- Jotae Afge Jornal Nacional (também conhecido pela sigla JN) é um telejornal brasileiro, produzido e exibido pela Rede Globo desde sua estreia, em 1 de setembro de 1969 sob o comando de Hilton Gomes e Cid Moreira. Exibido no horário noturno, de segunda-feira a sáb...Ver mais
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Curiosidades de 1 de setembro - complemento
Efemérides 1 de setembro. Sport Club Corinthians Paulista O Timão
Efemérides 1 de setembro.
Sport Club Corinthians
Paulista
O Timão
Em 1º de setembro de 1910, um
grupo de cinco operários (Joaquim Ambrósio, Antônio Pereira, Rafael Perrone,
Anselmo Correa e Carlos Silva), do bairro paulistano do Bom Retiro, sob a luz
de um lampião, às oito e meia da noite, decidiram criar um novo time de
futebol, além de mais oito pessoas que contribuíram com 20 mil réis e também
foram considerados sócio-fundadores.
A ideia surgiu depois de assistirem à atuação
do Corinthian FC,equipe inglesa de futebol, fundada em 1882, que excursionava
pelo Brasil, os ingleses eram chamados pela imprensa de "Corinthian's
Team".
Mas o time brasileiro só
seria batizado "Sport Club Corinthians Paulista" depois de muita
discussão e algumas reuniões na casa de outro integrante do grupo de amigos.
O presidente escolhido por
eles foi o alfaiate Miguel Battaglia, que já no primeiro momento afirmou,
"O Corinthians vai ser o time do povo e o povo é quem vai fazer o
time".
Da primeira coleta à compra
da primeira bola de futebol do clube pouco tempo passou.
Na verdade, apenas uma
semana.
Um terreno alugado na Rua
José Paulino foi aplainado e virou campo, e foi lá que, já no dia 14 de
setembro, o primeiro treino foi realizado diante de uma plateia entusiasmada
que garantiu, "Este veio para ficar".
De partida em partida o time
foi se tornando famoso, mas era ainda um time de várzea.
Em 1913, uma dissidência
entre três clubes que disputavam o Campeonato Paulista abriu a oportunidade
para que clubes de origem popular, conhecidos à época como
"varzeanos", disputassem a competição organizada pela LPF, e o
Corinthians ganhou o direito de disputar pela primeira vez essa competição após
vencer uma seletiva contra o Minas Gerais, representante do bairro do Brás, e o
FC São Paulo, do bairro do Bixiga.
A estreia corintiana no
Campeonato Paulista foi contra o Germânia, no dia 20 de abril de 1913, em duelo
que terminou com vitória adversária, pelo placar de 3 a 1.
Nos quatro jogos seguintes,
foram três derrotas (para Internacional, Americano e Santos) e um empate
(Ypiranga).
A primeira vitória ocorreu no
dia 7 de setembro, um 2 a 0 contra o Germânia.
Nas três partidas seguintes,
mais três empates (com Internacional, Ypiranga e Americano).
Ao final do Paulista de 1913, o Corinthians
terminou na quarta colocação, com seis pontos ganhos (uma vitória, quatro
empates e três derrotas, oito gols a favor e 16 contra).
De positivo, o time revelaria dois futuros
ídolos: Neco e Amílcar.
A temporada seguinte seria
marcante para a história corintiana.
Com apenas quatro anos de
existência, o time conquistou seu primeiro título, o Campeonato Paulista de
1914 (organizado pela LPF).24 O Corinthians sagrou-se campeão de forma invicta,
com 10 vitórias em 10 partidas, 37 gols marcados e 9 gols tomados.
Com 12 gols, Neco foi o artilheiro da
competição.
A equipe que conquistou o primeiro título da
história corintiana era formada por: Sebastião, Fúlvio, Casimiro II, Police,
Bianco, César, Américo, Peres, Amílcar, Aparício, Neco, entre outros. Ainda
naquele ano, o Corinthians realizou sua primeira partida contra uma equipe
estrangeira, o Torino.
Os italianos venceram por 3 a
0.28
No primeiro torneio oficial
disputado pelo Corinthians em 2014, o Campeonato Paulista, o clube teve um
desempenho ruim e acabou eliminado ainda na primeira fase.
