quarta-feira, 15 de julho de 2015
JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: Esse tal de Badminton é um jogo muito antigo era o...
JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: Esse tal de Badminton é um jogo muito antigo era o...: Uma partida de Jeu de paume no século XVII ...
Esse tal de Badminton é um jogo muito antigo era o Jeu de paume...vejam:
Uma partida de Jeu de paume no século XVII
O jeu de paume foi umas das principais modalidades
esportivas praticadas entre 1250 e 1650. A capital francesa Paris era o
principal centro do esporte, devido à qualidade das bolas produzidas pelos
artesãos, conhecidos como les paumiers.
As bolas eram um produto muito solicitado devido ao
grande número de praticantes, porém era proibida a exportação para fora de
Paris, sendo por isso dificilmente encontradas em outras partes da Europa.
Apenas a partir do século XVIII notou-se uma
descentralização da capital da França com relação ao esporte.
A partir do século XVIII foram introduzidos protetores
para a mão para proteger dos golpes contra a bola.
A princípio os jogos eram disputados ao ar livre, mas a
partir do século XIX começou-se a trasferir para terrenos fechados, nascendo
assim os salões de jeu de paume, também conhecidos como tripots.
Não havia árbitros e os jogadores deveriam acatar a
decisão dos espectadores em relação às jogadas duvidosas. Entre as suas regras
era proibido ao jogador aparentar cansaço, sendo a partida abruptamente
interrompida se o participante estivesse mal fisicamente, além da obrigação de
limpar e trocar a camiseta ao final do jogo.
A primeira menção de se usar raquetes para o desenvolvimento
do jogo data do ano de 1505, sendo que anteriormente já havia jogadores que
usavam tacos de madeira. Foi com a introdução da raquete que o jeu de paume
alcançou a maior popularidade na França.
Após a batalha de Azincourt, em 1415, o Duque de Orléans foi
capturado e levado à Inglaterra, onde permaneceu por vinte anos em Winfield.
Foi através dele que o esporte foi introduzido na
Inglaterra, já que o duque era praticante. Quatro séculos depois um descendente
de Winfield, Walter Clopton Winfield, inventou o tênis, uma adaptação do jeu de
paume mas jogado sobre grama.
No início do século XX o jeu de paume integrou os Jogos
Olímpicos de Verão de 1908 em Londres. Foi a única aparição do esporte em Jogos
Olímpicos.
Quando o esporte caiu em desuso na França no final de
século XVIII, encontrou praticantes na Inglaterra e nos Estados Unidos. Estes
dois países, e também a Austrália, estão entre as potências do esporte hoje,
sendo que a França tenta timidamente um retorno.
O jeu de paume foi o primeiro esporte a atribuir o título
de campeão do mundo, em 1740, sem interrupção até os dias atuais. No primeiro
dia de setembro, celebra-se nos jardins de Luxemburgo as fases finais do
Campeonato da França.
Salão de jeu de paume no Palacio de Versailles
JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: Toronto é bonitinha, mas seu Pan é ordinário - Ro...
Toronto é bonitinha, mas seu Pan é ordinário - Rodrigo Mattos
Toronto é uma cidade interessante para se passar férias: tem áreas de lazer bem-cuidadas, restaurantes e lojas atrativas, um clima muticultural e dizem até que uma paisagem exburante vista do lago. Para quem trabalha neste Pan-2015, no entanto, a experiência tem sido frustrante pelo excesso de falhas em quase todas as áreas de operação. Comparado com o Rio-2007, os canadenses tomam de goleada.
Ressalte-se que não falo do planejamento de obras, orçamentos e custos da competição. Neste quesito, nós, brasileiros, somos uma catástrofe. Estouramos contas de Pan-2007, da Copa-2014 e devemos repetir em Rio-2016. E os canadenses nos seguiram com o Pan mais caro da história.
Mas, na gestão do evento em si, o Brasil foi bem-sucedido nas duas últimas competições, ressalvada a falha de segurança no Maracanã na invasão dos chilenos. Bem diferente dos enrolados canadenses. Uma análise favorável a Toronto só se justifica por um deslumbramento com países desenvolvidos.
Vamos aos dados. Os ônibus da organização do Pan, quando aparecem, não têm hora para chegar. É comum o motorista sequer saber para onde está indo. Em uma cena recente, um colega ficou sem ônibus, sem táxi, por falha da organização. Resultado: um policial parou o ônibus regular para levá-lo.
É só uma das várias falhas, somadas à internet, placares, desorganização em geral. E não se trata de uma questão de falta de dinheiro já que Toronto gastou ainda mais do que o Rio em seu Pan. Os recursos foram quase inteiramente para a competição: a única melhoria para a cidade foi acelerar a reforma da área de lazer em frente do Lago Ontário. Não é a à toa que a maioria dos moradores se mostrava contrários à competição.
Você pode pensar que, como país de primeiro mundo, o Canadá não precisa se preocupar com isso porque tem sobra de dinheiro e uma cidade montada. Bem, o governo de Ontário, que bancou boa parte da festa, tem acumulado déficit. E a cidade está longe da perfeição.
