quinta-feira, 12 de setembro de 2019

A REALIDADE E AS PREOCUPAÇÕES - PARTE 2


Você se importa com o futuro na Nação?
Então leia A REALIDADE E AS PREOCUPAÇÕES - PARTE 2 , pois só a educação salvará a Nação Brasileira – Jorge Eduardo Fontes Garcia


Análise da internacionalização da educação superior entre países emergentes estudo de caso do Brasil com os demais países membros dos BRICS

No site https://brasilescola.uol.com.br/educacao/educacao-no-brasil.htm, no artigo Educação no Brasil de autoria da senhora Eliane da Costa Bruini, Colaboradora Brasil Escola, Graduada em Pedagogia,  temos:
“ Espera-se que a educação no Brasil resolva, sozinha, os problemas sociais do país. No entanto, é preciso primeiro melhorar a formação dos docentes, visto que o desenvolvimento dos professores implica no desenvolvimento dos alunos e da escola”.

O que eu concordo plenamente, em gênero, número e grau.
Só a educação salvará a Nação Brasileira.

Continuando com trechos do artigo da eminente professora:
Ao propor uma reflexão sobre a educação brasileira, vale lembrar que só em meados do século XX o processo de expansão da escolarização básica no país começou, e que o seu crescimento, em termos de rede pública de ensino, se deu no fim dos anos 1970 e início dos anos 1980.
Comentário meu:
Em 28 de agosto de 1979 é sancionada a lei 6683, que concede Anistia aos cassados pelo regime militar.
No dia 22 de novembro de 1979 é aprovada a reforma política que restabelece o pluripartidarismo.
No dia 15 de janeiro de 1985, Tancredo foi eleito pelo Congresso Nacional sendo esse o placar 480 votos a favor do político mineiro, e contra 180 votos dados ao Líbano -paulista  Paulo Maluf, sendo 17 abstenções e 9 ausências.
Portanto a Revolução Educacional começou ainda no denominado Regime Militar que governou o Brasil entre 1964 e 1985.
Não podendo esquecer do O Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL) um órgão do governo brasileiro, instituído pelo decreto nº 62.455, de 22 de Março de 1968, conforme autorizado pela Lei n° 5.379, de 15 de dezembro de 1967 durante o governo de Emílio Garrastazu Médici , na Terceira Presidência do Regime Militar
No  MOBRAL, as palavras eram definidas a partir de estudo das necessidades humanas básicas por uma equipe técnica definida pelas normas padrões da língua culta.
No antigo método educacional usado, o Método Paulo Freire, utilizando-se por exemplo do conceito de "palavra geradora", ou seja, no universo vocabular dos alunos, esquecendo que o Brasil é um País Continental, onde brasileiros não usam o mesmo vocabulário em seu dia a adia, fator que geraria uma bagunça educacional tremenda.
A LÍNGUA OFICIAL e NACIONAL, a mesma falada em todo um País, é uma herança étnico-cultural que gera a  consciência nacional, que é o ponto fundamental de uma Nação Soberana.
No Brasil de acordo com o artigo 13 da Constituição Federal Brasileira, no capítulo sobre a nacionalidade, diz: "A língua portuguesa é o idioma oficial da República Federativa do Brasil".
E não existe  línguas co-oficiais como em Espanha, do galego (na Galiza), do basco (no País Basco e em Navarra), do catalão (na Catalunha, Baleares e Comunidade Valenciana) e do aranês (na Catalunha).
Fim do comentário voltemos ao artigo.

Com isso posto, podemos nos voltar aos dados nacionais:
O Brasil ocupa o 53º lugar em educação, entre 65 países avaliados (PISA).
Comentário meu:
Essa posição no ranking dos países avaliado já demostra que estamos no fundo do poço e  sem perspectivas de melhoras no campo educacional-cultural.
Mesmo com o programa social que incentivou a matrícula de 98% de crianças entre 6 e 12 anos, 731 mil crianças ainda estão fora da escola (IBGE).
O analfabetismo funcional de pessoas entre 15 e 64 anos foi registrado em 28% no ano de 2009 (IBOPE); 34% dos alunos que chegam ao 5º ano de escolarização ainda não conseguem ler (Todos pela Educação); 20% dos jovens que concluem o ensino fundamental, e que moram nas grandes cidades, não dominam o uso da leitura e da escrita (Todos pela Educação).
Professores recebem menos que o piso salarial (et. al., na mídia).
 Nota minha : Todos pela Educação (TPE) é uma organização sem fins lucrativos composta por diversos setores da sociedade brasileira com o objetivo de assegurar o direito à Educação Básica de qualidade para todos os cidadãos até 2022, ano que se comemora o bicentenário da independência do Brasil
Fundado em 2006, o movimento conta com 32 organizações, entre mantenedores e parceiros, e quase 200 representantes divididos entre os diversos cargos da estrutura organizacional do TPE.
Frente aos dados, muitos podem se tornar críticos e até se indagar com questões a respeito dos avanços, concluindo que “se a sociedade muda, a escola só poderia evoluir com ela!”.
Talvez o bom senso sugerisse pensarmos dessa forma.
Entretanto, podemos notar que a evolução da sociedade, de certo modo, faz com que a escola se adapte para uma vida moderna, mas de maneira defensiva, tardia, sem garantir a elevação do nível da educação.
Logo, agora não mais pelo bom senso e sim pelo costume, a “culpa” tenderia a cair sobre o profissional docente.
Dessa forma, os professores se tornam alvos ou ficam no fogo cruzado de muitas esperanças sociais e políticas em crise nos dias atuais.
As críticas externas ao sistema educacional cobram dos professores cada vez mais trabalho, como se a educação, sozinha, tivesse que resolver todos os problemas sociais.
Grifo meu : não resolve, mas é a base para solução.
Já sabemos que não basta, como se pensou nos anos 1950 e 1960, dotar professores de livros e novos materiais pedagógicos.
O fato é que a qualidade da educação está fortemente aliada à qualidade da formação dos professores.
Grifo meu: Justo e perfeito.
Outro fato é que o que o professor pensa sobre o ensino determina o que o professor faz quando ensina.
Grifo meu: Ouço cada barbaridade ditas pelos mestres que chego a ter engulhos, ou passo raiva.
O desenvolvimento dos professores é uma precondição para o desenvolvimento da escola e, em geral, a experiência demonstra que os docentes são maus executores das ideias dos outros.
Nenhuma reforma, inovação ou transformação – como queira chamar – perdura sem o docente.
Grifo meu.
É preciso abandonar a crença de que as atitudes dos professores só se modificam na medida em que os docentes percebem resultados positivos na aprendizagem dos alunos.
Para uma mudança efetiva de crença e de atitude, caberia considerar os professores como sujeitos.
Sujeitos que, em atividade profissional, são levados a se envolver em situações formais de aprendizagem.
Mudanças profundas só acontecerão quando a formação dos professores deixar de ser um processo de atualização, feita de cima para baixo, e se converter em um verdadeiro processo de aprendizagem, como um ganho individual e coletivo, e não como uma agressão.
Certamente, os professores não podem ser tomados como atores únicos nesse cenário.
Podemos concordar que tal situação também é resultado de pouco engajamento e pressão por parte da população como um todo, que contribui à lentidão.
Grifo meu: O caso é que a população é inculta, não tem escolaridade suficiente para realizar tal análise e com isso se engajar corretamente em movimentos educacionais culturais.
Ainda sem citar o corporativismo das instâncias responsáveis pela gestão – não só do sistema de ensino, mas também das unidades escolares – e também os muitos de nossos contemporâneos que pensam, sem ousar dizer em voz alta, “que se todos fossem instruídos, quem varreria as ruas?”; ou que não veem problema “em dispensar a todos das formações de alto nível, quando os empregos disponíveis não as exigem”.
Comentário meu:
Essas observações são dedos nas feridas de nossa Elite Educacional-Cultural, com apoio daquelas correntes políticas e sociais  que não querem que nenhum tipo de mudança ocorra em meio ao Povo Brasileiro. Quanto mais analfabetos incultos melhor, pois tem massa de manobra para ser dirigida e manter o status quo, o que é lamentável.

Enquanto isso, nós continuamos longe de atingir a meta de alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade e carregando o fardo de um baixo desempenho no IDEB. Com o índice de aprovação na média de 0 a 10, os estudantes brasileiros tiveram a pontuação de 4,6 em 2009. A meta do país é de chegar a 6 em 2022.

