sábado, 5 de julho de 2014
JORGE EDUARDO GARCIA - IN FOCUS: JORGE EDUARDO GARCIA - IN FOCUS: 3 DE JULHO DATA D...
JORGE EDUARDO GARCIA - IN FOCUS: JORGE EDUARDO GARCIA - IN FOCUS: 3 DE JULHO DATA D...: JORGE EDUARDO GARCIA - IN FOCUS: 3 DE JULHO DATA DO NASCIMENTO DO GRANDE JOÃO SALDA... : JOÃO SALDANHA Em 3 de julho 1917 nasceu João Sa...
JORGE EDUARDO GARCIA - EVENTOS DO DIA 5 DE JULHO - JORGE EDUARDO GARCIA
5 de julho através dos anos ...
Eventos históricos:
da esquerda para direita, tenentes Eduardo Gomes, Siqueira
Campos, Nílton Prado, o civil Otávio Correia e um praça de pré.
Em 5 de julho
de 1922 - Levante dos 18 do Forte de Copacabana.
A Revolta do Forte de Copacabana, também conhecida como
Revolta dos dezoito do Forte, foi a primeira do Movimento Tenentista durante a
República Velha .
Foi feita por 17
militares e 1 civil que reivindicavam o fim das oligarquias do poder.
O evento considerado o estopim para a revolta teve origem
na disputa eleitoral de 1921 para o cargo de presidente da república.
Durante o período, cartas ofensivas ao Exército e ao
Marechal Hermes da Fonseca, supostamente assinadas pelo candidato Arthur Bernardes
— representante do sistema oligárquico que dominava o país e concentrava o
poder nos estados de Minas Gerais e São Paulo, a chamada de política
café-com-leite —, tornaram-se públicas.
A Revolta dos Dezoito do Forte e o movimento Tenentista,
que eram numa primeira leitura ligados às forças armadas, representavam também
a insatisfação de outros estados como Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro,
Pernambuco e Bahia com a divisão política existente. Para concorrer contra
Bernardes foi lançada a candidatura do fluminense Nilo Peçanha. Outro episódio
que contribuiu para a insatisfação contra Bernardes foi a prisão do Marechal
Hermes da Fonseca, então Presidente do Clube Militar. Detentor da maquina
pública, Bernardes venceu com 56% dos votos válidos da eleição.
O descontentamento entre os militares era crescente.
Diversas unidades
do Rio de Janeiro se organizaram para realizar um levante no dia 5 de julho de
1922 contra o presidente em exercício Epitácio Pessoa (mais um representante da
oligarquia que dominava o país) e Arthur Bernardes que assumiria o cargo em
novembro.
No entanto, apenas o Forte de Copacabana, sob comando do
Capitão Euclides Hermes da Fonseca, e a Escola Militar se revoltaram, e foram,
dessa forma, facilmente combatidos. Apesar da posição contrária à política
café-com-leite, os militares de alta patente acabaram por não aderir ao
movimento. A informação chegara até o governo que tratou de trocar os
principais comandos militares da capital.
Durante toda a manhã do dia 05, o forte sofreu bombardeio
da Fortaleza de Santa Cruz, mas os 301 revolucionários (oficiais e civis)
mantiveram-se firmes até que Euclides Hermes e o tenente Siqueira Campos
sugeriram que desistissem da luta aqueles que quisessem: apenas 29 decidiram
continuar. Para tentar uma negociação, o Capitão Euclides Hermes saiu da
fortaleza, mas acabou preso. Os 28 restantes continuaram resistindo
Repartiram a
bandeira em 28 pedaços e marcharam pela Avenida Atlântica em direção ao Leme.
Dez abandonaram o grupo durante o tiroteio. Os 18 que se mantiveram em marcha
foram finalmente derrotados em frente à Rua Barroso (atual Siqueira Campos), na
altura do Posto 3 de Copacabana. Apenas Siqueira Campos e Eduardo Gomes
sobreviveram. O episódio, mesmo que não bem sucedido, tornou-se um exemplo para
militares e civis no país, dando origem a outras revoltas tenentistas como a
Coluna Prestes, a Revolta Paulista e a Comuna de Manaus.
Morreram em combate entre oficiais e praças 12 pessoas no
dia 05 e mais duas no dia seguinte num total de 14 mortos.
Em 5 de julho de 1924
- Levante Revolucionário em São Paulo que culmina na criação da Coluna Prestes.
A Coluna Prestes foi um movimento político-militar
brasileiro existente entre 1925 e 1927 e ligado ao tenentismo de insatisfação
com a República Velha, exigência do voto secreto, defesa do ensino público e a
obrigatoriedade do ensino primário para toda a população.
