sexta-feira, 5 de julho de 2019

Análise sobre a Coordenadoria Continental Bolivariana do Foro de São Paulo – Brasil Luis Carlos Prestes


Faz parte dela o deputado Glauber Braga, eleito com 24 mil votos por conta da Coligação de seu PSOL, que chamou, sem provas, o Ministro Sergio Moro de ‘ladrão’.
Pelo manifesto desse Grupo se vê que ele atentada contra a Constituição Federal de 88, portanto infringe, transgride a Lei Maior, logo afronta e  desobedece aos Poderes Constituídos.
Vamos a Constituição:
CAPÍTULO II DOS CRIMES CONTRA AS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS
Insurreição Art. 365. Tentar, com emprego de grave ameaça ou violência, impedir ou dificultar o exercício do poder legitimamente constituído, ou alterar a ordem constitucional estabelecida: Pena – reclusão, de dois a oito anos, além da pena correspondente à violência.
Golpe de Estado Art. 366. Tentar, o funcionário público civil ou militar, depor o governo constituído ou impedir o funcionamento das instituições constitucionais: Pena – reclusão, de quatro a doze anos.
Conspiração Art. 367. Associarem-se, duas ou mais pessoas, para a prática de insurreição ou de golpe de estado: Pena – reclusão, de um a cinco anos.
O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO CAPÍTULO I DOS CRIMES CONTRA A SOBERANIA NACIONAL
Atentado à soberania Art. 360. Tentar submeter o território nacional, ou parte dele, ao domínio ou à soberania de outro país:
 I - empreendendo ação para ofender a integridade ou a independência nacional; ou II - executando ordem ou determinação de governo estrangeiro que ofenda ou exponha a perigo a soberania do País: Pena – reclusão, de quatro a doze anos.
Traição Art. 361. Entrar em entendimento ou negociação com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, com o fim de provocar guerra ou atos de hostilidade contra o País, desmembrar parte do seu território, ou invadi-lo: Pena – reclusão, de três a doze anos.
Em países civilizados qualquer grupo extremista é punido na forma da Lei, mas em nosso Brasil, hoje nada varonil, vale a Lei do Esculacho.

Esse deputado de 24 mil votos feriu a Constituição como pode ser ver em: Coação contra autoridade legítima Art. 375. Constranger, mediante violência ou grave ameaça, por motivo de facciosismo
político, autoridade legítima a não fazer o que a lei permite ou a fazer o que ela não manda, no
exercício das suas atribuições:
Pena – reclusão, de um a cinco anos, ou multa.
Que consta do CAPÍTULO III
DOS CRIMES CONTRA O FUNCIONAMENTO DAS INSTITUIÇÕES
DEMOCRÁTICAS E DOS SERVIÇOS ESSENCIAIS
Mas fica por isso mesmo, não é?
Destaco:
Rodrigo Maia, o chileno, não tem envergadura para promover um processo contra o deputado de 24 mil votos e fica no blá - blá- blá da Reforma da Previdência, que eu sou contra, e que como não vai dar certo vai acabar com a vida política dele. TOMARA