Pense nisso, reflitam nisso, é muito importante para o futuro na Nação.
Jorge Eduardo Fontes Garcia

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Tragédias Governamentais que assolam nossa Nação – 1 autor Jorge Eduardo Fontes Garcia


Meditação:
Baseado no versículo “Quando também um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles” de Levítico 20:13 das Sagradas Escrituras Judaico-Cristã as Igrejas ditas cristã vociferam desesperadamente contra a Comunidade LGBTI , pastores se pronunciam colericamente contra a  Comunidade LGBT, oficiais de todas elas ofendem com insultos vis a Comunidade LGBT, o que é na minha ótica de seguidor do Caminho de Jesus uma TRAGÉDIA.
Explicarei ainda nesse Meditação o motivo, mas agora vamos ao fato que a gerou.
Marcelo Bezerra Crivella, sobrinho do bispo Edir Macedo Bezerra, fundador e líder da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), engenheiro, cantor e compositor ( 5 milhões de discos vendido através dos obreiros da  IURD), Senador da Republica, “ reputado como um político de orientação conservadora (?), combateu o PT, todavia para meu espanto acabou “ aliado do Presidente Lula, e seu partido fez parte da base de sustentação ao governo petista de Luis Inácio Lula da Silva”, ministro da Pesca e Aquicultura no governo de Dilma Rousseff, que apesar de se declaram cristão “ afirmou que o seu partido* é mais próximo da esquerda que do neoliberalismo e em discurso no Senado, Crivella saudou o PCdoB, ressaltando que o Evangelho contém ensinamentos do Comunismo”, o que é uma deturpação do Evangelho das Boas novas, do Evangelho do Amor, mas ao fazer essa declaração bombástica ele claramente visava amenizar as esquerdas em relação a sua ambição política, em sua ambição de se tornar prefeito do Rio, e depois Governador do Estado. ( *o partido citado é antigo PRB, Partido Republicano Brasileiro , hoje só Republicanos)
Não deu certo e “ o candidato da extrema-esquerda carioca Marcelo Freixo do PSOL se apresentou obtendo no segundo turno  1.163.662 votos, 40,64% do total, contra os  1 700 030 votos ,59,36% do total de Crivella,  eleito prefeito em sua terceira tentativa de chegar ao Palácio da Cidade (as outras duas foram em 2004 e 2008)”.
Terceira tentativa é ou não é uma demonstração clara da ambição política desmedida desse senhor que é bispo da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) ?.
Claro que é.
Um cidadão eleito para qualquer cargo executivo em um Estado Laico, um País ou Nação com uma posição neutra no campo religioso, como o Brasil , deve ter sempre em mente no exercício do cargo o que reza em nossa Constituição em seu TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais - CAPÍTULO I - DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS , Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato; 
VI - é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias; 
VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei; ( grifo meu)
IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença; ( grifo meu)
X - são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação;   ( grifo meu)
Assim a Constituição Brasileira de 1988 outorga ao Povo Brasileiro e aos residentes no Brasil  a liberdade de crença religiosa, mas, também,  garante que  ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa, de convicção filosófica ou política, que é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença, que são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas.
Nenhum governante pode impor aos brasileiros sua Fé Religiosa, seja ela qual for.
Aleluia!!!!
Sua senhoria Marcelo Bezerra Crivella como prefeito do Rio de Janeiro, um alcaide eleito pelo povo , tem que governar para todos os seus compatriotas, e não querer impor a eles a sua Fé Religiosa, as regras da Igreja à qual pertence.
 Já imaginaram um mulçumano eleito para qualquer cargo executivo querer nos impor ás Leis do Alcorão?
Seria uma tragédia.
Repito:
Entretanto Marcelo Bezerra Crivella, sobrinho do bispo Edir Macedo Bezerra, fundador e líder da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), prefeito eleito do município do Rio de Janeiro não pensa assim, e impõe seu ‘credo’ a população carioca.
Marcelo Bezerra Crivella é visceralmente contra aqueles que nasceram gays, lésbicas, bissexuais e transsexuais, os membros da dita comunidade LGBT.
“ Em seu livro Evangelizando a África, onde relata os dez anos em que viveu naquele continente, Crivella faz críticas a praticamente todas as religiões, apresentadas como "diabólicas" e classifica a homossexualidade como "conduta maligna", "terrível mal" e "condição lamentável", ora, esse livro já demostra o pensamento claro de Marcelo Bezerra Crivella, mas é desconhecido do grande público, ficando restrito aos compatriotas trabalhadores e frequentadores da IURD, o que é realmente  uma pena, uma verdadeira tragédia, pois o povo desconhece o verdadeiro pensamento do alcaide eleito por ele, o povão.
Afirmo que é uma tragédia porque ele enganou muitos dos seus eleitores com suas declarações neoliberais , sendo ele um homem que afirmou:
1-    Que o Evangelho contém ensinamentos do Comunismo;
2-    Que “ responsabilizava práticas religiosas pelas dificuldades do continente [ Africano]  dizendo que "na miséria e na pobreza, vemos o ódio do diabo e seus demônios que trabalham descaradamente através de tantas seitas e religiões";
3-     Que ao tratar das religiões orientais, afirmou que "No mundo amarelo, os espíritos imundos vêm disfarçados de forças e energias da natureza".
4-    Que há uma situação parecida no "mundo vermelho", onde vivem os indianos, "escravos de uma falsa religião".
Essa afirmação de que os “ demônios que trabalham descaradamente através de tantas seitas e religiões” é que leva os “pastores” de meia pataca, formados nas coxas, que se autoproclamam sacerdotes de Cristo, e seus correligionários, a investirem contra o Centros das Religiões Afros, o que é uma tragédia nacional, sim uma tragédia em uma Nação que garante a “ liberdade de crença religiosa aos cidadãos” e mais, numa Nação que deve sua existência ao trabalho braçal dos africanos que para aqui vierem como escravos.
É de escachar !!!
TODAVIA “ Em nota enviada ao jornal O Globo sobre o livro, Crivella disse amar "os católicos, espíritas, evangélicos e a todos" e pediu perdão caso os tenha ofendido "alguma vez". Crivella afirmou que o pedido também vale “em relação à homossexualidade”. No texto, o senador diz que o livro foi escrito "há décadas" quando ele vivia na África, "num ambiente de guerras, superstição e feitiçaria". Durante a campanha para eleições municipais de 2016, Crivella tentou desfazer a imagem de intolerância em relação a homossexuais e a religiões de matriz africana”.
O texto acima revela um SER HUMANO:
a-      sem grandes convicções;
b-    de princípios frouxos,
c-    que faz pacto com quem quer que seja,
d-    que crê que os fins justificam os meios;
e-    que significa que qualquer iniciativa é válida quando o objetivo é conquistar o PODER ;
O exposto acima é uma VERGONHA para um homem de 61 anos, já que com essa idade não criou dentro de si preceitos morais dignos de um ser humano que afirma aos quatro ventos que ser cristão.
Como prova do que acima digo esclareço que “ durante a campanha para eleições municipais de 2016, Crivella tentou desfazer a imagem de intolerância em relação a homossexuais e a religiões de matriz africana. Além de ter se reunido com representantes de religiões e de movimentos LGBT, assinou a "Carta-compromisso com os direitos humanos contra a violência, o racismo e a intolerância religiosa", redigida pela Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, chegando a deixou fotografar com umbandistas e declarou apoiar a união civil de homossexuais.” (grifo meu)
O grifo acima é para alertar que os LGBTI tem garantidos os seus direitos  como humanos, afinal são gente, são pessoas, são compatriotas protegidos por Lei, já que homofobia é crime, pois “ Supremo Tribunal Federal (STF) determinou na quinta-feira, 13 de junho de 2019, que a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero passe a ser considerada um crime”.
Continuando:
Ora, pasmem , Crivella durante sua ambiciosa carreira rumo a  Prefeitura do Rio de Janeiro “declarou apoiar a união civil de homossexuais”.
Mais ai, quase no último ano de sua péssima gestão , seu mandato termina em 2020, usando cavilosamente do Estatuto da Criança e do Adolescente, afirmando que queria “ preservar nossas crianças, lutar em defesa das famílias brasileiras e cumprir a Lei” ( no Twitter) , Sua Senhoria resolveu, juntamente com seus áulicos, os fiscais da Secretaria de Ordem Pública (Seop) da Prefeitura do Rio, CENSURAR o gibi “Vingadores: Cruzada das Crianças” — título da Marvel onde aparecia um beijo gay, que estava na Bienal do Livro do Rio de Janeiro.
O fiscais da Secretaria de Ordem Pública (Seop) da Prefeitura do Rio alegaram que “ atenderam a denúncias de frequentadores”, eximindo assim de culpa de tal ato arbitrário o Alcaide Carioca, UMA VERGONHA.
