quinta-feira, 9 de março de 2017

Comissão do Senado aprova união estável entre pessoas do mesmo sexo.


Projeto poderá alterar Código Civil, transformando em lei entendimento do STF.

Toda Criatura tem direito a FELICIDADE.
Todo Homem merece ser livre, feliz, e em paz.
Toda Mulher merece ser livre, feliz, e em paz.
O leãozinho merece crescer livre, feliz, em paz, no local onde nasceu.
A tartaruga merece viver nadando livre, feliz, em paz, nos mares oceanos.
A cegonha merece ver garantido o seu direito natural de emigrar do Norte para o Sul da Europa em certas ocasiões do ano.
Bonita, a gatinha enjeitada que acabou aqui em casa, merece ser feliz e viver em paz, e nós fazemos de tudo para que ela se sinta feliz.
Acredito que essas minhas declarações revelem que eu sou um homem que teme a Deus, que busco estar aberto a atuação do Espirito Santo para a Honra e Gloria de nosso Senhor Jesus Cristo, meu Senhor e Salvador.
Acredito que essas minhas declarações revelem que eu como nacionalista a moda antiga desejo que meus compatriotas –conceito esquecido pelos políticos de nossos dias- sejam livres, felizes e que vivam em paz consigo mesmo e com a coletividade.
Ora, a “ Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) aprovou ontem, com 17 votos e uma abstenção, um projeto que muda o Código Civil para reconhecer legalmente a união homoafetiva e permitir a conversão dessa união em casamento” e isso causou uma “revolução” em meio aos “ deputados conservadores, especialmente da bancada religiosa”.
Os “ deputados conservadores, especialmente da bancada religiosa” deveriam estar mais preocupados com o “papelão” que eles fazem no Congresso Nacional do que se imiscuindo na vida privada de seus compatriotas.
Os “ deputados conservadores, especialmente da bancada religiosa” deveriam estar mais preocupados com as atitudes que tomam sempre em total dicotomia da e com a Sociedade Brasileira do que se imiscuindo na vida privada de seus compatriotas.
Os “ deputados conservadores, especialmente da bancada religiosa” deveriam estar mais preocupados em cuidar mais de estacar a corrupção em que o Parlamento está submergido do que se imiscuindo na vida privada de seus compatriotas.
Enfim os “ deputados conservadores, especialmente da bancada religiosa” deveriam estar trabalhando mais para o bem-estar do Povo Brasileiro do que se metendo na FELICIDADE dos outros.
Os tempos mudaram, para alguns até o fim dos tempos já está chegando, e existem novas formas da Criatura Humana buscar sua FELICIDADE, para viver em paz consigo e com o coletivo.
Não cabe a ninguém tomar o lugar de Deus e emitir juízos sobre como alguém deve buscar a sua FELICIDADE, para viver em paz consigo e com o coletivo, muito menos essas suas excelências ditas “ deputados conservadores, especialmente da bancada religiosa” que, aliás, deviam estar mais atentos as necessidades básicas de seus compatriotas do que se imiscuindo em suas vidas privadas.
Os “ deputados da bancada religiosa” deveriam saber que cada um de nós que somos dotados com o Dom da Fé vai um dia prestar contas ao Divino de acordo com sua consciência, de acordo com seus atos nessa vida, de acordo com a regras básicas de Fé de sua religião, portanto ninguém tem que dar pitaco no como esse crente – falo de crentes de todas as religiões e não só dos cristãos – deve ou não viver.
Cabe aos sacerdotes revelar os ditames do Divino ao crente e cabe ao crente segui-los ou não.
É uma questão de livre-arbítrio.
E o bom uso do livre-arbítrio é fundamental na busca da FELICIDADE, para a criatura viver em paz consigo e com o coletivo.
De mais a mais o Estado Brasileiro é LAICO.
O Brasil não é uma Teocracia como o Estado da Cidade do Vaticano que é governado pelo Papa, o Soberano Pontífice da Igreja Católica, ou a República Islâmica do Irã cujo Chefe de Estado é o Rahbar-e enqelāb, o Líder da Revolução, um Aiatolá, que é o chefe máximo da hierarquia religiosa entre os muçulmanos xiitas.
Como cidadãos temos que separar nossos deveres constitucionais, deveres civis, deveres patrióticos, das obrigações religiosas, seja a religião que for- cristianismo, islamismo, budismo, religiões afros, etc., e ponto final.
Como cidadãos temos que que cumprir a Lei independentemente de raça, sexo, cor, língua, credo, opinião política, nacionalidade ou situação socioeconômica, e ponto final.
Não podemos aceitar essa baboseira que os “ deputados conservadores, especialmente da bancada religiosa” tentam impingir a Nação, ao Povo Brasileiro, muito mais em nome deles, para conquistar demagogicamente votos, do que nos princípios religiosos propriamente ditos, que creio, até por suas atitudes, que muitos deles desconhecem totalmente.
Por isso concordo com a advogada Raquel Castro, presidente da Comissão de Direito Homoafetivo da OAB-RJ, quando ela diz:
“ — Não se deve misturar duas áreas: uma sobre direitos e legislação, onde o Estado deve lutar pelo bem de todos, e a religião. Cada pessoa deve seguir os seus preceitos”.
É isso aí doutora.
E tenho dito.

