domingo, 1 de dezembro de 2019

As senhoras do Palácio do Eliseu Capítulo 14 Ainda os senhores de Bouillon auor Jorge Eduardo garcia


Os nomes estão em francês;
1 ª geração da Maison de La Tour d'Auvergne:
Henri de La Tour d'Auvergne, 4 º príncipe de Sedan, 2 º duque de Bouillon, visconde de Turenne, sucedendo sua primeira esposa  Charlotte de La Marck,  1 º  duquesa de Bouillon por direito próprio dessa Casa.
Frédéric-Maurice de La Tour d'Auvergne, 5 º príncipe de Sedan, que pelo tratado de15 de setembro de 1642 cedeu o principado a França,  3º duque de Bouillon;
Godefroy -Maurice de La Tour d'Auvergne, 4 º duque de Bouillon, conde d'Auvergne , casado com de Marie Anne Mancini, sobrinha de Mazarin;
Emmanuel-Théodose de La Tour d'Auvergne, par de França, 5 º duque de Bouillon, d’Albret , de Chateau-Thierry , conde de Montfort , de Nègrepelisse , de Auvergne , d’ Evreux , de Beaumont-le-Roger , visconde de Turenne , de Castillon, de Lanquais , barão de Montgascon , de Limeuil .
Charles-Godefroy de La Tour d'Auvergne, duque de Bouillon .
Godefroy Charles Henri de La Tour d'Auvergne , par de França, 6 º duque de Bouillon, d'Albret,
de Château-Thierry, par de França, grand chamberlain da França (quarto na ordem de precedência na Corte da França ) e marechal de campo dos exércitos do rei, que raramente vai ao ducado e prefere morar na Normandia, no castelo de Navarra, tem como sucessor seu filho:
Jacques-Léopold-Charles Godefroy de La Tour d'Auvergne, deficiente, nascido sem pernas e corcunda, é o  7º e último duque de Bouillon da casa/ Maison de La Tour d'Auvergne, durante o Congresso de Viena, que põe fim às guerras napoleônicas , e os príncipes de Guéméné reivindicam o ducado de Bouillon por causa do casamento de Marie-Louise e Jules de Rohan-Guéméné .
Godefroy Charles Henri de La Tour d'Auvergne , par de França, 6 º duque de Bouillon, adota um inglês de nome Philip Dauvergne, vice-almirante inglês, governador de Jersey, e depois que Jacques Leopold morreu em 3 de março de 1802,  Philip Dauvergne  passou a usar o título de Duque de Bouillon.
A disputa está formada, mas o Congresso de Viena restabelece o Ducado vassalo Grão-ducado de  Luxemburgo , e depois passa para a suserania do rei dos belgas.
Casa/ Maison de Rohan sai vencedora da disputa, e são seus duques de Bouillon:
1-       Son Altesse Sérénissime Charles IV de Rohan, duque - par hereditário de França, príncipe de Rohan e de Guéméné, duque de Bouillon e de Montbazon, cavaleiro do Tosão de Ouro e da Ordem de Maria Teresa. Foi pai de  Berthe de Rohan, que em 1800 casou com seu tio e herdeiro dos títulos de seu pai Louis-Victor-Mériadec de Rohan.
2-       Louis-Victor-Mériadec de Rohan, Luis IX , príncipe de Rohan - Guéméné, duque de Bouillon e de Montbazon, conde de Saint-Pol, tenente marechal do Império Austríaco, cavaleiro da Ordem de Maria Teresa.
3-        Camille Philippe Joseph Idesbald de Rohan,  príncipe de Rohan – Guéméné, príncipe do Império, duque de Bouillon e de Montbazon.
4-       Alain I Benjamin Arthur de Rohan, Chefe da casa de Rohan, membro da Câmara Alta do Parlamento da Áustria , membro do Parlamento da Boêmia , capitão do Landwehr do Regimento Austríaco de Uhlans, membro hereditário da Câmara dos Lordes da Áustria , Chamberlain e Cavaleiro de Honra e Devoção da Ordem Soberana de Malta (membro leigo), e cavaleiro da Ordem austríaca do Tosão de Ouro, príncipe de Rohan - Guéméné, duque de Bouillon e de Montbazon.
5-       Alain II Anton Joseph Adolf Ignace Maria de  Rohan, príncipe de Rohan – Guéméné - Rochefort , duque de Bouillon e de Montbazon., cavaleiro da Ordem austríaca do Tosão de Ouro e da ordem soberana de Malta.
6-       Charles V Alain Albert de Rohan-Rochefort, príncipe de Rohan – Guéméné - Rochefort , duque de Bouillon e de Montbazon.
7-       Albert Marie de Rohan-Rochefort, príncipe de Rohan – Guéméné - Rochefort , duque de Bouillon e de Montbazon, , nascido em 9 de maio de 1936 em Melk na Áustria e morreu em 4 de junho de 2019em Viena , diplomata austríaco com vários cargos no exterior.
8-       Charles Raoul de Rohan, primo do precedente que mora no EUA, sem informações detalhadas, é o atual Chefe da Casa. Diretor Applied Imaging Corp, diretor Executivo The Binding Site Limited- Equipamentos e dispositivos médicos. Do conselho da Genetix Group Ltd...