Em seu pior momento, o alvinegro teve uma
sequência de quatro derrotas e uma invasão de torcedores ao centro de
treinamento, embora tenha se recuperado tardiamente com cinco vitórias nos
últimos sete duelos.
Em maio, o clube inaugurou seu novo estádio construído
em Itaquera, em um jogo contra o Figueirense.
Um estádio pelo qual não pagou e não vai pagar.
Nos , os contribuintes brasileiros, é que estamos pagando com o dinheiro de nossos
impostos a conta desta construção.
O pretexto para a construção foi a Copa do PT, a qual o atual governo
Dilma/Lula esperava ganhar, mas os ‘amarelões’ perderam.
Chamo atenção que ainda não houve uma doação formal,
estão esperando a dona Dilma ser reeleita.
É o fim da picada.
Que façam uma vaquinha na chamada a maior torcida do
Brasil e PAGUEM.
São Paulo 1 de setembro de
2014
Jorge Eduardo Fontes Garcia
Na Rua Piauí.
Curiosidades Calendário Romano por Carlos Eduardo Vicente de Azevedo
Curiosidades
Calendário Romano (Em espanhol)Para completar, mais curiosidades sobre os dias da semana:Na língua portuguesa, a origem dos nomes dos dias da semana vem da Idade Média. O domingo, derivado do latim "dies Dominica", dia do Senhor, é considerado o último da semana para os cristãos. Ou seja, o sétimo, quando Deus descansou da criação do mundo. Era no dia da missa que havia maior aglomeração de pessoas e, por isso, os agricultores se reuniam em torno da igreja para vender seus produtos - o primeiro dia de feira. O dia seguinte, consequentemente, era o segundo, a segunda-feira. E daí por diante até chegar o sábado, cuja origem é o termo hebraico shabbatt, considerado o último da semana para os judeus.Essa relação da feira com a missa deu origem também a outras palavras. "O termo latim fillius ecclesiae significa filho da Igreja, da assembléia. Ele originou as palavras 'freguesia', como ainda denominamos algumas paróquias, e 'freguês', do comércio", explica o professor José Augusto Carvalho, linguista, professor do Departamento de Línguas e Letras da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).Em alguns outros idiomas ocidentais, o padrão adotado é diferente e segue os nomes dos planetas. Os primeiros descobertos pelos astrônomos são, na ordem, Saturno, Júpiter, Marte, Vênus e Mercúrio. Colocando a Lua por último e o Sol no centro do sistema, a ordem astrológica fica: Saturno, Júpiter, Marte, Sol, Vênus, Mercúrio e Lua. O próximo passo é analisar como ficou então a sequência dos dias. "Quatro é considerado um número cabalístico, pois são quatro elementos da natureza, quatro estações do ano e muitas outras coisas são organizadas dessa forma", explica o professor José Augusto Carvalho.Usando, portanto, o número quatro, e contando a partir de Saturno, o primeiro planeta conhecido, chega-se ao Sol, do inglês Sun - Sunday, o primeiro dia da semana. Para o segundo dia, começa-se a conta em Sol e chega-se ao quarto que é Lua - Moon - Monday. E assim até Saturday, sábado, de saturno. Porém, em inglês, Tuesday, Wednesday, Thursday e Friday diferem dessa lógica, oriundos da mitologia nórdica.A terça-feira, Tuesday, é um termo oriundo de Tyu - deus da Guerra, irmão de Thor. Este, por sua vez, origina Thursday, a quinta-feira. O pai de ambos, Odin, inspira Wednesday, a quarta. E, finalmente, a sexta é consagrada à deusa Fraye, de onde veio Friday.Em espanhol, francês e italiano, os dias também são contados pela ordem astrológica, mas sábado e domingo seguem a mesma lógica do português
terça-feira, 2 de setembro de 2014
JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: Fabiano Ferreira: Já percebi que vc é eleitor do A...
JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: Fabiano Ferreira: Já percebi que vc é eleitor do A...: Retirantes (Retirantes), 1944 Óleo s/ tela 190 x 180 cm. Candido Portinari MASP Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand ...