quinta-feira, 4 de julho de 2019

A Bandeira Nacional tão vilipendiada. autor: Jorge Eduardo Garcia Dth


Muito pouca gente sabe que que “ o decreto que originalmente instituiu a bandeira e o brasão nacionais do Brasil, assinado aos 18 de setembro de 1822, nada oficializa sobre os possíveis significados das formas e cores adotadas. Outro decreto, que institui o laço nacional do Brasil e que também é datado de 18 de setembro de 1822, assim determina as cores escolhidas: "(…) será composto das cores emblemáticas — verde de primavera e amarelo d'ouro”.
Contudo:
Erzherzogin Maria Leopoldine Josepha Caroline von Österreich, Das Haus Habsburg-Österreich-Lothringen, casa de Habsburgo-Áustria, nascida Arquiduquesa da Austria, a nossa Dona Leopoldina, “ A Mãe da Nação”, carinhosamente chamada Poldl pelos vienenses.
Dona Leopoldina teve interferência na escolha das cores, tanto que
“ em 29 de setembro de 1823, um agente diplomático do Brasil junto à corte de Viena teria descrito a nova bandeira a Metternich ( ver abaixo), explicando ser a cor verde em referência à casa de Bragança, da qual fazia parte D. Pedro I, ao passo que a amarela simbolizaria a casa de Habsburgo-Lorena, da qual fazia parte D. Leopoldina”.
Aquela história verde de nossas matas, amarelo de nosso sol, é conversa para boi dormir.
Destaco que:
Um laço, cocar, cocarda, roseta ou tope é uma insígnia feita a partir de um laço de fitas ou outro material de forma circular com cores distintivas, usada, normalmente, numa cobertura de cabeça.
Também a partir do século XVIII, os exércitos das monarquias da Europa começaram a usar laços como símbolo da sua nacionalidade. Eram utilizados laços de fitas, inicialmente nos tricórnios e bicórneos, e depois, de formato redondo nos barretes e barretinas.
Nos capacetes e nos bonés de pala passaram a ser usados emblemas em forma de botão ou roseta, com as cores nacionais, que mantiveram a designação tradicional de laço.
A Revolução Liberal de 1820 mudou as cores do laço nacional português para branco-azul.
Estas eram consideradas as verdadeiras cores heráldicas de Portugal, presentes na primeira bandeira e nas quinas das armas nacionais.
Em 1910, na sequência da implantação da República são mudadas as cores base da bandeira nacional de azul e branco para verde e vermelho.
Com consequência disso, o laço nacional passa a adotar as novas cores de verde-vermelho.
No Brasil o laço seria o azul-amarelo-verde, porém, pelo que sei, só é usado nas  aeronaves na nossa Marinha de Guerra.
Nota: Nós, os brasileiros,  não temos a cultura dos laços.
Fato:
Eu não acredito nessa história, penso que é uma construção dos historiadores machista para dar a Dom Pedro destaque na independência, pois o que ele menos queria é que tal acontecesse e a prova é que continuou herdeiro da Coroa Portuguesa , mas vamos lá: “Em 7 de setembro, quando retornava ao Rio de Janeiro, Pedro recebeu a carta de José Bonifácio e de Leopoldina. O príncipe foi informado que as Cortes tinham anulado todos os atos do gabinete de Bonifácio e removido o restante de poder que ele ainda tinha. Pedro voltou-se para seus companheiros, que incluiu sua Guarda de Honra e falou:
"Amigos, as Cortes Portuguesas querem escravizar-nos e perseguir-nos. A partir de hoje as nossas relações estão quebradas. Nenhum vínculo unir-nos mais"
E continuou depois que ele arrancou a braçadeira azul e branca que simbolizava Portugal:
"Tirem suas braçadeiras, soldados. Viva independência, à liberdade e à separação do Brasil."
Ele desembainhou sua espada afirmando que :
"Pelo meu sangue, minha honra, meu Deus, eu juro dar ao Brasil a liberdade"
e gritou:
"Independência ou morte".”
Nota: Dom Pedro não retornava para o Rio de Janeiro, ia da Cidade de Santos para a cidade de São Paulo afim de apaziguar os ânimos dos paulistas.
Este evento é lembrado como Grito do Ipiranga.
Dom Pedro ao receber os despachos -  no dia 2 de setembro, o decreto da Independência, declarando o Brasil separado de Portugal. Esposa de D. Pedro, ela usou seus atributos de chefe interina do governo para fazer uma reunião com o Conselho de Estado, ocasião em que o documento foi assinado-  estava na latrina da morada de um camponês, pois estava com uma diarreia terrível.
Viajam em mulas, e não em cavalos de raça, e com roupas civis simples, não em uniformes de gala, por isso não portavam “ braçadeira azul e branca que simbolizava Portugal”, leia-se os laços.
Realisticamente falando está escrito no site: http://issocompensa.com/arte/independencia-ou-morte
 “ O discurso oficial e a divisa de efeito: “Independência ou Morte”. Heroico brado retumbante. Nas décadas seguintes, o relato de um tal Padre Belchior plantaria diferentes versões (menos românticas, mais fisiológicas) contrariando a oficial, mas o fato foi devidamente exagerado, floreado, lixado e escovado, no sentido da história oficial, para fundar o país. Bustos de Dom Pedro I em bronze na fundição, no mármore, nas telas. Era preciso escrever a história grande, muito maior que os escândalos sexuais do imperador e o fato de que menos de uma década depois ele abandonaria o Brasil para lutar sua guerrinha familiar na Europa. Deixou aqui o Pedrinho, aos 14, condenado à Monarquia.”