Complexo de Dorian Gray e Complexo de Belle de Jour. autor: Jorge Eduardo Garcia


Dorian Gray em Whitechapel

Um evento ou acontecimento comportamental advém do modo de agir de uma criatura baseado na sua  história, história essa que é composta de fatores de vivencia em seu  ambiente social, externo , interno, físico , biológico( cuja ligação é estabelecida pela genética, portanto uma análise comportamental é um comentário avaliativo que busca entender a somas desses eventos na vida de uma criatura.
Complexo é “ sistema de pensamentos reprimidos cujo valor emocional pode gerar certos comportamentos patológicos ( doentio ou mórbido)”.
Complexo de Dorian Gray:
Dorian Gray é um jovem hedonista aristocrata que tem  o prazer (moral e imoral) como o bem supremo de sua vida, criado pelo dramaturgo Oscar Wilde.
Dorian Gray busca seu prazer fora de seu meio social.
Busca seu prazer nos lugares mais sortidos de Whitechapel, um local da velha Londres onde havia pobreza, luxuria, vícios ( ópio principalmente), bebedeiras, brigas, tanto que são mundialmente conhecidos “os Assassinatos de Whitechapel”, fatos verídicos que  deram fama a Jack, o Estripador.
Assim, o “ Complexo de Dorian Gray” está relacionado com o comportamento de uma criatura que busca fora de seu meio social o prazer (moral e imoral) como o bem supremo de sua vida.
Não confundir com a Síndrome de Dorian Gray (SDG ou, em Inglês, DGS) que é  “ um fenômeno cultural e social caracterizado pela excessiva preocupação do indivíduo com sua própria aparência, acompanhada de dificuldades em lidar com o processo de envelhecimento natural”.
O Complexo de Dorian Gray é muito mais encontrado entre a população masculina, ou entre aqueles que “ misturam o masculino com o feminino, assim, admitindo várias categorias entre homossexualidade, afetividade intermasculina, inversão sexual de papéis de gênero, travestilidade, transgeneridade e transexualidade”, criaturas que buscam o prazer (moral e imoral)  fora de seu meio social, cultural, religioso e por que não dizer de gênero, a qualquer hora do dia ou da noite.
O Complexo de Belle de Jour:
Baseado no livro Belle de Jour de Joseph Kessel, escritor francês nascido na Argentina em meio a uma família judaica, que gerou um filme do mesmo nome com a atriz Catherine Deneuve.
O personagem de Catherine Deneuve  de nome Séverine Sérizy  é a « Belle de jour » que insatisfeita com a relação sexual que o marido lhe proporciona , busca a tarde, parte do dia que vai do meio-dia ao começo da noite, prazer sexual se prostituindo em um bordel, um puteiro.
O Complexo de Belle de Jour é muito encontrado na população feminina ( casadas , solteiras, divorciadas, em relacionamento instável), destaco as lésbicas,  criaturas mal amadas ou insatisfeitas sexualmente que buscam o prazer (moral e imoral)  fora de seu meio social, cultural, religioso, ou não, e a tarde, parte do dia que vai do meio-dia ao começo da noite, mantendo relações sexuais em locais de encontros furtivos, uma garçonnière , um motel, a casa da comadre, etc., ou mesmo se prostituindo.
As religiões abraâmicas - o judaísmo, o cristianismo e o islamismo – propõem “  um conjunto de regras de conduta consideradas como válidas, ‘éticas’, quer de modo absoluto para qualquer tempo ou lugar, quer para grupos ou pessoa determinada” que se bem aplicadas no cotidiano geram a ‘moral’, como “ conjunto de regras adquiridas através da cultura, da educação, da tradição e do cotidiano, e que orientam o comportamento humano dentro de uma sociedade”.
Ora, em nossa Sociedade Ocidental, baseada na Tradição Judaico-cristã, tanto o “Complexo de Dorian Gray” quanto o “ Complexo de Belle de Jour” não são aceitos como um comportamento normal de uma criatura, são como o nome já diz ‘complexos’  que levam as criaturas a atitudes que não estão de acordo com as regras sociais “adquiridas através da cultura, da educação, da tradição e do cotidiano, e que orientam o comportamento humano dentro de uma sociedade”.
Nas sociedades regidas pelo Alcorão, Livro sagrado dos muçulmanos que contém a doutrina de Maomé, o Complexo de Dorian Gray e o Complexo de Belle de Jour são passiveis de pena de morte.
Hoje vemos no Brasil a total inversão de valores éticos e morais que as religiões , falo do judaísmo e do cristianismo, não estão conseguindo frear, e  nossa sociedade cada dia mais caminha para um laicato que fere nossas Tradições Nacionais.  
O ex-senador Cristovam Buarque, acadêmico, apresentou uma proposta de Emenda à Constituição (PEC) que inclui o termo “busca da felicidade” na Constituição Federal, que já foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em 2010, pois “ o cidadão tem o direito de buscar a felicidade e que o estado tem de prover os direitos sociais para prover isso, destacando  que a “busca da felicidade” pressupõe a felicidade coletiva”.
O que é felicidade para você, pode não ser felicidade para mim, pois não?
Os dois complexos descritos acima já dão a noção exata do que uma criatura pode fazer em busca de sua felicidade, não importando ela, a criatura, se ferem ou não o estabelecido pela Sociedade através dos tempos.
Mas, esse senador paparrotão, gabarola, que gosta de enaltecer seus próprios feitos e qualidades, que escreveu um livro denominado Sou Insensato , o que por si só já bastaria,  esquece que nunca houve, não há, nem haverá, nenhuma espécie de felicidade coletiva no planeta Terra.
Enfim, ele é o exemplo típico da criatura que quer impor a Nação, custe o que custar, um laicato.
Um laicato composto de pessoas que não  aceitam a influência de uma religião e , por isso, consideram que TUDO é valido em busca da felicidade, da sensação de satisfação plena, que compreende entre outras coisas a aceitação como normal do Complexo de Dorian Gray e do Complexo de Belle de Jour.
Caminhamos para o CAOS.
Jorge Eduardo Garcia
São Paulo 1 de dezembro de 2019

