domingo, 26 de janeiro de 2020

“ PREGUIÇA SOCIAL” e o comportamento de vida. autor Jorge Eduardo Garcia




Eu não tenho paciência com os chamados “donos das verdades”, por isso, meus artigos são longos , pois,  assim, posso demostrar as bases das minhas opiniões, e evidenciar que não quero ter as posturas desses que considero uns verdadeiros imbecis.
Certo dia a eu vendo a TV( velho gosta de TV) quando apareceu Lula da Silva, o luminar das causas sem noção, dizendo que ser “ gay era por causa do meio que a pessoa foi criada, que a pessoa vive”.
Lula da Silva age como papagaio, pois ouve e repete sem saber bem o que está repetindo, é um verdadeiro parlapatão.
Lula da Silva foi infeliz no caso dos gays, mas isso não importa para essa meditação.
Contudo... ele tem razão em uma coisa “ o meio que a pessoa foi criada, que a pessoa vive” é de vital importância para seu comportamento de vida.
Mauricio de Souza, um rapaz que não teve grandes oportunidades, demostrou nesse sábado grande sabedoria ao contar e CONDENAR uma história de certa família que mora na favela, que tem condições de sair da favela, mas que não quer sair, pois, tem TUDO de graça, que invadiu o terrenos dos outros, e assim não paga luz agua, IPTU, etc. e tal, o que faz deles uns aproveitadores sociais.
Completando ele com uma reprovação veemente, pois afirmou que a filha da família não recebe uma educação que lhe proporciona o incentivo de sair da favela, morar com dignidade em casa própria em outro local, pagando que que a maioria dos brasileiros  paga para morar.
Eu, pegando carona, afirmei que o pior é que essa menina não vai ter nenhum incentivo para se educar, para buscar a cultura, para ter uma instrução superior, nem a técnica, para se formar, JÁ QUE O MEIO EM QUE VIVE  A FAZ QUERER CONTINUAR NA MESMA SITUAÇAO, QUE EU CHAMO DE “ PREGUIÇA SOCIAL”.
O cidadão, meu compatriota, Thiago Martins, nascido em 19 de setembro de 1988, foi abandonado pelo pai quando ainda era bebê, e a partir daí, passou a morar com sua mãe Maria Lúcia na casa dos patrões, onde ela trabalhava como empregada doméstica, para a seguir ser criando na Favela do Vidigal, teve seu irmão mais velho, Carlos André, baleado durante uma troca de tiros. Uma vida que parecia não ter nenhum futuro.
Thiago Martins como menino pobre e favelado buscou no futebol sua oportunidade.
Contudo aceitou o incentivo dos patrões de sua mãe, Ricardo e Gisela Amaral, os famosos donos da noite do eixo Rio São Paulo NY, e foi se aprimorar como ator no grupo de teatro Nós do Morro, um projeto social ao pé da Favela do Vidigal.
Graças a Deus deu certo, e Thiago Martins com 11 anos apareceu na televisão em uma participação no Especial de Natal da Xuxa intitulado Uma Carta Para Deus, isso em 1999.
Daí sua carreia decolou, e hoje é um celebre ator Global,  com 32 anos, agora atuando como o personagem  Ryan dos Santos Silva na novela “ Amor de Mãe”.
O QUE QUERO DESTACAR é que em um programa sobre sua vida ficamos sabendo que a primeira coisa que Thiago Martins fez quando juntou dinheiro suficiente foi comprar  uma casa para dona Maria Lúcia, sua mãe, fora da Favela do Vidigal.
Que moço notável.
Ele não tem vergonha de suas origens, mas quis dar aquela que o criou com tanto amor uma vida em um local onde dona Maria Lúcia viverá certamente sem sobressaltos, sem receber um tiro mortal como  Carlos André, seu filho mais velho.
Repito: Que moço notável.
Thiago Martins não se deixou abater pela “ PREGUIÇA SOCIAL”, foi a luta, e conquistou respeito e admiração de seus compatriotas, inclusive dos velhos como eu.
Infelizmente Mauricio de Souza não teve a oportunidade que a vida proporcionou a Thiago Martins, mas Mauricio de Souza demostrou que tem bom senso, e condena aqueles que vivem na “ PREGUIÇA SOCIAL”.
A “ PREGUIÇA SOCIAL” é a doença mental da GRANDE MAIORIA DOS BRASILEIROS, pois os imobiliza, os paralisa, os retém num estado de inércia, numa estagnação que não os fazem buscar educação, cultura, bem estar social, nadica de nada...ficam vegetando no mesmo local onde levam uma existência pífia, ordinária, sórdida, e isso os tornam cidadãos de quinta categoria.
O pior é que os pais, dotados de “ PREGUIÇA SOCIAL”, não incentivam a seus filhos aos estudos, para eles o que os péssimos professores de nossas escolas públicas empurram goela abaixo deles está bom, até porque não sabem avaliar o que é imposto aos menores de nosso Brasil que já foi Varonil.
A Favela foi o resultado de uma falta de política estatal do Império visando a população de  escravos no Brasil, jogaram os afrodescendentes na rua da amargura, já que não construíram uma política econômica e social para absorver os braços escravos, braços esses aquém devemos ao primordiais de nossa economia como Nação livre.
Daí minha permanente condenação a Dom Pedro II como grande estadista, pois , ele não é.
Claro que na Favela tem gente de bem, gente que está ali por falta total falta de oportunidades, na maioria nordestinos, mas se sabe que esses migrantes querem o melhor para seus filhos, lutam por isso, e quando podem agem como Thiago Martins, saem da Favela para terem uma vida sem grandes sobressaltos, sem balas perdidas de cá para lá, sem polícia ou traficantes adentrando as suas moradas a qualquer hora, em qualquer tempo.
A sabido que essa parte da população das Favelas não querem isso de maneira nenhuma.
Mas, repito, Mauricio de Souza tem razão a maioria não quer sair, são doentes da famosa
 “ PREGUIÇA SOCIAL”, uma doença que graça na surdina , na calada, e sem parar de norte a sul, de lesta a oeste, desse nosso Brasil que já foi Varonil.
Assim, o meio que a pessoa vive é de vital importância para seu comportamento de vida.
E ponto final.
Jorge Eduardo Garcia
São Paulo, Domingo 26/01/2020



sexta-feira, 20 de dezembro de 2019

Historia do Direito Administrativo Brasileiro. autor : professor Caio Tácito, comentário Jorge Eduardo Garcia

