quarta-feira, 10 de setembro de 2014

JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: EFEMÉRIDES DE 10 DE SETEMBRO 1898 - Sissi, Impera...

JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: EFEMÉRIDES DE 10 DE SETEMBRO 1898 - Sissi, Impera...:  SISSI  EFEMÉRIDES DE 10 DE SETEMBRO  - segunda parte – AUTOR: Jorge Eduardo Fontes Garcia. 1898 - Sissi, Imperatriz de Áustria...

EFEMÉRIDES DE 10 DE SETEMBRO 1898 - Sissi, Imperatriz de Áustria , é assassinada - segunda parte – AUTOR: Jorge Eduardo Fontes Garcia.

 SISSI 

EFEMÉRIDES DE 10 DE SETEMBRO  - segunda parte – AUTOR: Jorge Eduardo Fontes Garcia.


1898 - Sissi, Imperatriz de Áustria , é assassinada no Quai du Mont-Blanc, Genebra .

Elisabeth da Baviera (nome de baptismo: Elisabeth Amalie Eugenie von Wittelsbach; Munique, 24 de Dezembro de 1837 † Genebra, 10 de Setembro de 1898), depois Elisabeth da Áustria, foi a Imperatriz consorte da Áustria e a Rainha consorte da Hungria devido ao seu casamento com o Imperador Francisco José I.
Era conhecida como Sissi da Áustria e Hungria.
Pertencente à nobre Casa de Wittelsbach, Elisabeth Amália Eugénia era a segunda filha do Duque Maximiliano José da Baviera (1808-1888) e de sua esposa, Ludovica (1808-1892).
A sua mãe era a oitava filha de Maximiliano I, que foi o primeiro Rei da Baviera.
A 10 de Setembro de 1898, em Genebra, Suíça, Sissi foi assassinada por um anarquista italiano, Luigi Lucheni.
 Inicialmente, o anarquista não tinha intenção de assassinar a Imperatriz, mas sim qualquer personalidade que se encontrasse na cidade.
Irritou-se quando soube que o Príncipe d'Orleans, herdeiro do trono da França - o alvo perfeito - havia saído de Genebra na véspera.
Foi um amigo, Giuseppe Abis della Clara, que informou Lucheni da chegada a Genebra da Imperatriz, facto que seria noticiado pela imprensa apenas no dia seguinte, pois ela viajava incógnita.
Diante da possibilidade de atingir um alvo ainda mais importante do que imaginara, o anarquista italiano alterou os seus planos.
Na manhã do dia 10, após sair do Hotel Beau-Rivage em que estava hospedada, a caminho do vapor Genève para atravessar o lago de Genebra, Sissi foi abordada por Luigi que a golpeou com um fino estilete em forma de agulha no coração.
A Imperatriz caiu, mas ainda assim conseguiu levantar-se aparentemente sem sentir dor alguma.
Sem perceber a gravidade do golpe que sofrera, apressou-se para junto da sua acompanhante a fim de não perder o barco.
Sissi desmaiou a bordo, o barco voltou ao cais e ela foi levada para o hotel onde morreu naquela tarde.
O seu corpo está sepultado na Cripta Real dos Habsburgo na Igreja dos Capuchinhos, em Viena, ao lado do filho e do marido.

JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: EFEMÉRIDES DE 10 DE SETEMBRO 1871 - Fundação da Pr...

JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: EFEMÉRIDES DE 10 DE SETEMBRO 1871 - Fundação da Pr...: EFEMÉRIDES DE 10 DE SETEMBRO – AUTOR: Jorge Eduardo Fontes Garcia. 1871 - Fundação da Primeira Igreja Batista no Brasil em Santa Bárbar...

JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: EFEMÉRIDES DE 10 DE SETEMBRO 1871 - Fundação da Pr...

JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: EFEMÉRIDES DE 10 DE SETEMBRO 1871 - Fundação da Pr...: EFEMÉRIDES DE 10 DE SETEMBRO – AUTOR: Jorge Eduardo Fontes Garcia. 1871 - Fundação da Primeira Igreja Batista no Brasil em Santa Bárbar...

EFEMÉRIDES DE 10 DE SETEMBRO 1871 - Fundação da Primeira Igreja Batista no Brasil em Santa Bárbara do Oeste, Estado de São Paulo.

EFEMÉRIDES DE 10 DE SETEMBRO – AUTOR: Jorge Eduardo Fontes Garcia.