 La Belle de Jour se prostituindo 

terça-feira, 26 de novembro de 2019

NO Brasil não tem técnico de futebol, não mesmo. autor: Jorge Eduardo Garcia


Vamos aos fatos:
1 – O grande problema nacional é que os técnicos são sempre os mesmos, como puta antigamente que rodava de puteiro em puteiro, eles rodam, rodam, pelos clubes, chegando a voltar para os mesmos onde não tiveram sucesso.
a-      Até Vanderlei Luxemburgo ressuscitou entre os mortos e hoje está no Vascão, outrora O Gigante da Colina, hoje O Pigmeu de São Januário.
Veja o histórico do Ressuscitado que não é Cristo Jesus:
Clubes nos quais foi técnico de 1071 até 2019:
Flamengo
Internacional
Botafogo
Campo Grande
América-RJ
Vasco da Gama
Campo Grande
Rio Branco-ES
Friburguense
Al-Ittihad
Democrata-MG
Fluminense
América-RJ
Al-Shabab
Bragantino
Flamengo
Guarani
Ponte Preta
Palmeiras
Flamengo
Paraná
Palmeiras
Santos
Corinthians
Brasil
Brasil Sub-23
Corinthians
Cruzeiro
Santos
Real Madrid
Santos
Palmeiras
Santos
Atlético Mineiro
Flamengo
Grêmio
Fluminense
Flamengo
Cruzeiro
Tianjin Quanjian
Sport
Vasco da Gama          
Luxemburgo é o exemplo típico de um técnico que não ganha nada a secolo et saeculorum, amem !!!        
Posso citar outros, pois tem de monte.
2- Esses caras TODOS já estão ultrapassados, não tem mais repertório, o próprio antigo gênio Felipão, dá mostra de seu cansaço técnico e não apresenta nada de novo em suas equipes.
3- Esses caras são mancomunados com os famosos procuradores,  cartolas, e a Mídia esportiva capitaneada pelo Grupo O Globo ( umbilicalmente ligado a CBF) fazem o jogo imposto por essa canalha que domina o futebol mundial e nacional, e no caso do Brasil nação corrupta por excelência, é pior ainda.
a-      Vejam o caso do Neymar, se não fosse a Mídia e a cartolagem ainda estava jogando bolinha na Baixada Santista , e o papai do Junior não estaria andando de jato para lá e pra cá, nem ameaçado de cadeia no Reino da Espanha, país onde até o cunhado  do rei vai para o xilindró.
b-       Vejam o caso do Adenor Leonardo Bachi, vulgo Tite, que no Sport Club Corinthians Paulista era o gênio da raça, mas na CBF se adaptou as maracutais da Confederação e está aí batendo cabeça como viado no programa Casos de Família do SBT. É UMA VERGONHA.
4- O futebol brasileiro acabou com essa mania de todo pereba que joga uma bolinha na várzea dá de Pelé e querer ir para a “OROPA”, e os famosos procuradores,  cartolas, e a Mídia esportiva capitaneada pelo Grupo O Globo ( umbilicalmente ligado a CBF), enchem a bola do cara - “ Joga um Bolão”, “ É o Fedgol”, “ Esse sabe tudo”( Refrão do pentelho do Galvão Bueno, que para nossa tristeza não teve um problema nas cordas vocais) e por ai vai-  e o que é pior que os ‘tequinicospinicos’ montam o time para o ‘sarna’ se destacar, já que rola uma graninha, né??? É UMA VERGONHA.
 5- Ai aparece um português, eu falei um português, e os renatos gaúchos dá vida ficam falando  merda de lá para cá, apoiado pelo Tite Cartola, vejam https://www.terra.com.br/esportes/flamengo/jorge-jesus-enfim-deu-sua-resposta-a-tite-e-renato-gaucho,6b1eb7b367d0cdd124a9b19b7f4e342ffgw0gfz7.html
Enfim, eu tenho 66 anos de janela de futebol já vi muita coisa, muita gente boa, muito pereba, mas como agora, jamais imaginei ver.  
E tenho dito.


