos do Brasil
07/03/2017
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