Não satisfeito o dito Alcaide , também vociferou contra a literatura LGBT que estava na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, é de abismar.  
Ora pelotas, Sua Senhoria desconhece nossa Constituição de 1988, pois nela em seu art.5º, Caput, CF–“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes;”, ou seja, LGBTI são compatriotas nossos como aqueles que nasceram heterossexuais em nossa Patria Amada, Brasil, e tem seus Direitos constitucionalmente garantidos, homessa!!!!
Nota no G1:
 “A Justiça do Rio de Janeiro concedeu uma liminar no início da noite desta sexta-feira (6de setembro de 2019) que impede as autoridades municipais de buscar e apreender obras em função de seu conteúdo, "notadamente" aquelas que tratam de conteúdo LGBT. A liminar atende a uma solicitação de mandado de segurança preventivo feita pela Bienal do Livro do Rio após a decisão do prefeito Marcelo Crivella de apreender livros no evento, que acontece no Riocentro, Zona Oeste. É a primeira vez em quase 40 anos que a Bienal do Livro sofre esse tipo de ação.”
Por que dessa “ solicitação de mandado de segurança preventivo”?
Porque o  presidente do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), Cláudio de Mello Tavares, que “ já defendeu que, ‘com base na fé’, homossexualidade possa ser vista como ‘desvio de comportamento, defendo ser reprimida, não divulgada, ou apoiada pela sociedade”, cassou  o ato de  “desembargador Heleno Ribeiro Pereira Nunes, do Tribunal de Justiça fluminense, que concedeu liminar na sexta-feira (6/9) que proibia a Prefeitura do Rio de Janeiro de buscar e apreender obras na Bienal do Livro e cassar a licença de funcionamento do evento”.
Durma-se com um barulho desse, um desembargador, presidente de tribunal, que ignora que a Nação Brasileira é LAICA e conduz suas ações como um fiel da IURD.
É de escachar .
Eu pergunto:
Teria sua excelência o presidente do Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), Cláudio de Mello Tavares a coragem de censurar uma novela que aborda o homossexualismo na Rede Globo de Televisão?
Eu duvido.
Voltando a base do ato sem noção do alcaide do Rio de Janeiro:
Sua Senhoria reafirma com esse ato de censura o que escreveu em seu livro “Evangelizando a África” onde classificou " ...homossexualidade como "conduta maligna", "terrível mal" e "condição lamentável", mais uma vez esquecendo com muita astúcia que os LGBTI são compatriotas nossos como aqueles que nasceram heterossexuais em nossa Patria Amada, Brasil.
UMA TRAGEDIA.
Essa censura deixa claro que Marcelo Bezerra Crivella é  homofóbico, um ser humano  cheio, carregado, atulhado , de preconceitos contra os homossexuais, contra a população LGBTI, o que em um Ser Humano é uma tragédia, imagine então em um governante.
É triste, mas é verdade.
Marcelo Bezerra Crivella foi eleito para governar todos os moradores do município do Rio de Janeiro e não governar só para os frequentadores da IURD, mas até agora não compreendeu essa realidade.
Uma lastima.
Eu pergunto como perguntei a sua excelência o desembargador:
Teria sua senhoria  o prefeito Marcelo Bezerra Crivella coragem de censurar uma novela que aborda o homossexualismo na Rede Globo de Televisão?
Eu duvido.
Onde estava Crivella quando a Rede Globo levou ao ar a novela em “Amor à Vida”?
O que fez o alcaide contra a novela que está no ar “A Dona do Pedaço” que trata abertamente da homossexualidade?
NADA, nadica de nada...
Valiente pero no mucho
Afirmo que os LGBTI nascem com seus desejos carnais, desejos esses que se desenvolvem a maneira que crescem, e devem ser respeitados por todos.
Repito: DEVEM SER RESPEITADOS como os heterossexuais que nascem  em nossa Nação.
Sua senhoria o alcaide Crivella demostra desconhecer as pesquisas que afirmam essa realidade, revelando uma  grande ignorância para um ser humano quanto mais para um governante em um Estado Laico onde a população LGBTI aumenta vertiginosamente.
É UMA TRAGEDIA.
Em uma atitude histórica “o  presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Dias Toffoli, e o ministro Gilmar Mendes, concederam liminar para cassar decisão do presidente do Tribunal de Justiça do Rio, desembargador Cláudio de Mello Tavares, que reconhecia o "direito" da Prefeitura de censurar a literatura LGBTI”.
“ O ministro Dias Toffoli afirma que a decisão do presidente do TJ-RJ fere o direito de livre expressão e que não há nenhuma relação entre a imagem de dois personagens homens se beijando com o que o ECA define como conteúdo que os pais devem ser alertados.
Segundo o presidente do STF, o ECA ( Estatuto da Criança e Adolescente de 1990) define este tipo de conteúdo como "bebidas alcoólicas, tabaco, armas e munições”,  e que deve “respeitar os valores éticos e sociais da pessoa e da família”. Dois homens se beijando, lembra o presidente do STF, não se encaixa em nenhum desses aspectos.
"A decisão cuja suspensão se pretende, ao estabelecer que o conteúdo homoafetivo em publicações infanto-juvenis exigiria a prévia indicação de seu teor, findou por assimilar as relações homoafetivas a conteúdo impróprio ou inadequado à infância e juventude, ferindo, a um só tempo, a estrita legalidade e o princípio da igualdade, uma vez que somente àquela específica forma de relação impôs a necessidade de advertência, em disposição que – sob pretensa proteção da criança e do adolescente – se pôs na armadilha sutil da distinção entre proteção e preconceito", afirma Toffoli.
“ O ministro Gilmar Mendes foi mais duro: "O entendimento de que a veiculação de imagens homoafetivas é 'não corriqueiro' ou 'avesso ao campo semântico de histórias de ficção' reproduz um viés de anormalidade e discriminação que é atribuído às relações homossexuais. Tal interpretação revela-se totalmente incompatível com o texto constitucional e com a jurisprudência desta Suprema Corte, na medida em que diminui e menospreza a dignidade humana e o direito à autodeterminação individual".( grifo meu)
“Em sua decisão, ele disse não existir direito de prefeituras recolherem livros que achem impróprios. "A orientação sexual e a identidade de gênero devem ser consideradas como manifestações do exercício de uma liberdade fundamental, de livre desenvolvimento da personalidade do indivíduo." ( grifo meu)
Já o ministro Celso de Mello, decano do Supremo, em sua linguagem embolada “chamou a decisão do presidente do TJ do Rio de obscurantista. "Mentes retrógradas e cultoras do obscurantismo e apologistas de uma sociedade distópica erigem-se, por ilegítima autoproclamação, à inaceitável condição de sumos sacerdotes da ética e dos padrões morais e culturais que pretendem impor, com o apoio de seus acólitos, aos cidadãos da República!!!".  
( grifo meu)
Nota: Significado de diatópico ou distópica:
Relativo à distopia, ao lugar hipotético que, numa sociedade futura, se define por situações de vida intoleráveis, opressoras e autoritárias.
Eu não sou apreciador desses ministros do STF, porem tenho que concordar com ele.
Diante do descrito acima primeiramente como seguidor do Caminho de Jesus, depois como  Dr. h.c. por Mérito Eclesiástico, Doutor em Teologia, Filósofo e Bacharel em Filosofia Eclesiástica, Mestre em Bíblia e Professor de Educação Cristã, Historiador e escritor sacro, Blogueiro, que estudou o tema homossexualidade graças  a orientação do professor doutor Daniele Riva, afirmo que essa postura do prefeito Marcelo Bezerra Crivella é TOTALEMNTE EQUIVOCADA do ponto de vista laico e religioso.
Jesus afirmou em Mateus 12:31: “Portanto, eu vos digo: Todo o pecado e blasfêmia se perdoará aos homens; mas a blasfêmia contra o Espírito não será perdoada aos homens”, o que me dá a certeza de que o que estava escrito na Lei de Moises como abominação em relação ao homossexualidade foi, é e será perdoado no Juízo Final.
O Verbo sabe que os LGBTI nascem dessa maneira, que , também, o Criador lhes dá , como a todos, funções no Seu Plano.
O Verbo sabe que em uma Nação onde a homofobia é manifestada dia após dia , que ela prevalece entre as multidões, por isso, determina que  o seguidor de Seu Caminho deve obedecer a seu ensinamento que diz :
“ Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento” e completa com “ o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes - Marcos 12:30,31
“Amarás o teu próximo como a ti mesmo “e os LGBTI não são os nosso próximos?
Claro que são!!!
Por isso devem ser amados por todos , principalmente por aqueles que desejam a salvação eterna, os cristãos.
Contudo o alcaide Crivella, bispo de uma igreja dita cristã, que usa e abusa da Bíblia desconhece essa lição do Divino Mestre, e coloca suas idiossincrasias em seus atos governamentais.
O que é uma TRAGEDIA.
Marcelo Bezerra Crivella destacou a idiossincrasia de sua obra autoral, o livro “Evangelizando a África”, de maneira clara, fácil de ser compreendida, de ser entendida, criando um fato que deixou a Sociedade Brasileira perplexa.
Lamentavelmente esse ato de censura a uma obra intelectual é uma das Tragédias Governamentais  que assolam nossa Nação.
Infelizmente.
Jorge Eduardo Fontes Garcia