segunda-feira, 18 de novembro de 2019

você não gosta do Rio de Janeiro? Que se dane autor Jorge Edurardo Garcia




Eu fico fulo, hidrófobo, raivoso, irado, possesso, quando veja as pessoas dando opiniões sobre o Rio de Janeiro, tais como : “ cidade violenta”, “ cheia de droga”, “ tem muito bandido lá”, “ cidade suja”, “ a gente não pode nem andar na rua que é assaltada”, ‘ porcaria”, “ lá não vou nem paga”, na maioria da maioria são   pessoas que nunca lá foram, pessoas que não tem a menor condição de lá ir, pessoas que nunca saíram suas cidades do interior ou do buraco do rato molhando onde vivem, gente que veio de Piripiri de Piauí de montado na “buleia” de um pau de arara para o ABC paulista, gente que acredita que o bolsa família é o máximo em termos de política social, e por isso endeusam o ex – presidiário,  seguidores do Datena de Ribeirão Preto, ou do Luis Baccin de Mogi das Cruzes , e por ai vai.
Não gosta do Rio de Janeiro?
Que se dane!!!
Problema seu, zé mané!!!
O Carioca não precisa de você para curtir sua cidade natal ou de adoção.
O Carioca é vivo, é alegre, é carinhoso, é amável, é amigo, é bom anfitrião, e acima de tudo AMA SUA CIDADE A BEIRA MAR PLANTADA.
No Rio de Janeiro tem SOL, TEM PRAIA, TEM SAMBA, TEM CERVEJA, TEM MUITA MULATA, TEM MULHER LINDA, TEM BANDA DE IPANEMA, TEM SIMPATIA É QUASE AMOR, E ATÉ LGBTS PRA QUEM É CHEGADO....
Vocês tomem tento e vão fazer ‘aquilo’, sacou?
Aquilo, naquele lugar, tá????
Ou como dizem o poeta Vinícius de Moraes e o filosofo Toquinho:
Vão para “Tonga da milonga do Kabulete”
E eu completo;
Nós não precisamos de você.
E tenho dito.
Jorge Eduardo, carioca com muito orgulho....

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Eugenia de Montijo, Imperatriz dos Franceses


Eugenia de Montijo, Imperatriz dos Franceses
Maria Eugénia Palafox Portocarrero y Kirkpatrick,
condessa de Teba.
*Granada, 5 de maio de 1826 – + Madrid, 11 de julho de 1920
uma aristocrata espanhola
Filha de Cipriano de Palafox y Portocarrero, 13.° duque de Peñaranda e grande de Espanha, e de Enriqueta María Manuela KirkPatrick de Closeburn y de Grevignée
Esposa de Napoleão III, O Refundador da França

