terça-feira, 2 de setembro de 2014
JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: Fabiano Ferreira: Já percebi que vc é eleitor do A...
JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: Fabiano Ferreira: Já percebi que vc é eleitor do A...: Retirantes (Retirantes), 1944 Óleo s/ tela 190 x 180 cm. Candido Portinari MASP Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand ...
Fabiano Ferreira: Já percebi que vc é eleitor do Aécio. autor: jorge Eduardo Fontes Garcia
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Retirantes (Retirantes), 1944
Óleo s/ tela 190 x 180 cm.
Candido Portinari
MASP
Museu de Arte de São Paulo Assis
Chateaubriand
São Paulo, Brasil.
|
Já percebi que vc é eleitor do
Aécio.
Considerando isso, e que vc é
jovem, gostaria de manifestar minha opinião sobre o neto do Dr. Tancredo.
Tancredo nunca foi lá grande
coisa, sua passagem pela diretoria do BB - a Carteira de Redescontos do Banco
do Brasil de 1956 a 1958 - que o diga.
Ficou rico.
E não me venha vc dizer que a
mulher dele, Dona Risoleta, era rica, pois filha de fazendeiro – com muito mais
dinheiro do que ele que era filho de vendeiro em São João del-Rei - não tinha
cacife, bala na agulha, bufunfa, grana, pila, para comprar um apartamento no Edifício
Golden Gate, hoje Edifício Tancredo Neves, na Avenida Atlântica, RJ. Não tinha
mesmo.
Tancredo foi fruto de uma
situação de final de ciclo politico no Brasil, porque o Dr. Ulysses Guimarães não
tinha respaldo politico-militar para ser guindado a posição de candidato a Presidência num
acordão em que o “acadêmico” Sarney, o marimbondo
de fogo, seria o vice.
Nomeado Primeiro-ministro, logo
após a renúncia do presidente Jânio Quadros, demostrou uma habilidade que
agradou aos militares e foi esse fator que o fez ser aceito por eles na
situação já citada.
Ulysses Guimarães jamais seria
aceito, pois os primeiros revolucionários de 64 confiaram nele e ele os havia traído
segundo algumas fontes militares.
O “acadêmico” Sarney, o marimbondo
de fogo, era o avalista da situação aos olhos equivocados dos militares que
tinham como opção ou o Maluf ou o Andreazza.
Aécio Neves da Cunha explora a imagem distorcida do avô para obter
êxito politico.
Uma verdade que não se pode
refutar.
Não estou aqui analisando a
desempenho como governador do Estado de Minas Gerais, pois há enormes controvérsias
sobre o assunto. Uns dizem que foi bom, outros carreirista visando a Presidência
da Republica, e muitos outros péssimo, mas todos o consideram um ‘menino mimado’
que não admite ser contrariado.
Se fosse candidato a Deputado
Federal com os votos do avô ou mesmo do pai, Aécio Ferreira da Cunha, não passaria
da casa dos 30 mil votos.
O que me faz não gostar da
candidatura Aécio é o povo que o rodeia.
Uma gente atrasada, que quer
voltar pra boquinhas, que quer voltar a mamar nas tetas da viúva ( agora já não
mais tão rica, mas coitada, esquálida como uma retirante de Portinari).
Uma gente sem projeto.
Uma gente que não diz nada, pois
não tem nada a dizer.
Uma gente que não propõe, pois
não sabe o que propor.
OS PROJETOS DO PSDB JÁ SE
ESGOTARAM NO GOVERNO FERNANDO HENRIQUE CARDOSO.
A PROVA PROVADA É O INSUCESSO DO GOVERNO DILMA
QUE OS HERDOU DE LULA, QUE OS HERDOU DE FHC e ponto final.
Os governos do PT vieram no vácuo
do governo do PSDB, usando linguagem de corrida de autos, mas o vácuo acabou.
Agora é renovar.
Não tem outra saída.
E eles não sabem.
Vi um jornal em que o candidato
Aécio estava em campanha em são Paulo, e cercando ele os atrasados, retrógrados,
os das eternas boquinhas, como Aloysio Nunes Ferreira, atual senador por desistência
de Orestes Quércia.
Aloysio Nunes Ferreira , agora
candidato a Vice na chapa de Aécio, ao contrario do estilo mineiro de ser do
candidato a presidência, é agressivo, cruel, ditatorial de esquerda, ( montou
um dossiê mentiroso contra Celso Russomano), socialista desde que ele esteja no
governo.
