sábado, 10 de outubro de 2015
JUVENAL, O TAL, NO SARAVÁ DEIXA A GIRA, GIRAR, PRA AIDAR RENUNCIAR.
Cartolas se afastaram de Aidar por ver influência da namorada dele no SPFC = Blog do Perrone
A crise política enfrentada pelo presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, passa também por sua namorada, Cinira Maturana. Diretores e conselheiros alinhados com o presidente estavam incomodados com a constante presença dela no clube.
Em recente reunião da base aliada do cartola, membros do grupo deixaram clara a insatisfação com o que acreditam ser ingerência de Cinira na gestão de Aidar. Também havia insatisfação em relação à filha do presidente Mariana, que continuou a ser considerada influente na administração, apesar de ter sido afastada da gestão logo no início do mandato.
Durante o encontro, o vice-presidente do conselho deliberativo, Marcelo Abranches Pupo Barboza, pediu a palavra para falar sobre os riscos que Cinira representava para o presidente. “Disse para ele que as pessoas estavam falando coisas, exagerando, e que por isso era preciso se policiar (em relação à namorada) para evitar problemas”, disse Pupo ao blog.
Um dos diretores que entregaram seus cargos, afirmou, sob a condição de não ter seu nome revelado, que a influência de Cinira e Mariana foi um dos motivos para que ele e outros dirigentes não quisessem mais fazer parte da gestão. Por causa da namorada, conselheiros também se afastaram do presidente. Carlos Miguel pediu que todos diretores entregassem seus cargos para formar uma nova diretoria. Alguns deles seriam reconduzidos aos postos. Porém, parte dos cartolas já tinha decidido deixar a gestão definitivamente antes do pedido presidencial.
Aidar sempre negou a atuação das duas. Nos últimos dias, no entanto, a oposição passou a investigar se a namorada do presidente participou em Madrid da fracassada negociação de Rodrigo Caio como o Atlético local.
Um dos primeiros problemas do presidente foi a assinatura contrato de comissionamento com a empresa de Cinira e que foi abortado após queixas da oposição.
http://blogdoperrone.blogosfera.uol.com.br/2015/10/cartolas-se-afastaram-de-aidar-por-ver-influencia-da-namorada-dele-no-spfc/?cmpid=fbesp-geral
DE MINHA LAVRA :
velho quando encontra uma mulher que realmente faz com ele tenha ereção dá nisso. Ela manda em tudo. Ela mandava até no Rogerio , vejam...
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
Sete pontos que explicam a crise na Fifa e no que pode dar - Blog do Rodrigo Mattos
Durante as últimas semanas, a cúpula da Fifa sofreu uma verdadeira tormenta que acabou com a saída temporária dos presidentes da federação internacional, Joseph Blatter, e do presidente da UEFA, Michel Platini. Em meio ao excesso de informações, e um quadro nebuloso, o blog traça um panorama da crise e mostra quais os seus prováveis desdobramentos em tópicos:
1- Por que Blatter e Platini foram suspensos?
A procuradoria Geral da Suíça encontrou um pagamento que classificou como “desleal'' feito pela Fifa para Michel Platini, presidente da UEFA, em 2011. A ordem foi dada por Joseph Blatter, e seria para quitar um trabalho feito de 1998 a 2002. Nenhum dos dois explicou por que o débito só foi quitado nove anos depois. Como ambos estão sob investigação, o Comitê de Ética da Fifa, órgão independente teoricamente, pediu a suspensão temporária deles por 90 dias, o que foi aceito pelo comitê de adjudicação.
2- Quem assume?
O vice-presidente da Fifa, Issa Hayatou, de Camarões, se torna presidente Fifa: ele é acusado de receber propina no caso de corrupção da ISL e na escolha da Copa do Qatar-2022. Já se mostrou contrário a mudanças na Fifa, embora diga o contrário em público. Tanto que fez insinuações contra a operação do FBI que prendeu cartolas da entidade. Na prática, quem toca a operação da Fifa é Markus Kattner, secretário-geral que substituiu Jérôme Valcke. Com o mesmo perfil, Angel Maria Villar fica na UEFA.
3 – É possível anular as punições?
Sim, Blatter e Platini vão recorrer ao Comitê de Apelação que pode anular as penas. Se não conseguirem mudar a decisão, ficam fora da Fifa até janeiro. No caso de Blatter, isso significa retornar para ficar durante um mês até a eleição em fevereiro de 2015, ou nem voltar já que o pleito pode ser antecipado. Mas há ainda a possibilidade de adiar o pleito, o que facilitaria a vida dos dois.