Não temos nenhum documento que relata sobre a criação da divisa  “Independência ou Morte”, mas conhecendo o jovem Dom Pedro de Alcântara Francisco António João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon, que comunica ao pai, o senhor Dom João VI, por carta de 22 de setembro de 1822 a separação oficial de Portugal “chamado a si mesmo de "Príncipe Regente" e seu pai como o Rei do Brasil independente”, não creio, não creio mesmo, que ele tenha pronunciado nada do que oficialmente conhecemos como O Grito do Ipiranga, muito menos o “Independência ou Morte”.
 Nossa Independência se deve ao gênio político da Filha da Casa de Habsburgo, a senhora Dona Leopoldina do Brasil,  e aos conselhos de José Bonifácio de Andrade e Silva, O Patriarca da Independência, um epiteto bem merecido por sua atuação em nossa independência política de Portugal.
Não sou adivinho, mas por conhecer a História posso afirmar que se Dom Pedro estivesse no Rio de Janeiro nada do que aconteceu teria acontecido.
Nossa Bandeira- evolução:
1-    criada por Jean-Baptiste Debret com um losango amarelo em campo verde, tendo ao meio o brasão de armas de Dom Pedro que passou a ser usado para representar o novo país. Com a sagração de D. Pedro I como imperador do Brasil foi incluída a coroa imperial.
Debret inspirou-se em estandartes regimentais do Primeiro Império Francês para criar os elementos pouco usuais da bandeira brasileira — um losango sobre o campo.
Nota: Esse brasão de armas de Dom Pedro era de quando SAR era Príncipe Regente do Reino do Brasil.
2-    “Após a proclamação da República, um dos líderes civis do movimento, o caviloso advogado Ruy Barbosa, propôs um desenho para a bandeira da nova nação, fortemente inspirado na bandeira dos Estados Unidos, convencionada pelas mulheres da família do Marechal Manuel Deodoro da Fonseca, um pobre coitado que apesar de monarquista foi envolvido pelo militar Floriano Peixoto, visceralmente contra a monarquia , pois nasceu de uma família tão pobre de Alagoas, que foi “entregue, ainda recém-nascido, ao padrinho e tio, o coronel José Vieira de Araújo Peixoto, por quem foi criado”, e que trazia consigo as psicopatias adquiridas por ter sido enjeitado e pobre.”
Destaco sobre Ruy Barbosa de Oliveira que “ a queda do gabinete Zacarias de Góis, em 16 de julho de 1868, unicamente por decisão pessoal do imperador, e a formação de um gabinete conservador sob a chefia de Joaquim José Rodrigues Torres, visconde de Itaboraí, afetaram enormemente Ruy Barbosa, unido- se ao Clube da Reforma, destinado a enfrentar o “poder pessoal” do monarca. Não consegui saber quando recebeu o título de Conselheiro, mas sei que sua raiva contra Dom Pedro II aumentou quando o soberano não o elevou ao Sendo Imperial.
Com a Família Imperial navegando nossa “grande personalidade histórica e duvidosa “Águia de Haia”,  agora Ministro da Fazenda do primeiro governo republicano,  como advogado caviloso que era ofereceu dinheiro ao imperador, dinheiro do Tesouro Nacional, para com isso poder afirmar que o Soberano havia limpado o Tesouro em sua retirada para o Exilio.
Ruy Barbosa queria criar um pretexto para acusar Dom Pedro de corrupção.
Dom Pedro II conhecia a peça e nem deu ouvidos a oferta, contra a opinião do Conde d'Eu, cuja Família Real de origem conhecia as necessidades no exilio.
Mas, se houve um corrupto no primeiro governo republicano esse foi ele que vendeu o conteúdo da Quinta da Boa vista, um patrimônio nacional amealhado desde Dom João Vi, em hasta publica pelo melhor preço
Essa venda foi um festa de corrupção.
A bandeira de Ruy Barbosa, que foi usada por apenas quatro dias, também chegou a ser arvorada no navio "Alagoas", que conduziu a família imperial brasileira ao exílio, retirada a pedido do Imperador por causa de seu neto Dom Pedro Augusto Luís Maria Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Saxe-Coburgo e Bragança, filho mais velho de dona Leopoldina de Bragança e do príncipe Luís Augusto de Saxe-Coburgo-Gota, que estava alternando momentos de excitação e de letargia por causa da quartelada republicana.
Vários projetos foram fortemente inspirados pela bandeira imperial verde-amarela, venceu a concebida em 19 de novembro de 1889 por Raimundo Teixeira Mendes, Miguel Lemos, Manuel Pereira Reis e Décio Villares.
Infelizmente não temos a cultura de Honrar nossa Bandeira Nacional.
Nossos símbolos pátrio como ela, o Hino Nacional, as Armas Nacionais, são menosprezados , a eles não atribuídos seus verdadeiros valores, pois o Povo não os dá a devida importância.
O Selo Nacional, usado para autenticar documentos oficiais e atos do governo, foi vilipendiado, enxovalhado, desonrado, desacreditado, pelos presidentes da República de 1985 a 1990 e de 1995 até janeiro de 2019.
Lamentável.