"La primera expresión de la ensefianza deI derecho administrativo en América Latina corresponde a Chile. En 1859 se ~ublicó en Santiago el libro: Principios Elementares de Derecho Administratü'o Chileno, adoptados a la ensefianza deI ramo en el Instituto Nacional. Esta obra se atribuye a don Santiago Prado" (nota n 7, á pág. 49).
Não obstante a autoridade do eminente publicista portenho, a sua afirmação sobre a prioridade cronológica na bibliografia latino-americana de Direito.)
Administrativo deve ser retificada. Anteriormente à data por ele indicada , o ano de1859 - já se publicara no Brasil a primeira obra sobre esse ramo da ciência jurídica.
O cultivo, entre nós, da ciência do Direito Administrativo adquiriu relevo com a criação da respectiva cadeira na seriação dos cursos jurídicos.
Destaca-se:
O ilustre bacharel Vicente Pereira do Rêgo, encarregado da regência da cadeira na Faculdade de Direito do Recife, publicou, em 1857, os "Elementos de Direito Administrativo Brasileiro, comparado com o Direito Administrativo Francês, segundo o método de P. Pradier-Foderé". Editada pela Tipografia Universal, à rua do Colégio n. 18, a obra se apresentava em dois tomos, in-octavo, com 228 e 219 páginas, :respectivamente, comportando três Partes.
A primeira estuda o conceito de Administração e os principais órgãos gerais e provinciais; a segunda dedica-se à administração contenciosa e vários tipos de tribunais administrativos; a terceira.
finalmente, analisa os vários meios de ação administrativa e a disciplina pelo
Estado de determinadas atividades privadas, concluindo pela apreciação dos bens
nacionais, dos impostos e dos encargos financeiros do Estado.
Consagrado especialmente à sua finalidade didática, o trabalho do professor pernambucano não se destaca pelo espírito inovador ou a intuição criadora. Representa, no .entanto, apreciável síntese dos conhecimentos contemporâneos e, sobretudo, uma visão geral do direito brasileiro nos meados do século XIX.
Independente, porém, de qualquer valor intrínseco, os dois modestos volumes de Vicente Pereira do Rêgo têm direito a uma láurea indiscutível: a de ser o pioneiro da bibliografia de Direito Administrativo na América Latina e, mesmo, possivelmente, nas três Américas, conhecido como é o tardio reconhecimento da autonomia dessa disciplina na América do Norte.
Antecipando-se que dois anos à publicação chilena, a que se referiu o ilustre professor argentino Benjamin VilIegas Basavilbaso, historiando a evolução da disciplina, o autor brasileiro permite reivindicar para as nossas letras jurídicas a primazia continental na especialidade.
Os "Elementos de Direito Administrativo Brasileiro", divulgados, em primeira edição em 1857 e mais tarde reeditados, em 2.8 e 3.8 edições, corretas e aumentadas, em 1860 e 1877 (nessa última já com o seu título alterado para "Compêndio ou repartições escritas sôbre os elementos de Direito Administrativo para uso das Faculdades de Direito do Império"), são, realmente, o primeiro livro sobre a matéria na América Latina.
Autor do acima: CAIO TÁCITO
Prof. de Direito Administrativo na Fac. de Direito do Rio de Janeiro

O ilustre bacharel Vicente Pereira do Rego é avô de meu avô materno Luis Francisco, portanto meu trisavô,  como consta da certidão de nascimento desse, Vide:



A HISTÓRIA DA AREIA DO BRASIL PARA O CAIXÃO DE PEDRO II. autor: Jorge Eduardo garcina


Uma historinhas para enaltecer a Dom Pedro de Alcântara, puro conversa de historiador que não quer contrariar o estabelecido. Leiam Exílio E Morte Do Imperador Lídia Besouchet , que o desmistifica, e demostra que essa ´história da terra' é da Carochinha.
Em 49 anos no Trono, ele não fez nada para modificar nosso padrão econômico, não fundou nenhum grande estabelecimento - o colégio Pedro II foi a Regência que organizou - quando das Leis de abolição das escravatura estava sempre em viagem, uma delas com Arthur de Gobineau, que além de odiar o Brasil, é conhecido por ajudar a legitimar o racismo pelo uso da teoria racista científica e "demografia racial" e por desenvolver a teoria da raça- mestre ariana, usada pelos líderes do Partido Nazista como base de sua Doutrina. Nos encontros com D. Pedro II afirmava Gobineau " que Brasil não tinha futuro, país marcado pela presença de raças que julgava inferiores. A mistura racial daria origem a mestiços e pardos degenerados e estéreis. Esta característica já teria selado a sorte do país: a degeneração levaria ao desaparecimento da população. (Brasiliana, abaixo citada, página 74). A única saída para os brasileiros, seria o incentivo à imigração de "raças" europeias, consideradas superiores:
“ Mas se, em vez de se reproduzir entre si, a população brasileira estivesse em condições de subdividir ainda mais os elementos daninhos de sua atual constituição étnica, fortalecendo-se através de alianças de mais valor com as raças europeias, o movimento de destruição observado em suas fileiras se encerraria, dando lugar a uma ação "
Um pensamento que gerou o incentivo para o acolhimento dos alemães no Brasil, via Joinville ou Colônia Dona Francisca com a companhia de Christian Mathias Schroeder (Hamburgo, 27 de janeiro de 1778 – Hamburgo, 25 de janeiro de 1860) foi um senador da cidade de Hamburgo, localizada no norte da Alemanha.
Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga não foi nada Magnânimo e sim mais um BLEFE na História do Brasil.
Enquanto o povo não souber sua real história não podemos nos considerar uma Verdadeira Nação.
Legado do avô de Dom Pedro, o senhor Dom João VI, o pai da nacionalidade:
1. Na economia D. João determinou mudanças de largo alcance, iniciando a partir da abertura dos portos e da abolição do monopólio comercial dos portugueses, tendo a Inglaterra como a grande beneficiada.
2. a Imprensa Régia,
3. o Jardim Botânico;
4. o Arsenal de Marinha,
5. a Fábrica de Pólvora,
6. o Corpo de Bombeiros,
7. a Marinha Mercante,
8. a Casa dos Expostos.
9. as Escolas no Rio, Pernambuco, Bahia e outros lugares, tais como teologia, dogmática e moral; cálculo integral, mecânica, hidrodinâmica, química, aritmética, geometria; francês e inglês; botânica e agricultura, e várias mais.
10. a Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro,
11. a Academia dos Guardas-Marinhas, a Real Academia Militar,
12. Fomentou a fundação de diversas sociedades e academias para estudos científicos, literários e artísticos, como a Junta Vacínica, a Real Sociedade Bahiense dos Homens de Letras, o Instituto Acadêmico das Ciências e das Belas-Artes, a Academia Fluminense das Ciências e Artes
13. a Real Biblioteca, núcleo central da atual Biblioteca Nacional;
14. o Museu Real, , numa iniciativa para estimular o conhecimento científico no Brasil. Inicialmente o museu abrigou coleções de materiais botânicos, de animais empalhados, de minerais, de numismática, de obras de arte e de máquinas. Herdou algumas das aves empalhadas da antiga Casa dos Pássaros, primeiro museu de história natural brasileiro, fundado pelo vice-rei Dom Luis de Vasconcelos. A primeira sede do Museu Real localizava-se no Campo de Santana, no centro da cidade, em um prédio mais tarde ocupado pelo Arquivo Nacional.
15. O Teatro Real de São João, além de recrutar solistas de canto de fama internacional e patrocinar os músicos da Capela Real, onde se incluía o padre José Maurício, o maior compositor brasileiro de seu tempo.
16. Contratou a Missão Artística Francesa, que resultou na criação da Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios, antecessora da Academia Imperial de Belas Artes, de fundamental importância para a renovação do ensino e produção de arte no Brasil.
Legado de Dom Pedro de Alcântara a Nação:
Nada, nadica de nada
Só conversa de historiador.
“ Dom Pedro fez questão de que o Brasil fosse um dos primeiros países do mundo a possuir um telefone – os primeiros modelos foram instalados no Rio de Janeiro e Petrópolis em 1877, chega ser pandego.
A “ Fala do trono é quando o soberano reinante (ou um representante) lê um discurso preparado para uma sessão do parlamento, esboçando a agenda do governo para a sessão seguinte”, ou seja, não era a do Poder Moderador, não era dele, Dom Pedro II”.
Na Fala do Trono de 1867 do governo de Zacarias de Góis e Vasconcelos ( em função de 3 de agosto de 1866 a 16 de julho de 1868) se falou em gradual erradicação da escravidão, e essa fala foi condenada como "suicídio nacional", pois não apresentava nenhum Plano Econômico para substituir as riquezas advindas da agricultura baseada no braço escravo. .
O senhor Dom Pedro de Alcântara nunca deu crédito as cinco propostas de José Antônio Pimenta Bueno, Marquês de São Vicente, apresentadas em 1866 alegando a Guerra do Paraguai.
A Lei do Ventre Livre de 12 de maio de 1871 aprovada sob o Gabinete de Visconde do Rio Branco, José Maria da Silva Paranhos ( 7 de março de 1871 a 25 de junho de 1875), cujo objetivo era possibilitar a transição, lenta e gradual, no Brasil do sistema de escravidão para o de mão-de-obra livre, de forma a não romper bruscamente com os interesses econômicos escravocratas, onde estava Dom Pedro? Para não ver as consequências em viajem iniciada em 25 de maio de 1871 e terminada em 31 de março de 1872, pois a lei “ contrariou os fazendeiros de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro”.
A Lei dos Sexagenários de 28 de setembro de 1885 que garantia liberdade aos escravos com 60, no Brasil, mas “ não tinha interesse em assegurar o trono para a próxima geração, agora ele não tinha interesse sequer em mantê-lo em seu tempo de vida”, daí essa Lei , que , também. foi consequência do Act Bill Aberdeen, um ato do Parlamento do Reino Unido, promulgado em 8 de agosto de 1845, que autorizava os Navios de Sua Majestade Britânica a afundar qualquer navio suspeito de transportar escravos no oceano Atlântico. Nessa altura " 368 embarcações brasileiras que faziam tráfico de escravos foram postas a pique, muitas em águas territoriais do Brasil".
Quando da Lei Áurea, Dom Pedro II estava em viagem acamado na cidade de Milão, e só desembarcou no Rio de Janeiro em 22 de agosto de 1888.
As palavras dele a época são invenção do historiador fascista Pedro Calmon no afã de construir um Ídolo Nacional na Era Vargas, durma-se com um barulho desse.
Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bibiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga não foi nada Magnânimo e sim mais um BLEFE na História do Brasil, pois não nos legou nada como Nação.
Nada, nadica de nada.
Estudem e verão

