quarta-feira, 6 de abril de 2016

River 6 x 0 The Strongest e agora harpias das crônicas esportivas?


Os cronistas esportivos de hoje vivem de estáticas nas mãos para ‘clarear’, para explicar, para comentar, as partidas de futebol, esquecendo que futebol é coração, é paixão, e É GOL.
Findo o jogo do São Paulo ontem começaram a vaticinar, sempre de tabelas & estáticas nas mãos, sobre o futuro do clube paulista.
“ Se o São Paulo vencer o River em casa, ele se classifica”;
“Se o River vencer o The Strongest em casa, é bom para o São Paulo e ele se classifica”;
“ Se a altitude não atrapalhar o São Paulo no jogo contra o The Strongest, ele se classifica”
E nessa linha de raciocínio “a la economistas “ continuaram eles, verdadeiras harpias, a deitar falação nos programas esportivos desta quarta-feira, 6 de abril.
E agora harpias com essa vitória do River Plate como fica?

É de escachar...como já dizia Zaratustra 

Jonathan Calleri merece um bom espaço na cronica esportiva do Brasil



 



Jonathan Calleri, argentino de 23 anos, é o tipo de do bom jogador que busca as jogadas e não fica passeando, enrolando, dando um passe aqui, outro acolá, dentro de campo, e merece ser visto com melhores olhos pela imprensa tupiniquim. 

A RUPTURA DA SOCIEDADE BRASILEIRA.




Quando em 10 de maio de 1968 na cidade de Paris aconteceu a “ Noite das Barricadas” ocorreu a total ruptura na Sociedade Francesa baseada na Tradição judaico-cristã, fato esse que se espalhou como se fosse conduzido por um rastilho de pólvora pela ou para a juventude mundial, que teve enorme repercussão nas Nações espalhadas pelo mundo ocidental.
O episódio da renúncia do General Charles De Gaulle, o grande comandante francês contra o nazi-fascismo, logo depois da meia noite do dia 28 de abril de 1969, com uma frase lacônica - « Je cesse d'exercer mes fonctions de président de la République. Cette décision prend effet aujourd'hui à midi », TL.: “ Deixo de exercer as minhas funções como presidente. Esta decisão produz efeitos ao meio-dia de hoje ", marca de forma inquestionável o que acabo de afirmar do parágrafo anterior.
Saiu o Velho, mas a França nunca encontrou o Novo pelo qual sua mocidade lutou em 1968, vivendo até os dias de hoje totalmente sem um rumo que em tempos idos seus governantes sabiam lhe proporcionar, até porque – isso graças ao seu liberalismo- é uma sociedade multirracial, uma sociedade mestiça com ancestralidade europeia e africana, com culturas diferentes, com religiões diferentes, o que a torna- a sociedade -  sem um verdadeiro um objetivo comum.
No Brasil.
A eleição presidencial de 5 de outubro de 2014 marca de forma inequívoca a ruptura da Sociedade Brasileira baseada na Tradição judaico-cristã, pois através de seu resultado vemos a profunda divisão do povo brasileiro.
A candidata populista Dilma Rousseff da coligação encabeçada pelo Partido dos Trabalhadores, composta pelos seguintes partidos políticos PMDB/PDT/PSB/PR/PRB/PTN/PSC/PTC/PC do B, obteve no segundo turno 54.501.118 votos válidos.
O candidato dito liberal Aécio Neves da coligação encabeçada pelo PSDB, composta pelos seguintes partidos políticos SD / PMN / PEN / PTN / PTC / DEM / PT do B /PTB, obteve no segundo turno 51.041.155 votos válidos. Ou seja: uma diferença de 3.459.963 votos validos, o que não é nada no cenário político / eleitoral nacional, mas vale para demostrar claramente a RUPTURA DA SOCIEDADE BRASILEIRA.
A senhora Rousseff foi eleita pelos votos dados em São Paulo, o maior colégio eleitoral do País, a alguns dos senhores deputados federais dos partidos aliados em um total de 3.541.662 votos validos como veremos abaixo:
1-      Celso Russomanno, do PRB, que obteve 1.524.361 Votos;
2-     Tiririca, do PR., que obteve 1.016.796 Votos;
3-     Paulo Maluf, do PP, que obteve 250.131 votos;
4-     Baleia Rossi, do PMDB, que obteve 208.352 Votos;
5-     Marcio Alvino, que obteve do PR, 179.950 Votos;
6-     Major Olimpio Gomes, do PDT, que obteve 179.196 Votos;
7-     Orlando Silva, do PCdoB, que obteve 90.641 Votos;
8-     Capitão Augusto, do PR, que obteve 46.905 Votos
9-     Sergio Reis, do PRB, que obteve 45.330 Votos.
Sem essa votação a senhora Rousseff não estaria eleita, pois seu partido, o PT, não tem cacife eleitoral para eleger sozinho um Presidente da República, mesmo que seja o candidato o senhor Luis Inácio Lula da Silva.
Não tem.
Esse raciocínio simples demostra como realmente é frágil a situação da atual Presidente da República, mas serve para demostrar quão dividida está a Sociedade Brasileira.  
O senhor João Santana, então poderoso marqueteiro da senhora Rousseff esqueceu de avisa-la desta realidade, ou seja, que o Brasil saiu dividido das urnas, que havia acontecido uma clara e inequívoca RUPTURA da Sociedade Brasileira, concretizando-se, assim, o “ Nós e Eles” tão ao gosto do ex-presidente Lula, isso logo após ela vencer a eleição presidencial mais disputada da história brasileira.
Dona Dilma, comovida, “ pregou diálogo, pediu união aos brasileiros e disse não acreditar que o país tenha saído dividido das eleições” e, mas, num arroubo falou: “ Conclamo sem exceção a todas as brasileiras e a todos os brasileiros para nos unirmos em favor do futuro de nossa pátria de nosso país, de nosso povo".
Palavras ao vento de quem nunca viu a realidade nacional.
A senhora Rousseff, o senhor Lula, os senhores poderosos do STF Marco Aurélio Melo, Teori Zavascki, Roberto Barroso, o senador Renam Calheiros e outros componentes do Senado Federal, o deputado-presidente Eduardo Cunha e outros membros da Câmara dos Deputados, os ministros, os políticos em geral, os partidos políticos, os líderes de movimentos sociais, a sociedade em geral, todos esse e mais alguns ainda não perceberam que o Brasil está irremediavelmente dividido, que a Nação rachou, que a Sociedade Brasileira, como a francesa, está dividida e sem rumo, que o momento é grave, gravíssimo.
Ficam defendendo interesses paroquiais não dando a menor atenção para o dia a dia da Nação, para a rapidez com que a Sociedade está sendo tragada para um abismo sem fim.
Todos os acima citados são atores menores, descartáveis, para e por esse Movimento Antropofágico que estamos vivendo.
Uma Sociedade dividida gera um governo de força.
Um governo que ignora os direitos dos cidadãos aquém governa.
Mata o Estado Democrático de Direto.
Por isso já está na hora do brasileiro buscar, cada um de per si, a forma de reconstruirmos o nosso Brasil, dividido em um torpe “ Nós e Eles”, e colocarmos da maneira que for possível, pacificamente, essas soluções que farão de nos um Nova e Pujante Nação.