O movimento contou com lideranças das mais diversas
correntes políticas, mas a maior parte do movimento era composta por capitães e
tenentes da classe média, donde originou-se o ideal do "Soldado
Cidadão". Deslocou-se pelo interior do país pregando reformas políticas e
sociais e combatendo o governo do então presidente Artur Bernardes e,
posteriormente, de Washington Luís.
Em sua marcha pelo Brasil, os integrantes da Coluna
Prestes denunciavam a pobreza da população e a exploração das camadas mais
pobres pelos líderes políticos. Sob o comando principal de Luís Carlos Prestes
(chefe de estado-maior), a Coluna Prestes enfrentou as tropas regulares do
Exército ao lado de forças policiais de vários estados, além de tropas de
jagunços, estimulados por promessas oficiais de anistia.
Partindo do município de Santo Ângelo, que hoje abriga o
Memorial da Coluna Prestes, o movimento percorreu vinte e cinco mil quilômetros
pelo interior do Brasil durante dois anos e meio. Apesar dos esforços, a Coluna
Prestes não conseguiu a adesão da população. A longa marcha foi concluída em
fevereiro de 1927, na Bolívia, perto de nossa fronteira, sem cumprir seu
objetivo, disseminar a revolução no Brasil.
A Coluna Miguel Costa-Prestes poucas vezes enfrentou
grandes efetivos do governo. Em geral, eram utilizadas táticas de despistamento
para confundir as tropas legalistas.
O movimento liderado por Carlos Prestes contribui para
disseminar os problemas do poder concentrador oligárquico da República Velha,
culminando na Revolução de 1930. Projeta a figura de Luís Carlos Prestes, que
posteriormente entra no Partido Comunista Brasileiro (PCB). Prestes foi chamado
por esta marcha de cavaleiro da esperança na luta contra os poderes dominadores
da burocracia e dos setores elitistas.
NOTA:
A Rua Cinco de
Julho, Bairro de Copacabana, Rio de Janeiro
, é uma homenagem aos !8 do Forte de Copacabana.
quinta-feira, 3 de julho de 2014
JORGE EDUARDO GARCIA - IN FOCUS: 3 DE JULHO DATA DO NASCIMENTO DO GRANDE JOÃO SALDA...
JORGE EDUARDO GARCIA - IN FOCUS: 3 DE JULHO DATA DO NASCIMENTO DO GRANDE JOÃO SALDA...: JOÃO SALDANHA Em 3 de julho 1917 nasceu João Saldanha o maior de todos os comentaristas de futebol que o Brasil já teve e o técnico ...
3 DE JULHO DATA DO NASCIMENTO DO GRANDE JOÃO SALDANHA. por Jorge Eduardo Garcia
JOÃO SALDANHA
Em 3 de julho 1917 nasceu João Saldanha o maior de todos os
comentaristas de futebol que o Brasil já teve e o técnico que montou a
vitoriosa e inigualável Seleção Brasileira de 1970.. Abaixo sua biografia:
João
Alves Jobin Saldanha (Alegrete, 3 de julho de 1917 — Roma, 12 de julho de 1990)
foi um jornalista e treinador de futebol brasileiro.
Atuou
profissionalmente por poucos anos no Botafogo, mas abandonou a carreira e se
graduou em jornalismo, tendo se tornado um dos mais destacados da crônica
esportiva brasileira. Em sua rápida passagem como técnico de futebol, levou a
seleção brasileira a classificar-se para a Copa do Mundo de 1970. Deixou o
comando do time antes do início da competição, em uma história até hoje não
esclarecida.
Apelidado
por Nelson Rodrigues como João Sem-Medo, militou por toda sua vida adulta no
Partido Comunista Brasileiro e chegou à sua cúpula.
Saldanha
nasceu no Alegrete, no estado do Rio Grande do Sul, no dia 3 de julho de 1917.
Logo no inicio de sua vida, sua família resolveu deixar a terra natal e, após
percorrer várias cidades do interior do Paraná, decidiram se instalar em
Curitiba.
O
primeiro grande contato de João com o futebol aconteceu ali, pois a casa
comprada por Gaspar Saldanha, seu pai, ficava a dois quarteirões do campo do
Atlético Paranaense, onde sempre ia assistir aos treinos das divisões de base,
permitindo a proximidade do garoto com o futebol. Além disso, a casa da família
em Curitiba permitia uma integração com toda a garotada da vizinhança, que
organizava times, campeonatos, jogos, enfim, tudo dentro do estilo de vida da
expansão urbana e das novas modas citadinas. Ali, João completaria o primário
na mesma escola de um garoto que ainda seria importantíssimo personagem na
história nacional como presidente da República: Jânio Quadros. Mais tarde
mudou-se para o Rio de Janeiro, onde seu pai adquiriria um cartório. Filiou-se
ao Partido Comunista Brasileiro com pouco tempo estabilizado no Rio e
engajou-se em muitas campanhas do partido. Logo mais, se tornaria um dos mais
ferrenhos opositores do Regime Militar e figura de destaque no 'Partidão'.