Madrugada de 9 de setembro de 2019

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Maxambomba na Província Fluminense

ttps://saibahistoria.blogspot.com/2019/07/antiga-maxambomba-rio-de-janeiro.html?spref=fb&fbclid=IwAR1pIHtQRy9uK80yGrZ4vDzAvF08siahMslrx2up4EcpGE7Gw3Mx3DXrQsc

Antiga Maxambomba - Rio de Janeiro



Um espetacular relato sobre a origem de Nova Iguaçu, hoje poderosa cidade da Baixada Fluminense. Veremos também como o ciclo da cana de açúcar foi perdendo o seu apogeu, na região.

Maxambomba é o nome de um mecanismo de tração, operado sobre um ou dois trilhos, utilizado na época do Brasil colonial pelos senhores de engenho para assentar uma carga com segurança sobre a embarcação destinada para fazer o transporte fluvial da produção do Engenho.

O mecanismo de grua permitia locomover para baixar a carga sobre a canoa chalana, observando o centro de gravidade da embarcação para a distribuição uniforme do peso da carga, evitando que o carregamento gerasse oscilações que pudessem acidentalmente lançar a carga ao rio durante o carregamento.

Assim vemos que um mecanismo de grua serviu para nomear o rio que atravessava as terras do Engenho Maxambomba.

Esse Rio Maxambomba era chamado de Apeterei pelos índios Jacutingas (antigos donos da terra). Apeterei, em língua tupi, significa "Rio do Meio".

Atualmente, o rio está canalizado sob os quarteirões situados entre as ruas Luis Guimarães / Nilo Peçanha e a Otávio Tarquínio.

A Serra de Madureira (Serra do Engenho do Madureira) também foi denominada de Serra de Maxambomba (Serra do Engenho Maxambomba).

O Rio Maxambomba nasce na Serra de Maxambomba e atravessa as terras do antigo Engenho Maxambomba e era designado como Apeterei (Rio do Meio), porque localiza-se entre dois rios maiores: Rio das Botaes (Riachão) e o Rio Caxoeira (atual Rio da Prata).

Uma canoa de fundo chato, conhecida como chalana ou chalupa, era o transporte mais apropriado para navegar o talvegue raso do curso d´água (um afluente de rio) utilizado pelo engenho como via fluvial para transporte.

A produção do Engenho Maxambomba escoava através de um portinho existente no Rio da Prata, afluente do Rio Sarapuí. O carregamento também seguia através do Rio Maxambomba, principalmente quando o Rio da Prata estava obstruído por árvores caídas ou por desmoronamentos das margens, o que provocava assoreamento acidental.

A produção de cana-de-açúcar seguia as diretrizes de Portugal para o Brasil Colônia. As raízes fracas e finas da cana provocam a erosão dos terrenos desmatados e o consequente assoreamento dos rios. Porque, ao ser desmatada a terra e removidas as árvores com raízes fortes que seguravam a terra, substituídas pelo plantio da cana, com raízes fracas e finas que não seguravam a terra, esta era levada pelas chuvas torrenciais e depositadas no fundo dos rios, sedimentando-os e diminuindo-lhes a profundidade.

Através do portinho existente no Rio Maxambomba, a produção escoava até o Porto dos Saveiros (em Tinguá) ou via Rio da Prata até o Porto do Rio Sarapuí, onde era reembarcada em saveiros ou faluas, embarcações maiores, com destino ao Cais dos Mineiros, no Rio de Janeiro (que situava-se ao lado do Arsenal de Marinha, na atual Rua 1º de Março).

Para carregar as chalanas, o engenho contava com dois portinhos fluviais: um deles localizava-se no atual Bairro da Vila Nova (instalado no Rio da Prata); o outro existia à montante do Rio Maxambomba (atual Centro de Nova Iguaçu).

Na periferia do Engenho Maxambomba, ao redor do portinho do Rio Maxambomba, gradativamente foi-se assentando um pequeno comércio, seguido por um pequeno núcleo populacional que foi prosperando até se transformar no pequeno Arraial de Maxambomba.

Assim, na periferia das terras do Engenho Maxambomba, nasceu o Arraial Maxambomba. Desenvolveu-se e prosperou ao redor do portinho que existiu próximo à atual Rua Floresta Miranda.

O transporte fluvial e marítimo foi utilizado até 1728, quando o Caminho do Tinguá foi concluído pelo mestre de campo Estêvão Pinto. Esse caminho, que ficou conhecido como Caminho de Terra Firme, fugia da planície inundada e pantanosa para transpassar a muralha da Serra do Mar a caminho das Minas Gerais. Passava no antigo Engenho Maxambomba, de propriedade de Martim Corrêa Vasques.

O Caminho de Terra Firme foi o único que deixou vestígios, pois, sobre parte de seu percurso, foram assentados, em 1858, os trilhos da Estrada de Ferro Dom Pedro II, (atualmente sob concessão à Supervia).

O Engenho de Maxambomba (localização exata: latitude 22°45'36.69"S longitude 43°25'59.90"W) integrava a jurisdição (distrito) da Freguesia de Santo Antônio de Jacutinga.

No século XVII, o Engenho Maxambomba surgiu em razão do desmembramento do Engenho de Santo Antônio de Jacutinga, localizado nas terras da antiga aldeia dos índios Jacutingas.



A sesmaria do Engenho Santo Antônio foi concedida pelo Governador Cristóvão de Barros, para um de seus capitães, de nome Belchior de Azeredo, homem de sua confiança.

O engenho ficou séculos nas mãos da família Azeredo, passando para José de Azeredo e seu filho Antônio de Azeredo (descendentes de Belchior), até ser desmembrado e extinto no século XIX, com as terras integradas ao Engenho do Brejo (Belford Roxo) e Engenho Maxambomba (Nova Iguaçu).

No século XVII, o Engenho Maxambomba era propriedade de Salvador Correia de Sá e Benevides, neto paterno de Salvador Correia de Sá (o Velho), que era o maior latifundiário do Rio de Janeiro, dono de vários engenhos e de mais de setecentos escravos e que foi governador do Rio de Janeiro por três mandatos intercalados. Ele morava na Rua Direita, atual Rua 1º de Março, no Centro do Rio de Janeiro.

Na primeira metade do século XVIII, pertenceu a Martim Corrêa Vasques. Na segunda metade do mesmo século, o Engenho Maxambomba passou para o Padre José Vasques de Souza, cujo irmão inteiro era o capitão Manuel Correia Vasques, proprietário do Engenho Caxoeira (atual município de Mesquita). Ambos eram descendentes diretos de Salvador Correia de Sá e Benevides, de Mem de Sá e de Estácio de Sá.

A sede colonial do Engenho Maxambomba situava-se no cume da alta colina em cuja encosta setentrional localiza-se, atualmente, o Bairro Califórnia e em cuja encosta meridional está assentado o Bairro da Vila Nova. A sede do Engenho Maxambomba estava a 1,65 km (um quarto de légua) de distância da Matriz da Freguesia de Santo Antônio de Jacutinga (atual Igreja da Prata). A localização é dada com exatidão por Monsenhor Pizarro, no relatório das suas visitas pastorais no ano de 1794. Ele descreve com clareza solar a direção do engenho (poente) e a equidistância, em léguas, levando em consideração, como ponto de partida, a atual Igreja de Santo Antônio da Prata, que, em 1794, era a Matriz de Santo Antônio de Jacutinga (Localização da atual Igreja de Santo Antônio da Prata = Latitude: 22°45'38.68"S e Longitude: 43°24'56.99"W).