Esclarecimentos:
Sobre o escritor fascista Pedro Calmon Moniz de Bittencourt, mais conhecido como Pedro Calmon (Amargosa, 23 de dezembro de 1902 — Rio de Janeiro, 16 de junho de 1985) foi um professor, político, historiador, biógrafo, ensaísta e orador brasileiro.

Eleito em 16 de abril de 1936 para a cadeira 16, cujo patrono é Gregório de Matos, da qual foi o terceiro ocupante. Foi saudado por Gustavo Barroso, em 10 de outubro de 1936. Ocupou a presidência da Casa, em 1945.
Pedro Calmon teve farta produção literária, sobretudo no campo da história E deixou abundante contribuição nas revistas da academia e do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. CONTRIBUIU COM SEUS LIVROS PARA A CONSTRUÇÃO DE ÍDOLOS NACIONAIS DURANTE A ERA VARGAS.
O acadêmico que o saudou não podia ser outro do que o historiador fascista Gustavo Adolfo Luiz Guilherme Dodt da Cunha Barroso OC • ComC • GCSE • GCIP (Fortaleza, 29 de dezembro de 1888 — Rio de Janeiro, 3 de dezembro de 1959) foi um advogado, professor, museólogo, político, contista, folclorista, cronista, ensaísta e romancista brasileiro. Foi o primeiro diretor do Museu Histórico Nacional e um dos líderes da Ação Integralista Brasileira, sendo um dos seus mais destacados ideólogos.
Ação Integralista Brasileira (AIB) foi um movimento político brasileiro ultranacionalista, corporativista, conservador e tradicionalista católico de extrema-direita. Inspirado no fascismo italiano, no integralismo lusitano e baseado na Doutrina Social da Igreja Católica, foi fundado em 7 de outubro de 1932 pelo escritor e jornalista brasileiro Plínio Salgado. Eram conhecidos os como camisas-verdes ou, pejorativamente, como galinhas-verdes por seus opositores, em referência à cor dos uniformes que utilizavam.
O ingresso de Gustavo Barroso na Ação Integralista Brasileira causara grande impacto na opinião pública, pois, Barroso era figura de projeção nacional e internacional. Fundador do Museu Histórico Nacional, Presidente da Academia Brasileira de Letras, ex-Deputado Federal, Folclorista, Historiador, Museólogo, Romancista, Contista, enfim, um homem brilhante, inteligentíssimo, com vasta produção literária em vários campos do conhecimento, só superado por Coelho Neto em quantidade de livros editados.




domingo, 15 de dezembro de 2019

Sobre a COP-25 , Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2019 em Madrid Jorge Eduardo Garcia



Crianças brincando na sujeira do mar, mais um problema para a Humanidade.


Convenção em Madrid de 2 de dez. de 2019 – 13 de dez. de 2019 não deu em nada.
O ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles resumiu, pelo Twitter, a sua visão sobre o acordo climático fechado neste domingo em Madri. "Países ricos não querem abrir seus mercados de créditos de carbono. Exigem medidas e apontam o dedo para o resto do mundo, sem cerimônia, mas na hora de colocar a mão no bolso, eles não querem. Protecionismo e hipocrisia andaram de mãos dadas, o tempo todo", escreveu.
Greta Thunberg , a raivosa, viajou para Espanha e aportou em Portugal para COP-25   em um veleiro feito de três toneladas de fibra de carbono, um molde para o casco e o convés, várias resinas e outros materiais de construção (?) O texto aprovado neste domingo não inclui a seção de mercados de carbono (existente no artigo 6º do Acordo de Paris). Segundo ambientalistas, esse mercado pode ser essencial para metas climáticas ainda mais ambiciosas... A FIBRA É DE QUE?
E a turma que comenta em O Globo caiu matando no ministro.
Pena, que essa turma não aproveita bem o espaço dos comentários, e a maioria só fala abobrinha.
Uma pena, mas em relação ao Clima ...
...A Hipocrisia é total.
Exemplifico:
Nenhum governo quer assumir a proibição da fabricação das garrafas PET , uma indústria milionária, e o que mais se vê nos documentários sobre a poluição de rios, baias, e o próprio Mar Oceano.
Essa Cúpula deveria ter tratado desse problema específico, mas não fez e por quê?
Porque os agentes dos  ESTADOS BUROCRÁTICOS, mas que os representantes dos governos que são temporários,  são movidos por interesses escusos.
Os burocratas vão perder a propina que ganham ao defender as indústrias das garrafas PET?
Claro que não!!!!
Os participantes dos comentários nos jornais deveriam refletir nisso e começar um Campanha pró garrafas de vidro.
Não sou bolsonarista, votei nele para BARRAR a dupla Lula/Haddad.
Considero incapaz para governar, preferia o general Mourão.
Contudo, não adianta xingar o governo, nem o jovem ministro , pois infelizmente esse está certo.
Além do que o problema não está nos governos mundiais, que pode fazer acordos e mais acordos, serão letra morta, pois o problema está no povo dos vários países ao derredor do mundo que continua poluindo o próprio lugar que habita.
INFELIZMENTE.
Sem as garrafas PET , proibidas pelos seus Estados Nacionais via Poderes estabelecidos, eles poluíram menos, pois não?  
Já era um começo.
Não quero que os  meus netos, e os filhos de meus amigos, vivam no mundo de Mad Max - Além da Cúpula do Trovão, em uma Era pós-apocalíptico.
Por isso sou contra as garrafas PET, só para começar.
Essa é minha opinião e ponto final
Jorge Eduardo Garcia

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Greta Thunberg, uma garota colérica e furiosa. autor : Jorge Eduardo Garcia


                                               Greta Thunberg, uma garota colérica e furiosa.