Jorge Eduardo Garcia



·       Clemens Wenceslaus Nepomuk Lothar von Metternich-Winneburg zu Beilstein, Graf, a partir de 20 de outubro de 1813 príncipe hereditário de Metternich-Winneburg zu Beilstein, príncipe do Ochsenhausen, duchi di Portella ( por decreto do rei das Duas Sicílias de 1.8.1818.), Grande de Espanha de 1ª classe em 1.10.1818, Ordem do Tosão de Ouro, Der Orden Pour le Mérite, Chanceler do Império Austríaco de 25 de maio de 1821 - 13 de março de 1848, Ministro dos Negócios Estrangeiros do Império Austríaco de  8 de outubro de 1809 - 13 de março de 1848, figura central do Congresso de Viena de 1815, que organizou a Europa depois da Queda de Napoleão I Bonaparte,um verdadeiro Senhor da Europa, foi Embaixador em Dresden, Berlim, Paris, entre outros cargos.










segunda-feira, 1 de julho de 2019

O capitalismo, não o socialismo, levou aos direitos dos homossexuais com comentário de Jorge Eduardo Garcia



De David Boaz
Este artigo foi publicado na revista Reason em 20 de maio de 2016.
Alguns historiadores gostam de reivindicar idéias socialistas que ajudaram a gerar direitos gays na era moderna. Mas eles estão confundindo a teoria acadêmica com a realidade.

Jim Downs é historiador do Connecticut College e Harvard. Especialista em história da raça e da escravidão, ele publicou recentemente um novo livro, Stand by Me: A História Esquecida da Liberação Gay , no qual ele tenta mover a história recente dos gays para longe do foco excessivo no sexo e na AIDS.


Downs também tem um novo artigo na revista digital Aeon , no qual ele escreve: “Ao longo da década de 1970, as pessoas LGBT teorizaram sobre os benefícios do socialismo em livros e panfletos e criticavam o capitalismo no crescente jornal e cultura impressa”. discuta “grupos LGBT” e jornais que “fizeram do socialismo um tema de interesse político no movimento”. O mais importante é que “se você quiser dar crédito à libertação gay e à igualdade no casamento, o crédito também deve ir para o socialismo”.