Jorge Eduardo
Bacharel em Filosofia Eclesiástica
Dr. h.c. por Mérito Eclesiástico
Um velho nacionalista apavorado com os rumos do Brasil


09/03/17

terça-feira, 7 de março de 2017

Aloysio Nunes Ferreira o guerrilheiro que virou Chanceler.

Sabemos que Carlos Marighella, o inimigo "número um" dos governos militares, foi ativo e importante membro do velho Partido Comunista Brasileiro (PCB), o PARTIDÃO, um adepto ferrenho da luta de classes armada, uma luta sem regras e sem quartel, uma luta de guerrilhas e ataques furtivos aos centros militares, bancos, portos, ferrovias, entre outros.
Seus companheiros eram conhecedores das “obras de Karl Marx e Friedrich Engels, com ênfase no marxismo-leninismo desenvolvidos por Vladimir Lênin, isso é “ a doutrina oficial da tendência majoritária do movimento comunista”.
Com o PCB fora da Lei, Carlos Marighella fundou a ALN (Ação Libertadora Nacional) para com ela angariar simpatizantes e juntos combaterem os militares.
Assim, entre seus fiéis companheiros estava um moço de 23 anos chamado Aloysio Nunes Ferreira, cuja função era” dirigir o veículo -um Fusca roubado- usado na fuga dos parceiros”.
“ Aloysio nunca escondeu sua relação com a guerrilha. Iniciou a militância no PCB quando estudante de direito da USP. Dentro do partidão, seguiu a ala de Marighella, que via como "herói", e partiu para a luta armada”. ( http://jornalggn.com.br/noticia/folha-resgata-passado-guerrilheiro-de-aloysio-nunes)
Abandonou as armas no Brasil e foi para Paris onde “ emplacou textos de Marighella na revista do filósofo francês Jean-Paul Sartre. "
“ Aloysio, de volta ao Brasil, filiou-se ao MDB, embrião do PMDB, mas depois migrou para o PSDB”.
Tornou-se amigo de José Serra, que era, e ainda é, comunista.
José Serra atuou na UNE (União Nacional dos Estudantes) e como presidente da entidade estudantil fez um discurso pela mobilização anti-golpe no Comício da Central do Brasil, do Rio de Janeiro em 13 de março de 1964, aquele que apressou a queda de Jango.
“Serra eleito governador nomeou a Aloysio Nunes Ferreira seu Chefe da Casa Civil, o tornado assim o homem mais poderoso de seu círculo governamental”.

