quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Torcedor deficiente físico alega discriminação, compara CBF ao nazismo e ingressa na Justiça, de Diego Garcia, do ESPN.com.br

O são-paulino Mauricio Rossi ingressou com ação na Justiça contra a CBF e a Federação Paulista de Futebol. Cadeirante por causa de uma enfermidade congênita, o torcedor alega discriminação nas partidas organizadas pelas entidades por não poder assistir aos jogos nos locais em que compra ingressos por ser portador de necessidades especiais, já que é obrigado a seguir medidas de segurança e permanecer em locais destinados a deficientes físicos.
"Evidente que a medida de segurança apenas oculta ações de segregação, preconceito e desrespeito com o ser humano que necessita de tratamento isonômico em comparação com os demais, tomando esta situação semelhante às vividas na época de nazismo, movimentos racistas estadunidenses e tantos outros que são mundialmente reprimidos aqui e, no caso em tela, estão sendo permitidos", descrevem os representantes de Maurício, em ação que corre na 9ª Vara Cível do Foro Regional I de Santana.
O torcedor tricolor alega que, apesar de comprar os ingressos para acompanhar os duelos ao lado de seus amigos na torcida, é obrigado a ficar em lugares reservados aos deficientes, separado de seus conhecidos. Ele diz que sempre sofre discriminação quando vai aos estádios, sendo compelido a assistir aos jogos em locais com péssima visualização, ainda que estejam livres espaços com melhor vista. Alguns vídeos foram anexados ao processo para convencer a Justiça.
Mauricio alega que, quando arca com valores maiores que o simples ingresso ordinário, a regra de assistir às partidas em locais exclusivos aos deficientes não é observada, uma vez que, quando foi convidado a ver a um jogo no camarote, por exemplo, pôde, sem restrição alguma, ficar em local não reservado aos portadores de necessidade especial.
Em sua defesa, a CBF e a FPF dizem que que estas medidas restritivas que impedem o torcedor de exercer seu direito de escolher o local onde assistir a partida existem para assegurar a proteção e a integridade física da pessoa deficiente. No entanto, o autor da ação alega que se responsabiliza a dispor dessa garantia de segurança, mas mesmo assim as entidades "permitem que seus funcionários o tratem com imenso desrespeito, ocasionando episódios vexatórios, onde o autor é posto para fora do estádio ou ainda impedido de acessá-lo".
"Há uma grande confusão entre a efetivação da acessibilidade e obrigação de permanecer em lugar reservado. Por ser compelido a ficar no local reservado aos portadores de deficiência, o autor não pode ficar com seus amigos, ou seja, deve torcer sozinho. Qual a vontade de ir ao estádio com seus amigos se simplesmente não pode ficar com eles?", dizem os advogados do autor, Bernardo Augusto Bassi e Renata Angélica Baptista, em petição que corre no Poder Judiciário.
"O autor é portador de uma necessidade especial, sendo cadeirante, e não portador de uma doença infecciosa, devendo ficar afastado de todos. Esse instrumento tem como objetivo declarar que o autor tem ciência dos riscos e, por este motivo, consente em dispor de sua integridade física", acrescenta o despacho assinado pelos advogados. "Maurício assume os riscos e se responsabiliza pela exposição por ocasião de sua condição debilitante", adicionam.
A exigência do são-paulino na Justiça é que a CBF se abstenha de lhe impor a obrigatoriedade de permanecer somente na área reservada aos deficientes, respeitando, promovendo e facilitando seu acesso e sua permanência no setor respectivo ao ingresso por adquirido, sob pena de multa de R$ 20 mil por cada descumprimento.
Em 22 de abril, o juiz Clovis Ricardo de Toledo Junior indeferiu o pedido de tutela antecipada, pois acredita ser necessário ouvir a defesa das entidades antes, e marcou audiência de reconciliação para o último dia 23 de junho. Só que a tentativa foi em vão.
A FPF e a Conmebol, também incluídas no processo, não haviam sido citadas em tempo de participar da primeira audiência. Maurício desistiu de processar a confederação sul-americana pela demora em conseguir notificá-la, mas fez questão de manter a Federação Paulista na ação. Assim, a entidade de São Paulo deve receber a visita de um oficial de Justiça nos próximos dias para ter ciência de que também está envolvida no despacho.
ESPN.COM.BR
Na Justiça, torcedor compara tratamento da CBF com deficientes ao nazismo


A NEYMARDEPENDÊNCIA, assim não dá...



