quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Trump escolheu antissemitas como assessores! Você acredita nesta balela ????? Por José Roitberg

Trump escolheu antissemitas como assessores! Você acredita nesta balela propalada pela mídia de esquerda tanto nos EUA quanto no Brasil?

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Donald Trump & A Maioria Esquecida, pessoas que não são ouvidas nem cheiradas.

“ ‘Os homens e mulheres esquecidos do nosso país já não serão esquecidos’, disse Trump em seu discurso de vitória, em Nova York”.
Pois é!!!

Os intelectuais, os pseudo-intelectuais, os jornalistas, os artistas, os famosos, os do Mundo Pop, os GLBS, os da esquerda, enfim, o grupo dos “ politicamente corretos”, vivem no mundo só deles, vivem só entre eles, só ouvem as vozes deles, e desprezam de maneira imperial a todos que não são como eles.
A Mídia Mundial, como a Tupiniquim, dominada pelos “ politicamente corretos”, alardeia as suas ideias como se fossem verdades absolutas.
Quando alguém se rebela, não concorda com as ideias deles, é logo desqualificado por ela, a Mídia, ou por eles, os intelectuais, os pseudo-intelectuais, os jornalistas, os artistas, os famosos, os do Mundo Pop, os GLBS, os da esquerda, enfim, o grupo dos “ politicamente corretos”.
É chamado desdenhosamente de mentiroso, de De Direita (como se isso fosse desdouro), de irascível, de ignorante, de racista, de preconceituoso, de homofóbico, em alguns casos de xenófobo, de evangélico (como se ser cristão fosse uma vergonha), etc e tal, e também, sendo até ameaçado de ser processado.
Outro dia fui ao Shopping Pátio Higienópolis, que é frequentado pela Classe Média e por um grande número de judeus, e como tenho dificuldade de locomoção para fazer shopping eu uso um carrinho elétrico. 
O shopping estava cheio, e a loja da TIM mais ainda, o que me obrigou a estacionar o carrinho na porta do estabelecimento enquanto minha mulher resolvia o assunto que nos trouxe até a empresa de telefonia.
Bem em frente ficam as escadas rolantes e para acessar a de descida tinha uma fila.
Uma senhorinha e uma mulher mais jovem, judias pelo seu modo de vestir, pararam do meu lado.
Nisso um casal gay de mãos dadas entrou na fila e de repente se beijaram na boca freneticamente, deram o famoso “chupão”.
A senhorinha que viu a cena deu um pulo e chamou atenção da moça, mas a exclamação foi tão alta que eu ouvi.
Ambas estavam atônitas, a senhorinha parecia em estado catatônico, e eu, então, me virei para elas dizendo que era o “famoso progresso”.
Olharam ainda assustadas para mim e bateram em retirada galopante sem nada dizer.
Pergunto:
Pode se afirmar que essas senhoras, principalmente a senhorinha, são “homofóbicas” e que merecem ser processadas?
Não podem, claro que não podem.
Elas fazem parte da “ Maioria Esquecida”, pessoas que não são ouvidas nem cheiradas, cujos princípios, os valores, as ideias, são ignorados pelos intelectuais, os pseudo-intelectuais, os jornalistas, os artistas, os famosos, os do Mundo Pop, os GLBS, os da esquerda, enfim, o grupo dos “ politicamente corretos”.
Para elas o beijo da boca dado entre homens é um fato inusitado, estranho, um ato que que se afasta das normas gerais de comportamento em meio a Sociedade Judaico-cristã, portanto que choca, que melindra, que fere suas crenças religiosas.
Agora vem a vitória de Donald J Trump nas eleições para Presidente do EUA e a Mídia Mundial, os intelectuais, os pseudo-intelectuais, os jornalistas, os artistas, os famosos, os do Mundo Pop, os GLBS, os da esquerda, enfim, o grupo dos “ politicamente corretos”, demostram todo o seu pavor e chegam ao cumulo de contestar essa realidade que surgiu das URNAS LIVRES, que surgiu de um pleito com regras democráticas bem definidas, e porque isso, porque tanto temor?
Porque repudiam aquele que não pensa como eles.
Trump, por suas opiniões, e cada um tem direito a ter as suas gostando nos ou não, foi logo pelos “politicamente corretos”, confiantes na vitória da tolerante senhora Hillary Diane Rodham Clinton que pela ânsia de Poder acobertou sempre as infidelidades conjugais de seu marido desde do Arkansas,  taxado de xenófobo, racista, mentiroso, hábil manipulador de emoções, irascível, raivoso capaz de grandes ódios, de prometer o irrealizável, MALUCO ( como uma senhora pseudointelectual aqui em casa afirmou) só que eles – “ os politicamente corretos”- esqueceram e não deram a mínima importância aos da “Maioria Esquecida”, pessoas que não são ouvidas nem cheiradas, esqueceram e não deram a mínima importância para aqueles cujas opiniões não são as mesmas deles, cujos os valores morais e religiosos não são os mesmos deles, que não se manifestam ruidosamente como eles.
Agora são os “ politicamente corretos” que estão atônitas, que estão em estado catatônico, que não conseguem compreender o que está se passando, como aquela senhorinha e sua acompanhante que vi no Shopping Pátio Higienópolis.
A Mídia – principalmente a CNN e o The New York Times (esse o Grande Derrotado, pois “ até a véspera da eleição americana calculava em 84% a probabilidade de Hillary Clinton se tornar presidente”) que apoiaram de maneira quase irracional Miss Clinton- agora tão grande destaque as manifestações contra o presidente eleito Trump, insuflando assim as pessoas, na maioria jovens e ilegais, a desobediência civil, o que realmente pode levar o CAOS a Sociedade Americana. 
Pena é que a Mídia Tupiniquim, também, embarcou nessas de dar destaques aos maus perdedores.
Enfim os da Mídia, os intelectuais, os pseudo-intelectuais, os jornalistas, os artistas, os famosos, os do Mundo Pop, os GLBS, os da esquerda, enfim, o grupo dos “ politicamente corretos”, não aprenderam NADA com a Vitoria de Donald J Trump nas eleições para Presidente do EUA, e continuam VERGONHOSAMENTE a falar entre eles, ao ouvir só as vozes deles, a ignorar a “Maioria Esquecida”, pessoas que não são ouvidas nem cheiradas, cujos os valores morais e religiosos não são os mesmos deles.
Ficam atônitos ante essa frase de Trump no discurso da Vitoria:
“ Os homens e mulheres esquecidos do nosso país já não serão esquecidos”.

É isso aí.

Jorge Eduardo Garcia


11/11/16

VOCÊ ESTÁ TRISTE, APAVORADO? DE Mateus Colombo Mendes

Certo, você está em choque com a eleição de Donald Trump. Mas, você sabe o porquê disso? É porque ele é um grosseirão, racista, machista, xenófobo? Não, não é por isso. Admita. Você está em choque, você odeia Trump, porque -- lamento informar -- você se deixa MANIPULAR pela grande imprensa. Desculpa-me, mas é isso.
Pô, você acha mesmo que assistindo Jornal Nacional, lendo Folha, Zero Hora e G1 e curtindo Quebrando o Tabu você é um grande crítico, uma pessoa cujos sentimentos merecem atenção? Sim, SENTIMENTOS, porque tudo que vejo é você dizendo "Estou em choque", "Estou apavorado", "Estou triste". É mesmo, é? E eu com isso!? Quando se fala em política, em decisões que afetam a vida de bilhões de pessoas, quem coloca os sentimentos em primeiro lugar em uma análise não merece mais do que uma chupeta e um babador.
Inclusive, neste exato momento você está pensando: "Ah, mas você fala isso porque gosta do Trump..." COMO EU VOU SABER SE GOSTO OU NÃO DO TRUMP!? Jamais tive contato pessoal com ele. Olha, [aposto que não, mas...] pode ser até que a Hillary Clinton seja uma pessoa mais agradável do que Donald Trump, mais "gostável", mas isso não importa. Isso são sentimentos, não são fatos; não mais que tangenciam a realidade.
Deixe essa mentalidade de torcedor de futebol de lado, pare com essa besteira de "ser contra" ou "ser a favor", de "gostar" ou "não gostar". Toda informação a favor ou contra aquilo que se pensa a priori deve ser analisada profundamente, comprovada, revirada, atestada, até que não sobrem dúvidas a respeito dela. Ora, você forma suas opiniões a partir de manchetes! Ou seja, sua opinião vale menos que o choro de uma criança com fome. Então, engula seus sentimentos e cresça de uma vez por todas!
Todas as informações que você tem a respeito de Trump vieram diretamente da grande imprensa. Você não pesquisou a fundo absolutamente nada daquilo que o apavorou, que o deixou em choque. Admita. Seja sincero. Você viu uma manchete aqui, outra ali, ouviu algum especialista que jamais acerta algo fazendo cara de horror e, pronto, formou sua opinião -- e não há fato que a abale.
"Trump é racista, homofóbico, xenófobo..." Você já viu e bela e estrangeira esposa de Trump? Você já viu algum dos vários vídeos de apoiadores voluntários e de funcionários e ex-empregados de Trump, negros, homossexuais, latinos, imigrantes, defendendo fervorosamente o novo presidente americano? Se não viu, dê uma olhada no resultado das eleições e constate com cara de Guga Chacra com diarréia que Trump venceu na Flórida, estado mais "chicano" dos EUA.
"Ah, mas o muro..." O MURO JÁ EXISTE. Trump apenas disse que reforçará os mecanismos de segurança, construirá novos (incluindo a ampliação dos muros fronteiriços) e filtrará com maior rigor quem pode entrar. Nada diferente do que você faz na sua bela casinha. Assim como você, Trump e a maioria dos americanos só querem por perto pessoas dispostas a viver em paz, de forma honesta e produtiva. Que crime, não?
"Aie, mas o Trump falou palavrões, grosserias..." Isso é verdade. Mas, e daí, Nossa Senhora de Calcutá? Aliás, sabe quem mais está afetando pavor contra as besteiras ditas por Trump? Jornalistas e intelectuais que aplaudiram as feministas que quebraram imagens santas e enfiaram crucifixos no traseiro, que minimizaram o "grêlo duro" de Lula, que aplaudiram os black blocs assassinos e destruidores, que relativizam o terrorismo do MST, que chamam de "ocupação" as invasões de escolas... Você se está deixando levar por pessoas que se indignam de forma seletiva, que primeiro olham para quem fez isso ou aquilo antes de aprovar ou condenar. Para essa gente, Jair Bolsonaro é um novo Hitler porque respondeu que NÃO estupraria a mulher que cometeu o gravíssimo crime de chamá-lo de estuprador; mas nada foi dito sobre Paulo Ghiraldelli haver desejado publicamente que Rachel Sheherazade fosse estuprada. Por que isso? Não importa o que Bolsonaro ou Ghiraldelli digam; importam que este é do clube e aquele não é. E essas são as fontes de seus afetadíssimos sentimentos.
Todavia, o mais importante aqui é que a imprensa, em geral, não tem dado informações, mas tem compartilhado seus desejos, suas vontades, sua torcida. Não mais que isso. E assim procede por dois motivos. O primeiro, há muito consabido, é que jornalistas, lá e aqui, em geral, consideram-se de esquerda; para o exercício da profissão, isso (ter uma posição política) não é problema; o problema é que não conseguem agir profissionalmente e comportam-se como torcedores de futebol participando de uma mesa redonda dominical sobre a rodada do campeonato. Sonegam as informações reais, distorcem, mentem e amoldam os fatos a suas opiniões militantes.
Mas há um agravante: dezenas de milhares de e-mails de Hillary Clinton e de seus assessores, interceptados pelo FBI, comprovam que grande parte da imprensa estava declaradamente a serviço da campanha democrata, inclusive consultando a equipe de Hillary quanto às perguntas que deveriam ser feitas a ela e a Trump nos debates (apenas um exemplo). Informar-se a respeito das eleições americanas com essa gente é o mesmo que perguntar na padaria do Zé Gordo se comer bolo de chocolate faz bem à saúde.
Aliás, esses e-mails implicam os Clinton e os seus em:
-- pedofilia,
-- exploração infantil,
-- financiamento de abortos,
-- lavagem de dinheiro,
-- perjúrio,
-- obstrução da justiça,
-- negociatas envolvendo a Fundação Clinton etc.
Enfim, se analisarmos diretamente a pessoa de Donald Trump, não sobram mais do que ressalvas comportamentais contra um empreendedor pra lá de bem-sucedido e um político com um sólido projeto de nação. Ou seja, um excelente candidato (o que não significa que fará um excelente governo).
Se o compararmos com Clinton e seus asseclas, que acumulam crimes e gravíssimas acusações de crimes, Trump passa a ser uma escolha obrigatória (ainda que não fosse um excelente candidato).
Aqui temos fatos, não sentimentos. Meus sentimentos são de Schadenfreude em relação à imprensa, de esperança em relação ao mundo, de alegria por ver as PESSOAS que vivem a vida real enterrando a esquerda e os esquerdismos. Mas isso não importa. O que importa são os fatos. E o fato aqui é que você se deixou enganar bonito. Como dizem as minas empoderadas: APENAS PARE, SEJE MENAS.
Em tempo: é claro que o Trump pode vir a fazer besteiras. O ponto aqui é tão-somente o fato de que ele não é o demônio que pinta o diabedo jornaleiro.

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

“François Hollande semble un épicier failli”, Bernadette Chirac



Jacques Chirac, ex-Presidente da República Francesa, “ sofre de anosognosia, uma doença que provoca “sérios lapsos de memória” e impede o doente até “de se lembrar, que se esqueceu” de algo. O relatório médico refere ainda que a doença é irreversível e que está cientificamente ligada à doença de Alzheimer. Desde que abandonou o Eliseu, Chirac foi hospitalizado em várias ocasiões. Em dezembro de 2015 passou duas semanas internado. Em 2005, Chirac foi vítima de um acidente vascular cerebral que o enfraqueceu”.
“ Anosognosia é um estado neurológico caracterizado pela incapacidade de uma pessoa estar consciente da sua própria doença. A anosognosia foi descrita pela primeira vez por Joseph Babinski, em 1914”.

Jacques René Chirac, nasceu em 29 de novembro de 1932, está com 83 anos, no 5e arrondissement de Paris, a área mais antiga da cidade, onde as “ "escolas" diferentes da Universidade de Paris foram instaladas e dão assim origem ao nome "Quartier Latin", portanto, um bairro acadêmico e intelectual (muitos editores e livrarias), mas, também, é uma área turística graças a concentração de restaurantes entre o Sena e o Boulevard Saint-Germain, entre o Boulevard Saint-Michel e a rue Saint-Jacques. É também um distrito de vida noturna ativa (bares na rue Mouffetard e na rue Descartes). ”
Mademoiselle Bernadette Thérèse Marie Chodron de Courcel, hoje Madame Bernadette Thérèse Marie Chirac, é descendente de famílias da aristocracia francesa (a paterna é rica e enobrecida por Napoleão III e seu avô materno é Louis de Brondeau d’Urtières, Conde de Brondeau), nascida no 16e arrondissement de Paris, com “ seus inúmeros museus e lugares notáveis como o Trocadero ou o Bois de Boulogne, além de embaixadas e consulados, bem como das instalações desportivas famosos em todo o mundo, como o Parc des Princes ou o estádio de Roland Garros”, em 18 de maio de 1933, estando com 83 anos.
Jacques Chirac e Madame Bernadette eram estudantes no L'Institut d'études politiques de Paris (IEP de Paris), « Sciences Po », se conheceram na Escola, e enfrentando a resistência da família da noiva se casaram em16 de março de 1956.
“ Os Chodron de Courcel se recusam a realizar um casamento solene na Basílica de Sainte-Clotilde, onde as famílias da alta sociedade do Faubourg Saint-Germain tradicionalmente se casavam, e a cerimônia foi realizada na capela do Menino Jesus, 29 rue Las Cases, o anexo da igreja, então reservado para catequese e cerimônias mais íntimas”.
“ Juntos, eles têm duas filhas, Laurence, nascida em 4 de março de 1958 e falecida no dia 14 de abril de 2016, e Claude, nascida em 6 de dezembro de 1962, que se tornará assessora de comunicações a seu pai”.
Como o casamento foi realizado por ambição e não por amor -  « pas qu'un mariage d'amour mais un mariage d'ambition » - Chirac teve amantes, sendo a mais famosa Jacqueline Chabridon, uma jornalista do Le Figaro, chegando a pensar em se divorciar de Madame Bernadette, porem foi desaconselhado por amigos que o alertaram que o Povo Frances não elegeria um divorciado para Presidente da República, e com isso ele rompeu o relacionamento com a jornalista.
Madame Bernadette Chirac entrou, morou, dignificou sua estadia no Palais de l'Élysée, ou Palácio do Eliseu, “no 55, rue du Faubourg-Saint-Honoré à Paris, 8e arrondissement, a residência oficial do Presidente da República Francesa a partir da II e República.
Em 16 de maio de 2007, depois de 11 anos 11 meses e 29 dias, o Casal Chirac abandonou o Palais de l'Élysée, deixando o belo palácio nas mãos de Nicolas Sarkozy, presidente eleito da República Francesa, que ainda não havia se casado com a belíssima Carla Gilberta Bruni Tedeschi, ou simplesmente Carla Bruni, hoje Carla Bruni-Sarkozy, nome que passou a usar após a cerimônia realizada em “2 de fevereiro de 2008, no Salão Verde do Palácio do Eliseu, sem proclamas, mas com a permissão do Ministério Público, para não perturbar a ordem pública".
O Casal Chirac mudou-se para um “grande e luxuoso apartamento no no 3 Quai Voltaire,  7e arrondissement, Paris, emprestado por Ayman Hariri, filho de Rafik Hariri, ex-presidente do Conselho de Ministros do Líbano, assassinado em 14 de fevereiro de 2005, em Beirute, Líbano”.
Madame Bernadette Chirac apoiou abertamente a Nicolas Sarkozy e nunca escondeu sua aversão visceral a François Hollande (François Gérard Georges Nicolas Hollande, nascido em Ruão, no departamento do Sena Marítimo, na região da Alta Normandia, numa família de classe média, em 12 de agosto de 1954, filho do doutor Georges Gustave Hollande, um otorrinolaringologista, Nicole Frédérique Marguerite Tribert, assistente social militante de esquerda)  a ponto de  se referir ao candidato do PS – Partido Socialista, sempre de maneira critica dizendo: “François Hollande semble un épicier failli”, ou seja, “ François Hollande parece um merceeiro falido”.
Eu não sabia disso até ontem, mas sempre disse que Hollande parecia fisicamente um “ boucher”, ou seja, um açougueiro.
E é esse épicier ou boucher, péssimo governante de uma França em grave crise moral, ética, cultural, social, financeira, vivendo ao sabor dos humores dos terroristas islâmico, o homem errado na hora errada, que reconhece a vitória inconteste de Donald J Trump de maneira critica.
Quem é ele?
Ser o vingt-quatrième Président de la République Française, le septième président de la République française dans la Cinquième République, ou seja, o vigésimo quarto Presidente da República Francesa, o sétimo Presidente da República Francesa na Quinta República, não lhe dá respaldo para criticar nenhuma autoridade eleita livremente por um povo de outra Nação, especialmente uma Nação amiga como EUA que salvou a França nas duas Guerras Mundiais.
Hollande com sua aparência de um merceeiro falido, sem nenhuma vocação para Estadista, que vive a reboque de Frau Angela Merkel, colocando a França aos pés da Alemanha, é uma calamidade para o POVO FRANCÊS.

E tenho dito.

Jorge Eduardo Garcia


10/11/16

“ A realidade é com Trump para desespero e faces arrasadas dos jornalistas de esquerda”.

No artigo “Trump fez promessas ao governo de Israel”, escrito por José Roitberg, em 9 de novembro de 2016, e publicado no Menorah Brasil - https://www.menorahnet.com.br, o jornalista judeu afirmou:
“ Ocorre que Hillary já era e a realidade é com Trump para desespero e faces arrasadas dos jornalistas de esquerda em todas as mídias televisivas. Tem noticiário dando a vitória de Trump como se estivesse lendo um obituário”.

O Programa do Jô recebeu Cristina Serra, Sonia Racy, Natuza Nery e Vera Magalhães em mais uma edição do Meninas do Jô e como sempre me deu engulhos.
José Eugênio Soares, mais conhecido como Jô Soares ou simplesmente Jô, que eu tenho ideia de quem seja desde que morava em um apartamento de Classe Média na Avenida Ataulfo de Paiva, no Leblon, no Rio de Janeiro, é um “camarada politicamente correto” que ama de paixão o que há de melhor no Estilo de Vida da Sociedade Americana, “ o American way (em português, 'jeito ou estilo americano') ou American way of life ('estilo americano de vida') expressão aplicada ao estilo de vida dos habitantes dos Estados Unidos da América”.
Contudo o “Eterno Palhaço” (que ganhou notoriedade graças aos programas "Planeta dos Homens", "Viva o Gordo", dá TV Globo, e mais ainda com o talk -show "Jô Soares Onze e Meia" no SBT)  que ficou rico tanto que hoje mora em um luxuoso apartamento do Edifício Muniz de Souza, Av. Higienópolis, 1074 - Higienópolis, São Paulo – SP, ou seja, no bairro mais aristocrático da Paulicéia, tinha que se manifestar mais uma vez POLITICAMENTE CORRETO desdenhado a Donald John Trump, um empresário, investidor e personalidade da mídia norte-americano, um coleguinha do Jô, atual presidente eleito dos Estados Unidos da América.
Ora, Trump é um self-made man, um homem que se elevou pelos seus próprios méritos, bem como Jô Soares, graças a suas palhaçadas, “ se elevou pelos seus próprios méritos”, portanto semelhantes queira o apresentador tupiniquim ou não queira o apresentador tupiniquim.
Além do que Jô Soares gosta de afirmar que seus pais eram ricos, que viveu no Copacabana Palace, o que faz ter uma origem semelhante de Donald Trump um rebento de família rica do Queens, no estado de Nova Iorque.
O desdém de José Eugênio Soares, mais conhecido como Jô Soares ou simplesmente Jô, por Donald J Trump soa tão falso quando nota de 30 reais, mas a massa ignara baba de prazer ao ouvi-lo, o desdém.
Agora volto às “ faces arrasadas dos jornalistas de esquerda em todas as mídias televisivas”.
A senhora Cristina Serra citando a filha que hoje mora na Califórnia, o maior Estado GLBS dos EUA, creio que a mesma que foi a rua em meio ao Movimento Passe Livre, fez eco contra Trump, e mais falou que o Caos que hoje se abate sobre o Iraque por causa do Estado Islâmico é culpa de George W. Bush ( esquecendo cavilosamente do ataque as Torres Gêmeas) e não por causa de Hussein Barack Obama que ordenou que as Tropas Americanas abandonasse peremptoriamente o Pais árabe, tropas essas que mantinham a instabilidade nascente no Iraque. Uma postura sem-noção.
A seguir a senhora Vera Magalhães, que foi convidada para dar pitacos sobre a eleição de Trump, demonstrou que desconhece totalmente os feitos comerciais, e principalmente os bancários, do Presidente-eleito dos EUA, demostrando ser uma “ politicamente correta” ao estilo José Serra. Uma postura sem-noção.
Por isso TUDO é que José Roitberg em eu artigo tem razão:
“ ... a realidade é com Trump para desespero e faces arrasadas dos jornalistas de esquerda em todas as mídias televisivas. Tem noticiário dando a vitória de Trump como se estivesse lendo um obituário”...
E tenho dito.

Jorge Eduardo Garcia.


Em tempo: Ainda bem que o Programa do Jô na Globo vai sair do ar....

THAT IS THE AMERICAN DREAM.


THAT IS THE AMERICAN DREAM.