1871 - Fundação da Primeira Igreja Batista no Brasil em Santa Bárbara do Oeste, Estado de São Paulo.
Os batistas são protestantes históricos.

As Igrejas Batistas são uma denominação protestante de origem inglesa, que surgiu na Holanda no início do século XVII.
As Igrejas batistas interpretam o batismo — imergir em água — como uma exposição bíblica e pública de sua fé.
A denominação historicamente é ligada aos dissidentes ingleses, ou movimentos de anticonformismo do século XVI.
O Movimento Batista surgiu na colônia inglesa na Holanda, num tempo de reforma religiosa intensa.
A maioria das Igrejas Batistas escolhem associar-se com grupos que fornecem apoio sem controle.
A maior associação batista é a Convenção Batista do Sul dos Estados Unidos, mas há muitas outras associações de batistas no mundo.
 No Brasil, as maiores são a Convenção Batista Brasileira e a Convenção Batista Nacional.

O termo batista vem da palavra grega (baptistés, "batista," também descrevia João Batista), que é relacionado ao verbo (baptízo, "batizar, lavar, mergulho, imerge"), e o baptista latino, e está em conexão direta a "o batizado," João Batista.

A história academicamente aceita sobre a origem das Igrejas Batistas é seu surgimento como um grupo de dissidentes ingleses no século XVII.
A primeira Igreja Batista nasceu quando um grupo de refugiados ingleses que foram para a Holanda em busca da liberdade religiosa em 1608, liderados por John Smyth, um clérigo e Thomas Helwys, um advogado, organizaram em Amsterdã, em 1609 uma igreja de doutrinas batistas.
John Smyth discordava da política e de alguns pontos da doutrina da Igreja Anglicana da qual ele era pastor e, examinando a Bíblia, creu na necessidade de batizar-se com consciência e em seguida batizou os demais fundadores da Igreja, constituindo-se assim a primeira igreja batista organizada.
 Até então, o batismo não era por imersão, só os batistas particulares, por volta de 1642, adotaram oficialmente essa prática tornando-se comum depois a todos os batistas.
 A primeira confissão dos particulares, a Confissão de Londres de 1644, também foi a primeira a defender o imersionismo no batismo.
Depois da morte de John Smyth e da decisão de Thomas Helwys e seus seguidores de regressarem para a Inglaterra, a igreja organizada na Holanda.
Thomas Helwys organizou a Igreja Batista em Spitalfields, nos arredores de Londres, em 1612. A perseguição aos batistas e a outros dissidentes ingleses, fez com que muitos emigrassem.
O mais famoso foi John Bunyan, que escreveu sua obra-prima O Peregrino enquanto estava preso.
Nos Estados Unidos, a primeira Igreja Batista nasceu através de Roger Williams, que organizou a Primeira Igreja Batista de Providence em 1639, na colônia que ele fundou com o nome de Rhode Island, e John Clark que organizou a Igreja Batista de Newport, também em Rhode Island em 1648.
Em terras americanas os batistas cresceram principalmente no sul, onde hoje sua principal denominação, a Convenção Batista do Sul, conta com quase 15 milhões de membros, sendo a maior igreja protestante dos Estados Unidos.
Em 1791, um jovem pastor inglês chamado William Carey criou a Sociedade de Missões no Estrangeiro, para dar suporte no envio de missionários, sendo a Índia o primeiro campo missionário.
As Igrejas Congregacionais americanas enviaram Adoniram e Ana Judson em 1812, para evangelizar a Índia, com destino a Calcutá.
O casal encontrou-se com o missionário batista William Carey e seu grupo de pastores, e aceitou a doutrina de imersão dos batistas e foram batizados pelo Pastor William Ward.
Outro missionário congregacional, também enviado a Índia, Luther Rice tornou-se batista.
Os Judsons permaneceram na Birmânia, atual Myanmar, e Luther Rice voltou aos Estados Unidos para mobilizar os batistas para a obra missionária.
Consequentemente em maio de 1814, foi fundada uma Convenção em Filadélfia com o nome de "Convenção Geral da Denominação Batista nos Estados Unidos para Missões no Estrangeiro".
 Desde então missionários batistas foram enviados à América Latina, África, Ásia e Europa.
Por força da Guerra Civil Americana de 1865, confederados do Sul dos Estados Unidos, começam a buscar outras terras de potencial agrônomo.
O Brasil foi um dos países escolhidos.
 Logo, em 1867, grupos de estadunidenses que somaram mais de 50.000 pessoas desembarcam nos portos brasileiros em busca de refúgio e terra fértil, vasta e barata. Avançando para o continente, escolhem a cidade de Santa Bárbara d'Oeste, para adquirirem terras e fixarem residência.
Entre os emigrados, a maioria professava o protestantismo e entre esses, muitos eram batistas. Já em 1870 fizeram publicar um "Manifesto para Evangelização do Brasil."
Tal manifesto, assim que publicado contou com assinaturas de Presbiterianos, Metodistas, Congregacionais e, por um batista, o jovem Pastor Richard Raticliff, um dos emigrados, cuja família havia convertido através de Thomas Jefferson Bowne nos Estados Unidos.
Em 1871, Batistas emigrados dos Estados Unidos organizam a Primeira Igreja Batista do Brasil em Santa Bárbara d'Oeste.
 Anos mais tarde, em 1879, outro grupo de emigrados faz surgir a segunda Igreja Batista em solo brasileiro em Santa Bárbara d'Oeste no bairro da Estação, onde atualmente se localiza a cidade de Americana.
Os Batistas de então, em Santa Bárbara d'Oeste, se unem para solicitar a Junta de Richmond, dos Estados Unidos, o envio de missionários ao Brasil.