4 – Como isso afeta os atuais candidatos na Fifa?
Favorito no pleito, Platini pode ficar fora da eleição. Há uma informação de que já teria inscrito sua chapa de candidato. Mas, se não tiver registrado, está fora porque perderá o prazo. A não ser que se mude a data da eleição. De qualquer maneira, será obrigado a ficar três meses sem fazer campanha. O candidato sul-americano Chung Mong-Joon foi banido por supostas ofertas irregulares na campanha da Coréia do Sul para ser sede da Copa-2022. Só restaria o prínciple Ali Bin Al-Hussein entre os candidatos inscritos na Fifa.
5 – Há possibilidades de mudanças nas regras da eleição da Fifa?
O presidente do COI (Comitê Olímpico Internacional), Thomas Bach, divulgou carta dura à Fifa em que pede candidatos externos de credibilidade. Seria uma pressão para acabar com a regra de que são necessários apoios de cinco associações nacionais para inscrever um candidato. O COI não tem como intervir, mas Blatter e Hayatou são membros do comitê e sua pressão política tem peso.
6 – Qual o papel da CBF e do Brasil nesta disputa por poder na Fifa?
Nenhum. O presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, não viaja para o exterior desde que estourou a investigação do FBI sobre cartolas. Ele já descartou ir para uma reunião de emergência do Comitê Executivo que deve deliberar sobre a eleição.
7 – A Fifa ficará mais limpa após esse escândalo e a saída de seus principais cartolas?
Depende. Se houver um processo real de mudar as regras dentro da entidade, a federação internacional pode adotar procedimentos mais democráticos que permitam a jogadores e outros membros do futebol ter votos, e assim representar uma mudança real. Caso as regras atuais sejam mantidas, e a eleição se dê entre os mesmos que já estavam na cúpula da Fifa, não haverá revolução nenhuma.
http://rodrigomattos.blogosfera.uol.com.br/2015/10/09/sete-pontos-que-explicam-a-crise-na-fifa-e-no-que-pode-dar/?cmpid=fbesp-geral
Em e-mail, Ataíde faz acusações de desvio de dinheiro de Aidar no São Paulo - de Guilherme Palenzuela.
Cara de Santo...
Do UOL, em São Paulo 08/10/2015 17h40
Aidar recebe conselhos para renunciar do cargo de presidente
O ex-vice-presidente de futebol do São Paulo Ataíde Gil
Guerreiro enviou um e-mail ao presidente Carlos Miguel Aidar, na tarde de
quarta-feira (7), ao qual o UOL Esporte teve acesso, no qual diz ter gravado
uma conversa entre eles em que o presidente Aidar descreve como receberia
dinheiro em comissão na contratação de um jogador, o que indicaria desvio de
dinheiro do clube.
Gil Guerreiro escreve que viu que o presidente e sua
namorada, Cinira Maturana da Silva, "estavam realmente lesando os
interesses do clube". O UOL Esporte tentou contato com Aidar e Gil
Guerreiro, mas não obteve sucesso.
Ainda no e-mail, Gil Guerreiro afirma ter gravado Carlos
Miguel Aidar dizendo que tentou acordo de comissão entre a Under Armour e a
TML, empresa de Cinira, em negócio que não se concretizou. A conversa gravada
pelo ex-vice teria acontecido no último sábado, dois dias antes da briga que
resultou na exoneração de Gil Guerreiro.
O ex-vice de futebol diz ainda no e-mail que Aidar daria em
dinheiro a sua parte na comissão e como isso não iria sujar o nome de ambos.
Na carta, o ex-vice-presidente pede a renúncia de Aidar e
afirma que pensou em levar a gravação à CPI do Futebol, mas que foi convencido
pelo conselheiro Antonio Claudio Mariz a entregá-la a Carlos Augusto de Barros
e Silva, o Leco, presidente do conselho deliberativo do São Paulo. Gil
Guerreiro escreve que a CPI do Futebol teria meios de comprovar se a Under
Armour fez pagamentos à TML.