Jogou
futebol profissionalmente por uns poucos anos no clube carioca do Botafogo.
Formou-se em Direito pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade do
Brasil, atual UFRJ. Estudou Jornalismo e se tornou um dos mais destacados
cronistas esportivos brasileiros, começando a carreira em 1960. Incentivado por
amigos e por sua esposa na época, Ruth (irmã do jornalista Ruy Viotti), aceitou
o convite para fazer um teste para integrar a equipe da Rádio Guanabara (atual
Bandeirantes AM), montada por Édson Leite. A partir daí, acumulou passagens
marcantes pelas rádios Nacional, Globo,
Tupi e Jornal do Brasil, TVs Rio, Manchete e Globo (onde apresentou seus
comentários esportivos no programa Dois Minutos com João Saldanha) e assinou
colunas nos jornais Última Hora, O Globo, Jornal do Brasil e revista Placar.
Com toda sua experiência vivida no futebol, não media palavras ao criticar
jogadores, treinadores e dirigentes, conquistando fãs e desafetos.
Em
1957, o Botafogo, contratou-o como seu técnico, apesar de sua total falta de
experiência. O clube ganhou o campeonato estadual daquele ano. Em 1969, ele foi
convidado a se encarregar da seleção nacional. O Presidente da CBD -
Confederação Brasileira de Desportos, João Havelange alegou que o contratou na
esperança de que os jornalistas fizessem menos críticas à seleção nacional,
tendo um deles como técnico.
Na
Copa do Mundo de 1966, uma das principais críticas da imprensa era a falta de
um time-base. Saldanha tentou resolver esse problema e convocou um time formado
em sua maioria por jogadores do Santos e do Botafogo, os melhores times da
época; e os conduziu a 100% de aproveitamento em seis jogos de qualificação
(Eliminatórias). De uma frase sua, quando teria dito que convocaria somente
"feras", surgiu a expressão As feras do Saldanha para designar aquela
seleção. Graças ao seu trabalho, a seleção brasileira reconquistaria a
autoestima e a confiança do torcedor, que tinha perdido depois da pífia
campanha na Copa do Mundo de 1966.
O
time de Saldanha, que deu show nas Eliminatórias contra Venezuela e Paraguai,
com a dupla Tostão e Pelé, estava mesclado com jogadores do Santos, Botafogo e
Cruzeiro. Foi uma grande jogada de Saldanha. Usou o entrosamento dos jogadores
em seus respectivos times e atuava num 4-2-4 bem montado. O time brasileiro de
Saldanha era: Cláudio; Carlos Alberto Torres, Djalma Dias, Joel e Rildo; Piazza
e Gerson; Jairzinho, Tostão, Pelé e Edu.
Apesar
das vitórias, Saldanha foi publicamente criticado por Dorival Knipel, o
Yustrich, treinador do clube carioca Flamengo. Saldanha respondeu ao confronto
brandindo um revólver [carece de fontes]. Também havia rumores de que não
entendia de preparação física, havendo alguns desentendimentos com a comissão
técnica sobre a condução dos treinamentos.
Como
o próprio Saldanha disse em entrevista a TV Cultura, e sabido conhecimento
popular, ele teria sido retirado do comando da seleção por causa da sua
negativa em selecionar jogadores que eram indicados pessoalmente pelo
presidente Emílio Garrastazu Médici, durante a Ditadura Militar, em particular
o atacante Dario Maravilha..
Sua
punição, agravado por ser militante do Partido Comunista Brasileiro, foi a
dispensa do comando da seleção meses antes do mundial.
O
último atrito foi quando o auxiliar-técnico pediu para sair da seleção, dizendo
que era impossível trabalhar com Saldanha. Segundo João Havelange, então
presidente da CBD, o esquema adotado por João Saldanha de dois pontas abertos
(Jair e Edu) e o meio-campo desprotegido do Brasil, que adotava o esquema
4-2-4, não iria a lugar nenhum. Daí a demissão de João Saldanha e, depois de
uma tentativa de se contratar Dino Sani, ele foi substituído por Mário Zagallo,
ex-jogador de futebol e ganhador de duas copas: Copa do Mundo de 1958 e Copa de
1962, com seu tradicional e eficiente (na época) 4-3-3, montando a equipe com
Félix; Carlos Alberto Torres, Brito, Piazza e Marco Antônio (depois Everaldo);
Clodoaldo, Gérson e Rivelino; Jair, Tostão e Pelé.