O trabalho de evangelização é intenso e brasileiros tornaram-se menos preconceituosos quanto à nova doutrina. Em 1881 chegam, William Buck Bagby e Ana Luther Bagby; Zacarias Taylor e Katarin Taylor.
Os primeiros missionários são recebidos em Santa Bárbara d'Oeste e logo filiam-se à Igreja Batista existente e começam a estudar a língua portuguesa, tendo Antonio Teixeira de Albuquerque como professor.
Pouco tardou para que os dois casais de missionários, unindo-se a Antonio Teixeira de Albuquerque rumassem para o Estado da Bahia, onde em 1882, com cartas de transferência das igrejas em Santa Bárbara d'Oeste, organizaram a Primeira Igreja Batista de Salvador.
Em um ano aquela igreja já contava 70 membros. Salvador também possuía uma comunidade de estadunidenses que fugiram da Guerra de Secessão.
Enquanto isto, no Recife o missionário batista William Buck Bagby participa da conversão do sacerdote católico, Antonio Teixeira de Albuquerque.
Por causa de perseguição, Teixeira de Albuquerque tentou refugiar-se em Maceió, sua terra natal, mas acabou mais tarde escolhendo Capivari, no Estado de São Paulo.
Vindo a conhecer os batistas em Santa Bárbara d'Oeste, batiza-se, é ordenado pastor e ajuda a comandar a evangelização que se iniciava entre brasileiros, franceses, ingleses e estadunidenses.
O Pastor Antonio Teixeira de Albuquerque, casado, rumou a Maceió, onde organiza a Primeira Igreja Batista e prega para seus pais.
 A vida de Teixeira de Albuquerque foi curta, vindo a falecer aos 46 anos de idade. O Brasil não resistiu às pressões sociais e políticas, internas e externas, vendo capitular o Império, sendo proclamada a República, em 1889.
Nela a liberdade religiosa estava consagrada na Constituição, ainda que, por enquanto, apenas no papel.
De Salvador, os missionários seguiram para outras capitais, plantando igrejas.
De volta a São Paulo, com outros missionários recém-chegados foram organizando outras novas igrejas a partir de 1899 em São Paulo, Jundiaí, Santos, Campinas, São José dos Campos. Já em 1904 eram 7 Igrejas Batistas no Estado de São Paulo.
Essas, reunindo-se em Jundiaí, organizaram em 1904 a Convenção Batista do Estado de São Paulo, então chamada de União Baptista Paulistana.
Em 1914, eclode a Primeira Guerra Mundial, que faria ferver até 1918 toda a Europa.
A Europa, destruída, vê muitos de seus habitantes saírem em busca de novas terras.
O Brasil, e, principalmente o Estado de São Paulo, com um grande avanço na agricultura, (café, cana de açúcar e cereais) torna-se alvo de muitos desses europeus.
Fugindo da guerra, aportam no Brasil muitos protestantes, somaram-se a eles as dezenas de casais de missionários dos Estados Unidos que continuavam chegando.
DOUTRINA: Embora não haja uma unidade organizacional ou doutrinária entre os batistas, alguns pontos de crença são comuns aos batistas:
Crença no Batismo por imersão - assim como os anabaptistas eles creem que o batismo seja uma ordenança para as pessoas adultas que deve ser respeitada a menos que o indivíduo não tenha oportunidade de ser batizado. A diferença em relação aos anabaptistas, é que os batistas praticam o batismo por imersão.
Celebração das ordenanças do batismo e também da ceia memorial (não-sacramental), repetindo o gesto de Cristo e os apóstolos ("fazei isso em memória de mim") partilhando-se o pão e o vinho entre todos os membros da Congregação.
Ordenança distinta de sacramento para os batistas ordenança é diferente de sacramento: deve ser obedecida, mas é apenas ato simbólico e não obrigatório para salvação.
Separação entre Igreja e Estado - antes mesmo do Iluminismo, já havia a consciência da separação entre Igreja e Estado entre os batistas.
Liberdade de Consciência do Indivíduo - o crente deve escolher por sua própria consciência a servir a Deus, e não por pressão estatal ou de Igreja Estabelecida.
Autonomia das Igrejas locais - como os batistas originaram do Congregacionalismo, enfatizam a autonomia total das comunidades locais, que podem agrupar-se em convenções, associações ou uniões de Igrejas.
A exceção são os Batistas Reformados, que se originaram do Presbiterianismo e dos Batistas Episcopais, que surgiram de missões anglicanas no Zaire.
Em termos de organização, a maior parte das igrejas batistas operam no sistema de governo congregacional, isto é, cada igreja batista local possui autonomia administrativa, regida sob o regime de assembleias de caráter democrático.
A grande maioria das igrejas batistas são associadas a "convenções", que são, na verdade, associações de igrejas batistas que procuram auxiliar umas às outras em diversos aspectos, como jurídico, financeiro e formacional (criação de novas igrejas).
 Essas associações não possuem qualquer poder interventor nas igrejas, pois uma das características da maioria dos batistas é a autonomia de cada igreja local.
A maior parte das igrejas batistas e suas associações encontra-se filiada à Aliança Batista Mundial, fundada em 1905, reunindo mais de 47 milhões de membros em cerca de 200 países, mas împortantes organizações como a Southern Baptist Convention (Convenção Batista do Sul dos EUA) com 16,6 milhões de membros, se desligaram da Aliança, ou simplesmente, centenas de convenções e associações remanescem sem filiação internacional, mas estima-se o número de batistas no mundo, em cerca de 75 milhões de membros.