Ataíde escreve, antes de relatar o que gravou na suposta
conversa durante o último sábado, que Aidar lhe ofereceu repartir a comissão na
contratação de um jogador, tanto em conversa a sós como em conversa na presença
de Cinira Maturana, e diz que o presidente "exagerou" no caso Iago
Maidana. O ex-vice classifica o caso como injustificável e com fatos grosseiros,
que provam o sentido de impunidade.
Conselheiros sugerem renúncia
O e-mail de Ataíde Gil Guerreiro a Carlos Miguel Aidar já
está em posse de membros do conselho deliberativo do São Paulo. Durante a tarde
desta quinta-feira, Aidar se reúne com o grupo de ex-presidentes do clube,
liderado por José Eduardo Mesquita Pimenta, e com os aliados Ives Gandra
Martins e Antonio Claudio Mariz, e recebe conselhos para renunciar à
presidência do clube e evitar um processo de impeachment. Aidar disse, porém,
que não vai renunciar.
Amigos acreditam que o melhor para Aidar era renunciar ao
cargo para evitar o processo de impeachment e o levantamento de novos e velhos
pontos polêmicos da gestão.
Um grupo de conselheiros do São Paulo prepara o requerimento
para o impeachment e pretende entregá-lo na próxima semana ao conselho
deliberativo do clube. Se Aidar renunciasse à presidência, Leco teria trinta
dias para convocar novas eleições presidenciais no clube. O próprio presidente
do conselho deliberativo poderia ser candidato.
Crise no clube
O São Paulo atualmente vive enorme crise de gestão. O
episódio da briga entre Aidar e Ataíde Gil Guerreiro na última segunda-feira
causou a exoneração do vice de futebol e iniciou processo de dissolvência da
diretoria. Alguns vice-presidentes e diretores entregaram cargos, outros
renunciaram e motivaram o presidente a convocar demissão coletiva, em massa.
Desde a noite de terça-feira todas as vice-presidências e diretorias do São
Paulo estão vazias, e o clube é comandado apenas pelo CEO Paulo Ricardo de
Oliveira.
Aidar tenta reconstruir a nova diretoria, mas encontra
dificuldade. Na quarta-feira, a seu serviço, os conselheiros Ives Gandra e
Antonio Claudio Mariz conversaram os ex-presidentes do clube e os convidaram a
participar ou indicar nomes para a nova cúpula. Não obtiveram apoio. Nesta
quinta-feira, há programação para que o próprio Aidar se reúna com os
ex-presidentes.
Diferentes grupos agora na oposição articulam para que
conselheiros que sejam convidados por Aidar para ocupar cargos não aceitem os
convites. A estratégia é impedir a composição da diretoria para isolar Aidar e
causar a renúncia. Importantes dirigentes que entregaram os cargos na última
terça-feira já avisam que não voltarão à diretoria se convidados.
Pior do que a derrota é ver a seleção perdida nas mãos de Dunga. Blog do Rodrigo Mattos.
O Chile é campeão da Copa América, um time bem treinado e de
jogadores de qualidade. Perder para essa equipe na estreia das eliminatórias
fora não é um desastre. A questão é sofrer uma derrota sem nenhum sinal de que
há evolução no Brasil que fracassou no meio do ano.
Basta olhar o jogo quando a câmera de televisão é aberta.
A equipe de Jorge Sampaoli
joga em uma faixa de 50 ou 60 metros, às vezes menos. O esquadrão de
Dunga está todo espalhado pelo campo, os zagueiros só conseguem falar com os
atacantes com megafone.
Trata-se de uma estratégia, se é que existe uma tática
pensada, completamente oposta ao que se pratica no futebol moderno. Mandam os
novos conceitos que a defesa avance com o time quando este ataca, e que os
atacantes recuem quando o time se protege. Assim há mais jogadores perto da
disputa da bola, como se fossem vários campos menores. Sem isso, o Brasil tem
menos jogadores na maioria das áreas do campo.
Os atletas brasileiros devem até ter uma dificuldade de
adaptação a essa ideia de futebol de Dunga: a maioria dos times top da Europa
não joga assim. Até no Brasil os treinadores mais modernos -vide Tite, Osorio,
Rogério Micale (da olímpica), Levir Culpi – já compactaram seus times.
Com este cenário posto, o time brasileiro está condenado a
depender de esforços individuais como de Willian e suas correrias no Estádio
Nacional. Quando Neymar puder voltar a jogar, será sua essa tarefa.
Enquanto isso, o Chile se aproxima, toca a bola, faz o jogo.