Fabiano Ferreira: Já percebi que vc é eleitor do Aécio. autor: jorge Eduardo Fontes Garcia
![]() |
Retirantes (Retirantes), 1944
Óleo s/ tela 190 x 180 cm.
Candido Portinari
MASP
Museu de Arte de São Paulo Assis
Chateaubriand
São Paulo, Brasil.
|
Já percebi que vc é eleitor do
Aécio.
Considerando isso, e que vc é
jovem, gostaria de manifestar minha opinião sobre o neto do Dr. Tancredo.
Tancredo nunca foi lá grande
coisa, sua passagem pela diretoria do BB - a Carteira de Redescontos do Banco
do Brasil de 1956 a 1958 - que o diga.
Ficou rico.
E não me venha vc dizer que a
mulher dele, Dona Risoleta, era rica, pois filha de fazendeiro – com muito mais
dinheiro do que ele que era filho de vendeiro em São João del-Rei - não tinha
cacife, bala na agulha, bufunfa, grana, pila, para comprar um apartamento no Edifício
Golden Gate, hoje Edifício Tancredo Neves, na Avenida Atlântica, RJ. Não tinha
mesmo.
Tancredo foi fruto de uma
situação de final de ciclo politico no Brasil, porque o Dr. Ulysses Guimarães não
tinha respaldo politico-militar para ser guindado a posição de candidato a Presidência num
acordão em que o “acadêmico” Sarney, o marimbondo
de fogo, seria o vice.
Nomeado Primeiro-ministro, logo
após a renúncia do presidente Jânio Quadros, demostrou uma habilidade que
agradou aos militares e foi esse fator que o fez ser aceito por eles na
situação já citada.
Ulysses Guimarães jamais seria
aceito, pois os primeiros revolucionários de 64 confiaram nele e ele os havia traído
segundo algumas fontes militares.
O “acadêmico” Sarney, o marimbondo
de fogo, era o avalista da situação aos olhos equivocados dos militares que
tinham como opção ou o Maluf ou o Andreazza.
Aécio Neves da Cunha explora a imagem distorcida do avô para obter
êxito politico.
Uma verdade que não se pode
refutar.
Não estou aqui analisando a
desempenho como governador do Estado de Minas Gerais, pois há enormes controvérsias
sobre o assunto. Uns dizem que foi bom, outros carreirista visando a Presidência
da Republica, e muitos outros péssimo, mas todos o consideram um ‘menino mimado’
que não admite ser contrariado.
Se fosse candidato a Deputado
Federal com os votos do avô ou mesmo do pai, Aécio Ferreira da Cunha, não passaria
da casa dos 30 mil votos.
O que me faz não gostar da
candidatura Aécio é o povo que o rodeia.
Uma gente atrasada, que quer
voltar pra boquinhas, que quer voltar a mamar nas tetas da viúva ( agora já não
mais tão rica, mas coitada, esquálida como uma retirante de Portinari).
Uma gente sem projeto.
Uma gente que não diz nada, pois
não tem nada a dizer.
Uma gente que não propõe, pois
não sabe o que propor.
OS PROJETOS DO PSDB JÁ SE
ESGOTARAM NO GOVERNO FERNANDO HENRIQUE CARDOSO.
A PROVA PROVADA É O INSUCESSO DO GOVERNO DILMA
QUE OS HERDOU DE LULA, QUE OS HERDOU DE FHC e ponto final.
Os governos do PT vieram no vácuo
do governo do PSDB, usando linguagem de corrida de autos, mas o vácuo acabou.
Agora é renovar.
Não tem outra saída.
E eles não sabem.
Vi um jornal em que o candidato
Aécio estava em campanha em são Paulo, e cercando ele os atrasados, retrógrados,
os das eternas boquinhas, como Aloysio Nunes Ferreira, atual senador por desistência
de Orestes Quércia.
Aloysio Nunes Ferreira , agora
candidato a Vice na chapa de Aécio, ao contrario do estilo mineiro de ser do
candidato a presidência, é agressivo, cruel, ditatorial de esquerda, ( montou
um dossiê mentiroso contra Celso Russomano), socialista desde que ele esteja no
governo.
Como ele há outros menos votados.