Escravos fugitivos do Engenho Jacutinga, do Engenho do Brejo e do Engenho Maxambomba utilizavam o leito do Rio da Prata para chegar às encostas da Serra Maxambomba (atual Serra do Madureira), onde, no atual bairro do K-11, fundaram o Quilombo de Cauanza. K-11 é uma corruptela de Cauanza, o nome africano do quilombo.

Os pequenos rios, vias fluviais que serviam os engenhos, foram perdendo sua capacidade de manter talvegue apropriado para serventia e, em razão de assoreamentos, obstruções e contínuo desmatamento das margens, gradativamente foram substituídos por estradas ou carreteiras (estradas para carroças).

A Estrada Geral é uma das mais antiga da região, caminho utilizado bem antes do período colonial. Já era uma antiguíssima trilha dos índios Jacutingas (um Apecatu, que em língua tupi, significa: "Bom Caminho"). A Estrada Geral ligava a Freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Mariapicu à Freguesia de Santo Antônio da Aldeia dos Jacutingas (atual Centro de Belford Roxo).

Hoje, a Estrada Geral está dividida em duas: Estrada Doutor Plínio Casado e Estrada Abílio Augusto de Tavora (antiga Estrada do Engenho do Madureira), que, em 1930 foi reformada.

A carreteira mais extensa construída pelo colonizador na Freguesia de Santo Antônio de Jacutinga, em linha quase reta, iniciava no atual Centro de Nova Iguaçu, na Rua Floresta Miranda, seguindo pela Rua Comendador Francisco Soares, Rua do Encanamento, atravessando a atual Rodovia Presidente Dutra (que não existia na época), seguindo por Heliópolis (Rua Maria/Rua Heliópolis), passando pelo Bairro Baby até chegar ao Porto dos Saveiros (Tinguá).

Outras carreteiras importantes foram melhoradas quando as vias fluviais deixaram de ser utilizadas, como é o caso da atual Rua Barros Júnior, que se conecta com a Estrada do Iguaçu (atravessando a Via Presidente Dutra). Essas carreteiras eram a serventia para transporte da produção do Engenho do Madureira, Engenho da Posse, Fazenda Caioaba e Fazenda Filgueiras (atual bairro Filgueiras, em Nova Iguaçu). O escoamento destinava as produções dos engenhos para embarque nos portos fluviais de Piedade de Iguaçu.

A importância que o Rio Iguaçu tinha para a comunicação entre a vila e o Rio de Janeiro diminuiu com a implantação das estradas de ferro, que eram um meio de transporte mais rápido, barato e seguro.

À época do Segundo Império, a população da Vila Maxambomba assistiu entusiasmada à chegada das locomotivas a vapor, popularmente conhecidas por "maria-fumaças".

Em 29 de março de 1858, a Estrada de Ferro Dom Pedro II (atual Estrada de Ferro Central do Brasil) foi inaugurada pelo próprio Imperador Pedro II e ligou o Campo da Aclamação (no Rio de Janeiro) ao Pouso dos Queimados (atual Município de Queimados) e, no ano seguinte, chegou a Belém (atual Japeri).

Na parada ferroviária de Maxambomba, a produção da Fazenda Maxambomba passou a ser embarcada para a corte. A implantação da estrada de ferro aumentou o comércio estabelecido na região. A atividade no arraial prosperou tanto que isso fez com que, em 1862, a Matriz da Freguesia de Santo Antônio de Jacutinga fosse transferida para perto da estação.

Outra estrada de ferro importante foi a Rio d'Ouro, que começava no bairro do Caju, no Rio de Janeiro) e seguia até a localidade de Rio d'Ouro, em Nova Iguaçu. Sua construção foi iniciada em agosto de 1876 e concluída em 1883. Destinava-se a apoiar as obras de abastecimento de água do Rio de Janeiro.

Em 1886, foi adaptada para o transporte de cargas e passageiros e contava com três ramais em seus 53 quilômetros: Xerém, Tinguá e São Pedro (Jaceruba). Nos anos 1960, contudo, a estrada de ferro foi, aos poucos, desativada. Segundo os responsáveis por sua manutenção, ela não dava lucro.

A ponte construída sobre o Rio Iguaçu em 1886 na localidade de São Bento acabou de vez com a importância do rio para o desenvolvimento da região, pois impediu o tráfego dos saveiros e faluas.

A chegada da ferrovia na região, a proclamação da Lei Áurea no dia 13 de maio de 1888 que causou ruína a considerável parte da aristocracia rural, as epidemias de cólera, varíola e malária, fizeram com que a população da Vila de Iguaçu abandonasse o local, transferindo-se para o Arraial de Maxambomba.

Devido, especialmente, a esses fatores, em 1º de maio de 1891, através de decreto assinado por Francisco Portela, a sede do município foi transferida definitivamente para Maxambomba, que foi elevada à categoria de vila. A antiga Vila de Iguaçu passou a ser conhecida por Iguaçu Velha.

No limiar da década de 1950, época da inauguração da Rodovia Presidente Dutra, as terras remanescentes do antigo engenho colonial Maxambomba foram desapropriadas pelo presidente Getúlio Vargas, que urbanizou a antiga Fazenda Maxambomba, transformando-a em bairro-modelo, com o objetivo de oferecer moradias à classe dos marítimos, uma categoria de servidores do estado, transformando a Fazenda Maxambomba no Bairro Califórnia.
 
Da publicação de História da Baixada Fluminense.
 
Pesquisa de A J Caldas.

Postado neste blog por Adinalzir Pereira Lamego.

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Análise sobre a Coordenadoria Continental Bolivariana do Foro de São Paulo – Brasil Luis Carlos Prestes


Faz parte dela o deputado Glauber Braga, eleito com 24 mil votos por conta da Coligação de seu PSOL, que chamou, sem provas, o Ministro Sergio Moro de ‘ladrão’.
Pelo manifesto desse Grupo se vê que ele atentada contra a Constituição Federal de 88, portanto infringe, transgride a Lei Maior, logo afronta e  desobedece aos Poderes Constituídos.
Vamos a Constituição:
CAPÍTULO II DOS CRIMES CONTRA AS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS
Insurreição Art. 365. Tentar, com emprego de grave ameaça ou violência, impedir ou dificultar o exercício do poder legitimamente constituído, ou alterar a ordem constitucional estabelecida: Pena – reclusão, de dois a oito anos, além da pena correspondente à violência.
Golpe de Estado Art. 366. Tentar, o funcionário público civil ou militar, depor o governo constituído ou impedir o funcionamento das instituições constitucionais: Pena – reclusão, de quatro a doze anos.
Conspiração Art. 367. Associarem-se, duas ou mais pessoas, para a prática de insurreição ou de golpe de estado: Pena – reclusão, de um a cinco anos.
O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO CAPÍTULO I DOS CRIMES CONTRA A SOBERANIA NACIONAL
Atentado à soberania Art. 360. Tentar submeter o território nacional, ou parte dele, ao domínio ou à soberania de outro país:
 I - empreendendo ação para ofender a integridade ou a independência nacional; ou II - executando ordem ou determinação de governo estrangeiro que ofenda ou exponha a perigo a soberania do País: Pena – reclusão, de quatro a doze anos.
Traição Art. 361. Entrar em entendimento ou negociação com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, com o fim de provocar guerra ou atos de hostilidade contra o País, desmembrar parte do seu território, ou invadi-lo: Pena – reclusão, de três a doze anos.
Em países civilizados qualquer grupo extremista é punido na forma da Lei, mas em nosso Brasil, hoje nada varonil, vale a Lei do Esculacho.