O doutor Aloysio ocupou os seguintes cargos:
1-      Deputado estadual de São Paulo São Paulo – Período: 15 de março de 1983 até 1 de janeiro de 1991;
2-      Deputado federal por São Paulo São Paulo – Período:1 de fevereiro de 1995 até 1 de fevereiro de 2007;
3-      Vice-governador de São Paulo São Paulo – Período:15 de março de 1991 até 1 de janeiro de 1995;
4-       Ministro da Justiça do Brasil do governo Fernando Henrique Cardoso – Período: 14 de novembro de 2001 até 3 de abril de 2002;
5-      Senador por São Paulo São Paulo- Período: 1 de fevereiro de 2011 até 2 de março de 2017 quando se licenciou para assumir o MRE.

O que me chama muito atenção é que o atual Chanceler, e senador da República licenciado, Aloysio Nunes Ferreira, avalia dessa maneira sua atuação na guerrilha: "Atacávamos a ditadura por uma via que não era democrática."

Vamos ver a sua atuação à frente do Ministério das Relações Exteriores (ou Itamaraty), principalmente no que tange aos reparos que precisam ser urgentemente realizados em nossa política externa, uma política externa que foi “esculhambada” – não existe outro termo- pela política internacional do Partido dos Trabalhadores – PT-  capitaneada pelo senhor Marco Aurélio Garcia.
Enfim, como brasileiro e nacionalista a moda antiga eu espero, chegando a torcer, para uma boa atuação do cidadão Aloysio Nunes Ferreira como Ministro de Estado das Relações Exteriores e faço votos para que Sua Excelência auxilie o Exmo. Senhor Presidente da República na escolha de uma política externa atual, seria, dinâmica, confiável, sem ranço partidário, e assim ambos honrem a Tradição da Diplomacia Brasileira iniciada pelo Barão do Rio Branco.

É isso
Jorge Eduardo
Um velho nacionalista apavorado com os rumos do Brasil

07/03/2017



domingo, 5 de março de 2017

O Palácio da Alvora a mais nova crise da Republica...