O Alckmin é um bom sujeito, mas
os que o cercam – a turma do PSDB – são péssimos, uns sem noção e sem ação.
O jovem senhor Aécio Neves da
Cunha tem cara de bom menino, tem um companheiraço para baladas e outras
cavaqueiras, pode até ser um bom deputado federal, mas como o pobre do Geraldo Alckmin
esta mal cercado, mal assessorado, mal acompanhado, e esse é , para mim, o grande
problema dele.
O DEM já o está cristianizando,
agora vamos ver quantos de seus companheiros farão o mesmo.
Fabiano:
Queira me bem.
JE
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: CONCEITO DE JESUS SOBRE CASAMENTO E DIVORCIO - aut...
JORGE EDUARDO FONTES GARCIA - IN FOCUS: CONCEITO DE JESUS SOBRE CASAMENTO E DIVORCIO - aut...: PARA TEKA & BETO UMA EXEGESE Significado de Exegese: s.f. Análise, explicação e/ou interpretação de um texto (obra literária et...
CONCEITO DE JESUS SOBRE CASAMENTO E DIVORCIO - autor: Jorge Eduardo Fontes Garcia. Dr.h.c. Por Mérito Eclesiástico
CONCEITO DE JESUS SOBRE CASAMENTO E DIVORCIO – autor : Jorge
Eduardo Fontes Garcia, Dr. h.c. por Mérito Eclesiástico.
PARA TEKA & BETO
UMA EXEGESE
Significado de Exegese:
s.f. Análise, explicação e/ou interpretação de um texto
(obra literária etc.)
feita(s) de maneira cuidadosa.
Comentário cujo propósito é esclarecer ou interpretar
detalhadamente um texto,
uma expressão ou uma palavra.
(Etm. do grego: exégésis)
O casamento foi instituído primeiramente como uma simples
União entre o Homem ( o Varão) e a mulher, ( a Varoa), conforme está em Gênesis
2, versículos de 20 ate 23.
Sem cerimonias, sem juras, sem palavras de amor eterno, sem
nada, todavia com uma importante declaração que levou a Humanidade a
instituição do casamento, que é “Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da
minha carne”.
Vemos que o Senhor, o Criador, não ”organizou” nenhuma
cerimonia, não criou nenhum rito, mas, sim, uma simples União entre o
Macho/homem e a Fêmea/ mulher para a procriação, ter filhos e povoar a Terra.
Somente.
Deus não falou seja FIEL a ela, nem tão pouco dize “ é para
vida inteira”, ate porque não havia outra mulher no Paraíso.
Quando Deus chamou Abraão, Patriarca, esse vivia numa
sociedade cujo sistema familiar era baseado na poligamia, ou seja, onde o homem
tem mais de uma mulher ao mesmo tempo e
polígamo não é adultero.
Deus fez de Abraão o “pai de muitas nações” através de
Isaque, seu filho com Sara, a primeira esposa, e através de Ismael, filho de Hagar, serva de Sara.
Isaque é o Patriarca dos judeus e dos cristãos.
Ismael é o Patriarca dos árabes islamitas.
Isaque, Jacó / Israel, tiveram varias mulheres
simultaneamente, e as 12 Tribos deles descendem.
Não se falava em adultério, nem de coisa nenhuma de se ter
uma só mulher.
Até porque o verbo “tomar” em relação ás mulheres se faz
presente, em Gênesis 11.29.
Moisés, o Homem Santo, falou o verbo “casar” somente em Ló,
antes da destruição de Sodoma e Gomorra , quando escreveu o Pentateuco, mas não
falou com uma mulher só. Ver Gênesis, 19.14.
Falou novamente antes das Tribos entrarem na Terra
Prometida, mas alertando para não casar com as filhas da Terra, por causa dos
deuses e hábitos destes povos. (Deuteronômio, 7.3)
Moisés ao entregar a Lei do Senhor fala em casamento e de
divórcio em Deuteronômio
24.1.2.3 e 4.
Em Números 30, ao falar sobre VOTO, no versículo 9, Moisés
se refere a mulher “viúva ou divorciada”, portanto o divórcio esta de acordo
com as Leis dadas pelo Senhor a seu povo.