O ódio cega, o ódio vicia, além do que o ódio não é opinião, e Greta Thunberg, uma garota  colérica e furiosa,  está tomada por um ódio fervente, portanto,  não tem mais salvação.
“ Atualmente, o termo oficial e CORRETO que foi definido pela Convenção das Nações Unidas sobre o Direito das Pessoas com Deficiência é PcD que significa Pessoa com Deficiência, pois ele esclarece que há algum tipo de deficiência sem que isso inferiorize quem a tem”.
Em primeiro lugar gostaria de afirmar que tenho o maior respeito, o maior carinho, a maior admiração, pelas pessoas com PcD.
Tenho maior respeito, o maior carinho, a maior admiração, pelo Caíto Vicente de Azevedo, uma pessoa portadora de PcD, e porque não dizer que por ele tenho grande amor.
Nunca tive, não tenho e tenho certeza que nunca terei problemas com os PcD.
No caso de Greta Thunberg, a ativista de 16 anos que está por trás do problema climático , a ‘coisa’ é diferente.
Tenho um “problemão”, pois suas atitudes arrepiam meus poucos cabelos na nuca.
Greta Thunberg foi diagnosticada com Asperger, Síndrome de Asperger (SA) é uma perturbação do desenvolvimento caracterizada por dificuldade com as interações sociais, interesses limitados e comportamento repetitivo. ( grifo meu)
Ela alega em seu discurso repetitivo que: "Tenho síndrome de Asperger e isso significa que meu cérebro funciona de um jeito um pouco diferente. Eu vejo as coisas em preto e branco, com lógica. Se eu não fosse tão estranha, então eu teria me distraído com o jogo social que as pessoas jogam”.
Todavia, o que me arrepia, Greta Thunberg afirma isso de maneira raivosa, abespinhada, zangada, com semblante fechado, colérico, cheio de tiques e trejeitos que demostram puro ódio.
Ódio, do latim odĭum, é a antipatia e a aversão para com algo ou alguém, o ódio é irracional, portanto, é comum odiar-se quem faz sofrer ou ameaça a sua existência, o ódio é o sentimento que se reflete através de insultos ou de agressões físicas, por fim : ódio é o oposto do amor.
Um ser humano cheio de ódio, de um ódio fervente, de um ódio que queima, não pode amar em momento algum, não tem como.
Em provérbios 26: 24 está escrito: “quem odeia disfarça as suas intenções com os lábios, mas no coração abriga a falsidade”, porem Greta Thunberg não o disfarça, e continua sua lenga lenga de maneira rancorosa.
As reportagens deixam claro que ela,  uma menina que fugiu da escola, o que me arrepia,  encontra em seus pais ( A mãe, Malena Ernman, é uma reconhecida cantora de ópera e o pai, Svante Thunberg, é um ator e produtor cultura ) o respaldo para sua ‘cruzada’ contra o aquecimento global.
Só que Greta Thunberg não tem base para tal, não é cientista, não é pesquisadora, não tem nem idade para ter uma grande bagagem  sobre o assunto ( nem seus pais tão pouco) é uma simples adolescente de poucas letras e informações que caiu na  “armadilha do ódio”, um ódio que a prende muito intimamente a causa que diz combater – ativismo x aquecimento global.
Greta Thunberg se gaba de usar o Malizia II", um iate feito em fibra de carbono e resinas
( 3 toneladas de fibra de carbono, moldes para casco e convés, diversos materiais de construção e várias resinas cozidas a 120 ° durante o processo de construção) informação 1, e eu pregunto esses materiais são extraídos mesmo de onde? Será da natureza?
O Malizia II" “ carrega um motor de combustão de emergência a bordo de acordo com a Regra da Classe IMOCA 2019 V.1.1, número C.6.1 (a): “ Um motor […] deve ser instalado permanentemente, permanentemente conectado ao barco e não ser movido ” informação 2.
“Esta é uma medida de segurança prescrita pela International Monohull Open Class Association (IMOCA). Durante a temporada normal, usamos o motor apenas em uma extensão mínima, ou seja, para aproximar e sair com segurança do cais e das marinas” informação 3.
Mas aí vem a cavilação: “ Agora, para a viagem transatlântica de Greta, o motor não será utilizado de modo a ser consistente com a mensagem de Greta e da Equipe Malizia de sustentabilidade e proteção ambiental. De fato, o motor será oficialmente selado antes de partir para a travessia” informação 4.
Todavia: “Embora o motor permaneça sempre desligado, ele permanecerá totalmente operacional e pronto para uso em caso de emergência, a fim de respeitar a Regra da Classe IMOCA. A segurança da tripulação e do barco é sempre de primordial importância para nós. informação 5”

Indiscutivelmente Greta Thunberg foi e é usada pela equipe Malizia de Pierre Casiraghi, filho da princesa Caroline de Mônaco, para uma boa propaganda de seu produto, isso de conluio com Svante Thunberg, pai da ativista, e eu pergunto:  quanto será que ele recebeu ?
 Svante Thunberg não me parece santo, se fosse não permitira que sua filha com Asperger, Síndrome de Asperger (AS) se expusesse a tal feitos, e o que é pior demostrando tanta raiva, tanta ira, tanto ódio, que tira dela toda legitimidade possível, pois não?
O ódio cega, o ódio vicia, além do que o ódio não é opinião, e Greta Thunberg, uma garota  colérica e furiosa,  está tomada por um ódio fervente, portanto,  não tem mais salvação.
Eu me lembro da escritora negra Carolina de Jesus que na década de sessenta lançou o livro “Quarto de despejo: Diário de uma favelada” que foi explorada ao extremo, enaltecida como gênio da raça,  pela Esquerda Delirante , que a época fazia e acontecia ( não tinha ocorrido  o Golpe de 64), e que acabou morrendo na pior merda, não há outra expressão, aos 62 anos em seu quarto, em Parelheiros, na Zona Sul de São Paulo, no dia 13 de fevereiro de 1977,  vítima de uma crise de insuficiência respiratória,  e TOTALMENTE ABANDONADA por aqueles que um dia a enalteceram até não pode mais.
Não sou profeta, pitoniso, adivinho, mas tenho a certeza absoluta que passada a onda do clima, a onda contra a Nação Brasileira,  Greta Thunberg, uma garota colérica e furiosa , será tão esquecida qual Carolina de Jesus.
Quem viver, verá.
Essa é minha opinião e ponto final.

Jorge Eduardo Garcia

domingo, 1 de dezembro de 2019

As senhoras do Palácio do Eliseu de Paris Capítulo 20 Na República pós Império


7- Elise Thiers, nascida Eulalie Élise Dosne, esposa de Adolphe Thiers, presidente da República Francesa de 31 de agosto de 1871 a 24 de maio de 1873, em substituição ao grande Napoleão III, o Refundador da França, que doente grave perdeu a Guerra Franco Prussiana de 19 de julho de 1870 a 10 de maio de 1871, e foi  destronado, é uma bela mulher, mas o casal não mora no Palácio do Eliseu, optaram morar em Versalhes porque Élise tem medo de Paris.
Ela afirmou: "Não ficaríamos quinze dias em Paris sem que Thiers fosse assassinado”.
No entanto, ele trabalha no Palácio do Eliseu durante o dia e participa de jantares diplomáticos”.
Adolphe Thiers foi o primeiro governante francês republicano partidário do poliamor, pois era casado com Elise e amante da mãe dessa Eurydice, ela tinha 32 anos e ele 30 anos. Em 1871, Eurydice faleceu, mas Adolphe Thiers continua seu relacionamento duplo e a bola da vez é a cunhada Felice.
Os cantores populares entoam o seguinte versinho:
« Je n'ai ni Montespan, ni Fontanges, La Vallière, ni Maintenon
Mais j'ai Madame Thiers, un ange Et Félicie un joli nom »
As três primeiras amantes de Luis XIV e a última primeiro amante depois esposa morganática do Rei Sol
Todo verão, o presidente, sua esposa e sua irmã vão a Dinard e Trouville e caminham na praia com os burgueses da época.
Ele morreu cercado por Élise e Félicie em 3 de setembro de 1877, ela morreu em 11 de dezembro de 1880, em sua mansão, Place Saint-Georges, e 9e arrondissement de Paris , hoje sede da La Fondation Dosne-Bibliothèque Thiers, propriedade de l'Institut de France.
Félicie morreu em 16 de janeiro de 1906, mas, em 1900 ela havia doado todos os papéis de seu cunhado a Biblioteca Nacional da França, no Museu do Louvre.
Assim e conta a história do poliamor na Presidência da República Francesa.