A Máquina de Assar Frangos da Presidência da República Federativa do Brasil.
Eu não posso afirmar, e nem ninguém pode, que ao projetar o Palácio da Alvorada o arquiteto Oscar Niemeyer não tinha em mente uma daquelas maquinas de assar frangos que ficam nas portas das padarias.
Essas maquinas de assar frango são verdadeiros bendengós que deixam à mostra, isso graças as suas portas de vidro, os pobres dos franguinhos que lá estão sendo tostados.
 “ O Palácio da Alvorada é uma construção revestida de mármore e vedada por cortinas de vidro”, cortinas de vidro é o apelido chique de vidraças.
E são essas vidraças que trazem tremendo transtorno aos seus inquilinos, o Presidente da República e seus familiares.
A arquitetura do Alvorada, que se tornou “ um dos ícones da arquitetura moderna brasileira”, é acachapante.
A arquitetura do Alvorada, que se tornou “ um dos ícones da arquitetura moderna brasileira”, faz com que os que no Palácio habitam fiquem expostos como os franguinhos que estão sendo tostados naquelas maquinas de assar frangos das portas das padarias.
Para resguardar a privacidade dos moradores deselegantes e pesadas persianas foram instaladas o que aumenta o calor em seu interior, pois o calor em Brasília é infernal, é abrasador, é sufocante, e não há máquina de ar-condicionado que de conta de tal área, uma grande construção em três pavimentos, a ser climatizada.
Por não ser cercado por um parque arborizado o Palácio da Alvorada é inóspito.
O terreno onde está localizado é agreste e nem espelho d'água, com a escultura “As banhistas” de Alfredo Ceschiatti, que o povo dizia que eram dona Márcia e dona Maristela, filhas de JK, puxando os cabelos quando o saudoso presidente comunicava a elas que tinham que ir a Brasília, ameniza a rudeza do local.   
Hoje está instalada uma crise porque o presidente Temer não quis ficar morando no Alvorada e retornou ao Palácio Jaburu, “ situado às margens do Lago Paranoá, inaugurado em 1977, residência oficial do Vice-Presidente da República”, mas só os de má-fé não compreendem a escolha.
O Palácio da Alvora entre todos os seus defeitos não foi idealizado para uma família com filhos pequenos.
O Palácio da Alvora entre todos os seus defeitos não foi idealizado para uma família de origem comum, normal, de classe média (com avós, pais, filhos e netos à lá brasileira), cujos membros não nasceram em palácios como os membros da Realeza Britânica.
Suas ENORMES vidraças, seus espaços grandes e calorentos, enfim sua planta arquitetônica não foi concebida para ter ou ver um pimpolho, ou pimpolhos, correndo de um lado para o outro, em um sobe e desce rampa sem fim.
Aliais, o Clima de Brasília - “   tropical com estação seca, e é comum que os níveis de umidade relativa do ar fiquem muitas vezes abaixo de 30%, bem abaixo do ideal considerado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), de 60%” -  não foi levado em conta, só foi levado em conta a busca da beleza de suas linhas, pelo arquiteto Oscar Niemeyer e sua equipe, o que torna o Palácio uma incubadora para doenças respiratórias.
Não podemos esquecer que crianças pequenas são mais sensíveis as doenças respiratórias, portanto a saúde do pequeno Michelzinho (Michel Miguel Elias Temer Lulia Filho) de 7 anos de idade, foi levada em conta para que esse retorno ao Palácio Jaburu fosse o mais rápido possível.
Um providencia por parte dos pais altamente compreensível e louvável.
É fato histórico que o presidente João Goulart, o Jango, tinha dois filhos pequenos com dona Maria Thereza Fontella Goulart – João Vicente e Denize- que nunca moraram no Palácio do Alvorada, até porque o presidente fixou moradia na Residência Oficial da Granja do Torto, uma granja com características de casa de veraneio, fora do Plano Piloto de Brasília.
Dona Maria Thereza e os filhos durante a presidência de Jango moravam em um apartamento de salão e três quartos no Edifico Prelúdio, Av. Atlântica, 1782 - Copacabana, Rio de Janeiro - RJ, isso é no Condomínio Chopin Preludio Balada, com vista sobre a piscina do Hotel Copacabana Palace.
Os demais presidentes da Republica que moraram no Palácio do Alvorada eram quase sempre avós, portanto os netos não moravam com eles, iam de visita o que facilitava muito o dia a dia nessa residência oficial do Presidente do Brasil.
 Conta-se que dona Dilma Rousseff vivia ‘policiando ‘ o neto Gabriel, que mora em Porto Alegre (RS), quando o menino ia visita-la, com um “ não pegue isso, não corra” e por aí ia.
O coitado do menino devia odiar essas visitas a avó que lhe tolhia os movimentos, mas viver e conviver no Palácio da Alvorada trazem esses percalços, que fazer?

Em resumo:
Como o Palácio da Alvorada é um bonito e luxuoso edifício, com grandes salões, com uma bela vista da piscina e do Lago Paranoá, deveria ser transformado em um Palácio de Aparato, onde “ quaisquer tipos de festejos ou cerimônias que denotam pompa e/ou magnificência” envolvendo a representação do Estado Brasileiro seriam realizadas.
Como o Palácio da Alvorada, uma edificação histórica não só porque nele moraram chefes da Nação, mas, também, porque “ foi o primeiro edifício inaugurado na Capital Federal, em 30 de junho de 1958”, é recheado de Obras de Arte e como Brasília precisa de atrativos turísticos ele deveria ser transformado em museu aberto ao público.
O Palácio da Alvorada, uma edificação inóspita, não deveria mais ser Residência Oficial do Presidente da República Federativa do Brasil.

 E tenho dito


Jorge Eduardo
Um velho nacionalista apavorado com os rumos do Brasil


05/03/20 7

Obras de arte dos palácios do Planalto e do Alvorada são preciosas - CB


Da série Cenas brasileiras fazem parte os quadros Jangadas do Nordeste e Os seringueiros de Candido Portinari.

Essas telas, e mais outras com o mesmo tema "brasilidade", foram pintadas na década de cinquenta para o Hall do sétimo andar da diretoria e redação da Revista O Cruzeiro, na Rua do Livramento, Gamboa, RJ, por encomenda do jornalista Leão Gondim de Oliveira,  diretor da Empresa e da Revista O CRUZEIRO, e meu primeiro sogro, levando um bom tempo para serem entregues. No começo da década de setenta todas elas foram restauradas pela equipe do grande restaurador Edson Motta. Foram entregues a um credor da Empresa Gráfica O Cruzeiro anos depois.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Donald Trump um Estadista, com E maiúsculo.