Como ele há outros menos votados.
O Alckmin é um bom sujeito, mas
os que o cercam – a turma do PSDB – são péssimos, uns sem noção e sem ação.
O jovem senhor Aécio Neves da
Cunha tem cara de bom menino, tem um companheiraço para baladas e outras
cavaqueiras, pode até ser um bom deputado federal, mas como o pobre do Geraldo Alckmin
esta mal cercado, mal assessorado, mal acompanhado, e esse é , para mim, o grande
problema dele.
O DEM já o está cristianizando,
agora vamos ver quantos de seus companheiros farão o mesmo.
Fabiano:
Queira me bem.
JE
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: CONCEITO DE JESUS SOBRE CASAMENTO E DIVORCIO - aut...
JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: CONCEITO DE JESUS SOBRE CASAMENTO E DIVORCIO - aut...: PARA TEKA & BETO UMA EXEGESE Significado de Exegese: s.f. Análise, explicação e/ou interpretação de um texto (obra literária et...
CONCEITO DE JESUS SOBRE CASAMENTO E DIVORCIO - autor: Jorge Eduardo Fontes Garcia. Dr.h.c. Por Mérito Eclesiástico
CONCEITO DE JESUS SOBRE CASAMENTO E DIVORCIO – autor : Jorge
Eduardo Fontes Garcia, Dr. h.c. por Mérito Eclesiástico.
PARA TEKA & BETO
UMA EXEGESE
Significado de Exegese:
s.f. Análise, explicação e/ou interpretação de um texto
(obra literária etc.)
feita(s) de maneira cuidadosa.
Comentário cujo propósito é esclarecer ou interpretar
detalhadamente um texto,
uma expressão ou uma palavra.
(Etm. do grego: exégésis)
O casamento foi instituído primeiramente como uma simples
União entre o Homem ( o Varão) e a mulher, ( a Varoa), conforme está em Gênesis
2, versículos de 20 ate 23.
Sem cerimonias, sem juras, sem palavras de amor eterno, sem
nada, todavia com uma importante declaração que levou a Humanidade a
instituição do casamento, que é “Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da
minha carne”.
Vemos que o Senhor, o Criador, não ”organizou” nenhuma
cerimonia, não criou nenhum rito, mas, sim, uma simples União entre o
Macho/homem e a Fêmea/ mulher para a procriação, ter filhos e povoar a Terra.
Somente.
Deus não falou seja FIEL a ela, nem tão pouco dize “ é para
vida inteira”, ate porque não havia outra mulher no Paraíso.
Quando Deus chamou Abraão, Patriarca, esse vivia numa
sociedade cujo sistema familiar era baseado na poligamia, ou seja, onde o homem
tem mais de uma mulher ao mesmo tempo e
polígamo não é adultero.
Deus fez de Abraão o “pai de muitas nações” através de
Isaque, seu filho com Sara, a primeira esposa, e através de Ismael, filho de Hagar, serva de Sara.
Isaque é o Patriarca dos judeus e dos cristãos.
Ismael é o Patriarca dos árabes islamitas.
Isaque, Jacó / Israel, tiveram varias mulheres
simultaneamente, e as 12 Tribos deles descendem.
Não se falava em adultério, nem de coisa nenhuma de se ter
uma só mulher.
Até porque o verbo “tomar” em relação ás mulheres se faz
presente, em Gênesis 11.29.
Moisés, o Homem Santo, falou o verbo “casar” somente em Ló,
antes da destruição de Sodoma e Gomorra , quando escreveu o Pentateuco, mas não
falou com uma mulher só. Ver Gênesis, 19.14.
Falou novamente antes das Tribos entrarem na Terra
Prometida, mas alertando para não casar com as filhas da Terra, por causa dos
deuses e hábitos destes povos. (Deuteronômio, 7.3)
Moisés ao entregar a Lei do Senhor fala em casamento e de
divórcio em Deuteronômio
24.1.2.3 e 4.
Em Números 30, ao falar sobre VOTO, no versículo 9, Moisés
se refere a mulher “viúva ou divorciada”, portanto o divórcio esta de acordo
com as Leis dadas pelo Senhor a seu povo.