Há várias coisas erradas com isso. Primeiro, é exagerado. Eu estava na década de 1970, e eu diria que o socialismo era uma parte muito marginal da comunidade gay ou mesmo do movimento pelos direitos dos gays. Ativistas gays definitivamente se inclinaram para a esquerda, mas eles estavam focados em promover os direitos gays através do Partido Democrata.

Em segundo lugar, havia escritores libertários gays ao redor na época, também, na academia , na imprensa popular e orientados em torno do Partido Libertariano , apontando os benefícios do livre mercado e os problemas com o socialismo.

Em terceiro lugar, o uso de LGBT é anacrônico. O termo quase nunca foi usado na década de 1970. (Ele não usa muito no livro.)

Mas a alegação é mais do que exagerada. Está errado. O próprio artigo de Downs oferece as evidências. No meio de seu artigo sobre como o socialismo infundiu o movimento pelos direitos gays e levou à libertação gay, ele observa o trabalho do historiador John D'Emilio sobre como “o capitalismo permitiu que o LGBT se mudasse para as cidades e fosse independente da família como fonte de salário. Uma vez que o capitalismo criou a oportunidade para as pessoas viverem de forma autônoma, ele permitiu que pessoas LGBTs privilegiassem o desejo homossexual como uma força motriz em suas vidas ”.

Apesar de suas inclinações esquerdistas, D'Emilio viu o mundo mais claramente do que Downs. Todos os avanços nos direitos humanos que temos visto na história americana - abolicionismo, feminismo, direitos civis, direitos dos gays - decorrem de nossas ideias fundadoras de vida, liberdade e busca da felicidade. A ênfase na mente individual no Iluminismo, a natureza individualista do capitalismo de mercado e a demanda por direitos individuais que inspirou a Revolução Americana naturalmente levaram as pessoas a pensar mais cuidadosamente sobre a natureza do indivíduo e gradualmente reconhecer que a dignidade do indivíduo os direitos devem ser estendidos a todas as pessoas.

Essas tendências intelectuais rapidamente levaram a sentimentos feministas e abolicionistas. Levou mais tempo para as pessoas levarem a sério a ideia de atividade homossexual como uma questão de liberdade pessoal e reconhecer os homossexuais como um grupo de pessoas com direitos. Mas os libertários e seus antepassados ​​liberais clássicos chegaram primeiro. De Adam Smith e Jeremy Bentham ao Partido Libertariano e ao Instituto Cato (onde trabalho), os libertários estavam à frente da curva intelectual na aplicação das idéias de liberdade individual aos gays.

O capitalismo é mais do que uma ideia, claro. É um conjunto de instituições sociais, que Downs observa corretamente sob um ataque contundente de socialistas gays. Mas, como D'Emilio reconheceu, foi o capitalismo que de fato permitiu que os indivíduos vivessem de forma autônoma e prosperassem. O capitalismo libertou as pessoas do feudalismo e da fazenda da família. Permitiu-lhes construir suas próprias vidas em uma sociedade de mercado com espaço para vidas pessoais e profissionais separadas. Isso lhes deu liberdade e afluência para viver por conta própria.

O capitalismo levou à industrialização, que levou à urbanização , que ofereceu o anonimato da cidade a qualquer um que se irritasse com as restrições da família e da aldeia, bem como a chance de encontrar pessoas que compartilhassem seus interesses.

O escritor Eric Marcus produziu um livro de entrevistas com ativistas gays chamado Making History . O que seus súditos ilustravam - mesmo quando eles mesmos não percebiam - era que era a liberdade de sair de casa e a riqueza que permitia às pessoas fazerem isso, que lhes permitia se mudar e escolher o estilo de vida que queriam.

Em 1982, o estudioso australiano Dennis Altman escreveu:

A verdadeira mudança na última década tem sido um movimento político e cultural de massa através do qual mulheres e homens gays se definem como uma nova minoria. Este desenvolvimento só foi possível sob o capitalismo de consumo moderno, que, apesar de todas as suas injustiças, criou as condições para uma maior liberdade e diversidade do que as que estão presentes em qualquer outra sociedade ainda conhecida. Para aqueles de nós que somos socialistas, isso apresenta um importante dilema político, a saber, como preservar as qualidades do capitalismo que permitem a diversidade individual, ao mesmo tempo em que alivia suas desigualdades, exploração, desperdício e fealdade.

É claro que qualquer um que encontre “injustiças, exploração, desperdício e fealdade” nos países capitalistas provavelmente não viveu em países socialistas. Mas como D'Emilio, Altman entendia os verdadeiros fundamentos institucionais da vida gay moderna e da identidade gay.

Esses efeitos do capitalismo não aconteceram apenas na Europa e nos Estados Unidos. Na China ' s Long March to Freedom , o estudioso chinês-americano Kate Zhou escreve que, quando a habitação foi detida e alocados pelo Estado, foi geralmente atribuídos apenas para casais. Uma vez privatizada a moradia, pessoas solteiras e casais gays poderiam comprar ou alugar acomodações. Mercados imobiliários mais livres também levaram à criação de bares gays, algo que as autoridades estaduais de habitação provavelmente não permitiriam.

Olhe ao redor do mundo , e é claro que os países com mais liberdade para os gays são aqueles com um alto grau de liberdade econômica. Os países que são na verdade socialistas estão na base de todas as medidas de liberdade política, liberdades civis, liberdade pessoal e direitos LGBT .