A REPÚBLICA NO BRASIL. autor: Jorge Eduardo Garcia


No jornal Estadão de hoje 15 de novembro de 2019:
“Valores republicanos inspiram muitas iniciativas e projetos pelo bem público”.
Os 130 anos da proclamação da República são uma ocasião especial para refletir sobre o futuro do Brasil. A mudança de regime ocorrida em 1889 foi o resultado de um amplo movimento cívico, que teve a ousadia de pensar os problemas nacionais, apresentar propostas concretas e lutar por elas.
E por aí vai nessa MENTIRA torpe.
O Estadão sempre refletiu o pensamento de seus donos, e não a realidade da Nação.
Os Mesquitas sempre foram mais provincianos do que brasileiros.
Nunca houve um “amplo movimento cívico” republicano em todo Brasil.
É MENTIRA!!!
A República no Brasil é fruto de um golpe militar de quinta categoria, uma quartelada que nem as praças de pé presentes na formação participaram realmente, que se implantou porque não teve ninguém a defender o Regime Imperial Monárquico, e essa é a verdade, verdadeira.
Vou me explicar, pois como não minto vou mostrar o fato que deu essa visão aos donos do então “Província de São Paulo” e que se perpetua até hoje nos responsáveis do jornal:
“A Convenção de Itu foi a primeira convenção republicana do Brasil. Foi realizada em 18 de abril de 1873 na cidade paulista de Itu, na residência de Carlos Vasconcelos de Almeida Prado, com a presença do então deputado Prudente de Morais e representantes republicanos das classes tanto conservadora quanto liberal de várias cidades paulistas.
Na convenção, foi aprovada a criação de uma assembleia de representantes republicanos que se reuniria em São Paulo. Uma comissão designaria os negócios do partido. Participaram 133 convencionais, sendo 78 cafeicultores e 55 de outras profissões, a representar os republicanos de várias cidades paulistas.”
Durante muito tempo os paulista – e eu nada tenho contra eles já que casei com duas senhoras das mais ilustres famílias do Estado de São Paulo e local onde sobrevivo, graças a Deus- acreditavam que o  Estado de São Paulo era o centro do Universo, saindo daqui para Paris, e veraneado volta e meia no Rio de Janeiro, pois era a capital federal e balneário chique.
Por isso, a visão distorcida dos donos do jornal a Província, hoje Estadão.
Vejam bem: “133 convencionais... a representar os republicanos de várias cidades paulistas.”
Isso basta para revelar a MENTIRA do jornal, que já foi maior do que hoje é, em relação a afirmação “A mudança de regime ocorrida em 1889 foi o resultado de um amplo movimento cívico, que teve a ousadia de pensar os problemas nacionais, apresentar propostas concretas e lutar por elas”.
BOBAGEM!!!!
 Dom Pedro II já não mais queria governar, demostrando cansaço extremo e com a saúde abalada.
Dom Pedro II não construiu ao seu redor um grupo fiel de pessoas que o defendem-se, muito pelo contrário, por formação gostava de um isolamento social-político que não combinava com suas funções imperiais.
Dom Pedro II não estruturou uma Corte ao redor de si, fazendo da Boa Vista um lugar de encontro social, dando festas, dando bailes, acarinhando os aristocratas, os embaixadores estrangeiros, os novos-ricos, os altos funcionários, entre outros botocudos que pululavam na bela cidade de São Sebastião do Rio de janeiro.
NÃO, muito pelo contrário, ia a festas no Cassino Fluminense, em casas de uns e outros, criando fama de ‘casquinha’ e de não ser muito simpático com seus súditos tupiniquins.
Leiam “Salões e Damas do Segundo Reinado” de Wanderley de Pinho
Dona Isabel, a Princesa Imperial, era vista como despreparada para governar, por conta de sua religiosidade exacerbada, e amor doentio a um francês conhecido por ser ‘mão de vaca’ extremante arrogante, e desdenhoso para com os súditos tupiniquins de seu sogro imperial.
Nada favorecia mais a Dinastia de Habsburgo - Bragança no Brasil, e em especial no Rio de Janeiro, chamado de Corte, uma Corte que nunca realmente existiu.
A prova disso é que quando da quartelada promovida pela dupla Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto (o governo republicano deste foi um fiasco pior do que o da dona Dilma), não houve quem defende-se o Imperador, a Princesa Imperial, a Dinastia de Habsburgo – Bragança.
Essa história recém inventada de que Dom Pedro II recebeu apoio e não quis, é outra das mentiras dos historiadores de meia-pataca que querem vender livros e inventam enganações e esta é uma delas.
NINGUEM, NINGUEM apareceu para apoiá-los nos momentos dos preparativos para embarcá-los definitivamente para a Europa, que na minha visão foi um ato indigno, pois jogaram o Imperador e sua família ao mar, ao Deus dará.
UMA VERGONHA !!!
A República no Brasil já começou muito mal.
A República matou Dona Teresa Cristina, uma napolitana que amava realmente, de todo coração, a terra que a recebeu ainda menina.
Para quem não sabe, a imperatriz Dona Teresa Cristina, uma brasileira de alma, de coração, uma senhora sincera, mãe de família extremosa que amava seus filhos e netos, um exemplo a ser seguindo, morreu de desgosto na cidade do Porto, Portugal, em 28 de dezembro de 1889. aos 67 anos, dos quais quarenta e seis viveu em nosso País.
Façam as contas.
O GOLPE REPUBLICANO foi em 15 de novembro, a imperatriz morreu a 28 de dezembro, quantos dias entre um e outro?
!3 dias depois do golpe, portanto posso afirmam que os golpistas mataram   Dona Teresa Cristina Maria Josefa Gaspar Baltasar Melchior Januária Rosalía Lúcia Francisca de Assis Isabel Francisca de Pádua Donata Bonosa Andréia de Avelino Rita Liutgarda Gertrude Venância Tadea Spiridione Roca Matilde, imperatriz do Brasil, princesa das Duas Sicílias, e ponto final.
Fala o Estadão de 'Valores republicanos”?
Foi um valor republicano o ato do dr. Rui Barbosa, vulto histórico por quem tenho a maior repulsa, de vender em hasta publica o conteúdo da Quinta da Boa Vista, delapidando assim aquele acervo notável e histórico?
NÃO. Foi roubo, e Rui Barbosa foi o chefe da quadrilha que esse ato praticou
Foi um valor republicano o ato do dr. Rui Barbosa, vulto histórico por quem tenho a maior repulsa, de vender em hasta publica o conteúdo do Palácio Isabel, hoje Guanabara, residência particular da princesa Isabel?
NÃO. Foi roubo, e Rui Barbosa foi o chefe da quadrilha que esse ato praticou
Foi um valor republicano o ato do dr. Rui Barbosa, vulto histórico por quem tenho a maior repulsa, de vender em hasta publica os bens particulares da Família Imperial?
NÃO. Foi roubo, e Rui Barbosa foi o chefe da quadrilha que esse ato praticou.
Nunca os ditos políticos republicanos tiveram realmente ‘valores republicanos’, até porque no Brasil Monárquico era grande a liberdade, a liberdade de imprensa, uma monarquia imperial prá lá de democrática.
Eu escrevi:

O grande problema do Regime Republicano é que os políticos que nele atuam não consagram a estrutura política de poder em que o bem comum está acima de interesses particulares e de seus grupos, pois tenazmente eles defendem os seus próprios interesses e os de suas classes, particulares transmitindo uma falsa impressão de que estão defendendo a “res pública”, a "coisa pública", "o que é comum em uma Nação ".
“Foi o que se viu nos votos dos ministros Celso de Melo e Rosa Weber que derrubou a possibilidade de prisão de condenados em segunda instância, alterando um entendimento adotado desde 2016 pelo STF”.