Significado de Estadista - s.m. e s.f.- pessoa que revela grande tirocínio, grande habilidade e discernimento no que diz respeito às questões políticas, à administração do Estado.
"Um político pensa nas próximas eleições. Um estadista pensa nas próximas gerações" sentenciou James Freeman Clarke, um dos grandes teólogos americano, no que foi completado por Henry Kissinger que dize: "O dever de um estadista é fazer a ponte entre a experiência e a visão."

Donald John Trump o 45.º presidente dos Estados Unidos da America - The United States of America – em seu primeiro discurso ao Congresso dos EUA demostrou ser um Estadista, com E maiúsculo.
O Estadista Trump deixou clara sua preocupação com a Unidade Nacional ao falar de “ amor verdadeiro, de cooperação entre todos, de terreno comum”, ou seja, falar sobre o terreno comum que é a Nação Americana.
O Estadista Trump deixou clara sua preocupação com seus compatriotas, os de hoje, e os de amanhã, ao defender “ o bem comum”.
O Estadista Trump deixou clara sua preocupação com seus compatriotas veteranos de guerra que deram seu suor, suas lagrimas, sua saúde física e mental, pelas liberdades defendidas por séculos pelo povo dos Estados Unidos da America.
Estadista Trump deixou clara sua preocupação com o desemprego, com os baixos salários, com a dignidade de seus compatriotas, compatriotas estes que graças as políticas madrastas da passada administração progressista e politicamente correta da Casa Branca ou estão na miséria, ou estão em situações extremas.
Estadista Trump deixou clara sua preocupação com a saúde do norte-americano em geral quando se referiu ao desastroso Obamacare, e a necessidade de ele ser substituído por um factível “ sistema de saúde, que inclusive de cobertura as doenças pré-existentes”.
O Estadista Trump deixou clara sua preocupação com o Estados Unidos da America “ arrasado pelos crimes de várias naturezas, pelas drogas, pela infraestrutura nacional deteriorada, assolado por uma burocracia nacional inoperante e arrogante, portanto falha” graças as políticas madrastas da passada administração progressista e politicamente correta da Casa Branca.
Estadista Trump deixou clara sua preocupação com os valores defendidos pelos militares norte-americanos, inclusive pedindo aplausos para a viúva de um deles presente ao plenário do Congresso, valores esses que devem estar no coração dos Comuns norte-americanos, no coração do cidadão comum, mas que foram subestimando, negligenciados, pela passada administração progressista e politicamente correta da Casa Branca.  
Estadista Trump deixou clara sua preocupação e seu comprometimento com a reconstrução dos
Estados Unidos da America.
Uma Nação dividida e destruída graças a presidência progressista e politicamente correta de Barack Obama que deu mais ênfase as minorias, esquecendo-se dos direitos da maioria, e que com essa atitude fragilizou todos os setores da VIDA no Gigante da Norte America.
Uma Nação dividida e destruída graças a passada administração progressista e politicamente correta que marqueteou mais do que agiu construtivamente, e que com essa atitude fragilizou todos os setores da VIDA no Gigante da Norte America.
Uma Nação dividida e destruída graças a passada administração progressista e politicamente correta que fez mais propaganda baseada na personalidade e na condição de ser afro americano do então presidente Barack Obama do que tomou iniciativas validas para o bem-estar de todos os norte-americanos, e que com essa atitude fragilizou todos os setores da VIDA no Gigante da Norte America.
Estadista Trump deixou clara sua preocupação com os imigrantes ilegais.
Estadista Trump deixou clara sua preocupação com a promulgação de uma Lei clara para os imigrantes ou legais, ou ilegais.
Estadista Trump deixou claro que gostaria da absorção dos imigrantes pelo mercado de mão de obra norte-americano, pois isso geraria mais pagamento de impostos, contribuições estas tão necessário para o desenvolvimento da Nação.
Estadista Trump deixou clara sua preocupação com a violência nas cidades, com a grande onda de violência que se abateu sobre toda a Nação Norte-americana promovida pelos imigrantes ilegais, pessoas que não tem nada a perder, pois ao saírem para os EUA já tinham perdido tudo em seus países de origem, inclusive a dignidade.
Estadista Trump deixou clara sua intenção de respeitar a OTAN - Organização do Tratado do Atlântico Norte que foi organizada para combater o comunismo, e que deve ser mantida desde que seus parceiros cumpram com suas obrigações, inclusive as financeiras.
Estadista Trump deu assim um regado a Rússia, a Vladimir Putin, que é usado não só pela mídia americana, como a brasileira, e a mundial, como o Bicho Papão que destruiu a Hilary Clinton, e com isso influenciou a eleição de mister Trump.
Estadista Trump deu assim um regado a China Popular, a Correa do Norte, ambos países comunistas, para que respeitassem os Estados Unidos da America.
Estadista Trump deu assim um regado ao Estado Islâmico e demais organizações terroristas espalhadas pelo mundo, principalmente pelos países árabes, para que respeitassem os Estados Unidos da America.
Estadista Trump deu assim um regado a ONU e a todas as Nações do planeta para que voltassem a respeitar os Estados Unidos da America, já que elas deixaram de lado o respeito a sua Grande Nação, deixaram de lado o respeito aos valores defendidos por séculos pelo povo norte-americano, aliás como elas podiam respeitar os EUA tendo na Casa Branca a anterior administração progressista e politicamente correta que marqueteava mais do que agia?
O Estadista Trump foi simplista e realista na explicação de sua VISÃO sobre a posição internacional dos Estados Unidos da America.
O Estadista Trump foi simplista e realista na explicação de sua VISÃO sobre o que quer para seus compatriotas, os norte-americanos.
O Estadista Trump foi simplista e realista na explicação de sua VISÃO sobre o que realmente quer internamente para os Estados Unidos da America.
Donald John Trump em seu primeiro discurso no Congresso dos EUA demostrou ser um Estadista, com E maiúsculo.
Agora é esperar para ver.