Vamos começar combinado que a Seleção dos EUA não é nenhuma Brastemp.
Vamos friamente analisar que foi um joguinho na noite desta terça-feira (8), no Gillette Stadium, em Foxborough, cidade vizinha a Boston, apesar do placar de 4 a 1.
Vamos combinar que o estádio não estar cheio, como num jogo passado que o Brasil atuou nesse mesmo local, é porque quem vai pagar em dólar para assistir à seleção canário desbotado?
A Mídia diz:
“Foi fácil. A seleção brasileira não teve dificuldade para vencer a partida. Se há três meses, os Estados Unidos conseguiram vencer a Alemanha e a Holanda, nesta terça, não conseguiram causar absolutamente nenhum problema para o Brasil”, conforme está escrito no artigo “COM DIREITO A SHOW E DOIS DE NEYMAR, BRASIL PASSA POR CIMA DOS EUA”, de Danilo Lavieri, do UOL, em Foxborough (EUA).
Ufanismo de conveniência.
Porém, altamente revelador, pois consagra a “neymardependência” da seleção brasileira.
Querendo alguns, ou não querendo outros tantos, esse é o GRANDE problema da seleção Del Nero- Dunga- Gilmar Rinaldi, não saber, ou estarem conformados, com essa dependência, com essa situação.
Futebol é jogo de equipe (tou chovendo no molhado) e por isso o time todo tem que jogar, com ou sem Neymar.  
Ficam naquele rame-rame, naquela chatice, esperando que o Moço de Santos resolva o problema e assim não dá.
Se ele não está em campo, o jogo jogado é de uma mediocridade que chega a dar dó.
Assim...
.... Não se pode jogar tudo nas costas do Moço de Santos, não se pode.
É bonito o que ele faz, sem dúvida nenhuma, mas é temerária essa postura, e porque:
Porque se ele se machuca, passa mal, tem piriri, tem uma soltura, tem caxumba (o Barcelona tinha gente para jogar enquanto ele teve essa doença, não ficou esperando por milagres), ou coisa que valha, como se vai fazer?
 O Brasil não joga?
Ou a seleção fica baratinada, não joga, ou apresenta o “Futebol tenha Dó”?
Ou vão rezar para Santo Expedito, o santo das causas urgentes?
Não dá.
Essa ‘formula’, a “neymardependência”, é totalmente Sem-Noção.
E é essa “neymardependência” que revela a incompetência técnica da Dupla Dunga- Gilmar Rinaldi.

Que ler, reflita.

Jorge Eduardo Fontes Garcia.

 Dunga- Del Nero- Gilmar Rinaldi, 

domingo, 6 de setembro de 2015

Nos EUA, seleção de Dunga fez 1 a 0 sobre a Costa Rica .


Se faz necessário comentar sobre essa VERGONHA.
1 x 0 contra a Costa Rica a trigésima nona (39) colocada no Ranking da FIFA.
Que tem a quadragésima sétima (47) posição media desde a criação desse Ranking da FIFA.
E depois ter que ouvir o Dunga, na entrevista, ditar regras...
É DOSE.


   

sábado, 5 de setembro de 2015

Roberto Carlos & Paula Fernandes no Especial da TV Globo 2011

Sensacional artigo de Juca Kfouri - A credibilidade do jogo

 

Juca Kfouri é formado em Ciências Sociais pela USP. Diretor das revistas Placar (de 1979 a 1995) e da Playboy (1991 a 1994). Comentarista esportivo do SBT (de 1984 a 1987) e da Rede Globo (de 1988 a 1994). Participou do programa Cartão Verde, da Rede Cultura, entre 1995 e 2000 e apresentou o Bola na Rede, na RedeTV, entre 2000 e 2002. Voltou ao Cartão Verde em 2003, onde ficou até 2005. Apresentou o programa de entrevistas na rede CNT, Juca Kfouri ao vivo, entre 1996 e 1999. Atualmente está também na ESPN-Brasil. Colunista de futebol de “O Globo” entre 1989 e 1991 e apresentador, desde 2000, do programa CBN EC, na rede CBN de rádio. Foi colunista da Folha de S.Paulo entre 1995 e 1999, quando foi para o diário Lance!, onde ficou até voltar, em 2005, para a Folha.


05/09/2015 12:00

O futebol corre risco no Brasil, o país pentacampeão mundial.
E não é por causa da montanha de dinheiro que o envolve fora de campo.
Corrupção na CBF, ou na Fifa, existe há décadas e o torcedor, infelizmente, não se mobiliza contra os cartolas corruptos.
Tanto que sai João Havelange e entra Joseph Blatter, ou saem Ricardo Teixeira e José Maria Marin e entra Marco Polo Del Nero, e o torcedor prossegue nem aí para eles.
Mas quando a corrente da credibilidade do jogo é ameaçada, o risco de o torcedor virar as costas para o futebol passa a ser ponderável.
O Brasil viveu escândalos em seu futebol nas últimas três décadas.
Nos anos 80 do século passado, a Máfia da Loteria Esportiva, em 1982.
Nos 90, o caso Ivens Mendes, em 1997.
Na primeira década deste século, o caso Edílson Pereira de Carvalho, em 2005.
Agora, erros e mais erros, acima do razoável, levam o torcedor a ficar desconfiado.
Exigir transparência da CBF é o mesmo que pedir ao sedento no deserto que não beba a água encontrada num oásis.
Urge a implantação da arbitragem eletrônica para dirimir lances que causem dúvidas.
Porque o que ocorre na arbitragem é decorrência direta da desmoralização da cartolagem.
E que sejam punidos os cartolas corruptos, como tem acontecido com políticos e empresários envolvidos em mensalões e petrolões.
Os da CBF, das federações e dos clubes.
Assim como os de TODOS os governos, partidos e empresas.