Está aí a negação da afirmação dos donos atuais do jornal sempre republicano “O Estado de São Paulo”, vulgo Estadão, de que os “Valores republicanos inspiram muitas iniciativas e projetos pelo bem público”.
ESSA AFIRMAÇÃO É UMA FALÁCIA.
Um verdadeiro engodo, um erro, um engano, uma falsidade, “uma ideia errada que é transmitida como verdadeira, enganando outras pessoas”, isso no começo do III Milênio, na era da Internet, da globalização.
É O FIM!!!
Repito:
A República no Brasil é fruto de um golpe militar de quinta categoria, uma quartelada que nem as praças de pé presentes na formação participaram realmente, que se implantou porque não teve ninguém a defender o Regime Imperial Monárquico, e essa é a verdade, verdadeira.
Como nacionalista a moda antiga, que ama a Nação Brasileira, como Dona Teresa Cristina amou, lamento pela falta de verdadeiros ‘valores’, não só os republicanos, dos que estão no PODER no Brasil.
VIVA O BRASIL...
VIVA A NAÇÃO BRASILEIRA...
VIVA O POVO BRASILEIRO...
E tenho dito.
Jorge Eduardo Garcia
São Paulo 15 de novembro de 2019.

quinta-feira, 14 de novembro de 2019

As senhoras do Palácio do Eliseu de Paris.Capítulo 15 Un cadeau de Louis XV à sa bien-aimée autor: Jorge Eduardo Garcia