Esse deputado de 24 mil votos feriu a Constituição como pode ser ver em: Coação contra autoridade legítima Art. 375. Constranger, mediante violência ou grave ameaça, por motivo de facciosismo
político, autoridade legítima a não fazer o que a lei permite ou a fazer o que ela não manda, no
exercício das suas atribuições:
Pena – reclusão, de um a cinco anos, ou multa.
Que consta do CAPÍTULO III
DOS CRIMES CONTRA O FUNCIONAMENTO DAS INSTITUIÇÕES
DEMOCRÁTICAS E DOS SERVIÇOS ESSENCIAIS
Mas fica por isso mesmo, não é?
Destaco:
Rodrigo Maia, o chileno, não tem envergadura para promover um processo contra o deputado de 24 mil votos e fica no blá - blá- blá da Reforma da Previdência, que eu sou contra, e que como não vai dar certo vai acabar com a vida política dele. TOMARA

quinta-feira, 4 de julho de 2019

A Bandeira Nacional tão vilipendiada. autor: Jorge Eduardo Garcia Dth


Muito pouca gente sabe que que “ o decreto que originalmente instituiu a bandeira e o brasão nacionais do Brasil, assinado aos 18 de setembro de 1822, nada oficializa sobre os possíveis significados das formas e cores adotadas. Outro decreto, que institui o laço nacional do Brasil e que também é datado de 18 de setembro de 1822, assim determina as cores escolhidas: "(…) será composto das cores emblemáticas — verde de primavera e amarelo d'ouro”.
Contudo:
Erzherzogin Maria Leopoldine Josepha Caroline von Österreich, Das Haus Habsburg-Österreich-Lothringen, casa de Habsburgo-Áustria, nascida Arquiduquesa da Austria, a nossa Dona Leopoldina, “ A Mãe da Nação”, carinhosamente chamada Poldl pelos vienenses.
Dona Leopoldina teve interferência na escolha das cores, tanto que
“ em 29 de setembro de 1823, um agente diplomático do Brasil junto à corte de Viena teria descrito a nova bandeira a Metternich ( ver abaixo), explicando ser a cor verde em referência à casa de Bragança, da qual fazia parte D. Pedro I, ao passo que a amarela simbolizaria a casa de Habsburgo-Lorena, da qual fazia parte D. Leopoldina”.
Aquela história verde de nossas matas, amarelo de nosso sol, é conversa para boi dormir.
Destaco que:
Um laço, cocar, cocarda, roseta ou tope é uma insígnia feita a partir de um laço de fitas ou outro material de forma circular com cores distintivas, usada, normalmente, numa cobertura de cabeça.
Também a partir do século XVIII, os exércitos das monarquias da Europa começaram a usar laços como símbolo da sua nacionalidade. Eram utilizados laços de fitas, inicialmente nos tricórnios e bicórneos, e depois, de formato redondo nos barretes e barretinas.
Nos capacetes e nos bonés de pala passaram a ser usados emblemas em forma de botão ou roseta, com as cores nacionais, que mantiveram a designação tradicional de laço.
A Revolução Liberal de 1820 mudou as cores do laço nacional português para branco-azul.
Estas eram consideradas as verdadeiras cores heráldicas de Portugal, presentes na primeira bandeira e nas quinas das armas nacionais.
Em 1910, na sequência da implantação da República são mudadas as cores base da bandeira nacional de azul e branco para verde e vermelho.
Com consequência disso, o laço nacional passa a adotar as novas cores de verde-vermelho.
No Brasil o laço seria o azul-amarelo-verde, porém, pelo que sei, só é usado nas  aeronaves na nossa Marinha de Guerra.
Nota: Nós, os brasileiros,  não temos a cultura dos laços.
Fato:
Eu não acredito nessa história, penso que é uma construção dos historiadores machista para dar a Dom Pedro destaque na independência, pois o que ele menos queria é que tal acontecesse e a prova é que continuou herdeiro da Coroa Portuguesa , mas vamos lá: “Em 7 de setembro, quando retornava ao Rio de Janeiro, Pedro recebeu a carta de José Bonifácio e de Leopoldina. O príncipe foi informado que as Cortes tinham anulado todos os atos do gabinete de Bonifácio e removido o restante de poder que ele ainda tinha. Pedro voltou-se para seus companheiros, que incluiu sua Guarda de Honra e falou:
"Amigos, as Cortes Portuguesas querem escravizar-nos e perseguir-nos. A partir de hoje as nossas relações estão quebradas. Nenhum vínculo unir-nos mais"
E continuou depois que ele arrancou a braçadeira azul e branca que simbolizava Portugal:
"Tirem suas braçadeiras, soldados. Viva independência, à liberdade e à separação do Brasil."
Ele desembainhou sua espada afirmando que :
"Pelo meu sangue, minha honra, meu Deus, eu juro dar ao Brasil a liberdade"
e gritou:
"Independência ou morte".”
Nota: Dom Pedro não retornava para o Rio de Janeiro, ia da Cidade de Santos para a cidade de São Paulo afim de apaziguar os ânimos dos paulistas.
Este evento é lembrado como Grito do Ipiranga.
Dom Pedro ao receber os despachos -  no dia 2 de setembro, o decreto da Independência, declarando o Brasil separado de Portugal. Esposa de D. Pedro, ela usou seus atributos de chefe interina do governo para fazer uma reunião com o Conselho de Estado, ocasião em que o documento foi assinado-  estava na latrina da morada de um camponês, pois estava com uma diarreia terrível.
Viajam em mulas, e não em cavalos de raça, e com roupas civis simples, não em uniformes de gala, por isso não portavam “ braçadeira azul e branca que simbolizava Portugal”, leia-se os laços.
Realisticamente falando está escrito no site: http://issocompensa.com/arte/independencia-ou-morte
 “ O discurso oficial e a divisa de efeito: “Independência ou Morte”. Heroico brado retumbante. Nas décadas seguintes, o relato de um tal Padre Belchior plantaria diferentes versões (menos românticas, mais fisiológicas) contrariando a oficial, mas o fato foi devidamente exagerado, floreado, lixado e escovado, no sentido da história oficial, para fundar o país. Bustos de Dom Pedro I em bronze na fundição, no mármore, nas telas. Era preciso escrever a história grande, muito maior que os escândalos sexuais do imperador e o fato de que menos de uma década depois ele abandonaria o Brasil para lutar sua guerrinha familiar na Europa. Deixou aqui o Pedrinho, aos 14, condenado à Monarquia.”
Não temos nenhum documento que relata sobre a criação da divisa  “Independência ou Morte”, mas conhecendo o jovem Dom Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon, que comunica ao pai, o senhor Dom João VI, por carta de 22 de setembro de 1822 a separação oficial de Portugal “chamado a si mesmo de "Príncipe Regente" e seu pai como o Rei do Brasil independente”, não creio, não creio mesmo, que ele tenha pronunciado nada do que oficialmente conhecemos como O Grito do Ipiranga, muito menos o “Independência ou Morte”.
 Nossa Independência se deve ao gênio político da Filha da Casa de Habsburgo, a senhora Dona Leopoldina do Brasil,  e aos conselhos de José Bonifácio de Andrade e Silva, O Patriarca da Independência, um epiteto bem merecido por sua atuação em nossa independência política de Portugal.
Não sou adivinho, mas por conhecer a História posso afirmar que se Dom Pedro estivesse no Rio de Janeiro nada do que aconteceu teria acontecido.
Nossa Bandeira- evolução:
1-    criada por Jean-Baptiste Debret com um losango amarelo em campo verde, tendo ao meio o brasão de armas de Dom Pedro que passou a ser usado para representar o novo país. Com a sagração de D. Pedro I como imperador do Brasil foi incluída a coroa imperial.
Debret inspirou-se em estandartes regimentais do Primeiro Império Francês para criar os elementos pouco usuais da bandeira brasileira — um losango sobre o campo.
Nota: Esse brasão de armas de Dom Pedro era de quando SAR era Príncipe Regente do Reino do Brasil.
2-    “Após a proclamação da República, um dos líderes civis do movimento, o caviloso advogado Ruy Barbosa, propôs um desenho para a bandeira da nova nação, fortemente inspirado na bandeira dos Estados Unidos, convencionada pelas mulheres da família do Marechal Manuel Deodoro da Fonseca, um pobre coitado que apesar de monarquista foi envolvido pelo militar Floriano Peixoto, visceralmente contra a monarquia , pois nasceu de uma família tão pobre de Alagoas, que foi “entregue, ainda recém-nascido, ao padrinho e tio, o coronel José Vieira de Araújo Peixoto, por quem foi criado”, e que trazia consigo as psicopatias adquiridas por ter sido enjeitado e pobre.”
Destaco sobre Ruy Barbosa de Oliveira que “ a queda do gabinete Zacarias de Góis, em 16 de julho de 1868, unicamente por decisão pessoal do imperador, e a formação de um gabinete conservador sob a chefia de Joaquim José Rodrigues Torres, visconde de Itaboraí, afetaram enormemente Ruy Barbosa, unido- se ao Clube da Reforma, destinado a enfrentar o “poder pessoal” do monarca. Não consegui saber quando recebeu o título de Conselheiro, mas sei que sua raiva contra Dom Pedro II aumentou quando o soberano não o elevou ao Sendo Imperial.
Com a Família Imperial navegando nossa “grande personalidade histórica e duvidosa “Águia de Haia”,  agora Ministro da Fazenda do primeiro governo republicano,  como advogado caviloso que era ofereceu dinheiro ao imperador, dinheiro do Tesouro Nacional, para com isso poder afirmar que o Soberano havia limpado o Tesouro em sua retirada para o Exilio.
Ruy Barbosa queria criar um pretexto para acusar Dom Pedro de corrupção.
Dom Pedro II conhecia a peça e nem deu ouvidos a oferta, contra a opinião do Conde d'Eu, cuja Família Real de origem conhecia as necessidades no exilio.
Mas, se houve um corrupto no primeiro governo republicano esse foi ele que vendeu o conteúdo da Quinta da Boa vista, um patrimônio nacional amealhado desde Dom João Vi, em hasta publica pelo melhor preço
Essa venda foi um festa de corrupção.
A bandeira de Ruy Barbosa, que foi usada por apenas quatro dias, também chegou a ser arvorada no navio "Alagoas", que conduziu a família imperial brasileira ao exílio, retirada a pedido do Imperador por causa de seu neto Dom Pedro Augusto Luís Maria Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Saxe-Coburgo e Bragança, filho mais velho de dona Leopoldina de Bragança e do príncipe Luís Augusto de Saxe-Coburgo-Gota, que estava alternando momentos de excitação e de letargia por causa da quartelada republicana.
Vários projetos foram fortemente inspirados pela bandeira imperial verde-amarela, venceu a concebida em 19 de novembro de 1889 por Raimundo Teixeira Mendes, Miguel Lemos, Manuel Pereira Reis e Décio Villares.
Infelizmente não temos a cultura de Honrar nossa Bandeira Nacional.
Nossos símbolos pátrio como ela, o Hino Nacional, as Armas Nacionais, são menosprezados , a eles não atribuídos seus verdadeiros valores, pois o Povo não os dá a devida importância.
O Selo Nacional, usado para autenticar documentos oficiais e atos do governo, foi vilipendiado, enxovalhado, desonrado, desacreditado, pelos presidentes da República de 1985 a 1990 e de 1995 até janeiro de 2019.
Lamentável.