Naturalmente, alguns países que são chamados de "socialistas", como Dinamarca, Suécia e Canadá, não são de fato socialistas . Eles têm sistemas políticos e econômicos baseados na propriedade privada, mercados livres, valores liberais e altos níveis de impostos e pagamentos de transferências - não são economias libertárias, mas definitivamente de mercado.

Não é isso que os socialistas gays da década de 1970 pretendiam. Eles queriam o socialismo real, um fim para os relacionamentos de mercado. Os países que implementaram esse sistema, da União Soviética à Tanzânia e à Venezuela, tiveram menos sucesso em sustentar tanto a prosperidade quanto a liberdade pessoal do que os países capitalistas.

Esses intelectuais gays falavam muito sobre o socialismo, mas eles viviam no capitalismo. E foi a realidade capitalista, não os sonhos socialistas, que libertaram os gays.

David Boaz, natural de Kentucky, é vice-presidente executivo do Instituto Cato e autor de “The Libertarian Mind”.




Temos aqui uma verdade histórica. NENHUM REGIME TOTALITÁRIO ADMITIU O HOMOSSEXUALISMO, NENHUM.
Os nazistas , a exemplo da Estrela de Davi, criaram o Triangulo Rosa, rosa Winkel, para distinguir  os prisioneiros capturados por serem homossexuais.
Na URSS, berço do sovietismo tão decantado pelas nossas esquerdas ( Prestes não sonhou com a República Soviética dos Estados do Brasil- RSEB???), “ A perseguição aos homossexuais continuou após a revolução até a dissolução da própria União Soviética”. A Turma ia para os famosos e terríveis campos de prisioneiros, o Gulag / ГУЛАГ, onde sofriam humilhações pelos guardas e  mesmo por parte de outros condenados.
É ainda tem GAY de esquerda, petista de carteirinha, que gritam histericamente “ Lula Livre”, ou como um bichinha pobre , esquelética, sifilítica, feia, que no carnaval paulista  escreveu um cartaz “ Saudades do Haddad”.
E tem como ícone a Frida Kahlo, bissexual  e comunista. FAÇA-ME O FAVOR !!!!
Na URSS, e mesmo na Rússia de hoje, não haveria “ a decantada Rebelião de Stonewall, uma série de manifestações violentas e espontâneas de membros da comunidade LGBT contra uma invasão da polícia de Nova York que aconteceu nas primeiras horas da manhã de 28 de junho de 1969, no bar Stonewall Inn, localizado no bairro de Greenwich Village, em Manhattan, em Nova York, nos Estados Unidos. Hoje o fato que é considerado o mais importante, pois  levou ao movimento moderno de libertação gay e à luta pelos direitos LGBT”.
Greenwich Village,  Manhattan, Nova York, são nos Estados Unido, ou seja, no Baluarte do Capitalismo.
Porem os LGBTS constam de sofrer, por isso são ‘socialistas” .. 

A grande conspiração da esquerda por Jorge Eduardo Garcia




Glenn Greenwald é um topa tudo por dinheiro e prêmios “ em junho de 2013, através do jornal britânico The Guardian, Glenn Greenwald foi um dos jornalistas que, em parceria com Edward Snowden, levaram a público a existência dos programas secretos de vigilância global dos Estados Unidos, efetuados pela sua Agência de Segurança Nacional (NSA)...como a Mídia é comunista até nos EUA ( vide CNN) ele ganhou o Prêmio Pulitzer de jornalismo em 2014 e, no Brasil, foi agraciado com o Prêmio Esso de Reportagem, por artigos publicados no jornal O Globo acerca do sistema de vigilância virtual dos Estados Unidos em território nacional.
SEMPRE O GLOBO.
Como é um elemento destrutivo por excelência ( deve ter problemas existências sérios), ele agora escreve para (e coeditou) The Intercept que ele fundou em 2013 com Laura Poitras e Jeremy Scahill.
“ O jornalista tem sido um dos aderentes à tese que o processo de impeachment da presidenta brasileira Dilma Rousseff seria uma tentativa de golpe de estado, uma trama das elites políticas brasileiras com auxílio da mídia corporativa para tomar o poder executivo através da atuação de parlamentares no âmbito das instituições públicas”.
“ O jornalista foi o primeiro a ser contemplado com uma entrevista exclusiva com a presidenta Dilma Rousseff após ela sofrer o afastamento sob votos do senado federal.”
“ Controvérsias sobre a Operação Lava Jato. Em junho de 2019, o periódico virtual The Intercept publicou matéria com vazamento, de fonte anônima, de conversas no aplicativo Telegram entre o ex-juiz Sérgio Moro e o promotor Deltan Dallagnol no âmbito da Operação Lava Jato. Os arquivos contêm também discussões sobre formas de inviabilizar uma entrevista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, que tinha sido autorizada pelo ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, pelo receio de que a aparição do ex-presidente na mídia poderia "eleger o Haddad ou permitir a volta do PT ao poder", o que indicaria partidarização e politização da conduta da promotoria.”
Mas a Greenwald a mais de 14 anos é casado de papel passado com o brasileiro David Miranda.
Em 2016, Miranda foi eleito Vereador do Rio de Janeiro pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL).
Miranda é visto como o braço direito do jornalista Greenwald, tendo sido responsável pela escolha do programa que viria a exibir as revelações sobre a espionagem norte-americana - o Fantástico da TV Globo ( SEMPRE OS MARINHO) . Segundo Greenwald, o fato de o Brasil reconhecer os direitos de casais homossexuais (ao contrário do que ocorria nos EUA) motivou a imigração. Em 2019, David Miranda passou a ocupar a vaga do deputado federal eleito Jean Wyllys, que decidiu não assumir o mandato e deixou o país devido a ameaças de morte.”
VEJA BEM: Existe um boato que Jean Wyllys vendeu seu cargo para que Miranda pudesse ser deputado federal, com isso dar a Greenwald maior cobertura– já que ele tem da esquerda e do Grupo Globo/Marinho – pois qualquer providencia contra ele seria pelo marido deputado dada como perseguição política.
Enfim, as pedras se encaixam:
O porque Jean Wyllys renunciou.
O porque o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) aceitou essa renúncia numa boa, sendo o renunciante uma estrela de primeira grandeza em seus quadros.
O como Jean Wyllys vive numa boa no estrangeiro, com grandes recursos para lá e pra cá.
O porque o tal site The Intercept é lulista.
O porque a Folha de São Paulo, sempre de esquerda, afirmou sua veracidade.
O porque O GLOBO apoiou a posição da Folha e dos Marinho para receberem financiamentos públicos.
Enfim TUDO não passa de uma Grande Conspiração da Esquerda para voltar ao PODER.