Jorge Eduardo Garcia


01/03/2017

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Carnaval Democrático um conceito paulistano de Alexandre “ Alex” Youssef com apoio GloboNews.


O grande Adoniran Barbosa, nome artístico de João Rubinato, nascido em Valinhos, município brasileiro do Estado de São Paulo, no dia 6 de agosto de 1910, e falecido em 23 de novembro de 1982 na Cidade de São Paulo, com 72 anos, foi um compositor, cantor, humorista, ator, que compôs os mais tradicionais sambas paulistas como “ O trem das onze”, o “ Saudosa Maloca, que é considerado a porta de entrada de Adoniran no hall da fama de compositores brasileiros”.
Contudo o grande Adoniran Barbosa não “imprimiu” um rosto ao Carnaval da Cidade de São Paulo como fizeram Tia Ciata, Pixinguinha, Donga, Heitor dos Prazeres, Cartola, Zé Keti, Davi Nasser, o compositor e marchista Mario Lago, o marchista João Roberto Kelly (Girinão Roberto Esteves Kelly), entre outros BAMBAS DO SAMBA, entre outros BAMBAS DAS MARCHINHAS, que imprimiram um rosto ao Carnaval do Rio de Janeiro.
Contudo o grande Adoniran Barbosa não “imprimiu” um rosto ao Carnaval da Cidade de São Paulo como fizeram o Olodum, os Filhos de Ghandi, o Ilê Aiyê, o Chiclete com Banana, a cantora e ativista social Daniela Mercury, entre outros, que imprimiram um rosto ao Carnaval de Salvador, ou imprecisamente Carnaval da Bahia.
Contudo o grande Adoniran Barbosa não “imprimiu” um rosto ao Carnaval da Cidade de São Paulo como o “ jornalista Oswaldo Oliveira, na edição de 9 de fevereiro de 1907 do Jornal Pequeno, que fez a primeira referência ao FREVO, declarado Patrimônio Imaterial da Humanidade pela UNESCO em 2012, e que com essa publicação imprimiu um “rosto” ao Carnaval de Recife, no Carnaval de Pernambuco”.
Sem um “rosto” definido o senhor Alexandre “ Alex” Youssef, promotor cultural da Cidade de São Paulo, que parece ser o novo inspirador do carnaval paulista, pode definir esse “rosto” ao seu bel-prazer, pode impor aos blocos carnavalescos que pululam pela Paulicéia Desvairada a regra de que as tradicionais marchinhas carnavalescas não podem ser tocadas, devem ser banidas do imaginário popular,  pois elas são “politicamente incorretas”.  
É um direito dele, segue quem quiser.
Só não pode querer impor sua regra contra as tradicionais marchinhas carnavalescas, pois elas são “politicamente incorretas”, ao Carnaval Carioca.
Não pode mesmo.
Só não pode querer impor sua regra contra as tradicionais marchinhas carnavalescas, pois elas são “politicamente incorretas”, ao Carnaval de outras cidades pelo Brasil Varonil, oba, oba.
Não pode mesmo.