8- Élisabeth de Mac Mahon, nascida Elisabeth Charlotte Sophie de La Croix de Castries, da  Casa de Castries , uma antiga família da nobreza do Languedoc , esposa de Patrice de MacMahon , conde de MacMahon , primeiro duque de Magenta , marechal da França e presidente da República Francesa entre 1873 e 1879, é uma senhora robusta e rubicunda, portanto não doou nada de beleza aos salões do Eliseu.
Seu pai, Armand de La Croix de Castries (1807-1862), gentilhomme ordinaire de la chambre du Roi, sua mãe é Marie-Augusta d'Harcourt Elizabeth de Mac Mahon é neta de Armand Charles Augustin de La Croix, 1º Duque de Castries (1756-1842), um título hereditário criado por Luis XVIII, Tenente-General ( général de corps d'armée), Par da França, governador do château royal de Meudon, na comuna de Meudon, Ilha de França, actualmente uma comuna suburbana a Oeste de Paris. Foi residência de Luís, Grande Delfim de França.
A Casa de Harcourt é uma família da nobreza feudal francesa  originária da Normandia, descendente de Robert I d'Harcourt,  le Fort, morto antes de 1118, por seu filho Guillaume ( Guilherme)  d'Harcourt, senhor d'Harcourt, de Calleville, de Beauficel, de Bourgtheroulde, de Boissey-le-Châtel de Lisors, de Bouville et de Renneville.
Foram: Oficias da Legião de Honra, e das Ordens do rei de França,  Chanceler da Inglaterra, Chambellan do Rei da França ( gentilhomme de serviço no quarto do soberano), Grão-mestre de Águas e Florestas, Procurador-Geral,Secretário de Estado, Chanceler do Tesouro, embaixadores, membros de  l'Académie française, parlamantares,  Secretário-Geral do Eliseu.
Funções militares: Governador da Normandia, Governador da Picardia, Condestável da Normandia, Chambellan da Normandia, Marechal da França, Almirante da França, Marechal da Inglaterra, Capitão do Mont Saint-Michel.
Funções eclesiásticas: Arcebispo de Rouen, Arcebispo de Narbonne, Arcebispo de York, Patriarca de Antioquia, Patriarca de Alexandria, Patriarca de Jerusalém, Bispo de Salisbury,
Bispo de Bayeux, Bispo de Coutances, Bispo de Lisieux, Bispo de Amiens, Bispo de Amiens, Bispo de Tournai, Bispo de Orleans, Bispo de Béziers, Bispo de Carlisle.
Residências- Casas atuais: Castelo de Thury-Harcourt, Castelo de Orcher, Castelo de Maisons-Harcourt, Castelo de Saint-Eusoge, Castelo de Grosbois-en-Montagne, Castelo de Vibraye, Castelo de Argenson, Castelo de Saint Marcel d'Ardèche, Castelo de Beaufossé,Castelo de Montmelas.
Títulos na França: senhor de Harcourt (baronato), Senhor de Elbeuf (1265), Visconde de Châtellerault (cerca de 1280), Conde de Harcourt (1338), Conde de Aumale (1345), Barão d'Olonde (em Canville-la-Rocque), Senhor de Tilly-sur-Seulles, Barão de Bonnétable, Senhor de Beaufou, senhor de Écouché, Senhor de Fontaine-Henry, Marquês de Beuvron-en-Auge (1593), Marquês de Thury (1635), Marquês de La Mailleraye-sur-Seine (1698), Conde de Sézanne, Conde de Lillebonne (1701), Duque de Harcourt (1700) e pares da França em 1709, depois duque em 1814, Marquês d'Harcourt e pares da França (1817)
Portanto, - Élisabeth de Mac Mahon, nascida Elisabeth Charlotte Sophie de La Croix de Castries, era de origem nobre até a medula.

Casada aos 20 anos com Patrice de Mac Mahon, ela tinha 39 anos, em 1873, quando seu marido se tornou presidente da República, portanto foi esposa do presidente de 24 de maio de 1873  a  30 de janeiro de 1879,  5 anos, 8 meses e 6 dias.
Apesar de rotunda, ela anda na moda e está sempre vestida com distinção e de acordo com as ocasiões.
Imediatamente, ela decidiu renovar o Palácio do Eliseu e o trabalho foi lançado para torná-lo mais luxuoso, pois seu gosto pela performance pública e a arte da representação o indubitavelmente o inspiraram a reconstruir o luxo no Eliseu.
Como mulher do mundo, ela organiza recepções no palácio, misturando a antiga e a nova nobreza.
Na ocasião da vinda para a França do futuro Nicolau II, imperador de Todas as Rússias, que ela transforma a sala de baile do Eliseu na sala de jantar de honra e pede um serviço em vermeil ainda usado por nossos dias.
Ela está presente, durante a noite de gala da inauguração da nova Opéra Garnier, em 8 de janeiro de 1875. Elisabeth voluntariosa, com sua autoridade natural, determinação e liberdade de pensamento, mantém seu papel de esposa do presidente para cumprimentar algumas cabeças coroadas e dignitários estrangeiros.
Ao contrário de muitas esposas dos presidentes da República, Elisabeth, por suas convicções políticas, influencia o Presidente da República.
Assim, indica quando não gosta de um ministro ou de um alto funcionário.
Élisabeth de Mac Mahon gosta de agir de acordo com sua ideia e, muitas vezes, de vanguarda, com um espírito visionário e o senso do humano.
Élisabeth de Mac Mahon ocupou, durante vários anos, a presidência do Comitê Central da Cruz Vermelha Francesa e no Palácio do Eliseu, fundou fabriqueta para fazer enxoval para crianças pobres.
Quando o marido renunciou em 1879, o casal se retirou para o Loiret em seu castelo na Floresta.
Ela morreu em 20 de fevereiro de 1900 e está sepultada no cemitério Père-Lachaise.


9- Coralie Grévy, nascida Coralie Marie Louise Eudoxie Fraisse, de saúde frágil, esposa de Jules Grevy, presidente da República Francesa de 30 de janeiro de 1879 para 2 de dezembro de 1887, 8 anos, 10 meses e 2 dias, também, não doou nada de beleza aos salões do Eliseu.
A filha deles, Alice, é esposa de Daniel Wilson, mentor do Escândalo das Condecorações, o que força Jules Grévy a renunciar à Presidência.
Donné aux gafes essa pequena burguesa seu estilo de vida ao Eliseu, mas cumpri as obrigações presidências oferecendo três bailes por ano e organizando as recepções.
Faleceu em 1 de março de 1893, aos 81 anos, em Mont-sous-Vaudrey ( Jura ), e está sepultado ao lado do marido no cemitério local.