 E tenho dito.

Jorge Eduardo Garcia 
SP: 6 de abril de 2016.

Impeachment de Temer


Coação ridícula do Doutor Marco Aurélio Mello, um dos ministros do STF Lulodilmista, ao mandar “impitichar” ao Vice-presidente Michel Temer.  
O que o Ilustre Magistrado está devendo ao atual governo para com isso trair sua biografia?

Dá o que pensar. 

SÃO PAULO 6 x 0 TRUJILLANOS – PVC - Paulo Vinicius Coelho


Eu respeito muito a opinião de PVC - Paulo Vinicius Coelho colunista da Folha de S. Paulo, comentarista da Fox e blogueiro do UOL, mas eu não concordo com ele sobre a atuação de P H Ganso nessa e nem em outras partidas.
 Essa história de “jogador inteligente” que arma, que faz, que patati-patatá, é conversa de jornalista esportivo.
Jogar futebol é Dom de Deus, ou o cara sabe explorar essa dadiva ou não.
Jogador bom é aquele que corre de cabeça erguida, que em microssegundo vê onde está seu companheiro e passa a bola ou põe a gorduchinha no interior da baliza.
Jogador bom é aquele que põe sem medo, destemido, valente, o corpo para na zaga barrar a bola e assim ela, não chegar ao goalkeeper, a baliza de seu time
Goalkeeper bom é aquele que sempre está atentado, vigilante, ligadão ao desenrolar da partida.
Jogador bom é aquele que tem prazer de jogar em equipe, sim, pois futebol é jogo de equipe, e não aquele que fica semeando discórdia entre seus companheiros dentro e fora de campo.
Jogador bom é aquele que não é ‘fominha’, portanto que divide as boas bolas, que divide a gloria da vitória e a tristeza da derrota, com seus companheiros.
Jogador bom é aquele que consegue ter consciência de que está “lutando” pelo Club que o emprega, que está “combatendo o bom combate “ pelos torcedores destes Clubes.  
Por fim, jogador bom é aquele que pensa menos em si e mais na equipe.
O que vemos nos campos da Pátria Amada é uma falta total de BONS JOGADORES.
Vemos jogadores de nível médio tentando se mostrar e assim conseguir ser “vendido” para o estrangeiro e ponto final.
Quando o aristocrático Renato Maurício Prado em seu “ A Última Palavra” da Fox coloca a questão sobre o hiato que existe entre as gerações de bons futebolistas no Brasil, e afirma que ele é grande, RMP está certo, certíssimo, e  eu bato palmas afirmado, sem medo, que hoje os jogadores não são nem 10% (coeficiente de minha lavra) do que foram no passado.
O Brasil não está produzindo jogadores da estirpe dos que já produziu, jogadores que com sua beleza em jogar encantaram o Mundo, não mesmo.
Mas, também, hoje a tal de “finalização” é mais importante do que o GOL, o que para mim é puro nonsense, absurdo, disparate, uma falta de coerência, pois a finalidade primeira do futebol é o GOL, o gol que dá a vitória a uma das equipes que estão em campo disputando uma partida.
Deitei essa verborreia toda para dizer ao excepcional, ao brilhante, ao excelente, ao historiador de futebol fora do comum, PVC - Paulo Vinicius Coelho, que não concordo com ele quando afirma em seu Blog que “ não fossem os quatro gols de Calleri, Ganso seria o destaque, pois considero este jogador – o Ganso-  instável, mutável em seu futebol, que hoje joga um futebol sofrível, que não merece ser considerado como destaque em nenhuma partida, muito menos nessa pífia entre SÃO PAULO  x TRUJILLANOS.
Se eu fosse presidente do São Paulo já teria vendido o P H Ganso a muito tempo, e tenho dito, pois assim falou Zaratustra.