Jorge Eduardo Garcia



·       Clemens Wenceslaus Nepomuk Lothar von Metternich-Winneburg zu Beilstein, Graf, a partir de 20 de outubro de 1813 príncipe hereditário de Metternich-Winneburg zu Beilstein, príncipe do Ochsenhausen, duchi di Portella ( por decreto do rei das Duas Sicílias de 1.8.1818.), Grande de Espanha de 1ª classe em 1.10.1818, Ordem do Tosão de Ouro, Der Orden Pour le Mérite, Chanceler do Império Austríaco de 25 de maio de 1821 - 13 de março de 1848, Ministro dos Negócios Estrangeiros do Império Austríaco de  8 de outubro de 1809 - 13 de março de 1848, figura central do Congresso de Viena de 1815, que organizou a Europa depois da Queda de Napoleão I Bonaparte,um verdadeiro Senhor da Europa, foi Embaixador em Dresden, Berlim, Paris, entre outros cargos.










segunda-feira, 1 de julho de 2019

O capitalismo, não o socialismo, levou aos direitos dos homossexuais com comentário de Jorge Eduardo Garcia



De David Boaz
Este artigo foi publicado na revista Reason em 20 de maio de 2016.
Alguns historiadores gostam de reivindicar idéias socialistas que ajudaram a gerar direitos gays na era moderna. Mas eles estão confundindo a teoria acadêmica com a realidade.

Jim Downs é historiador do Connecticut College e Harvard. Especialista em história da raça e da escravidão, ele publicou recentemente um novo livro, Stand by Me: A História Esquecida da Liberação Gay , no qual ele tenta mover a história recente dos gays para longe do foco excessivo no sexo e na AIDS.


Downs também tem um novo artigo na revista digital Aeon , no qual ele escreve: “Ao longo da década de 1970, as pessoas LGBT teorizaram sobre os benefícios do socialismo em livros e panfletos e criticavam o capitalismo no crescente jornal e cultura impressa”. discuta “grupos LGBT” e jornais que “fizeram do socialismo um tema de interesse político no movimento”. O mais importante é que “se você quiser dar crédito à libertação gay e à igualdade no casamento, o crédito também deve ir para o socialismo”.

Há várias coisas erradas com isso. Primeiro, é exagerado. Eu estava na década de 1970, e eu diria que o socialismo era uma parte muito marginal da comunidade gay ou mesmo do movimento pelos direitos dos gays. Ativistas gays definitivamente se inclinaram para a esquerda, mas eles estavam focados em promover os direitos gays através do Partido Democrata.

Em segundo lugar, havia escritores libertários gays ao redor na época, também, na academia , na imprensa popular e orientados em torno do Partido Libertariano , apontando os benefícios do livre mercado e os problemas com o socialismo.

Em terceiro lugar, o uso de LGBT é anacrônico. O termo quase nunca foi usado na década de 1970. (Ele não usa muito no livro.)

Mas a alegação é mais do que exagerada. Está errado. O próprio artigo de Downs oferece as evidências. No meio de seu artigo sobre como o socialismo infundiu o movimento pelos direitos gays e levou à libertação gay, ele observa o trabalho do historiador John D'Emilio sobre como “o capitalismo permitiu que o LGBT se mudasse para as cidades e fosse independente da família como fonte de salário. Uma vez que o capitalismo criou a oportunidade para as pessoas viverem de forma autônoma, ele permitiu que pessoas LGBTs privilegiassem o desejo homossexual como uma força motriz em suas vidas ”.

Apesar de suas inclinações esquerdistas, D'Emilio viu o mundo mais claramente do que Downs. Todos os avanços nos direitos humanos que temos visto na história americana - abolicionismo, feminismo, direitos civis, direitos dos gays - decorrem de nossas ideias fundadoras de vida, liberdade e busca da felicidade. A ênfase na mente individual no Iluminismo, a natureza individualista do capitalismo de mercado e a demanda por direitos individuais que inspirou a Revolução Americana naturalmente levaram as pessoas a pensar mais cuidadosamente sobre a natureza do indivíduo e gradualmente reconhecer que a dignidade do indivíduo os direitos devem ser estendidos a todas as pessoas.

Essas tendências intelectuais rapidamente levaram a sentimentos feministas e abolicionistas. Levou mais tempo para as pessoas levarem a sério a ideia de atividade homossexual como uma questão de liberdade pessoal e reconhecer os homossexuais como um grupo de pessoas com direitos. Mas os libertários e seus antepassados ​​liberais clássicos chegaram primeiro. De Adam Smith e Jeremy Bentham ao Partido Libertariano e ao Instituto Cato (onde trabalho), os libertários estavam à frente da curva intelectual na aplicação das idéias de liberdade individual aos gays.

O capitalismo é mais do que uma ideia, claro. É um conjunto de instituições sociais, que Downs observa corretamente sob um ataque contundente de socialistas gays. Mas, como D'Emilio reconheceu, foi o capitalismo que de fato permitiu que os indivíduos vivessem de forma autônoma e prosperassem. O capitalismo libertou as pessoas do feudalismo e da fazenda da família. Permitiu-lhes construir suas próprias vidas em uma sociedade de mercado com espaço para vidas pessoais e profissionais separadas. Isso lhes deu liberdade e afluência para viver por conta própria.

O capitalismo levou à industrialização, que levou à urbanização , que ofereceu o anonimato da cidade a qualquer um que se irritasse com as restrições da família e da aldeia, bem como a chance de encontrar pessoas que compartilhassem seus interesses.

O escritor Eric Marcus produziu um livro de entrevistas com ativistas gays chamado Making History . O que seus súditos ilustravam - mesmo quando eles mesmos não percebiam - era que era a liberdade de sair de casa e a riqueza que permitia às pessoas fazerem isso, que lhes permitia se mudar e escolher o estilo de vida que queriam.