O Hôtel d'Évreux era “uma das casas mais admiradas de Paris e foi comprada pelo rei Luís XV para residência da marquesa de Pompadour, sua amante.
Os opositores demonstraram seu desagrado pelo regime pendurando placas nos portões que diziam: "Casa da prostituta do rei"- eu não consegui realmente a tradução para essa tabuleta,  que pode qualificá-la de pute, putain, prostituée, catin, e até chienne du roi ( cadela do rei), vá lá saber.
“Após morte marquesa de Pompadour, Hôtel d'Évreux voltou à coroa”.
Quem foi a famosa marquise de Pompadour?
Foi uma criatura preparada por sua mãe e o amante (padrinho e benfeitor da menina) para ser amante do rei de França.
Jeanne-Antoinette Poisson, nasceu em Paris no dia 29 de dezembro de 1721.
Batizada Jeanne-Antoinette Poisson oficialmente filha de François Poisson, comerciário-balconista e Louise. -Madeleine de La Motte, sua esposa, residentes na rue de Cléry, sendo seu padrinho Jean Pâris de Monmartel , e a sua sobrinha deste, Antoinette Justine Pâris, a madrinha.
Jean Pâris de Monmartel e seus irmãos eram “financiadores de Luís XIV e depois Luís XV, banqueiros da Corte , negociantes dos suprimentos aos exércitos, grandes atacadistas.
Jean Pâris de Monmartel investiu 375.000  livres na poderosa sociedade de Angola , uma sociedade europeia do tráfico de escravos , dirigida por Antoine Walsh , o mais rico e o mais famoso dos irlandeses de Nantes,  o que aumentou substancialmente sua fortuna.
Com o tempo Jean Paris de Monmartel e seu mais novo, Paris Duverney, “passaram a controlar o Ministérios das Finanças, Guerra e Relações Exteriores, o que fez deles os s mais poderosos grandes- burgueses da França”.
As mais línguas afirmavam que a pequena Jeanne-Antoinette era filha de Jean Pâris de Monmartel  com Madeleine de La Motte, pois foram ostensivamente amantes.
“Madeleine de La Motte, alcunhada de « belle à miracle » /"belo milagre”, era uma puta- arrivista de primeira qualidade.
Teve vários amantes d’escol, ou seja, os ricos e bem posicionados homens na França dos Luíses.
Em deles se destacou: o fermier général ( coletor dos impostos ) Charles François Paul Le Normant de Tournehem, financista, mecenas e solteiro.
Nota: A Ferme Générale ( tradução literal: Fazenda Geral) foi, no Antigo Regime francês,   essencialmente um terceirizado das operações aduaneiras, impostos especiais de consumo e impostos indiretos. Os agentes coletavam os valores oriundos dessas operações em nome do rei, somadas as taxas de administração, e juros para si. Os contratos eram de seis anos , mas renováveis. Os principais cobradores de impostos nesse sistema altamente impopular eram conhecidos como fermiers généraux (singular fermier général).
Novamente as harpias com suas línguas afiadas afirmavam que a pequena Jeanne-Antoinette era filha Charles François Paul Le Normant de Tournehem e de Madeleine de La Motte, e pelo histórico eu creio que sim.
Elas tinham como base ter o rico financista Charles François Paul Le Normant de Tournehem “ se tornado o guardião legal quando seu pai  foi forçado a deixar a França em 1725 – ou pelas próprias maracutaias, ou por ter assumido as dos outros-  além de tê-la  criado com esmero, e em 1741, a casado com seu sobrinho e herdeiro universal, Charles-Guillaume Le Normant d'Etiolles” .
Em 1745, no auge de seu poder, Madame de Pompadour pediu a rei Luis XV que o nomeasse  directeur général des bâtiments du roi, ou seja, diretor geral dos edifícios do rei , academias e fábricas, uma espécie de zelador dos palácios reais, etc., e Le Normant de Tournehem ocupou o cargo até sua morte em 27 de novembro de 1751, aos 66 anos.
Esse riquíssimo burguês não quis, não comprou, nenhum título de nobreza, continuou um burguês na aristocrática França dos Luíses.
Charles-Guillaume-Borromée Le Normant d'Étioles “é um garoto inteligente e educado: seus estudos concluídos, seu tio Le Normant de Tournehem, que não tem filho, o leva com ele para prepará-lo para uma carreira no mundo das finanças”.
Le Normant de Tournehem usou o poder do dinheiro para casar os dois, e isso se deu porque deserdou os demais familiares e o nomeou herdeiro universal, como já afirmei.
O sobrenome d'Étioles que passou a usar se deve a doação do pequeno castelo construído na propriedade em Étiolles (28 km ao sul de Paris), situado à beira do campo de caça real da floresta de Sénart.
Mais, por que dessa doação?
O castelão do pequeno e elegante Château d’Etiolles tinha o direito de assistir a caça real na floresta de Sénart e por isso possuía a chave de um dos portões da floresta, um fato très honoré para um nobre, imagine para um burguês???
Não podemos nos esquecer que eles haviam treinado a pequena Jeanne-Antoinette para ser amante do rei de França, fosse ele quem fosse.
Coquette, uma grande dominadora da arte da coquetterie, elegantemente vestida – ora de rosa, ora vestida de azul real-  em um pequeno carrinho de palha puxado por um pequeno pônei, decorado com as cores das vestimentas da condutora, com um pajem negrinho, ricamente ataviado e com um belo turban a cabeça, sentado na boleia da pequena charrete, madame Le Normant d'Étioles acompanhava as caçadas reais, até que foi notada pelo sempre buliçoso e sexualmente muito ativo Luis XV.
“Em 24 de fevereiro de 1745, madame Le Normant d'Étioles recebeu um convite formal para assistir ao baile de máscaras que seria realizado no dia seguinte no palácio de Versalhes, uma das festas  para celebrar o casamento de Luís, delfim de França com Maria Teresa Rafaela de Borbón y Farnese , infanta de Espanha, filha de Felipe V e de Isabel Farnese”.
Um fato esquecido, pois não?
Convida para um baile de máscara para o dia seguinte?
Eu creio que já estava tudo combinado, pois  foi  nesse baile que “o rei mascarado  declarou publicamente sua afeição por Jeanne Antoinette diante de  toda a Corte”.
Em um ato galante e sem precedentes Luis, rei de França e de Navarra, tirou a máscara diante de uma Diana, a Caçadora, em referência aos encontros na floresta de Sénart, se curvou, beijou a mão da dama, deu-lhe a mão e saiu com ela pelo salão todo pimpão, para espanto da Corte, para indignação da rainha Maria Leszczyńska e fúria de Luis, o delfin, futuro grão-delfim”.
“Três dias depois, em 28 de fevereiro, durante o baile dado na Prefeitura de Paris, um novo encontro entre o rei e madame Le Normant d'Étioles confirmou o interesse do soberano e eles se tornaram amantes oficiais”.
Ela elevada ao rango de marquesa de Pompadour, uma propriedade no Limousin, daí o madame de Pompadour,foi  apresentada à corte do dia 14 de dezembro, no salão Oiel-de-Boeuf, como amante oficial ( Maîtresse- en- Titre)  com todos os privilégios dessa antiga posição de Corte, como o de poder sentar na presença do rei e da família real , de usar chapéu, ou a cabeça coberta,  nessas ocasiões,  de utilizar a coroa em seu brasão e usar as carruagens destinadas a Família Real.
A Pompadour foi uma empreendedora que incentivou  a fundação da fábrica de porcelanas de Sèvres,  e ele rei de França que afirmou "Après moi, le déluge" (Depois de mim, o dilúvio), ou seja, ‘dane-se meu povo’.
Nem todo marido traído aceita bem os chifres, e foi o caso de Charles-Guillaume-Borromée Le Normant d'Étioles,  que se revoltou e não aceitou a embaixada na Turquia, mas acabou concedendo o divórcio. 
Luis XV era muito viril desde tenra idade e não perdoou nem a um nobre efeminado que seu primo Luis IV, Monsieur le Duc, príncipe de sangue, par de França, sétimo príncipe de Condé,  duque de Bourbon , d'Enghien , de Guise , de Bellegarde, de Montmorency,  conde de Sancerre, de Charolês, senhor de Chantilly, grão-mestre da França, chefe do Conselho da Regência, depois primeiro-ministro,  e sua amante Jeanne-Agnès Berthelot de Pléneuf, marquesa de Prie, colocou na cama do fogoso rei para terem mais ascendência  sobre o monarca.
Não deu certo, porque o femeeiro e libertino Louis-François-Armand de Vignerot du Plessis de Richelieu, duque de Richelieu e de Fronsac , marechal de França, e outros títulos, descobriu a trama, indo correndo a presença do cardeal  André Hercule de Fleury, par eclesiástico, preceptor de Luis XV, posteriormente primeiro- ministro,  membro da Académie Française, des Sciences , des inscriptions et belles – lettres, diretor da Sorbonne e  do Colégio de Navarra, que tinha o raríssimo privilegio de viajar com o rei na mesma carruagem, portanto falar o que bem entendia ao soberano, para contar o fato e os dois combinaram ficar esperando os acontecimentos.
Mas, eles sumiram com o tal nobre e até que Luis perguntou por ele como nos conta o historiador e membro da Academia Henri Robert, mas o gajo já estava longe.
Nesse meio tempo a dupla Bourbon Condé & Prie levou ao conselho real sua preocupação quanto ao casamento do rei, já que o soberano tinha contratado casamento com sua prima Doña Mariana Victoria de Borbón y Farnese, infanta de Espanha,  que desde dos 4 anos estava em Versalhes para ser educada, chamada de e Infanta-Reina pela Corte francesa, mas que agora com 11 anos  não tinha condições de satisfazer as necessidades físicas do jovem e  fogoso rei.
A pequena Infanta-Reina foi devolvida a corte paterna, triste e humilhada, mas para paz da Península Ibérica, especialmente de Portugal, reino do qual ele foi regente,  Doña Mariana Victoria casou com Dom José I em 19 de janeiro de 1729, numa cerimônia paga pelo ouro de Minas Gerais, conhecida como a ‘ Troca das Princesas’, e ela e Dom José I são os avós de Dom João VI, o brasileiro.
A dupla Bourbon Condé & Prie no seu afã de poder patrocinaram o casamento de Luis XV com Maria Leszczyńska, e graças a esse fato madame de Prie gozou por dois anos  da amizade da soberana consorte o que lhe tornou a mulher mais poderosa da Corte por esse período.
Ambição não tem limites, e o duque de Bourbon, príncipe de Condé, queria destruir ao Cardeal de Fleury e se achando o ‘ rei da cocada preta’ o magro, o amargo, o feio, o desengonçado, o caolho, e invejoso ministro em uma audiência começou a atacar o preceptor do rei , esquecendo o carinho que o soberano tinha por ele e totalmente sem-noção caiu na bobagem de perguntar a Luis o que achava das acusações que estava fazendo contra o prelado. 
“ Nada”, respondeu o rei.
“ Sua majestade não dá nenhuma ordem?”
“ Que as coisas permaneçam como estão”.
‘ Tive a infelicidade de desagradar a sua majestade”.
‘ Sim”.
“ Sua majestade não tem mais bondade para comigo?”
“ Não”, respondeu secamente Luis XV.
“ Monsieur de Frejus tem a confiança de sua majestade?”
“ Sim”.
O duque de Bourbon e príncipe de  Condé, aos prantos, se jogou aos pés de Luis XV implorando seu perdão, que o soberano magnânimo concedeu antes de sair da sala.
E sua alteza serena Luis IV, Monsieur le Duc, príncipe de sangue, par de França, sétimo príncipe de Condé,  duque de Bourbon , d'Enghien , de Guise , de Bellegarde, de Montmorency,  conde de Sancerre, de Charolês, senhor de Chantilly, foi exilado em seu château de Chantilly e onde veio a falecer em 27 de janeiro de 1740, com 47 anos, já que nasceu em Versalhes em 18 de agosto de 1692.
Maria Leszczyńska era filha de Stanislas Leszczynski, ex- rei da Polônia e grão-duque da Lituânia, ou da República das Duas Nações, depois duque de Lorena e Bar, e de Catherine Opalinska, ra filha do magnata Jan Karol Opaliński, castelão de Poznanie,  e Zofia Czarnkowska.
O casamento de Luis XV e de Maria Leszczyńska foi muito infeliz, mas gerou muitos filhos:
1.       Louise Élisabeth
2.       Anne Henriette
3.       Marie Louise
4.       Luis, grão- delfim de França
5.       Filipe, duque de Anjou
6.       Marie Adélaïde
7.       Victoire Louise Marie Thérèse
8.       Sophie Philippine Élisabeth Justine (
9.       Marie Thérèse Félicité
10.    Louise Marie.