Agora não se fala, não há explicação se na sociedade
israelita de então o sistema familiar era baseado na poligamia ou na monogamia.
No Novo Testamento por causa da historia matrimonial de
Maria e José se deduz que era monogâmica, e com uma ritualística bem definida.
Novamente no Novo Testamento vemos uma referência ao assunto
casamento em Mateus, capitulo 19, como está abaixo e que vou analisar versículo
por versículo:
19.3 Vieram a ele alguns fariseus e o experimentavam, perguntando:
É lícito ao marido repudiar a sua mulher por qualquer motivo?
R.: Cavilação pura. Eles sabiam as regras para o divórcio,
porem eles queriam colocar Jesus em situação difícil. Historicamente a
Sociedade Israelita, o Israel a Terra Santa, estava sob a dominação, o jugo,
romano/helenista, e com isso assimilando conceitos destas civilizações, o que
ia frontalmente contra as próprias Leis de Deus dada a eles através de Moises.
Basta ver o comportamento dos Soberanos da Casa de Herodes.
19.4 Então, respondeu ele: Não tendes lido que o Criador,
desde o princípio, os fez homem e mulher
R. : O Varão e a Varoa, Adão e Eva após a Queda. Uma simples
afirmação.
19.5 e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e
se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne?
R.: Deus ao criar a varoa não falou assim.
Não falou ‘deixará seu pai e sua mãe’ já que é sabido que
eles não tinham pais.
Foi o primeiro casal criado.
Logo essa afirmação é um ensinamento de Jesus baseado na Lei
de Deus, e na interpretação Mosaica.
19.6 A - De modo que já não são mais dois, porém uma só
carne. B- Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem.
R.: A- Baseado na afirmação o Varão Adão já citada acima.
B- Jesus aqui queria instruir sobre a seriedade do casamento
tanto para aquela geração, quanto para as gerações futuras.
Seus discípulos que iam levar o Evangelho das Boas Novas aos
confins da Terra tinham que incutir essa seriedade e foi o que Ele fez.
Havia uma licenciosidade de costumes exatamente como agora,
e esse estado de coisas tinha que ser barrado, tinha que chegar ao fim.
Que casamento não era e não é uma simples união que se pode
fazer e desfazer assim a torto e a direito, pois o Criador tem um Plano de
Salvação para Humanidade, desde a expulsão do Jardim do Éden, e o casamento é
importante para esse Plano.
Jesus é a prova provada desse Plano.
O Sacrifício Vicário de Jesus é a prova provada desse Plano.
A Ascensão e a promessa do Retorno de Jesus é a prova
provada desse Plano.
Mais ...
Daí a afirmação “o que Deus ajuntou não o separe o homem”,
totalmente baseada nas palavras de Adão e não de Deus.
Foi Adão que falou, é só ler com cuidado a passagem de
Gênesis 2.23:
‘E disse o homem: Esta, afinal, é osso dos meus ossos
e carne da minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada’.
Pela Fé, pelo mesmo principio que sou contra o aborto ( a Vida
é criada por Deus e está no feto, que a Vida é Don de Deus) acredito que vidas
foram criadas para se casar por ordem, determinação, de Deus na Eternidade.
Deus criou a Teka para casar com o Beto, o Fran para a Cris,
Thereza comigo, e por ai vai, alianças matrimonias ou claras ou duradouras.
Quando o casamento não está em sintonia com Deus- o caso do
Fran com a primeira mulher- o divorcio é inevitável.
No caso do nosso Fran, vejam como Deus é bom e justo.
Existe uma criança em meio a esse processo, o que fez Deus?
Que a nova mulher, esposa, do pai fosse uma educadora
formada e membro fiel da Igreja como Corpo Místico de Cristo.
A criança foi amparada por Deus, a criança foi resguardada por
Deus para nada sofrer, a criança foi colocada sobre a autoridade de uma mulher a
fim de receber uma educação familiar tanto secular, como religiosa.
Não é maravilhoso?
Claro que é.
Não há meio termo, não há aprovação Divina, porque não foi
Deus que uniu o casal, mas sim suas vontades, seus desejos da carne, o
“delegado de policia”, o revolver do pai da noiva, os músculos dos irmãos, O
DINHEIRO, os vários interesses, etc. e tal...