Em 1982, o estudioso australiano Dennis Altman escreveu:

A verdadeira mudança na última década tem sido um movimento político e cultural de massa através do qual mulheres e homens gays se definem como uma nova minoria. Este desenvolvimento só foi possível sob o capitalismo de consumo moderno, que, apesar de todas as suas injustiças, criou as condições para uma maior liberdade e diversidade do que as que estão presentes em qualquer outra sociedade ainda conhecida. Para aqueles de nós que somos socialistas, isso apresenta um importante dilema político, a saber, como preservar as qualidades do capitalismo que permitem a diversidade individual, ao mesmo tempo em que alivia suas desigualdades, exploração, desperdício e fealdade.

É claro que qualquer um que encontre “injustiças, exploração, desperdício e fealdade” nos países capitalistas provavelmente não viveu em países socialistas. Mas como D'Emilio, Altman entendia os verdadeiros fundamentos institucionais da vida gay moderna e da identidade gay.

Esses efeitos do capitalismo não aconteceram apenas na Europa e nos Estados Unidos. Na China ' s Long March to Freedom , o estudioso chinês-americano Kate Zhou escreve que, quando a habitação foi detida e alocados pelo Estado, foi geralmente atribuídos apenas para casais. Uma vez privatizada a moradia, pessoas solteiras e casais gays poderiam comprar ou alugar acomodações. Mercados imobiliários mais livres também levaram à criação de bares gays, algo que as autoridades estaduais de habitação provavelmente não permitiriam.

Olhe ao redor do mundo , e é claro que os países com mais liberdade para os gays são aqueles com um alto grau de liberdade econômica. Os países que são na verdade socialistas estão na base de todas as medidas de liberdade política, liberdades civis, liberdade pessoal e direitos LGBT .

Naturalmente, alguns países que são chamados de "socialistas", como Dinamarca, Suécia e Canadá, não são de fato socialistas . Eles têm sistemas políticos e econômicos baseados na propriedade privada, mercados livres, valores liberais e altos níveis de impostos e pagamentos de transferências - não são economias libertárias, mas definitivamente de mercado.

Não é isso que os socialistas gays da década de 1970 pretendiam. Eles queriam o socialismo real, um fim para os relacionamentos de mercado. Os países que implementaram esse sistema, da União Soviética à Tanzânia e à Venezuela, tiveram menos sucesso em sustentar tanto a prosperidade quanto a liberdade pessoal do que os países capitalistas.

Esses intelectuais gays falavam muito sobre o socialismo, mas eles viviam no capitalismo. E foi a realidade capitalista, não os sonhos socialistas, que libertaram os gays.

David Boaz, natural de Kentucky, é vice-presidente executivo do Instituto Cato e autor de “The Libertarian Mind”.




Temos aqui uma verdade histórica. NENHUM REGIME TOTALITÁRIO ADMITIU O HOMOSSEXUALISMO, NENHUM.
Os nazistas , a exemplo da Estrela de Davi, criaram o Triangulo Rosa, rosa Winkel, para distinguir  os prisioneiros capturados por serem homossexuais.
Na URSS, berço do sovietismo tão decantado pelas nossas esquerdas ( Prestes não sonhou com a República Soviética dos Estados do Brasil- RSEB???), “ A perseguição aos homossexuais continuou após a revolução até a dissolução da própria União Soviética”. A Turma ia para os famosos e terríveis campos de prisioneiros, o Gulag / ГУЛАГ, onde sofriam humilhações pelos guardas e  mesmo por parte de outros condenados.
É ainda tem GAY de esquerda, petista de carteirinha, que gritam histericamente “ Lula Livre”, ou como um bichinha pobre , esquelética, sifilítica, feia, que no carnaval paulista  escreveu um cartaz “ Saudades do Haddad”.
E tem como ícone a Frida Kahlo, bissexual  e comunista. FAÇA-ME O FAVOR !!!!
Na URSS, e mesmo na Rússia de hoje, não haveria “ a decantada Rebelião de Stonewall, uma série de manifestações violentas e espontâneas de membros da comunidade LGBT contra uma invasão da polícia de Nova York que aconteceu nas primeiras horas da manhã de 28 de junho de 1969, no bar Stonewall Inn, localizado no bairro de Greenwich Village, em Manhattan, em Nova York, nos Estados Unidos. Hoje o fato que é considerado o mais importante, pois  levou ao movimento moderno de libertação gay e à luta pelos direitos LGBT”.
Greenwich Village,  Manhattan, Nova York, são nos Estados Unido, ou seja, no Baluarte do Capitalismo.
Porem os LGBTS constam de sofrer, por isso são ‘socialistas” .. 

A grande conspiração da esquerda por Jorge Eduardo Garcia




Glenn Greenwald é um topa tudo por dinheiro e prêmios “ em junho de 2013, através do jornal britânico The Guardian, Glenn Greenwald foi um dos jornalistas que, em parceria com Edward Snowden, levaram a público a existência dos programas secretos de vigilância global dos Estados Unidos, efetuados pela sua Agência de Segurança Nacional (NSA)...como a Mídia é comunista até nos EUA ( vide CNN) ele ganhou o Prêmio Pulitzer de jornalismo em 2014 e, no Brasil, foi agraciado com o Prêmio Esso de Reportagem, por artigos publicados no jornal O Globo acerca do sistema de vigilância virtual dos Estados Unidos em território nacional.
SEMPRE O GLOBO.
Como é um elemento destrutivo por excelência ( deve ter problemas existências sérios), ele agora escreve para (e coeditou) The Intercept que ele fundou em 2013 com Laura Poitras e Jeremy Scahill.
“ O jornalista tem sido um dos aderentes à tese que o processo de impeachment da presidenta brasileira Dilma Rousseff seria uma tentativa de golpe de estado, uma trama das elites políticas brasileiras com auxílio da mídia corporativa para tomar o poder executivo através da atuação de parlamentares no âmbito das instituições públicas”.
“ O jornalista foi o primeiro a ser contemplado com uma entrevista exclusiva com a presidenta Dilma Rousseff após ela sofrer o afastamento sob votos do senado federal.”
“ Controvérsias sobre a Operação Lava Jato. Em junho de 2019, o periódico virtual The Intercept publicou matéria com vazamento, de fonte anônima, de conversas no aplicativo Telegram entre o ex-juiz Sérgio Moro e o promotor Deltan Dallagnol no âmbito da Operação Lava Jato. Os arquivos contêm também discussões sobre formas de inviabilizar uma entrevista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, que tinha sido autorizada pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, pelo receio de que a aparição do ex-presidente na mídia poderia "eleger o Haddad ou permitir a volta do PT ao poder", o que indicaria partidarização e politização da conduta da promotoria.”
Mas a Greenwald a mais de 14 anos é casado de papel passado com o brasileiro David Miranda.
Em 2016, Miranda foi eleito Vereador do Rio de Janeiro pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL).
Miranda é visto como o braço direito do jornalista Greenwald, tendo sido responsável pela escolha do programa que viria a exibir as revelações sobre a espionagem norte-americana - o Fantástico da TV Globo ( SEMPRE OS MARINHO) . Segundo Greenwald, o fato de o Brasil reconhecer os direitos de casais homossexuais (ao contrário do que ocorria nos EUA) motivou a imigração. Em 2019, David Miranda passou a ocupar a vaga do deputado federal eleito Jean Wyllys, que decidiu não assumir o mandato e deixou o país devido a ameaças de morte.”
VEJA BEM: Existe um boato que Jean Wyllys vendeu seu cargo para que Miranda pudesse ser deputado federal, com isso dar a Greenwald maior cobertura– já que ele tem da esquerda e do Grupo Globo/Marinho – pois qualquer providencia contra ele seria pelo marido deputado dada como perseguição política.
Enfim, as pedras se encaixam:
O porque Jean Wyllys renunciou.
O porque o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) aceitou essa renúncia numa boa, sendo o renunciante uma estrela de primeira grandeza em seus quadros.
O como Jean Wyllys vive numa boa no estrangeiro, com grandes recursos para lá e pra cá.
O porque o tal site The Intercept é lulista.
O porque a Folha de São Paulo, sempre de esquerda, afirmou sua veracidade.
O porque O GLOBO apoiou a posição da Folha e dos Marinho para receberem financiamentos públicos.
Enfim TUDO não passa de uma Grande Conspiração da Esquerda para voltar ao PODER.