Nem foi brilhante o time de Sampaoli. Começou melhor, deixou que a seleção
equilibrasse e terminou com um primeiro tempo fraco. Mas uma troca de um
zagueiro Silva pelo meia Marc Gonzalez mudou a cara do time e acelerou o jogo,
impondo sua superioridade tática e técnica. Foi até natural chegar aos dois
gols de vantagem.
Enquanto isso, Dunga trocava centroavante por centroavante e
mandava seus volantes, enfim, saírem para o jogo. Não deu certo. Faz um ano que
só dá certo para ganhar amistosos meia-boca. Sem rumo, seguimos. É bem possível
que o Brasil se classifique para a Copa do Rússia. É bem possível que vá para
lá fazer figuração se não mudar essa trilha atual.
AVISO AOS NAVEGANTES DESSA PAGINA. Jorge Eduardo Fontes Garcia
Esse escrevinhador é dominado por um cansaço extremo que os médicos
ainda não descobriram a causa.
No dia seguinte do casamento do Luís e da Vanessa, meus
afilhados cariocas, eu tive um pequeno
infarto, e infartado voltei para São Paulo indo parar no Hospital São Luís do
Morumbi onde o fato foi constatado.
De lá para cá a caravana andou, e eu nela.
Incomodado fui parar no Hospital Samaritano, onde foi
apurado que uma saliente bactéria resolveu ‘visitar’ meu coração.
Nessa oportunidade o cardiologista afirmou que meu coração
era perfeito, mas “ fraquinho”.
E, mais uma vez de lá para cá a caravana andou, e eu nela.
Há coisa de um mês o “cansaço extremo que os médicos ainda
não descobriram a causa” piorou.
E a caravana deu uma parada.
Para os do RJ: Não consegui andar uma distância como da Avenida
Copacabana a Rua Barata Ribeiro pela Santa Clara.
Para os de São Paulo: Uma quadra da Avenida Paulista.
Foi um vexame total.
Foi terrível.
A consequência dessa ‘andança’ é me obrigar a comprar, e
andar, de cadeira de rodas se quiser ir a um Shopping, por exemplo.
Agastado pedi uma hora com o cardiologista, e para meu
espanto havia uma desistência.
Lá fui eu ontem com meu escudeiro Renato para a consulta as
16 horas, só que as 17:30 eu tinha uma outra hora marcada com o cirurgião que
mandou fazer umas biopsias de uns tumores que apareceram e eu tinha que levar o
resultado.
Pasmem, fiquei esperando de 15:40 até 17:30 pelo cardiologista
“que estava consultado outra pessoa”.
Cansado avisei a simpática enfermeira que não dava mais,
pois tinha outra hora importante – com biopsia não se brinca.
Ela, delicada e solicita, falou que ia avisar ao cardiologista,
e que ele certamente me receberia depois da consulta do cirurgião.
E lá fui eu com o Renato.
Graças a Deus estava atrasado, e deu tempo para eu chegar facilmente.
Ainda na sala de espera do cirurgião fui informado pela enfermeira,
via celular, que o cardiologista “não podia me esperar e me anteder”.
Fiquei furioso.
Eu esperei horas e ele não podia me esperar nem meia hora.
VÁ –SE DANAR – para não dizer outra coisa impublicável.
Não era SUS, nem tão pouco convenio, mas o tratamento foi o
mesmo que lamentavelmente é prestado pelo primeiro citado, o SUS, a sofredora população
brasileira.
Fiquei e estou furibundo.
Os médicos dão como desculpa para o péssimo atendimento a má
remuneração feita pelo Estado e pelos Convênios, e quando é no cacau, na pila,
na bufunfa, no vil metal, agem da mesmíssima maneira, ou seja, sem a menor
consideração pelo cliente.
Não volto mais nesse cara de maneira nenhuma.
Vá catar coquinho no deserto.
Contei ao cirurgião meu amigo, que, condoído, só viu uma
solução para o meu caso, que é:
Na quarta-feira, dia 14 de outubro, ou seja, quarta próxima,
me internar no Hospital Samaritano para exames.
É isso aí meus amigos.
Como a caravana está mais para “troupe mambembe” lá vou eu,
de novo, passar um tempinho no Hospital.
Preciso muito de orações...
Jorge Eduardo.
São Paulo 9 de outubro de 2015
CHILE 2 x Brasil O, enquanto isso, " Vai Corinthians de São Tite" - kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
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