Jorge Eduardo Fontes Garcia,

protestante batista por vontade de Deus.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: EFEMÉRIDES – 9 DE SETEMBRO – AUTOR: JORGE EDUARDO ...

JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: EFEMÉRIDES – 9 DE SETEMBRO – AUTOR: JORGE EDUARDO ...:  Richelieu é uma grande figura, também, por causa de seu amor pelos GATOS. “Curiosamente, o Cardeal Richelieu contribuiu para gatos c...

EFEMÉRIDES – 9 DE SETEMBRO – AUTOR: JORGE EDUARDO FONTES GARCIA

 Richelieu é uma grande figura, também, por causa de seu amor pelos GATOS.

“Curiosamente, o Cardeal Richelieu contribuiu para gatos como animais de estimação são. Ele montou um gatil no Palais-Cardinal e cronistas que ele sempre tinha um gato no colo, enquanto trabalhava”.
“Em sua morte, ele tinha quatorze gatos, a maioria persa cabelos Angora, cujos nomes chegaram até nós: Félimare, Lúcifer, Ludovic, o Cruel, Ludoviska, Mimi-Piaillon, Mounard-Le-espirituoso, peruca , Ruby-on prego, tomilho selvagem, Píramo, Tisbe, Racan, Submisso e Gazeta.

ERA OU NÃO ERA UMA GRANDE FIGURA?

ERA, É CLARO. 