As senhoras do Palácio do Eliseu de Paris Capítulo 19 No II Império e as reformas



Durante o governo provisório da II e República o palácio recebe o nome de original de « Élysée national » e onde o cantor popular Pierre-Jean de Béranger recebe a  “homenagem de 800 cantores, músicos e mendigos de rua, e seus jardins são abertos ao público, onde concertos são realizados, um parque de diversões é montado e fogos de artifício são disparados, ou seja virou local de verdadeiros freges.
“ Por uma lei comum 62 de 12 de dezembro de 1848 adotada na emergência (parecia lógico que o general Cavaignac , chefe do poder executivo do Governo Provisório e candidato à presidência, continuasse em caso de eleição em seu Hotel de Mônaco, mas o contagem dos votos de 11 de dezembro mostraram uma vitória sobre Luís Napoleão Bonaparte), a Assembleia nacional atribui o palácio como residência do Presidente da República. De fato, o artigo 62 da Constituição de 1848 previa que o presidente "estivesse alojado às custas da República" e residisse "no local onde a Assembleia Nacional fica", assim em Paris. Louis-Napoleon Bonaparte , o primeiro presidente eleito por sufrágio universal em 1848, é visto não atribuir o Tulherias , mas o Palácio do Eliseu, lembre-se que seu tio tinha em seu coração de residência, mas tinha abdicado. Logo após sua chegada, em 20 de dezembro, o primeiro presidente da nova República foi ao boudoir de prata, onde seu tio abdicou, e notou na parede, pendurado, um retrato deste último e ao lado de sua mãe Hortense de Beauharnais”.
Com Charles-Louis-Napoléon Bonaparte,  Louis-Napoléon Bonaparte, que sob o nome de Napoleão III, o Refundador da França, se torna imperador dos franceses de 2 de dezembro de 1852 a 4 de setembro de 1870,  17 anos, 9 meses e 2 dias, veem para o Palácio do Eliseu sua nova esposa, a bela espanhola Maria Eugenia Ignacia Augustina de Palafox-Portocarrero de Guzman e Kirkpatrick, decima nona condessa de Teba - Eugénie de Montijo - que com sua graça e beleza abrilhantou os salões do Eliseu.
Maria Eugenia nasceu em Granada no número rua Gracia 12, no dia 5 de maio de 1826, segunda filha de Dom Cipriano Palafox e Portocarrero-Idiaquez, chefe das casas da Portocarrero, Zúñiga e Guzmán, um liberal e maçom, e de doña Enriqueta María Manuela KirkPatrick de Closeburn y de Grevignée.
Os títulos completos de Dom Cipriano eram:
XIII Duque de Peñaranda de Duero, XIV Marquês de La Bañeza, XIII Marquês de Valdunquillo, XIV Marquês de Mirallo, XVII Marquês de Moya, XVI Marquês de Villanueva del Fresno, Marquês de Barcarrota, VIII Marquês de Ossera, VII Marquês de Castañeda, XII Marquês de Algaba, IX Marquês de Valderrábano, VIII Conde do Montijo, XVIII Conde de Miranda de Castañar, XII Conde de Banhos, X Conde de Mora, XII Conde de Casarrubios del Monte, IX Conde de Santa Cruz da Serra, XIX Conde de San Esteban de Gormaz, VII Conde de Fuentidueña, VIII Conde de Ablitas, VIII Visconde da Estrada, XVII Visconde dos Palácios de Valduerna, XXV Senhor de Moguer, Cavaleiro da Justiça da Ordem de São João de Jerusalém, Grã-Cruz da Ordem de Carlos III, Cavaleiro da Legião de Honra, gentil-homem de câmara - que acompanha o rei na saída de seus aposentos.
Maria Eugenia era irmã da celebre Paca de Alba, doña María Francisca de Sales Palafox Portocarrero y Kirkpatrick, por direito próprio XII duquesa de Peñaranda de Duero, seis vezes marquesa, cinco vezes condessa, viscondessa, grande de España e duquesa consorte de Alba de Tormes por seu matrimonio com  Jacobo Luis Rafael Francisco Pablo FitzJames Stuart e Ventimiglia Álvarez de Toledo Beaumont y Navarra, XV Duque de Alba de Tormes, VII Duque de Berwick, e outros títulos sendo doze vezes Grande da Espanha , portanto avoenga do atual Duque de Alba e outros títulos.
Maria Eugenia é educada em Paris no Convento do Sagrado Coração, onde recebe o treinamento tradicional da aristocracia católica da época.
O amigo da família Prosper Mérimée, um escritor, historiador e arqueólogo francês, lhe despertou o amor pelos feitos de Napoleão I Bonaparte, e ela já imperatriz conseguiu que ele fosse nomeado senador.
Em 12 de abril de 1849, numa recepção no Palácio do Eliseu, a princesa Matilde Bonaparte, prima de Luis Napoleão, apresenta-a ao que seria o futuro imperador Napoleão III, enfeitiçado pela elegante exuberância e inteligência de Eugenia, de uma beleza difícil de ignorar, cortejando-a com veemência, mas Eugenia evita o cerco galante como pode.
Luis Napoleão pergunta:
“Eu preciso vê-la. Como posso chegar até você?"
“Eugenia, com reflexos espirituosos e rápidos, respondeu: "Pela capela, Senhor, através da capela".
Domingo 29 de janeiro de 1853 acontece o casamento civil de Luis Napoleão e Eugenia de Montijo no Salão dos Marechais (Salle des Maréchaux) no Palácio das Tulherias.
Na manhã seguinte, segunda feira 30 de janeiro, Eugenia de Montijo, com 26 anos, tornou-se a imperatriz dos franceses ao consagrar seu casamento com Luis Napoleão, de 45 anos, em ato solene no altar-mor da Catedral de Notre-Dame ante do Arcebispo de Paris.
Napoleão II, o Refundador da França, já era Imperador dos franceses desde 2 de dezembro de 1852 e o foi até 4 de setembro de 1870, por 17 anos, 9 meses e 2 dias, período que a França pulou de um Estado Medieval para um Estado Moderno.
O casal imperial se muda para as Tulherias, e Napoleão III decidiu a renovação completa do palácio do Eliseu e contrata o arquiteto, Joseph-Eugene Lacroix, cujos pais são ligados a casa da rainha Hortense, mãe do imperador.
“As estruturas atuais do palácio vêm principalmente deste período, e todo esse trabalho, que terminou em 1867”.
“As dependências são reconstruídas, formando as duas alas laterais com balaustradas que cercam o pátio principal, um andar adicional é adicionado à ala leste do palácio, que abriga os pequenos apartamentos, uma nova sala de jantar é construída na extensão da sala de Murat”.
“Finalmente, na fachada com vista para a rue du Faubourg-Saint-Honoré são acrescentadas janelas, enquanto a entrada principal, o portal para quatro colunas jônicas é substituído por um novo portal ainda mais monumental, coroado com um arco semicircular, ainda hoje utilizado”.
“Os terraços decorados, as salas de estar no térreo foram completamente redesenhadas”.
“As antigas lojas abertas pelos Hovyns no Faubourg Saint-Honoré são fechadas”.
“A mistura dos estilos Segundo Império, Luís XV e Luís XVI, foi a época considerada de mau gosto”.
“E um arranjo mais estranho é certamente o subterrâneo secreto que liga o Palacio do Eliseu a casa de Marie-Clotilde-Élisabeth Louise de Riquet de Caraman-Chimay, condessa de Mercy-Argenteau, a filha mais velha de Michel Gabriel Alphonse Ferdinand Ricky (1810 - 1865), criado Príncipe de Chimay em 1834 e amante de Napoleão III”.
“O palácio habitável novamente, no entanto, nunca mais recebeu o casal imperial, embora tenham mantido apartamentos nele, mas o Eliseu se torna o "hotel oficial dos soberanos que visitam Paris", e onde Napoleão III organiza festas grandiosas”.
“O palácio tem duas entradas principais: a entrada principal fica na rue du Faubourg-Saint-Honoré, a outra, a Grille du Coq, que fica no fundo do parque. A grande entrada permite a entrada no pátio principal e de lá para o palácio e o portal de honra. É dividido em um edifício principal (o antigo "Hôtel d'Évreux") de três andares (contando o sótão) ladeado por duas alas (leste e oeste), respectivamente dois e um nível, afundando no parque e comum em torno do pátio principal”.