Levir crava: “Campeonato manchado”- "Vivemos num país desonesto", lamenta treinador - Por Léo Simonini Belo Horizonte

Levir Culpi; Atlético-MG (Foto: Bruno Cantini/CAM)
Levir Culpi está preocupado com o emocional dos jogadores (Foto: Bruno Cantini/CAM)

Emocional pesa contra o Galo, e Levir crava: “Campeonato manchado”
Desfalques contra o Vasco ficam em segundo plano em meio a clima de desconfiança com relação à arbitragem. "Vivemos num país desonesto", lamenta treinador.
Depois de mais uma arbitragem tumultuada no meio de semana, Levir Culpi reconhece que o maior desafio do Galo na partida deste sábado, às 19h30 (de Brasília), contra o Vasco, no Maracanã não estará relacionado ao futebol. Até mesmo a ausência de quatro titulares fica em segundo plano no momento em que o lado emocional dos jogadores é o principal foco de preocupação do treinador. Segundo ele, conversas a respeito da arbitragem existem e que o maior desafio dele para o jogo deste sábado é fazer com que os jogadores pensem apenas no duelo com o time carioca.
- O maior problema nosso é tirar esse foco da arbitragem e concentrar o time no jogo. Mas estamos conversando, e tomara que amanhã a equipe tenha uma produção em campo, independentemente do que acontecer com a arbitragem.  
Apesar do discurso conciliador, o técnico do Galo não hesita em afirmar que esta edição do Brasileirão já está manchada por causa dos seguidos erros contra uns e favorecimento a outros.  
- O Campeonato Brasileiro de 2015 já está manchado pela arbitragem. (Grifo meu)
Não me lembro de ter havido, nos últimos tempos, tamanha comoção em torno de arbitragem. Realmente causa desconfiança. Situações repetidas... E isso tira um pouco o foco. O trabalho é esse: colocar para os jogadores que tem que ganhar da melhor maneira possível e mais honesta que puder. Ficamos desconfiados, sim, porque vivemos num país desonesto, todos somos desonestos e deve ter havido alguma coisa. Mas temos lei e precisamos provar, como na máfia de 2005. Pegaram o cara e ele sumiu do mapa, pelo menos isso, mas acredito sim em tudo porque somos na essência um país desonesto.
O treinador do Galo também ressalta que os próprios times tentam tirar vantagem em tudo. O problema é cultural, segundo ele.
- Não temos uma educação dirigida para a honestidade e queremos tirar vantagem das coisas. O Corinthians acha que vai vencer os adversários encharcando o gramado. O Atlético acha que enfrentando o time no Independência os adversários vão se sentir acuados. Os gaúchos dão palestras para os gandulas. O Goiás acha que leva vantagem jogando num estádio maior. O que se espera da arbitragem, dos jogadores, dos técnicos. O problema é geral, a cultura é essa.  
Em meio a este clima, o treinador minimiza os desfalques de jogadores como Marcos Rocha, Jemerson, Douglas Santos e Luan.  
- Alguns na Seleção, alguns levaram cartão, uma coisa esperada. Mas não vai haver mudança drástica no sistema porque temos jogadores para substituir. E nem é questão de ritmo, está tudo bem, dá para poder manter. No jogo passado ficamos com um jogador a menos perto dos 45 e mesmo no fim do jogo tivemos chance de empatar. Ainda temos consistência para administrar problemas de cartões e contusões.

Acima eu grifei as palavras do grande Levir Culpi, um treinador de respeito, porque considero que os árbitros estão fazendo um grande mal ao futebol brasileiro, e a CBF nada faz para modificar essa situação, nem tão pouco os clubes se manifestam veementemente sobre esse absurdo que está acontecendo no Brasil, ou seja, uma arbitragem PÍFIA

http://globoesporte.globo.com/futebol/times/atletico-mg/noticia/2015/09/emocional-pesa-contra-o-galo-e-levir-crava-campeonato-manchado.html?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_content=Esporte&utm_campaign=globoesportecom

23ª RODADA DO BRASILEIRÃO.

23ª RODADA

SÁBADO 05/09/2015

   MORUMBI 19:30
SÃO PAULO x INTERNACIONAL

      
   MARACANà19:30
VASCO x ATLÉTICO- MG


      ARENA DA BAIXADA 21:00
ATLÉTICO- PR x JOINVILLE
          

DOMINGO 06/09/2015

MINEIRÃO 11:00
CRUZEIRO x FIGUEIRENSE

ARENA CONDÁ 11:00
CHAPECOENSE x PONTE PRETA

ARENA PALMEIRAS 16:00
PALMEIRAS x CORINTHIAS

MARACANà16:00
FLU x FLA

ARENA DO GRÊMIO 16:00
GREMIO x GOIÁS

RESSACADA 16:00
AVAÍ x CORITIBA

ILHA DO RETIRO 18:30
SPORT x SANTOS