EFEMÉRIDES – 9 DE SETEMBRO – AUTOR: JORGE EDUARDO FONTES GARCIA


 A França, como hoje conhecemos, teve pouquíssimos e verdadeiros estadistas, que foram:

1- Francisco I – dit Père et Restaurateur des Lettres, le Roi Chevalier, le Roi Guerrier, le Grand Colas, le Bonhomme Colas ou encore François au Grand Nez, patrono das artes , tanto que  iniciou o Renascimento Francês , atraindo muitos artistas italianos para trabalhar no Château de Chambord , incluindo Leonardo da Vinci , que trouxe a Mona Lisa com ele;
Ele era membro da Casa de Valois,  branche cadette de la dynastie capétienne (ramo da Dinastia  dos Capetos), que reinou na França entre 1328 e 1589. Sucedeu ao Capetíngios diretos e precedeu os capetíngios Bourbons.
2- Armand Jean du Plessis, Cardeal de Richelieu, Duque de Richelieu e de Fronsac, Primeiro- Ministro de Sua Majestade Cristianíssima, Rex Christianissimus ou Roi Très-chrétien Luís XIII, Rei de França e de Navarra;
3- Sua Majestade Cristianíssima, Rex Christianissimus ou Roi Très-chrétien Luís XIV, nascido
Louis-Dieudonné ("Luís, o presente de Deus"), Rei de França e de Navarra;
4- Napoleão I, Sua Majestade Imperial e Real o Imperador dos franceses, Rei da Itália, Protecteur de la Confédération du Rhin, Médiateur de la Confédération suisse, não pelas guerras, mas pelo CODE NAPOLEON -  “Código Civil Francês (originalmente chamado de Code Civil, ou código civil e, posteriormente, chamado de Code Napoléon, ou Código Napoleônico) foi o código civil francês outorgado por Napoleão I e que entrou em vigor 21 de março de 1804”.
5 - Charles-Maurice de Talleyrand-Périgord, mais conhecido por Talleyrand, Príncipe de Benevento e do Império, Príncipe de Talleyrand (depois da Restauração dos Bourbons em França),varias vezes  Ministro dos Negócios Estrangeiros, Embaixador da França para o Reino Unido ,representante do Rei de França ao Congresso de Viena, exerceu varias funções publicas desde a Revolução de 1789, e sendo Bispo de Autun era membro do Clero nos Estados Gerais convocados por Luís XVI, foi, também, Agente geral do clero da França. Um homem notável.
6- Napoleão III, Sua Majestade Imperial o Imperador da França, nascido Charles Louis Napoléon Bonaparte, dit Louis-Napoléon Bonaparte , e  a Paris de hoje é a prova provada de sua visão de Estadista;
7- Charles André Joseph Pierre-Marie de Gaulle ou  Charles de Gaulle, muitas vezes chamado de General de Gaulle, Líder da França Livre, Presidente do Comitê Francês Libertação Nacional,
Primeiro Presidente do Governo Provisório da República Francesa - Chefe de Estado de facto,
Presidente da República Francesa. A frase "Après moi, le déluge" ("Depois de mim, o dilúvio") é atribuída ao Rei da França Louis XV (1710-1774), mas na realidade o General de Gaulle poderia a tê-la proferido, pois com sua saída do Palácio do Eliseu, renunciou ao cargo de Presidente da Republica Francesa  em 28 de Abril de 1969 apesar de ter sido reeleito, a França acabou como Nação e seu povo mostrou a sua pior face.

A França hoje é um país de quinta categoria e se não fosse seus museus  já estaria  na mais total bancarrota.
Significado de Bancarrota - s.f. Falência que agravam a situação dos credores; quebra. Declaração expressa ou implícita de insolvência.