O piso térreo do edifício principal tem uma função puramente oficial, hospedando salas cerimoniais para recepções e reuniões com convidados estrangeiros ou para atualmente a reunião do Conselho de Ministros.
Andares, salões e salas:
Bâtiment principal - O edifício principal ainda é chamado de "hotel Evreux".
Rez-de-chaussée - O piso térreo do edifício principal tem uma função puramente oficial, hospedando salas cerimoniais para recepções e reuniões com convidados estrangeiros ou para a reunião do Conselho de Ministros.
1: Terrasse -???
2: Salon d’argent -nela termina a ala, no extremo sul, com vista para o jardim privado a oeste e o parque ao sul. Foi criada em 1807 para Caroline Murat e desde então preservou sua decoração original, apenas a cor do tecido foi alterada em 1813. Esta peça já recebeu vários eventos da história da França ou da presidência da República: Napoleão eu ditou a seu irmão Lucien e assinou em 22 de junho de 1815 sua abdicação (uma cópia do ato original ainda é mantida neste boudoir ), quatro dias após a derrota de Waterloo, o presidente Félix Faure recebe regularmente sua amante Marguerite Steinheil, incluindo a noite de sua morte em 16 de fevereiro de 1899, e Felix Faure permanece até hoje o único presidente ter morrido no palácio durante o mandato. Charles de Gaulle assina sua renúncia à Presidência da República e dela parte do palácio em 28 de abril de 1969, após o fracasso do referendo sobre a reforma do Senado. As primeiras damas Danielle Mitterrand e Bernadette Chirac fizeram dele seus escritórios.
3: Salle à manger Paulin- No local da antiga sala ocupada por Napoleão III, com vista para o canto nordeste dos jardins privados, a sala de jantar é o único testemunho restante das modernas instalações do palácio feitas em 1971 e 1972 por Pierre Paulin, ordenadas pelo Presidente Georges Pompidou e sua esposa Claude
4: Bibliothèque - antigo quarto Nicolas Beaujon, da Duquesa de Bourbon, de Caroline Murat, de Napoleão I, do Duque de Berry e, finalmente, de Napoleão III, que reorganizar a biblioteca em 1860 instalado a biblioteca de sua mãe, a rainha Hortense. Esta peça servirá como escritório a todos os presidentes da República de Patrice Mac Mahon (de 1874) a Vincent Auriol (até 1954). Desde 1995, o Presidente Chirac transformou-o em uma sala privada, composta por uma sala de jantar com televisão, até 2007.
5: Salon bleu - Segundo salão privado de Napoleão III, o salão serviu até 1954 ao chefe da casa militar da presidência da República, antes de ser usado como escritório por René Coty para substituir a biblioteca próxima. Está localizado em frente ao pequeno jardim francês do palácio. Em maio de 2007, a nova primeira-dama da França, Cécilia Sarkozy, esposa de Nicolas Sarkozy, decidiu fazer do Salon Bleu seu escritório. Após o novo casamento, em 2008, do Presidente Sarkozy com Carla Bruni, ela manteve o Salon Bleu como local de trabalho até maio de 2012, final do mandato do Presidente Sarkozy. A companheira de François Hollande, jornalista Valérie Trierweiler, ocupou até 2014.
6: Salon des cartes- Primeiro salão privado de Napoleão III, chamado "Salon des Cartes" ou "salon de cartographie", porque decorado com três cortinas representando um mapa da floresta de Compiègne. Durante a presidência de Valéry Giscard d'Estaing, o show foi decorado com mapas da África e do Oriente Médio.
7: Salle des fêtes- é a principal área de recepção do palácio, principalmente para a cerimônia de inauguração do Presidente da República, os jantares oficiais em homenagem a chefes de estado ou de governo estrangeiros, entrega de condecorações, instalação e cerimônia da tradicional árvore de Natal do Eliseu, algumas conferências internacionais ou coletivas de imprensa.
Foi construído pelo arquiteto Adrien Chancel sobre os planos de Eugene Debressenne, a pedido do Presidente Sadi Carnot, de 1888 e inaugurado até 25 de maio de 1889, com uma festa para 8.000 convidados, apesar de sua decoração estar inacabada, no contexto da exposição universal realizada naquele ano em Paris.
8: Salon Murat - Originalmente, uma grande sala de recepção de Joachim Murat formada a partir de uma pequena capela e a sala de jantar de Nicolas Beaujon, no extremo oeste do edifício principal. A peça mede aproximadamente 100 m2, dimensões idênticas desde a transformação operada por Murat. 9: Salon des Aides de camp - usado para alguns almoços e jantares oficiais quando o número de convidados não excede o número exato de 236, nele está um tapete sobrevivente do palácio das Tulherias (que ficava na sala do trono de Napoleão I, de onde a presença das abelhas imperiais nos quatro ângulos, enquanto a águia em medalhão foi substituída na Restauração por fleurs-de-lis e pela figura de Luís XVIII). Este salão recebe seu nome sob o Primeiro Império em homenagem aos assistentes de campo de Napoleão.
A decoração geral manteve sua aparência original, datada do conde de Evreux. Painéis de madeira, as pinturas, feitas por Charles Landelle para o imperador Napoleão III, representam alegorias dos quatro elementos, paz e discórdia
10: Salon des ambassadeurs- ma grande sala de recepção de Joachim Murat e Napoleão III, que é uma extensão do vestíbulo de honra e com vista para o jardim, o Presidente Mac Mahon introduziu a tradição de o Chefe de Estado receber as credenciais. embaixadores estrangeiros nomeados na França, daí seu nome. Foi também palco de várias cerimônias de posse do Presidente da República.
Sua decoração, de inspiração militar, é o original, feita para o Conde de Evreux por Michel Lange após Jules Hardouin-Mansart e os espelhos e topsides foram adicionados em 1773 por Etienne-Louis Boullée para Nicolas Beaujon.
11: Salon Pompadour- Um medalhão representando a marquesa realizada por François-Hubert Drouais em 1743 está localizado entre as janelas com vista para o parque, testemunhando também modificações de Madame de Pompadour. Reduzido sob Murat a um nicho simples para permitir a construção da grande escadaria, e durante a presidência de Vincent Auriol para instalar um elevador.
12 : Salon des portraits- antigo  Salon des Muses de Nicolas Beaujon, a sala de música de Madame de Pompadour e a sala de trabalho de Napoleão I, Napoleão III decidiu dedicar a peça aos governantes mais importantes da época, todos representados por um retrato medalhão (substituindo os de a família imperial originalmente estabelecida por Murat): Papa Pio IX, Imperador da Áustria Franz Joseph I, Rainha da Grã-Bretanha e Irlanda Victoria, Rei da Itália Victor Emmanuel II, o czar da Rússia Nicolau I, o rei da Prússia Frederico Guilherme IV, a rainha da Espanha Isabel II e o rei de Wiirttemberg Guilherme I. A peça manteve sua madeira branca e dourada adornada com dragões feitos entre 1720 e 1721 para o Conde de Evreux.
13: Salon Cléopâtre – antigo gabinete de toilette de Madame de Pompadour e a Duquesa de Bourbon e Napoleão I Bonaparte, mais tarde foi convertido em escritório para Napoleão III, localizado na esquina nordeste do edifício principal, e agora é apenas uma passagem entre as várias salas cerimoniais do palácio. A maior parte de sua decoração que remonta à quando era o "sala verde" de Nicolas Beaujon, seu nome à tapeçaria Gobelins que lá está.
14: Escalier Murat - foi construída em 1806, pois nenhuma escada existia para subir ao primeiro andar e foi concebida pelos arquitetos Barthélémy Vignon e Jean-Thomas Thibault.
15: Vestibule d’honneur- É neste vestíbulo com vista para o pátio principal que o Presidente da República recebe convidados ilustres e chefes de estado estrangeiros. O acesso ao pátio principal possui enormes portas de vidro, projetadas por Michelle Auriol (no passado, havia um teto de vidro).
16: Salon des tapisseries- este salão, localizado entre o Salão da Honra e o Salon Murat, leva o nome das três tapeçarias dos séculos XVII e XVIII, instaladas ali pelo presidente Felix Faure e contando a história do general romano Scipio, o africano, que derrotou a Hannibal Carthaginian Barca durante a segunda guerra púnica. O tapete Aubusson em point Savonnerie e o lustre de 36 luzes em bronze dourado e cristais boêmios são ambos do tempo da Restauração.
Acima de tudo, serve como um local de boas-vindas e trânsito para os convidados nos jantares do Estado,
17: Jardin d’hiver - Esta antiga estufa, que originalmente abrigava plantas exóticas e cujas paredes estavam cobertas de treliça, foi construída em 1881, sob a presidência de Jules Grévy, que organiza em 22 de outubro de 1881 o casamento de sua filha Alice Grévy com o vigarista Daniel Wilson, famoso por seu envolvimento no Escândalo das condecorações , que leva seu sogro, o presidente francês Jules Grévy, a renunciar. Daniel Wilson vendeu milhares de decorações - incluindo a Legião de Honra- por 25 a 100 000 francos suíços.
18 : Salon Napoléon III- construído no local do antigo laranjal da Duquesa de Berry, iniciado em 1860 durante o reinado de Napoleão III por Joseph-Eugène Lacroix para torná-lo o primeiro salão de baile do palácio, ampliado e transformado sob a presidência de Patrice de Mac Mahon para fazer uma grande sala de jantar, e sua decoração é original, composta principalmente por colunas e pilastras carregadas de ouro. Até a construção do jardim de inverno, a sala dava para o parque através de uma série de janelas de sacada escondidas por cortinas duplas de veludo vermelho de lã e veludo, atrás das quais a equipe de serviço atua nos grandes jantares de Estado.
19: Cour d’honneur
Premier étage:
O acesso ao primeiro andar é feito por várias escadas, principalmente a grande escadaria de Murat, do vestíbulo de honra às duas antecâmaras que servem aos escritórios do Presidente da República e de seus principais colaboradores, dispostos nos antigos apartamentos da imperatriz Eugenie de Montijo, que serve inteiramente a apartamentos presidenciais particulares sob a Terceira República antes de ser designada, sob o nome de "apartamentos reais" sob a IV Republica aos dignitários  estrangeiros.
No primeiro andar abriga seis quartos e um banheiro, com uma superfície total de cerca de 300 m e serve como um local de vida para o casal presidencial quando ele reside no palácio, o que foi feito de maneira irregular de acordo com os tempos.
1: 1Antichambre e 2 Antichambre - Duas antecâmaras são locais de passagem obrigatória antes de acessar o Salon vert (local de encontro) e o Salon dourado (escritório oficial do Presidente da República), essas duas salas seguem a grande escadaria Murat. Eles estão localizados no local dos apartamentos particulares dos presidentes da Terceira República, que se tornaram, sob a Quarta República, "apartamentos reais" destinados a abrigar chefes de Estado estrangeiros em visitas oficiais.
3: Salon vert - Concebida como a sala de jantar da imperatriz Eugénie, a decoração da sala se deve à colaboração do pintor Jean-Louis Godon e do escultor Ovid Savreux, contratado por Napoleão III para decorar o primeiro andar do palácio. A peça leva o nome da cor verde da boiseries.
4: Salon doré - a grande sala de estar original de Madame de Pompadour, grande sala localizada no centro do prédio com vista para o parque, a imperatriz Eugenie, que o use como um quarto. É notavelmente decorado com tapeçarias de Gobelins, especialmente a das Musas e um lustre do Segundo Império com 56 luzes em bronze dourado e cristais de rocha. O topo das portas representa um "N" e um "E" entrelaçados, monograma de Napoleão III e sua esposa, a imperatriz Eugenie.
5: Escalier des aides de camp
Temos, também:
Ancienne « chambre du Roi » - Atualmente, a sala abriga a secretaria do Presidente da República.
Ancienne « chambre de la Reine » - Atualmente Emmanuel Macron decide transformar a sala antiga em seu escritório presidencial e redecora a sala.
Ancienne salle de bains Empire - Localizado no térreo e com vista para a rue de l’Elysée, foi designado para Anne-Aymone Giscard d'Estaing e, desde então, serviu como um gabinete para as esposas dos presidentes da República Francesa em suas funções oficiais.
Salle de bain Eugénie - Originalmente um banheiro privativo da imperatriz Eugenie de Montijo, este quarto não perdeu sua decoração original do Segundo Império. Foi designada como escritório para Catherine Pégard, nomeada, em meados de maio de 2007, para o Eliseu, assessor do Presidente da República, Nicolas Sarkozy, encarregado do "polo político" do Eliseu a partir de 15 de março de 2008.Catherine Pégard, mais tarde, foi responsável pelos arquivos culturais na Élysée.
Chapelle- A partir da "sala Cleópatra", ao norte, com vista para o pátio principal, fica a capela, construída sob Napoleão III pelo arquiteto Lacroix. Foi decorada em 1864 pelo pintor Sébastien-Melchior Cornu, no estilo neo-bizantino, para uma estimativa de 20.000 francos. A sala foi restaurada por Bernadette Chirac em 1997, em antecipação à visita do Papa João Paulo II, que, no entanto, não teve tempo de orar. Desde 2007, o quarto serve como uma sala de espera para os visitantes que vão com a primeira-dama.
Combles- O sótão foi convertido em apartamentos privados para o rei de Roma no final do primeiro império. Eles foram restaurados e retrabalhados pelo designer de interiores Alberto Pinto, a pedido de Bernadette Chirac, para torná-lo um espaço privado de 130 m2, servindo como um novo espaço de estar (substituindo o primeiro andar da ala leste) para o casal presidencial. , também pontualmente ocupada por sua filha Claude Chirac e seu filho Martin. Nicolas Sarkozy também ao  assumir o cargo, alojou seu filho Louis, nos "apartamentos do rei de Roma" quando ficavam no palácio (geralmente fins de semana).
Ancienne salle à manger ou salon d'Angle – sala de jantar dos presidentes até 1958, atualmente é ocupada pelo o secretário geral do Élysée.
Bureau du chef de cabinet – uma sala anexa a primeira antecâmara.
Aile Est - A ala oriental do palácio, em L e na fronteira com o pequeno jardim francês ou jardim privado do presidente, já que no andar de cima estão as instalações usadas como a residência do casal presidencial.
Aile ouest - Como uma extensão do salão Murat, a ala oeste é usada principalmente para grandes recepções.
Communs – nas duas alas que cercam o pátio principal do palácio (cada uma delas centrada em um pátio menor, de uso dos veículos do Presidente da República e seus colaboradores), são escritórios usados pelos principais colaboradores do presidente. A ala oeste abrigou as primeiras garagens da presidência da República até 1958. Hoje, a mesma ala abriga hoje uma sala de imprensa equipada com equipamentos de informática, telefone e multimídia, usados por impressoras francesas e estrangeiras para permitir que eles façam e enviem no local, artigos, fotos ou vídeos.