Até porque essa regra 'politicamente correta'  fere “ uma das principais funções da democracia que é a proteção da liberdade de expressão”. 
O senhor Alexandre “ Alex” Youssef, promotor cultural da Cidade de São Paulo, que parece ser o novo inspirador do carnaval paulista, com apoio da GloboNews, pode considerar que o carnaval é democrático (declaração que por si só a transforma em um conceito paulistano), e que nele – o democrático carnaval- vale todos os ritmos, em uma guerra declarada aos Sambas e Marchinhas cariocas, mas não é bem assim.
Quem quer tocar outros ritmos não faz carnaval, no conceito brasileiro dessa palavra, mas sim shows durante o período carnavalesco, “que ocorre antes da estação litúrgica da Quaresma, do Tempo da Quaresma, que antecede a Páscoa cristã”, e como shows devem ser consideradas essas manifestações musicais-populares.
Nada tenho contra esses shows com cantores sertanejos, com amantes do Beatles, com funkeiros, etc., muito pelo contrário, só considero que não podem ser considerados como carnaval no sentido brasileiro dessa festa popular.
Que se monte Trio- elétricos com DJ, com cantores sertanejos, com amantes do Beatles, com funkeiros, etc., mas que essas pessoas deem a Cesar o que é de Cesar, ou seja, aos Sambas, as Marchinhas, o local que é delas por direito de nascimento, por direito de conquista de gerações e gerações, no Carnaval carioca, no coração do povo carioca, em muitos dos corações dos brasileiros, e ponto final.
Sem mais...

Jorge Eduardo Garcia 

Escolas de Samba do Rio de Janeiro de 2017– desfile dos acidentes.

A simpática jornalista econômica da famigerada GloboNews, a emissora que nunca desliga em sua guerra contra o samba no Carnaval carioca, sugeriu que o desfile das Escolas de Samba deveria ser suspenso, passar para outro dia, por causa dos acidentes que ocorreram.
A simpática jornalista desconhece:
1-     Que desfile de Escola de Samba é show e como tal mesmo que aconteça a maior tragédia “ o show deve continuar”, em inglês, língua do pais de onde surgiu o dito, “ The show must go on”;
2-     Que o show deve continuar porque centenas de pessoas estão nele, o desfile, envolvidas em sua confecção, em sua participação (vindas dos mais diversos pontos do Brasil e do exterior somete para o dia do desfile) na plateia, nas transmissões televisivas nacionais e internacionais, etc.;
3-     Que milhões de reais foram gastos, agora com muito com sacrifício graças a crise, para alegria de um povo pobre, triste, estressado, ante a situação social-política- econômica no Brasil, situação está que ela sempre com um agradável sorriso nos lábios nos noticia diariamente.
Pelo o acima exposto vemos que a sugestão da eminente jornalista paulista é inviável, é impossível, é um nonsense total.
Jorge Eduardo Garcia

28/02/17