É fato comprovado se essa união não foi abençoada por Deus,
não foi aprovada por Deus, ela não irá adiante.
Deus não mente, Deus não vai contra a Sua Santa Palavra, e
segundo todos as exegeses dela – a Palavra de Deus- como poderá abençoar aquilo que por Ele não
foi determinado?
Não pode.
Ele estaria sendo INJUSTO com os que seguem fielmente os seus
Estatutos, as suas Ordenanças e seus Mandamentos
e Ele é justiça.
Não foi Deus que falou sobre a união das carnes, foi o
Homem.
Deus falou através de Moisés, em divorcio, em vários
divórcios, donde se conclui que Jesus ao falar com “alguns fariseus”, estava clareando o
conceito, tanto que diz textualmente “Não tendes lido que o Criador”, lido
a onde?
Na Lei Mosaica, que Ele- Jesus- veio cumprir e não abolir.
19.7 Replicaram-lhe: Por que mandou, então, Moisés dar carta
de divórcio e repudiar?
19.8 Respondeu-lhes Jesus: Por causa da dureza do vosso
coração é que Moisés vos permitiu repudiar vossa mulher; entretanto, não foi
assim desde o princípio.
R.: Como não há nenhum tipo de Palavra direta de Deus, como
Ele falou a Abraão no Sacrifício de Isaque ou a Moises na Sarça Ardente, sobre
casamento, Jesus cita Moisés, que recebeu a Lei por Inspiração Divina - se
assim não fosse o próprio Cristo não teria sentido, o Ministério Terreno de Jesus
seria uma mentira - como aquele que permitiu que a mulher fosse
repudiada.
MAIS explica que tinha sido, que era, que é e que será “por causa da dureza do vosso coração”,
do coração do Homem, fiel ou não, judeu ou crente, que não está totalmente aberto para Deus, para
saber o que Deus quer para sua vida, e sim voltando para todo tipo de interesse
da carne, todo tipo de interesse mundano.
19.9 Eu, porém, vos digo: quem repudiar sua mulher, não
sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete
adultério [e o que casar com a repudiada comete adultério].
R.: AQUI ESTA A PROVA PROVADA DO QUE DIGO:
Jesus REAFIRMA, eu escrevi ‘reafirma’, os ensinamentos,
inspirados pelo Senhor, sobre o DIVÓRCIO e sobre o SEGUNDO CASAMENTO, ao dizer
“repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas”, que
estão nos Livros de Números e Deuteronômio, dados a Moises como o Grande-
legislador do Povo de Deus pelo próprio Deus Criador.
ALELUIA...
FIM DE PAPO
Jesus nem proibiu o divorcio, nem tão pouco falou de segundo
casamento, deixou O CONCEITO para a Lei, Lei essa que Ele não veio revogar, mas
cumprir.
Deus é Amor e em sendo Amor seria um contrassenso Ele querer
que uma criatura viva sofrendo por causa de falta de Amor.
É absurdo.
Deus, Moises, Jesus, eu, e outros, não queremos a
banalização do divorcio, porque não queremos a banalização do casamento.
Querem casar?
Vivam uma verdadeira experiência juntos.
Vejam se realmente são feitos um para o outro – velho ditado
que ajuda embasar o que digo sobre criação de homem para determinada mulher e
vice-versa.
Deixem o tempo passar.
Dominem seus desejos carnais.
Não saiam por ai fornicando a torto e a direito.
Tenham pudor, decoro, dignidade, respeito mutuo...e todas
aquela coisas que a moral e os bons costumes nos ensinam.
19.10 Disseram-lhe os discípulos: Se essa é a condição do
homem relativamente à sua mulher, não convém casar.
R.: Realmente se não tiverem estes conceitos é melhor ficar
solteiro ou solteira.
19.11 Jesus, porém, lhes respondeu: Nem todos são aptos para
receber este conceito, mas apenas aqueles a quem é dado.
R.: Pois é, não???
Teka & Beto:
Será que transmiti bem o CONCEITO DE JESUS SOBRE CASAMENTO E
DIVORCIO?
Beijos
Jorge Eduardo.
1/ setembro/2014
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