MAIS ...
Hoje é o dia de um grande homem, de um vero estadista, e seu nome é  Armand Jean du Plessis, Cardeal de Richelieu, Duque de Richelieu e de Fronsac, Cardeal da Santa Igreja Romana e
Primeiro-ministro da França, na realidade “A função desempenhada por Richelieu para Louis XIII é muitas vezes referida como a de um “primeiro-ministro” moderno, embora o título usado era o de Ministro-chefe do Rei, mas não era nada igual aos tempos hodiernos, pois seu trabalho era realizado em todas as diversas ações de governo, bem como as ações no campo da cultura e das artes, portanto as delegações de poder eram pouquíssimas”.
Exerceu, em diversas épocas, os cargos de:
Bispo Luzon 18 de dezembro de 1606, Bispo Emérito de Luzon, em 1622 eleito Diretor da Sorbonne, Abade de Cluny e geral (coadjutor de 1627), Abade de Cister (coadjutor de 1627), Par de França, Grão-Mestre da França (francês: Grande Maître de France) ou seja, Chefe da Casa do Rei, Chefe e superintendente geral da navegação e do comércio da França, ministro dos Negócios Estrangeiros, Secretário de Estado da Guerra, Governador da Grã-Bretanha.
Elevado a Cardeal da Santa Igreja Romana pelo Papa Gregório XV em 5 de setembro de 1622.
AQUI COMEÇA SUA CARREIRA POLITICA E ADMINISTARTIVA PARA O BEM DA FRANÇA, DA BELA FRANÇA EM FORMAÇÃO.
 A França tinha uma estrutura política feudal, com os nobres poderosos e uma variedade de leis, dependendo do território ou domínio.
Facções de Nobres e burgueses conspirando contra o Rei;
Eles tinham seus próprios exércitos, e muitas vezes se aliaram com potências estrangeiras contra o Rei.
Para acabar com isso, fortalecer a França com uma Monarquia Absoluta centralizada no Soberano, o Cardeal dedicou toda a sua vida política, subordinando os diversos interesses da Nobreza e do Clero, sempre forte, avido e predador, aos ‘interesses nacionais’, da França, personificados na pessoa do Rei de França,
Isto deu lugar a um Estado centralizado que vemos até os nossos dias, com pouquíssimas diferenças territoriais.
Os êxitos do Cardeal foram muito importantes para o sucessor de Luís XIII, seu filho Luís XIV, que “continuou o trabalho de Richelieu, com a criação de uma monarquia absoluta fortíssima, aprovando leis contra a poderosa e antiga aristocracia e eliminando todos os vestígios de poder de qualquer outro grupo político em França”.
“Richelieu lançou as bases para o futuro Império Colonial Francês e garantiu a posição como uma potência na Europa”.
“Por estes argumentos, Richelieu é uma personalidade Histórica na França, sendo um dos criadores do espírito nacional”.
O historiador e filósofo canadense John Ralston Saul, considera Richelieu " o pai do estado moderno, o poder centralizado e o serviço secreto moderno”.
Richelieu era um famoso protetor da arte.
Autor de vários escritos religiosos e políticos (a mais famosa, a sua política Testamento Financiador de numerosos escritores, como Pierre Corneille.
Amante do teatro, que na época não era considerado respeitável.
Em 1622, Richelieu foi eleito ‘proviseur’ ou diretor da Sorbonne e durante seu mandato, os prédios da universidade foram renovados.
Richelieu construiu um palácio em Paris, o Palais-Cardinal, renomeado Palais Royal, hoje sede do Conselho de Estado, do Conselho Constitucional e do Ministério da Cultura. Na parte de trás dos jardins são os edifícios mais antigos da Biblioteca Nacional da França, e do depósito da biblioteca com um acervo de mais de 6 milhões de livros, documentos, mapas e gravuras, contudo a maioria das coleções mudaram-se para um edifício mais moderno.
Com permissão de Luís XIII, o Cardeal mandou o arquiteto   Jacques Lemercier construiu um castelo e uma cidade na antiga Touraine, uma ex- província da França, que hoje é a cidade de Richelieu, comuna francesa, no departamento de Indre-et-Loire, na Região Centro.
O castelo foi ornado com uma das maiores coleções de arte na Europa, inclusive com as duas esculturas de escravos (o italiano Michelangelo Buonarroti ) e pinturas de Peter Paul Rubens , Nicolas Poussin e Ticiano .
Contudo culturalmente a maior obra legada para a Humanidade por, Armand Jean du Plessis, Cardeal de Richelieu, Duque de Richelieu e de Fronsac, Cardeal da Santa Igreja Romana e
Primeiro-ministro da França, foi a Académie Française.
L' Académie française foi fundada em 29 de janeiro de 1635 pelo Cardeal com a missão de
"Garantir a língua francesa e realizar atos de patrocínio", isso é “definir o idioma francês, dando-lhe regras, para tornar claro e compreensível para todos”.
No mesmo dia foi criado l’Institut de France e com isso Academia Francesa a ele foi anexada.
A primeira edição do Dicionário da Academia Francesa foi publicada em 1694.
A Academia Francesa reúne as principais figuras da vida cultural: poetas, romancistas, teatrólogos, artistas, críticos, filósofos, historiadores e cientistas que têm mostrado a língua francesa.

E É GRAÇAS A ELA QUE A FRANÇA PODE SER CONSIDERA ATUALMENTE UMA GRANDE POTENCIA.
A ELA E A SEUS MUSEUS.
Senão:
Babau tia chica...





Jorge Eduardo Fontes Garcia

9 de setembro de 2014

São Paulo, Brasil
Na Rua Piauí.