Agora não se fala, não há explicação se na sociedade
israelita de então o sistema familiar era baseado na poligamia ou na monogamia.
No Novo Testamento por causa da historia matrimonial de
Maria e José se deduz que era monogâmica, e com uma ritualística bem definida.
Novamente no Novo Testamento vemos uma referência ao assunto
casamento em Mateus, capitulo 19, como está abaixo e que vou analisar versículo
por versículo:
19.3 Vieram a ele alguns fariseus e o experimentavam, perguntando:
É lícito ao marido repudiar a sua mulher por qualquer motivo?
R.: Cavilação pura. Eles sabiam as regras para o divórcio,
porem eles queriam colocar Jesus em situação difícil. Historicamente a
Sociedade Israelita, o Israel a Terra Santa, estava sob a dominação, o jugo,
romano/helenista, e com isso assimilando conceitos destas civilizações, o que
ia frontalmente contra as próprias Leis de Deus dada a eles através de Moises.
Basta ver o comportamento dos Soberanos da Casa de Herodes.
19.4 Então, respondeu ele: Não tendes lido que o Criador,
desde o princípio, os fez homem e mulher
R. : O Varão e a Varoa, Adão e Eva após a Queda. Uma simples
afirmação.
19.5 e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e
se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne?
R.: Deus ao criar a varoa não falou assim.
Não falou ‘deixará seu pai e sua mãe’ já que é sabido que
eles não tinham pais.
Foi o primeiro casal criado.
Logo essa afirmação é um ensinamento de Jesus baseado na Lei
de Deus, e na interpretação Mosaica.
19.6 A - De modo que já não são mais dois, porém uma só
carne. B- Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.
R.: A- Baseado na afirmação o Varão Adão já citada acima.
B- Jesus aqui queria instruir sobre a seriedade do casamento
tanto para aquela geração, quanto para as gerações futuras.
Seus discípulos que iam levar o Evangelho das Boas Novas aos
confins da Terra tinham que incutir essa seriedade e foi o que Ele fez.
Havia uma licenciosidade de costumes exatamente como agora,
e esse estado de coisas tinha que ser barrado, tinha que chegar ao fim.
Que casamento não era e não é uma simples união que se pode
fazer e desfazer assim a torto e a direito, pois o Criador tem um Plano de
Salvação para Humanidade, desde a expulsão do Jardim do Éden, e o casamento é
importante para esse Plano.
Jesus é a prova provada desse Plano.
O Sacrifício Vicário de Jesus é a prova provada desse Plano.
A Ascensão e a promessa do Retorno de Jesus é a prova
provada desse Plano.
Mais ...
Daí a afirmação “o que Deus ajuntou não o separe o homem”,
totalmente baseada nas palavras de Adão e não de Deus.
Foi Adão que falou, é só ler com cuidado a passagem de
Gênesis 2.23:
‘E disse o homem: Esta, afinal, é osso dos meus ossos
e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada’.
Pela Fé, pelo mesmo principio que sou contra o aborto ( a Vida
é criada por Deus e está no feto, que a Vida é Don de Deus) acredito que vidas
foram criadas para se casar por ordem, determinação, de Deus na Eternidade.
Deus criou a Teka para casar com o Beto, o Fran para a Cris,
Thereza comigo, e por ai vai, alianças matrimonias ou claras ou duradouras.
Quando o casamento não está em sintonia com Deus- o caso do
Fran com a primeira mulher- o divorcio é inevitável.
No caso do nosso Fran, vejam como Deus é bom e justo.
Existe uma criança em meio a esse processo, o que fez Deus?
Que a nova mulher, esposa, do pai fosse uma educadora
formada e membro fiel da Igreja como Corpo Místico de Cristo.
A criança foi amparada por Deus, a criança foi resguardada por
Deus para nada sofrer, a criança foi colocada sobre a autoridade de uma mulher a
fim de receber uma educação familiar tanto secular, como religiosa.
Não é maravilhoso?
Claro que é.
Não há meio termo, não há aprovação Divina, porque não foi
Deus que uniu o casal, mas sim suas vontades, seus desejos da carne, o
“delegado de policia”, o revolver do pai da noiva, os músculos dos irmãos, O
DINHEIRO, os vários interesses, etc. e tal...
É fato comprovado se essa união não foi abençoada por Deus,
não foi aprovada por Deus, ela não irá adiante.