terça-feira, 14 de maio de 2019

Educação e Cultura SIM, ideologismo NÃO.


Nesse momento que se rediscute a Educação e a Cultura no Brasil temos que ter em mente que uma Nação só se faz, e se mantem, com educação e cultura, o resto é conversa fiada.
Voltemos nos tempos, ao maior dos maiores governantes das Nações de língua portuguesa, Sua Majestade Imperial e Fidelíssima o senhor Dom João Maria José Francisco Xavier de Paula Luís António Domingos Rafael de Bragança, pela Graça de Deus Dom João VI & I, Imperador do Brasil, e Rei do Reino Unido de Portugal e dos Algarves, d'Aquém e d'Além-Mar em África, Senhor da Guiné e da Conquista, Navegação e Comércio da Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia, etc..
Gênio absoluto da Raça, Soberano de notável senso político, ainda  Sua Alteza Real, O Príncipe Regente, conseguiu realizar uma proeza que nenhum outro Monarca Europeu consegui, ou seja,  enganou ao todo poderoso em armas General  Napoléon Bonaparte, agora Sa Majesté Impériale et Royale Napoléon Ier l'empereur des Français, roi d'Italie, protecteur de la Confédération du Rhin, médiateur de la Confédération helvétique.
Em suas conversas no exilio na Ilha de Santa Helena, em meio ao Atlântico Sul,  afirmou que “nunca esqueceu D. João VI, pois foi o único me enganou”.
Sábio João que não nasceu para reinar , mas que em Mafra foi se refugiar para bem se educar. 
Educado, consciente de quem era, de sua obrigação em defesa de sua Dinastia, em defesa do Reino Continental e do Império Transcontinental que a duras penas os que “ passaram ainda além da Taprobana, em perigos e guerras esforçados, mais do que prometia a força humana, e  entre gente remota edificaram Novo Reino, que tanto sublimaram”, Dom João adotou o “estilo atoleimado” para poder sobreviver em meio a uma Corte dividida entre o partido francês e o partido inglês,   entre cortezões que pensavam mais em seu bem estar do que no Portugal Glorioso.
Dom João era Portugal e Império, e Portugal e Império era Dom João.
Vindo morar no Principado do Brasil, deu ordem para que os livros da Biblioteca Real fossem embalados, e por quê?
Sabia o senhor Dom João que estava mudando a capital da Dinastia de Bragança de Lisboa para o Rio de Janeiro e sabia, também, que para reconquistar Portugal Continental para sua descendência era necessário a formação de uma Nação Lusófono, uma Nação quem tem a língua portuguesa como língua materna, consequentemente uma Nação de homens civilizados, educados, cultos letrados.
Essa Biblioteca do Rei é a base “ do acervo da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro”, uma nobre biblioteca tão vilipendiada pelas classes dirigentes brasileiras de hoje.
Só a Mão de Deus é que está salvando a Biblioteca Nacional do mesmo destino do Museu Nacional, vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em mãos do PC do B, ou seja, de um monumental incêndio.
Aqui instalado, o Príncipe Regente assiste a Queda de Napoleão, mas, não esquece da Nação em formação nos Trópicos, tanto que apoiou convite feito por António de Araújo e Azevedo, primeiro conde da Barca, pelo embaixador Pedro José Joaquim Vito de Meneses Coutinho, Marquês de Marialva, e pelo encarregado de negócios em Paris, Francisco José Maria de Brito, a artistas e artífices franceses
E que convite foi esse?
O convite visava a organização de uma Missão Artística Francesa, tendo como “objetivo o desenvolvimento das Belas-Artes no Brasil introduzindo o sistema de ensino superior acadêmico”.
Em 12 de agosto de 1816 o senhor Dom João decreta que:
 "Atendendo ao bem comum, que provêm aos meus fiéis vassalos, de se estabelecer no Brasil uma Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios, em que se promova e difunda a instrução e conhecimentos indispensáveis aos homens destinados não só aos Empregos Públicos da Administração do Estado, mas também ao progresso da Agricultura, Mineralogia, Indústria e Comércio, de que resulta a subsistência, comodidade e civilização dos povos, maiormente neste continente, cuja extensão, não tendo o devido e correspondente número de braços indispensáveis ao amanho e aproveitamento do terreno, precisa de grandes socorros da prática para aproveitar os produtos, cujo valor e preciosidade podem vir a formar do Brasil o mais rico e opulento dos Reinos conhecidos, fazendo-se, portanto, necessário aos habitantes o estudo das Belas-Artes com aplicação e referência aos ofícios mecânicos, cuja prática, perfeição e utilidade depende dos conhecimentos teóricos daquelas artes, e difusivas luzes das ciências naturais, físicas e exatas; e querendo, para tão úteis fins aproveitar, desde já, a capacidade, habilidade e ciência de alguns dos estrangeiros beneméritos que têm buscado a Minha Real e Graciosa Proteção, para serem empregados no ensino da instrução pública daquelas artes: Hei por bem, e mesmo enquanto as aulas daquelas artes e ofícios não formam a parte integrante da dita Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios que Eu Houver de Mandar estabelecer, se pague anualmente etc…
E esse foi o Grande Passo para o desenvolvimento da educação e da cultura no Brasil.
“ Em  26 de março de 1816, a bordo do navio Calpe, escoltado por navios ingleses, e era formado, segundo Neves, por Joachim Lebreton, o líder, Jean Baptiste Debret, pintor histórico, Nicolas-Antoine Taunay, pintor de paisagens e cenas históricas, Auguste Henri Victor Grandjean de Montigny, arquiteto, junto com seus discípulos Charles de Lavasseur e Louis Ueier, Auguste Marie Taunay, escultor, Charles-Simon Pradier, gravador, François Ovide, mecânico, Jean Baptiste Leve, ferreiro, Nicolas Magliori Enout, serralheiro, Pelite e Fabre, peleteiros, Louis Jean Roy e seu filho Hypolite, carpinteiros, François Bonrepos, auxiliar de escultura, e Félix Taunay, filho de Nicolas-Antoine, ainda apenas um jovem aprendiz. Muitos deles trouxeram suas famílias, criados e outros auxiliares como Sigismund Neukomm, músico, e Pierre Dillon, secretário de Lebreton., mas seis meses mais tarde, uniram-se ao grupo Marc Ferrez, escultor (tio do fotógrafo Marc Ferrez) e Zéphyrin Ferrez, gravador de medalhas”.
E de chorar de emoção.
O senhor Dom João nos primórdios do século XIX dota o Brasil de Homens de Cultura , nos presenteia com “ cidadãos livres e  profissionais, não mais submetido à Igreja e seus temas e doutrinas”, para colaborarem com  o nosso desenvolvimento como Nação Livre, Soberana, Altaneira, Florão da América iluminado ao sol do Novo Mundo.
Nesses tempos de tanto descaso pela Nação Brasileira chega a dar dor no coração, faz nossa alma chorar.
Precisamos de educação.
Precisamos de cultura.
Dom João VI amou o Brasil e daqui não queria sair.
Voltou obrigado sabendo que ia morrer logo.
E foi assassinado.
Precisamos de lembrar dos esforços de Dom João VI na Hora H da fundação da Nação Brasileira.
Precisamos, mas precisamos mesmo,  gritar a plenos pulmões que amamos o Brasil. 
Educação e Cultura SIM, ideologismo NÃO.
Essa é minha opinião e ponto final.