No centro, são vários os mendigos na Yonge Street, o que mostra situação financeira complicada de certos cidadãos. As ruas nesta área são tão sujas quanto às das capitais brasileiras. O tráfego também se tornou uma questão séria na cidade. O sistema de transporte é eficiente, mas inferior ao de capitais europeias, com bondes lentos e ônibus velhos.
Claro, não comparo com os problemas que enfrenta o Rio, sede olímpica, que vive uma onda de violência, um estrangulamento do trânsito, pobreza em várias áreas da cidade, entre outros questões. Algumas dessas questões são enfrentadas também em São Paulo.
A questão é que, quando você olha de longe, a paisagem (ou skyline como gostam de dizer alguns) de Toronto vai parecer linda, mas não se enxerga dali os problemas nem do Pan, nem da cidade. Será o mesmo se uma pessoa for olhar o Rio de cima do Corcovado. Cabe a nós, brasileiros, sermos justos: temos vários problemas e erramos muito, mas não somos piores em tudo em relação a estrangeiros. Esse caso é um exemplo.
http://rodrigomattos.blogosfera.uol.com.br/2015/07/14/toronto-e-bonitinha-mas-seu-pan-e-ordinario/
JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: Elas nasceram na favela, o pai era traficante. Hoj...
JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: Elas nasceram na favela, o pai era traficante. Hoj...: Irmãs Luana e Lohaynny Vicente disputam a final de duplas feminina do badminton. Brasileiras ficaram com a medalha de prata Bruno Dor...
Elas nasceram na favela, o pai era traficante. Hoje, são medalhistas E DE PRATA do Pan 2015
Irmãs Luana e Lohaynny Vicente disputam a final de duplas feminina do badminton. Brasileiras ficaram com a medalha de prata
Bruno Doro
Do UOL, em Toronto (CAN)
Do UOL, em Toronto (CAN)
As irmãs Lohaynny e Luana Vicente nasceram no Morro da
Chacrinha, uma favela no bairro do Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. O pai morreu
em 2000. Era o chefe do tráfico do local e sofreu uma emboscada. As duas eram
crianças, tinham quatro e seis anos. Hoje, 15 anos depois, elas são a prova de
que é possível, sim, sonhar com um futuro diferente e com uma medalha
pan-americana, como a que conquistaram nesta quarta-feira. Mesmo quando você
nasce em um lugar em que as oportunidades raramente aparecem.
A chance das "irmãs Williams brasileiras"
surgiu do badminton, um esporte que cresce no Brasil justamente por causa de
projetos sociais em comunidades carentes, como a da Chacrinha. Elas aprenderam
a jogar no projeto MIratus.
Há dois anos, mudaram para São Paulo. Primeiro, Lohaynny,
a mais nova, veio para Campinas. Seis meses depois foi a vez de Luana. Hoje,
ambas defendem o Paulistano, tradicional clube da alta sociedade paulistana.
"Quando resolvemos sair da Chacrinha, muita gente
foi contra. Falavam que não iria dar certo. Que iríamos para um lugar cheio de
boyzinhos e que não seríamos aceitas. Mas o bonito do esporte é que não importa
a classe social da qual você saiu. Mas o quanto você se esforçou para chegar
até onde está. E mostramos que, com muito trabalho e resultados, você consegue
convencer quem não gosta de você a te respeitar. E isso é o que importa",
diz Lohaynny.
Quem fez o alerta sobre os boyzinhos foi Sebastião
Oliveira, que as apresentou ao esporte. "Acho que foi pelas coisas que ele
mesmo viveu. Mas nós nunca tivemos experiências assim. Nunca me lembro de
chegar em um local para treinar badminton e ser desrespeitada", conta
Lohaynny. Hoje, as irmãs não falam mais com Oliveira. Quando vão ao Rio, ficam
apenas com a família e amigos.
Respeito, aliás, ambas estão conseguindo aos montes. Nos
Jogos Pan-Americanos de Toronto, conseguiram a classificação para a final do
torneio feminino de duplas. Saíram com a prata, medalha inédita para o país.
Lohaynny ainda joga em simples e é uma das que pode se classificar para os
Jogos Olímpicos do ano que vem – só uma brasileira deve ir para o Rio-2016 e
ela é, atualmente, a segunda do país no ranking mundial.
Mais do que isso: elas são exemplos para quem olha para o
badminton como um esporte estranho, distante da realidade do país. "O
legal das duas é que provam que todo mundo pode ter uma oportunidade na vida. O
badminton, no Brasil, está ganhando muito espaço nesses projetos sociais. Isso
é muito legal. Sou fã das duas. E o melhor é que eles são apenas a ponta desse
processo. No futuro, muito mais gente como elas vai aparecer", avisa
Daniel Paiola, também medalhista de prata em Toronto, ao lado de Hugo Arthuso.
Lohaynny e Luana só tem uma coisa a lamentar. Não podem
seguir morando no Rio, perto da mãe e da avó. A cidade que vai receber os Jogos
Olímpicos não tem clubes (e nem infraestrutura) para a modalidade que
escolheram. "Mas não importa. Sempre que podemos, voltamos para o Rio e
fazemos uma visita. Estamos fazendo o que gostamos. E esse é o maior incentivo".
¿Qué se le cae a Paty Navidad? ¿la toalla femenina? en vivo
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