Jorge Eduardo Garcia


in tempore: Jonathan Calleri, argentino de 23 anos, é o tipo de do bom jogador que busca as jogadas e não fica passeando, enrolando, dando um passe aqui, outro acolá, dentro de campo, e merece ser visto com melhores olhos pela imprensa tupiniquim. 

SÃO PAULO 6 x 0 TRUJILLANOS - Fernando Caetano do FOX Sports ganhou o Troféu Pentelho.




SÃO PAULO 6 x 0 TRUJILLANOS - Fernando Caetano do FOX Sports ganhou o Troféu Pentelho.
Em meio a entrevista com Jonathan Calleri que havia marcado 4 golos, portanto em dia de gloria, em dia de alegria, em dia de autoafirmação, o ganhador do Troféu Pentelho pentelhou, e muito, ao lembrar ao jogador argentino a sua má fase no São Paulo.
Fernando Caetano do FOX foi de uma falta de tato, de uma insensibilidade, de uma grosseria, de uma falta de educação, que merece o Troféu Pentelho da semana.

E assim falou Zaratustra 

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Pela conta de gestor, agora só milagre faz Arena Corinthians pagar parcela BLOG DO PERRONE

Perrone 04/04/2016 11:57

O Corinthians não conseguiu vender os naming rights de sua arena até o final de março como esperava. Agora, só um “milagre inerente” é capaz de fazer com que seja paga parcela de aproximadamente R$ 5,7 milhões para a Caixa Econômica referente ao empréstimo de R$ 400 milhões feito junto ao BNDES para bancar parte da obra. A expressão “milagre inerente” está entre aspas porque foi usada por Rodrigo Cavalcante, diretor do BRL Trust, que administra o fundo contolador do estádio corintiano, em reunião do Conselho Deliberativo do clube no último dia 7.
“Então, março é risco de default (não conseguir pagar a parcela), a não ser que aconteça (a venda dos) um naming rights ou aconteça algum milagre inerente”, disse Cavalcante na reunião ao responder à pergunta do Conselheiro Tomas Lico Martins.
Indagado pelo blog sobre o assunto, Emerson Piovezan, diretor financeiro alvinegro, pintou um quadro menos dramático. “A próxima parcela vence em 15 de abril. Esperamos que até lá a gente consiga a nova carência de 19 meses para o pagamento que estamos pedindo. Se não conseguirmos, vamos atrás do dinheiro para pagar. Os naming rights não têm nada a ver com esse pagamento”, declarou o dirigente.
O clube pede a carência por entender que teve menos tempo para começar a pagar a conta em relação aos outros estádios da Copa do Mundo.
Cavalcante, por sua vez, não atendeu ao blog.
Se as parcelas do financiamento de R$ 400 milhões não forem pagas, a Caixa poderá executar as garantias dadas pela Odebrecht, segundo explicou o representante da construtora no encontro.
De acordo com ele, os terrenos do Parque São Jorge garantem outro empréstimo feito junto à Caixa.
Na mesma reunião, o diretor da BRL Trust e Ricardo Corrégio, da Odebrecht, apontaram como um dos principais problemas do estádio o alto custo de manutenção e operação, cerca de R$ 2,7 milhões por mês.
Rodrigo disse que clube e fundo já pensaram até em utilizar trabalho voluntário para diminuir os custos.
Entre outras medidas de redução de despesas estão corte de gastos com energia elétrica, renegociação do seguro do estádio e suspensão dos ingressos de cortesia dados a conselheiros, já que o clube tem que pagar ao fundo pelos bilhetes.
A demora na venda dos naming rights e a mudança do cenário econômico do pais em relação à época em que o projeto comercial da arena foi feito foram outras explicações dadas para o aperto financeiro.
O ex-presidente Andrés Sanchez, também participou da reunião e apontou a baixa ocupação na parte mais cara do setor oeste, como complicador.
“Quem está, e eu tenho que assumir isso, pagando o estádio é a classe média e a classe baixa: é o (setor) norte, o sul, o leste em baixo e o oeste em cima. Os ditos ricos, que o projeto do plano era (de) aluguéis e cadeiras, que eu acho que são oito, nove mil cadeiras, e os camarotes, as vendas estão irrisórias”, afirmou Sanchez aos conselheiros.

PARA VER OS TRECHOS DA ATA DE REUNIÃO CONSULTE: