segunda-feira, 22 de junho de 2015

GILBERTO ALVES - GOSTO QUE ME ENROSCO

JORGE EDUARDO GARCIA - IN FOCUS: UM POUCO DE BAIXARIA & POLITICA

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UM POUCO DE BAIXARIA & POLITICA


Blogs e Colunistas


13/06/2015
 às 9:15 \ CulturaDemocracia

O triste fim de carreira de Jô Soares: a visita da saúde em audiência

Há certas vantagens em estar morando no exterior e ainda não ter assinado o canal da Globo internacional. Por exemplo: não tinha como ver o Programa do Jô especial, com a “entrevista” da “presidenta” Dilma (na verdade, como disse um leitor, foi o Jô quem esteve no programa da Dilma). Isso evitou uma noite mal dormida, fruto do embrulho estomacal. Dormi feito um anjo, e só nesse sábado de manhã, já psicológica e fisicamente preparado, fui encarar a parada. Dureza!
Já tinha escrito aqui sobre a decadência de Jô Soares, ao transformar-se num defensor mentiroso de Dilma, mas o homem realmente chegou ao fundo do poço. Sem nenhuma cerimônia, sem precisar disfarçar muito, o entrevistador se transformou num bajulador explícito do governo, em troca sabe-se lá de quê. O programa pareceu produzido por João Santana, o marqueteiro de Dilma.
Jô começa elogiando a sede fanática de Dilma pela leitura. Sério? Não era piada? Então vejamos um exemplo dessa voracidade literária:
Em seguida, Jô faz a primeira pergunta “incômoda”: quis saber de Dilma o que ela tinha a dizer sobre a acusação da oposição, “de que ela não cumpriu algumas de suas promessas”. Como é?! Que “oposição” seria essa? O PT? Pois nem os tucanos, pusilânimes por natureza, “atacam” Dilma dessa forma patética. Algumas promessas? Não, Jô, Dilma não deixou de cumprir algumas promessas. Ela praticou escancarado estelionato eleitoral, dizendo que jamais faria o que está fazendo, e que o que está fazendo seria feito se a oposição vencesse, o que seria o caos para o Brasil. Entendeu?
A bola levantada pelo humorista rendeu uma oportunidade para Dilma repetir suas falácias, de que a crise brasileira ainda é o resultado da crise internacional, que começou há 7 anos. Mesmo? Que tipo de entrevistador sério deixaria uma mentira dessas passar batida, sem contestar com fatos amplamente conhecidos? Por que Jô Soares não mostrou que os demais países emergentes crescem bem mais do que o Brasil com bem menos inflação? A “marolinha” virou onda, mas atingiu só o Brasil, e Jô também não sabe? Dilma culpou até a seca pela nossa crise! E Jô concordando, acenando com a cabeça como se Dilma tivesse dado uma explicação profunda e verdadeira!
Jô Soares, depois, elogiou Dilma como alguém que sempre defendeu a democracia e quis saber como ela encarava os “radicais”. Como é? Dilma, a “moderada” ex-terrorista, defendia a democracia quando pregava o regime cubano no Brasil? Vamos falar a verdade: Dilma nunca defendeu a democracia! E continua não defendendo! Senão, por que aplaude o governo de Maduro na Venezuela? Por que continua afagando o ditador Fidel Castro? Mas Jô fez seu papel de lacaio do governo. Se tivesse sido contratado por João Santana não faria diferente.
A cartada sexual também veio à tona: Jô acusou um suposto machismo pelas críticas ao governo, e destacou a fama de durona da presidente. Intragável não seria um termo mais correto? Arrogante não seria um adjetivo mais adequado? Quem já trabalhou com Dilma atesta: não é questão de “pavio curto”, como disse Jô, mas de destempero mesmo, de agressividade gratuita, típica de quem não tem liderança natural, por mérito. Jô não teria como cobrar algo nesse tipo, pois isso exigiria independência na entrevista.
A essa altura precisei de um “break”, procurei um Engov, um Plasil, pois já estava evidente o que viria pela frente. Ainda faltavam uns 40 minutos de show de horror. Não estava errado. Jô teceu loas ao passado de Dilma, à sua coragem após ter perdido um pai cedo, ter enfrentado um câncer. Perguntou do que ela tinha medo, já que claramente não tinha medo de cara feia, pois encarava Renan Calheiros e Eduardo Cunha diariamente. Sutil, Jô? Nem tanto. A alegação “velada” de que Dilma é vítima de complô do PMDB, uma presidente acuada, tadinha!, só cola para incautos. Mas não eram nos inteligentes que Jô estava de olho, não é mesmo?
Desisti, confesso. A conexão ajudou, pois o vídeo começou a travar (não é só no Brasil que internet dá problema). Mas já sabia que não perderia nada demais, pois todo o resto da entrevista era previsível: continuaria sendo uma conversa de comadres, um bate-papo entre uma presidente sem credibilidade e um entrevistador igualmente sem credibilidade, em final triste de carreira.
Talvez o programa ontem tenha tido boa audiência. Curiosidade mórbida do público. Mas foi a visita da saúde para o Programa do Jô. Agora ele pode continuar ladeira abaixo rumo ao traço, pois quem ainda consegue levar esse entrevistador a sério depois desse espetáculo ridículo? A data escolhida, ao menos, foi adequada: o dia nos namorados. Jô e Dilma pareciam dois enamorados mesmo, num abraço dos afogados:
PS: Dilma acha que existem ministérios “simbólicos”. Resta só convencer os “contribuintes” que os pesados impostos que pagam para financiar tais ministérios são também simbólicos, pois eles sentem de forma bem real e concreta a tungada em seus bolsos.

JORGE EDUARDO GARCIA - IN FOCUS: o cara quer um futebol serio e dá nisso: Uruguaio ...

JORGE EDUARDO GARCIA - IN FOCUS: o cara quer um futebol serio e dá nisso: Uruguaio ...:  Uruguaio que suspendeu Neymar se esconde após ameaças de argentinos Uruguaio que suspendeu Neymar se esco...

o cara quer um futebol serio e dá nisso: Uruguaio que suspendeu Neymar se esconde após ameaças de argentinos




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Guilherme Palenzuela e Pedro Ivo Almeida
Do UOL, em Santiago (Chile)
O temor por uma recepção negativa pela decisão de suspender Neymar por quatro jogos depois da expulsão na derrota do Brasil para a Colômbia, pela Copa América, fez o uruguaio Adrian Leiza, vice-presidente do Tribunal Disciplinar da Conmebol, não vir a público para comentar o caso. Leiza fugiu dos holofotes porque há um mês recebeu sérias ameaças após anunciar a eliminação do Boca Juniors da Copa Libertadores, após o episódio do gás no túnel de acesso aos vestiários no estádio La Bombonera, e achou que a punição ao craque da seleção brasileira pudesse fazer surgir novas tentativas de intimidação pessoal.
O Tribunal Disciplinar da Conmebol que decidiu por suspender Neymar por quatro jogos da Copa América é composto pelo presidente Caio César Vieira Rocha, brasileiro, pelo vice Adrian Leiza, uruguaio, e pelos membros Alberto Lozada, boliviano, Orlando Morales, colombiano, e Carlos Tápia, chileno. Como a partida foi entre Brasil e Colômbia, e o árbitro Enrique Osses, personagem importante da trama, é chileno, não participaram da decisão o brasileiro, o colombiano e o chileno, o que deixou o caso com Leiza e Lozada. Mesmo com o uruguaio ocupando cargo superior, no entanto, coube ao boliviano falar publicamente.
Segundo membros da Conmebol, Leiza está assustado com a repercussão da eliminação do Boca. No meio de maio foi ele quem se colocou à frente do tema pelo Tribunal Disciplinar e ele quem concedeu entrevistas à imprensa argentina, o que segundo o relato rendeu ligações à sua casa e ameaçar de morte que chegaram aos ouvidos dele e de sua família. Tudo devido a decisão pioneira de se eliminar umclube do torneio após uma conduta violenta de sua torcida - um torcedor do Boca jogou no túnel entre campo e vestiário objetivo que exalou gás e atingiu os jogadoresdo River, que foram afetados, situação que ocasionou a interrupção da partida. Mais tarde, a Conmebol decidiu pela exclusão do clube.
Horas antes de definir qual seria a punição de Neymar, Adrian Leiza foi questionado sobre o caso ao passar pelo lobby do hotel em que o Tribunal Disciplinar se reuniu em Santiago, no Chile. Disse, com desconforto, que nem a súmula da partida ainda havia sido analisada e avisou que não daria declarações oficiais sobre o caso. Não deu. Mais tarde, coube ao presidente do órgão Caio Rocha - que não participou da decisão - falar com a imprensa. Como o resultado demorou para ser publicado pela Conmebol, foi o boliviano Alberto Lozada que anunciou os quatro jogos de gancho.
Esta Copa América 2015 é a primeira na qual o Tribunal Disciplinar atua. O órgão foi inaugurado no início de 2013 e não esteve presente na edição da competição em 2011, quando todas as punições eram estabelecidas pelo Comitê Executivo da entidade. A punição severa a Neymar - que recebe quatro jogos de suspensão em um torneio de seis jogos - fez com que a própria Conmebol começasse a conversar sobre a necessidade de mudança no código disciplinar, para adequar as penas a cada competição. Hoje, a mesma pena que se aplica na Libertadores, torneio com 14 jogos, se aplica à Copa América. A ideia, agora, é mudar para que a partir da Copa América 2016, nos Estados Unidos, as punições sejam proporcionais.
Neymar ainda escapou de pegar suspensão de 10 jogos porque o árbitro Enrique Osses não relatou na súmula episódio contado ao Tribunal Disciplinar pelo delegado do jogo, o uruguaio Washington Rivero. Ele diz ter visto Neymar puxar a camisa de Osses antes de insultá-lo, após esperá-lo no túnel de acesso aos vestiários. O árbitro relatou apenas os insultos, e não o puxão de camisa. Se tivesse relatado, o camisa 10 da seleção brasileira seria enquadrado por "suspensão de no mínimo 10 jogos ou por um período de tempo determinado mínimo de quatro meses por agredir ou cuspir em um oficial de jogo". Neymar poderia perder a Copa América 2016 inteira e ainda ter de cumprir jogos de gancho na Copa América 2019. 
Foto: UOL

JORGE EDUARDO GARCIA - IN FOCUS: A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) decidiu...

JORGE EDUARDO GARCIA - IN FOCUS: A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) decidiu...: não recorrer da punição de Neymar, peladeiro

A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) decidiu, na noite deste domingo, que não recorrerá da decisão da Conmebol no caso Neymar,



Significado de Amoral: adj. Que não é nem contrário nem conforme à moral.
Que desconhece os princípios morais.
Nosso futebol, como o do mundo, graças a CBF/FIFA é amoral.
Como amoral foi o ato do jogador, o capitão do Felipão, outra bananeira que já deu cacho, Tiago Silva que ofereceu o seu gol na Venezuela a Neymar Junior, um jogador condenado pela Conmebol, que não deveria nem estar no Campo.

ISSO TUDO É UMA VERGONHA,
QUANDO ESSE ESTADO DE COISA VAI PARAR???
É DE ESCACHAR.

MAIS A CBF DEU UMA DENTRO AO NÃO RECORRER DA PUNIÇÃO.

PARABENS AO DONO DA IDEIA. VALEU.




A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) decidiu, na noite deste domingo, que não recorrerá da decisão da Conmebol no caso Neymar, que está fora da Copa América pela confusão no jogo contra a Colômbia. Sem chance de voltar a atuar no torneio, o camisa 10 deve deixar o Chile já nesta segunda-feira. 
A decisão foi confirmada pela própria entidade, que emitiu uma nota oficial. "Em reunião realizada na noite deste domingo entre Neymar e a comissão técnica, ficou decidido que a CBF acatará a decisão da Conmebol, que suspendeu o jogador por quatro partidas, o que o deixa fora da Copa América. A comissão técnica e o jogador esperam que o mesmo rigor com que a Commebol puniu Neymar seja adotado em todas as competições organizadas pela entidade", disse o texto da entidade. 
Neymar foi punido pela confusão ocorrida no fim do jogo da última quarta. Depois do apito final, o brasileiro chutou a bola na direção de Armero, o que irritou os colombianos. Pressionado pelos rivais, Neymar fez menção de dar uma cabeçada em Murillo, o que aumentou o empurra-empurra. O capitão da seleção foi expulso e ainda esperou o árbitro no túnel de acesso aos vestiários para reclamar da arbitragem. 
Toda a confusão rendeu quatro jogos de gancho para Neymar, que não voltaria a atuar nem se o Brasil fosse à decisão da Copa América. Havia a expectativa de que a CBF recorresse da decisão nesta segunda, mas de maneira surpreendente a entidade recuou e decidiu acatar o gancho. 
Neste domingo, a seleção jogou sem Neymar e venceu a Venezuela no último jogo da primeira fase com relativa facilidade. Depois do 2 a 1, o clima entre os jogadores era leve, com os jogadores dando a suspensão do craque como favas contadas. Thiago Silva, um dos mais próximos do atacante, chegou a desconsiderar a hipótese de que o recurso funcionasse. 
O Brasil volta a campo no próximo sábado, contra o Paraguai, pelas quartas da Copa América:
"Em reunião realizada na noite deste domingo entre Neymar e a comissão técnica, ficou decidido que a CBF acatará a decisão da Conmebol, que suspendeu o jogador por quatro partidas, o que o deixa fora da Copa América.
A comissão técnica e o jogador esperam que o mesmo rigor com que a Commebol puniu Neymar seja adotado em todas as competições organizadas pela entidade.
Por fim, a comissão técnica da Seleção Brasileira lamenta o fato da perda de mais um jogador importante para a disputa desta competição.
Neymar deixa a delegação que está concentrada no Hotel Sheraton, em Santiago, nesta segunda-feira"