DIVÓRCIO por Arnaldo Jabor -


Maravilhoso e eu sei que digo, pois sou casado com a mesma a 36 anos - JEG

Meus amigos separados não cansam de perguntar como consegui ficar casado 30 anos com a mesma mulher. As mulheres sempre mais maldosas que os homens, não perguntam a minha esposa como ela consegue ficar casada com o mesmo homem, mas como ela consegue ficar casada comigo. Os jovens é que fazem as perguntas certas, ou seja, querem conhecer o segredo para manter um casamento por tanto tempo. Ninguém ensina isso nas escolas, pelo contrário. Não sou um especialista do ramo, como todos sabem, mas dito isso, minha resposta é mais ou menos a que segue:

Hoje em dia o divórcio é inevitável, não dá para escapar. Ninguém agüenta conviver com a mesma pessoa por uma eternidade. Eu, na realidade já estou em meu terceiro casamento – a única diferença é que casei três vezes com a mesma mulher.

Minha esposa, se não me engano está em seu quinto, porque ela pensou em pegar as malas mais vezes que eu. O segredo do casamento não é a harmonia eterna. Depois dos inevitáveis arranca-rabos, a solução é ponderar, se acalmar e partir de novo com a mesma mulher.

O segredo no fundo é renovar o casamento e não procurar um casamento novo. Isso exige alguns cuidados e preocupações que são esquecidos no dia-a-dia do casal.

De tempos em tempos, é preciso renovar a relação. De tempos em tempos é preciso voltar a namorar, voltar a cortejar, seduzir e ser seduzido. Há quanto tempo vocês não saem para dançar? Há quanto tempo você não tenta conquistá-la ou conquistá-lo como se seu par fosse um pretendente em potencial?

Há quanto tempo não fazem uma lua-de-mel, sem os filhos eternamente brigando para ter a sua irrestrita atenção?
Sem falar dos inúmeros quilos que se acrescentaram a você depois do casamento. Mulher e marido que se separam perdem 10 kg em um único mês, por que vocês não podem conseguir o mesmo?

Faça de conta que você está de caso novo. Se fosse um casamento novo, você certamente passaria a freqüentar lugares novos e desconhecidos, mudaria de casa ou apartamento, trocaria seu guarda-roupa, os discos, o corte de cabelo, a maquiagem. Mas tudo isso pode ser feito sem que você se separe de seu cônjuge.

Vamos ser honestos: ninguém agüenta a mesma mulher ou o mesmo marido por trinta anos com a mesma roupa, o mesmo batom, com os mesmos amigos, com as mesmas piadas. Muitas vezes não é a sua esposa que está ficando chata e mofada, é você, são seus próprios móveis com a mesma desbotada decoração.

Se você se divorciasse, certamente trocaria tudo, que é justamente um dos prazeres da separação. Quem se separa se encanta com a nova vida, a nova casa, um novo bairro, um novo circuito de amigos.

Não é preciso um divórcio litigioso para ter tudo isso. Basta mudar de lugares e interesses e não se deixar acomodar. Isso obviamente custa caro e muitas uniões se esfacelam porque o casal se recusa a pagar esses pequenos custos necessários para renovar um casamento.

Mas se você se separar, sua nova esposa vai querer novos filhos, novos móveis, novas roupas e você ainda terá a pensão dos filhos do casamento anterior.

Não existe essa tal “estabilidade do casamento” nem ela deveria ser almejada. O mundo muda, e você também, seu marido, sua esposa, seu bairro e seus amigos.

A melhor estratégia para salvar um casamento não é manter uma “relação estável”, mas saber mudar junto. Todo cônjuge precisa evoluir, estudar, aprimorar-se, interessar-se por coisas que jamais teria pensado em fazer no inicio do casamento. Você faz isso constantemente no trabalho, porque não fazer na própria família?

É o que seus filhos fazem desde que vieram ao mundo. Portanto descubra a nova mulher ou o novo homem que vive ao seu lado, em vez de sair por aí tentando descobrir um novo interessante par. Tenho certeza que seus filhos os respeitarão pela decisão de se manterem juntos e aprenderão a importante lição de como crescer e evoluir unidos apesar das desavenças. Brigas e arranca-rabos sempre ocorrerão: por isso de vez em quando é necessário se casar de novo, mas tente fazê-lo sempre com o mesmo par.

Como vê, NÃO EXISTE MÁGICA – EXISTE COMPROMISSO, COMPROMETIMENTO E TRABALHO – é isso que salva casamentos e famílias.”


Fonte: Citações Arnaldo Jabor