Enfim...
O belo palácio em 1773, foi comprado por Nicolas Beaujon, banqueiro da corte e um dos homens mais ricos da França, que precisava de uma "casa de campo" adequadamente suntuosa (pois a cidade de Paris ainda não se estendia até onde o palácio está localizado) e para abrigar sua fabulosa coleção de grandes pinturas de mestres. Para isso, ele contratou o arquiteto Étienne-Louis Boullée para fazer alterações substanciais nos edifícios (além de projetar um jardim em estilo inglês). Logo em exposição havia tais obras-primas conhecidas-bem como “Os Embaixadores “de Holbein, Hans Holbein, o jovem (em alemão: Hans Holbein der Jüngere) (Augsburgo, 1497 ou 1498 — Londres, 29 de novembro de 1543) foi um pintor alemão, um dos mestres do retrato no Renascimento, além de desenhista de xilogravuras, vidrarias e peças de joalharia, essa pintura hoje está na National Gallery em Londres, entre outras. Com essa coleção Hôtel d'Évreux ganhou renome internacional como "uma das principais casas de Paris".
Bathilde d'Orléans, princesa de sangue, falaremos dela mais tarde, comprou o palácio e o denominou de l'Élysée, le palais de l'Élysée, também Elysée Bourbon, devido ao nome da sua proprietária, mas o nome foi baseado  na mitologia grega , os Campos Elísios , ou simplesmente o Eliseu (em grego: λύσιον πέδιον, transl.: Ēlýsion pédion) o paraíso na mitologia grega, local onde os heróis e pessoas virtuosas são acolhidas e vivem  após a morte, rodeados por paisagens verdes e floridas, dançando e se divertindo noite e dia, descrição semelhante ao céu dos cristãos e muçulmanos, enfim o nosso Paraiso.
Com a Revolução Francesa, Bathilde d'Orléans, princesa de sangue, fugiu do país e o Eliseu foi confiscado para depois ser alugado.
E aqui começa outra história.