Saldanha
retornou ao jornalismo depois desse episódio e continuou a criar algumas das
mais famosas citações da história do futebol brasileiro, como: "o futebol
brasileiro é uma coisa jogada com música". No final da vida, foi um dos
maiores críticos da europeização do futebol brasileiro, com a adoção de
esquemas mais defensivos e a perda de algumas de nossas principais
características, como o jogo hábil e voltado ao ataque.
Bastante
debilitado devido ao vício tabagista, seu último trabalho jornalístico foi a
cobertura da Copa do Mundo para a TV Manchete. Saldanha morreu em Roma, no dia
12 de julho de 1990.
Eu
tive a honra de conhecê-lo
Jorge
Eduardo Garcia
quarta-feira, 2 de julho de 2014
JORGE EDUARDO GARCIA - IN FOCUS: Jorge Eduardo Garcia - Realmente o brasileiro não ...
JORGE EDUARDO GARCIA - IN FOCUS: Jorge Eduardo Garcia - Realmente o brasileiro não ...: Realmente o brasileiro não gosta de francês. Desde a vinda da Missão Artística Francesa em 26 de março de 1816, a bordo do navio ...
Jorge Eduardo Garcia - Realmente o brasileiro não gosta de francês. - autor: Jorge Eduardo Garcia
Realmente o
brasileiro não gosta de francês.
Desde a vinda da Missão Artística Francesa em 26 de março
de 1816, a bordo do navio Calpe, do
Império, da Republica, ate a saída da Presidência de Giscard d'Estaing, a
França era a Meca das Elites Brasileiras.
Conheci senhoras e senhores brasileiros que marcharam em
Paris em protestos aos estudantes de 1968, pró De Gaulle, da qual quase ninguém
fala, mas que foi triunfal.
Após a II Guerra Mundial, Paris continuou a ser o local
preferido das Elites, mas Nova York, também, passou a ser destino final de
muitos, até porque era o local dos grandes negócios.
Com a subida ao Poder de François Mitterrand, as Elites
ficaram agastadas com os franceses e passaram a escolher outros destinos,
apesar dos mais tradicionais continuaram indo a Paris.
Nova York e seus Nightclubs viraram moda (o exemplo é o Studio
54 - 254 West 54th Street in Manhattan).
Bem como Los Angeles e São Francisco.
Roma, Capri, e a Costa Amalfitana era destino certo dos
mais conservadores.
A partir da década de noventa do século XX as fortunas
começaram a mudar de mãos no Brasil, uma nova Elite começou a surgir.
Esse Movimento chegou a seu cume logo no inicio do século
XXI, os primeiros anos do III Milênio, e essa novíssima Elite adotou Miami, “uma
cidade localizada no estado americano da Flórida, e é a segunda cidade mais
populosa da Flórida e a 44ª mais populosa do país”, como sua Meca, seu destino
mais do que preferido.
É claro que muitos foram e ainda vão a Paris, pois faz
parte da exibição imposta por suas novas vidas.
Orlando, a cidade localizada no estado norte-americano da
Flórida, famosa por suas atrações
turísticas, tais como Walt Disney World Resort, Universal Orlando Resort e
SeaWorld Orlando, é o local preferido para as férias em família dessa novíssima
Elite.
É claro que param em Miami para as compras, e voltam
carregados dos mais variados produtos, o que em minha opinião é uma vergonha.
E foi por causa desta transmutação da Elite é que o
brasileiro passou a não gostar da França, e muito mesmos dos franceses.
De seu estilo de vida, completamente diferente do estilo
americano de ser.
Para piorar os franceses não suportam os americanos e não
escondem este fato.
Gostam dos champagnes e dos vinhos franceses só para
ostentar, chegando ao ridículo de fazerem “cursos” sobre o assunto, esquecendo que
beberam Ki-suco na infância, e que realmente só se apura o paladar para
conhecer os vinhos desde menino.
Deixam um dos famosos “sommeliers”, na maioria recém-formada
e nordestina, abrir a garrafa de modo pomposo e retumbante, ficam atentos ao
ato de derramar rapidinho o vinho, para
depois balançar a taça e adotando uma cara de tão pomposa quanto o gesto do “garçom engalanado” tão o
seu OK ou dizem seríssimos “ Pode servir”.
Não sabem que um bom vinho tem que respirar no mínimo por
45 minutos, operação necessária para apurar o seu buquê.
Agir de outra forma é um crime contra os vinhos, mas que
fazer?
Enfim, quando as pessoas dizem que brasileiros não gostam
de franceses, elas estão com a razão, contudo, penso que o motivo histórico deste fato ter sido por
mim esclarecido.
Assim...
..... merci et à bientôt
JORGE EDUARDO
JORGE EDUARDO GARCIA - IN FOCUS: Jorge Eduardo Garcia: Deu no O GLOBO: História do...
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