Deus não mente, Deus não vai contra a Sua Santa Palavra, e
segundo todos as exegeses dela – a Palavra de Deus- como poderá abençoar aquilo que por Ele não
foi determinado?
Não pode.
Ele estaria sendo INJUSTO com os que seguem fielmente os seus
Estatutos, as suas Ordenanças e seus Mandamentos
e Ele é justiça.
Não foi Deus que falou sobre a união das carnes, foi o
Homem.
Deus falou através de Moisés, em divorcio, em vários
divórcios, donde se conclui que Jesus ao falar com “alguns fariseus”, estava clareando o
conceito, tanto que diz textualmente “Não tendes lido que o Criador”, lido
a onde?
Na Lei Mosaica, que Ele- Jesus- veio cumprir e não abolir.
19.7 Replicaram-lhe: Por que mandou, então, Moisés dar carta
de divórcio e repudiar?
19.8 Respondeu-lhes Jesus: Por causa da dureza do vosso
coração é que Moisés vos permitiu repudiar vossa mulher; entretanto, não foi
assim desde o princípio.
R.: Como não há nenhum tipo de Palavra direta de Deus, como
Ele falou a Abraão no Sacrifício de Isaque ou a Moises na Sarça Ardente, sobre
casamento, Jesus cita Moisés, que recebeu a Lei por Inspiração Divina - se
assim não fosse o próprio Cristo não teria sentido, o Ministério Terreno de Jesus
seria uma mentira - como aquele que permitiu que a mulher fosse
repudiada.
MAIS explica que tinha sido, que era, que é e que será “por causa da dureza do vosso coração”,
do coração do Homem, fiel ou não, judeu ou crente, que não está totalmente aberto para Deus, para
saber o que Deus quer para sua vida, e sim voltando para todo tipo de interesse
da carne, todo tipo de interesse mundano.
19.9 Eu, porém, vos digo: quem repudiar sua mulher, não
sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete
adultério [e o que casar com a repudiada comete adultério].
R.: AQUI ESTA A PROVA PROVADA DO QUE DIGO:
Jesus REAFIRMA, eu escrevi ‘reafirma’, os ensinamentos,
inspirados pelo Senhor, sobre o DIVÓRCIO e sobre o SEGUNDO CASAMENTO, ao dizer
“repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas”, que
estão nos Livros de Números e Deuteronômio, dados a Moises como o Grande-
legislador do Povo de Deus pelo próprio Deus Criador.
ALELUIA...
FIM DE PAPO
Jesus nem proibiu o divorcio, nem tão pouco falou de segundo
casamento, deixou O CONCEITO para a Lei, Lei essa que Ele não veio revogar, mas
cumprir.
Deus é Amor e em sendo Amor seria um contrassenso Ele querer
que uma criatura viva sofrendo por causa de falta de Amor.
É absurdo.
Deus, Moises, Jesus, eu, e outros, não queremos a
banalização do divorcio, porque não queremos a banalização do casamento.
Querem casar?
Vivam uma verdadeira experiência juntos.
Vejam se realmente são feitos um para o outro – velho ditado
que ajuda embasar o que digo sobre criação de homem para determinada mulher e
vice-versa.
Deixem o tempo passar.
Dominem seus desejos carnais.
Não saiam por ai fornicando a torto e a direito.
Tenham pudor, decoro, dignidade, respeito mutuo...e todas
aquela coisas que a moral e os bons costumes nos ensinam.
19.10 Disseram-lhe os discípulos: Se essa é a condição do
homem relativamente à sua mulher, não convém casar.
R.: Realmente se não tiverem estes conceitos é melhor ficar
solteiro ou solteira.
19.11 Jesus, porém, lhes respondeu: Nem todos são aptos para
receber este conceito, mas apenas aqueles a quem é dado.
R.: Pois é, não???
Teka & Beto:
Será que transmiti bem o CONCEITO DE JESUS SOBRE CASAMENTO E
DIVORCIO?
Beijos
Jorge Eduardo.
1/ setembro/2014
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: INTEGRALISMO DE DOM HELDER CÂMARA.
JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: INTEGRALISMO DE DOM HELDER CÂMARA.: Ação Integralista Brasileira (AIB) foi fundado em 7 de outubro de 1932 por Plínio Salgado, escritor modernista, jornalista e político. Tã...