quinta-feira, 7 de março de 2019

A Nação mergulhada no Ninho de Urubus Lulopetista-marxista - Jorge Eduardo Fontes Garcia



Esses carnavalescos nasceram e foram criados no ninho do urubu
Tirando Rosa Magalhaes, filha da escritora Lúcia Benedetti e do acadêmico Raimundo Magalhães Junior, o restante é resto cultural, mesmo que tenham feiro Universidade, pois não tiveram a base cultural, o ninho cultural, berço cultural – não falo de berço e ouro- em meio a famílias cultas e preparadas, como parece ser esse afrodescendente carnavalesco da Mangueira Leandro Vieira , que afirma sendo sua alma mater a Universidade Federal do Rio de Janeiro, um verdadeiro Ninho de Urubus Lulopetista- marxista , os mesmo que deixaram  o Museu Nacional à míngua e tá deixando o  Hospital Universitário Gaffrée e Guinle (HUGG) sem recursos para continuar sendo  o "Centro Nacional de Referência em AIDS.
A Mangueira pintou Monumento às Bandeiras é uma obra em homenagem aos Bandeirantes, que desbravavam os sertões durante os séculos XVII e XVIII ,uma obra do grande Victor Brecheret, que se encontra na área do Parque do Ibirapuera, de dourado e escreveu LADRÕES.
Dois atentados:
Um a cultura nacional pintado a grande obra.
O segundo é que se não fossem os Bandeirantes, pelo tal Leandro, chamados de LADRÕES, o Brasil seria uma nesga a beirar mar plantado e não um País Continental, como queriam pelo Tratado de Tordesilhas.
A colonização do Brasil foi um ato heroico em tempos que não se conhecia as vacinas contra as doenças tropicais, e esses homens foram enviados por El-Rey em expedições para demarcarem a nova fronteira conforme os novos Tratados estabelecidos.
SÃO HEROIS DA PÁTRIA E NÃO LADROES DO POVO COMO O PRESIDENTE DA COMUNIDADE.
O Lulopetismo-marxista queria retirar a História do currículo escolar e porquê?
Para implantar a sua visão distorcida da História Geral, e a da Pátria.
O Brasil começou com Lula, o melhor presidente que o País já teve.
Bem se vê o que o melhor fez , tanto que ele está na cadeia.
Querer deixar de reconhecer a grande História do Brasil e os feitos memoráveis daqueles que de São Paulo saíram para colonizar a maior Nação da América Latina é um crime, um crime que não tem perdão e deve ser sumariamente condenado.
A “ costa do Brasil embarcações que promoviam o comércio clandestino, estabelecendo contato com os indígenas e aliando-se a eles contra os portugueses, florescendo o corso, a pirataria e o contrabando, pois os armadores de Honfleur, Ruão e La Rochelle, em busca de pau-brasil fundavam feitorias e saqueavam naus. O mais célebre foi um armador de Dieppe, Jean Ango ou Angot”.
Nossos índios – que até hoje negociam com os estrangeiros- não possuíam a cultura dos Astecas, dos Maias, dos Incas, eram pobres na “ a ideia de arte por si mesma, aquela entendida primariamente para o puro desfrute estético, se limitavam a confecção de objetos de uso domésticos , utensílios variados, armas de guerra, e barcaças em alguns casos. Aqui não se pode ignorar o uso das plumagens de diversas aves para enfeitar seus utensílios”.  
Ou seja: “ A ornamentação corporal, a música, a dança, serviam em  funções definidas, para coisas especificas”.
Cantar louvores aos índios brasileiros como se ele fossem ao antigos egípcios é  uma foram de perpetuar a ignorância sobre essa população que habitava o Brasil antes da chegada, e até depois, dos colonizadores.
O AFRICANO tem que ser considerado como um PAI DA NAÇÃO BRASILEIRA, um formador da Civilização Brasileira.  
Na formação do Brasil de hoje:
1-     Haviam mais negros do que brancos.
2-     Haviam mais negros do que índios.
Os africanos, diferentemente dos índios que aqui estavam que nada tinham a não ser o pau-brasil, conchas e penas,   trouxeram sua cultura milenar colaborando assim para a formação da Nação Brasileira.
A comida do índio foi incrementada pelos africanos, pois, pois...
Os carnavalescos chocados nos Ninho de Urubus Lulopetista-marxista, principalmente em São Paulo, rebaixaram a importância dos africanos em seus enredos para assim “criar” fatos ditos “politicamente correto”.
São uns anti- afrodescendentes  de carteirinha, cafetões da ignorância dos negros brasileiros, pois querer manter a Nação na ignorância da importância do NEGRO AFRICANO,  e seus descendentes  é o mais puro canalhismo, é um desfavor a Nação.
Um ator coadjuvante chato para chuchu da Globo , metido a carnavalesco engraçado, berrou na transmissão do Carnaval de São Paulo: “Poder para os Negros”.
O imbecil esqueceu que o negro já tem o PODER DO VOTO, o maior poder que um cidadão tem numa democracia.
Tenha dó.
Portanto , dá dó em ver a ignorância campeando  em todas as áreas de nossas vidas, em todos os recantos de nossa Nação.
É o fim do mundo.
Não se aguenta mais tanta ignorância.
O atual Presidente da República colocou um estrangeiro naturalizado como Ministro de Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, mas será que ele entende o Coração da nossa Pátria, a importância dos africanos, a realidade secular dos índios,  porque o Coração Brasileiro , o Coração de nossa Pátria, não bate no seu peito?
Tenho dúvidas.
Será que no Brasil não há mulheres e homens  a inteligentes, com Coração Brasileiros, que podiam tratar de nossos assuntos educacionais?
Creio que sim.
Que cuidem para que verdadeira História de nosso País seja contada aos brasileiros desde da Classe de alfabetização (CA) = 1º ano , será que não tem ?
Para que as crianças conheçam e agradeçam dos homens que fizeram com seus corações, com suas vidas, como os bandeirantes, como os  milhares de negros escravos com o seu trabalho ,  a unidade e a riqueza nacional.
Se o trabalho não foi melhor se deve a Igreja Católica Apostólica Romana que com seu tacão e cobiça se imiscuiu nos negócios brasileiros, na vida das famílias brasileiras, nos atrasando milênios, pois se eles não tivessem aqui agido nos seriamos uma Nação muito mais poderosa do que os Estados Unidos da America do Norte, e olhem que esse padrecos ainda se infiltram hoje  no Ninho dos Urubus Lulopetista-marxista com intuito de destruir o que de bom ainda temos.
Precisamos fazer uma revolução cultural JÁ.
Basta da Imprensa “dar voz” aos nascidos e criados nos Ninho Urubus Lulopetista-marxista, BASTA.
Temos que ser responsáveis.
Temos que levar a todos os cantos do Paris a verdadeira história da Nação Brasileira, sem víeis político partidário, já chega.
Eu já não aguento mais, pois estou velho, estou cumprindo minha carreira e vejo meu Brasil, meus compatriotas mergulhados na ignorância cultural.
É só.
Jorge Eduardo Fontes Garcia
Ecos do Carnaval de 2019.
07/03/19

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

SAUDADES DO RIO: BAR JANGADEIRO

SAUDADES DO RIO: BAR JANGADEIRO:   O restaurante Jangadeiro, quando foi inaugurado em 1935, chamava-se Bar Rhenania e ficava na Rua Visconde de Pirajá nº 80, ao...