INTEGRALISMO DE DOM HELDER CÂMARA.
Ação Integralista Brasileira (AIB) foi fundado em 7 de
outubro de 1932 por Plínio Salgado, escritor modernista, jornalista e político.
Tão logo o partido iniciou suas atividades, influenciado
pelo fascismo italiano.
A atitude dos integralistas Brasileiros em público era
marcada pela simbologia e iconografia adotada. Os integralistas se
apresentavam, oficialmente, uniformizados. As camisas e capacetes eram
verde-oliva, as calças eram pretas ou brancas ou cáquis e as gravatas pretas.
Cumprimentavam-se utilizando a palavra que se presume vir do
tupi, "Anauê", que significaria "você é meu irmão", com o
braço esticado e mão espalmada, tal como grupos fascistas europeus como os
camisas negras italianos e os camisas pardas nazistas
Os integralistas também ficaram conhecidos como
camisas-verdes devido aos uniformes que utilizavam. A AIB, assim como todos os
outros partidos políticos, foi extinta após a instauração do Estado Novo,
efetivado em 10 de novembro de 1937 pelo então presidente Getúlio Vargas.
Direção ideológica
O Integralismo brasileiro ideologicamente não aceita o
capitalismo, defende a propriedade privada, o resgate da cultura nacional, o
moralismo, valoriza o nacionalismo, os valores morais prática cristã, o
princípio da autoridade (e portanto a estrutura hierárquica da sociedade), o
combate ao comunismo e ao liberalismo econômico.
Dentre os inúmeros membros da AIB, pode-se citar, além de
Plínio Salgado, Gustavo Barroso, Miguel Reale, Tasso da Silveira, San Tiago
Dantas, Olbiano de Melo, Câmara Cascudo, Neiva Moreira, Gofredo e Inácio da
Silva Teles, Raimundo Padilha, Alfredo Buzaid, Madeira de Freitas, Augusto
Frederico Schmidt, Gerardo Melo Mourão, Dantas Mota, Vinícius de Morais, Paulo
Fleming, Adonias Filho, Dom Hélder
Câmara, Ribeiro Couto, Herbert Parentes Fortes, José Loureiro Júnior,
Hélio Viana, Américo Jacobina Lacombe, Ernâni Silva Bruno, Antônio Gallotti,
Jorge Lacerda, Thiers Martins Moreira, José Lins do Rego, Alcebíades Delamare
Nogueira da Gama, Roland Corbisier, Álvaro Lins, Seabra Fagundes, Rui de Arruda
Camargo, Raimundo Barbosa Lima, João Carlos Fairbanks, Mário Graciotti,
Mansueto Bernardi e Belisário Pena, Antonio de Toledo Piza, Romulo de Almeida
Mercuri.
O Integralismo brasileiro congregou uma grande diversidade
de cidadãos brasileiros segundo as mais diferentes etnias. No sul do país, por
exemplo, houve uma participação maciça de imigrantes europeus e seus filhos.
Afrodescendentes também aderiram ao movimento, e o exemplo
até hoje lembrado é o de João Cândido, líder da Revolta da Chibata. Outros
negros famosos que pertenceram à AIB são Abdias do Nascimento, Sebastião
Rodrigues Alves e Ironides Rodrigues. Podemos citar também negros que apoiavam
o movimento integralista brasileiro, como Arlindo Veiga dos Santos. A AIB foi o
primeiro movimento político brasileiro a dar voz política à mulher, embora elas
se limitassem ao assistencialismo, ao trato com a educação.
O Integralismo brasileiro sempre se opôs ao racismo, e em
nenhuma circunstância jamais o apoiou, um exemplo disso é uma das mais famosas
frases de Plínio Salgado, "O problema é ético, e não étnico".
Ideólogos
Reale, Miguel. O Estado Moderno.
Salgado, Plínio. O cavaleiro de Itararé.
Salgado, Plínio. O esperado. Ed. Voz do Oeste.
Salgado, Plínio. O estrangeiro. Ed. das Américas, 1955.
Barroso, Gustavo. Colônia de Banqueiros, 1934.
Barroso, Gustavo. Os protocolos dos sábios de Sião, 1936.
Barroso, Gustavo. Judaísmo, maçonaria e comunismo, 1937.
A doutrina
integralista baseia-se na tríade "Deus, Pátria e Família".
Anauê
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