sábado, 13 de outubro de 2018

Frederic Zoghaib Kachar e o Legado do Dr. Roberto Marinho,.

PERGUNTAR NÃO OFENDE:
Quem é Frederic Zoghaib Kachar de onde veio, para onde vai, qual seu viés politico, qual seu comprometimento com o Legado do Dr. Roberto Marinho ???

Afinal esse jovem senhor ocupa um dos cargos mais importantes no e do Brasil, é diretor-geral de O Globo .

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Eles nem sabem o que é fascismo. Jorge Eduardo Garcia



Partito Nazionale Fascista (PNF) nascido em 1921 da transformação do movimento italiano Fasci Italiani di Combattimento, esse um movimento revolucionário que nasceu para “enfrentar dois perigos: o da direita e o destrutivo da esquerda”, portanto o que hoje poderíamos chamar de a "terceira via".
O Fasci Italiani di Combattimento teve como sua primeira tarefa numa Itália destruída pela I Guerra Mundial foi “parar a atividade bolchevique, dos comunistas”, que estava desestabilizando dia a dia, mais e mais, a jovem Nação Italiana, nascida em 17 de março de 1861, quando Vittorio Emanuele II, Rei da Sardenha da Casa Savoia, assumiu para si e seus sucessores o título de Rei da Itália.
Quando a ascensão do Fascismo a Itália Unificada só tinha 60 anos, um país jovem com grande problemas em meio a um mundo em evolução, que ainda não podia ser chamada de Nação Italiana. 
Em 28 de outubro de 1922 aconteceu a Marcha sobre Roma (em italiano: Marcia su Roma) uma vasta manifestação fascista com cerca de 25.000 Camisas Negras, tem historiador que afirma que foi cerca de 50.000 homens, ( como eram chamados os fascistas por causa da cor de seus uniformes) que teve como resultado a nomeação do Duce Fascista Benito Mussolini como Presidente del Consiglio dei ministri del Regno d'Italia, o Primeiro ministro, depois “Capo del governo primo ministro segretario di Stato".
Muito bem.
No principio Mussolini governou bem a Itália, colocou as finanças em ordem, saiu da Liga das Nações, antiga ONU, e com isso a Itália foi respeitada, “ Sir Winston Churchill, em 1933 , o chamou de "o maior legislador vivo" (especialmente em relação à promulgação do novo Código Penal , aprovado em 1930 pelo Ministro Alfredo Rocco e ainda em vigor) e "um grande homem" novamente em 1940 .
Contudo Mussolini cometeu o erro de se aliar aos nazistas de Adolfo Hitler.
“Nos dias 14 e 15 de junho de 1934, Mussolini e Hitler se reuniram no Veneto, norte da Itália, mas n o dia 6 de setembro, em Bari, Tomou uma posição contra a política externa do Hitler Nacional Socialista e da doutrina racista, proclamando que "trinta séculos de história nos permitem assistir com a misericórdia soberano de algumas doutrinas de além dos Alpes, apoiados por descendentes de pessoas que não conheciam a escrita, com o qual mão para baixo os documentos de sua vida, no tempo em que Roma teve César, Virgílio e Augusto”.”
Vittorio Emanuele III, Rei d’Itália, de formação liberal, que sofria de uma deficiência física, e era por Mussolini chamado a socapa de “ testa di cazzo”, o que foi revelado pelo Conde Ciano em seu Diário, não suportava Il Duce, o aceitava por “ pressão da classe dominante, principalmente a nobreza, e sua vontade de evitar a deterioração da crise interna”, nunca foi consultado sobre a aproximação com Hitler e seus nazistas. 
“Vittorio Emanuele não escondeu suas ideias profundamente anti-alemãs em geral, e antinazistas em particular, ideias que foram fortalecidas durante a visita de Hitler a Roma em maio de 1938. Por outro lado, a hostilidade entre Hitler e Vittorio Emanuele III foi recíproco e em várias ocasiões o ditador da Alemanha e seus colaboradores sugeriram a Mussolini que se livrasse da monarquia”.
“Vittorio Emanuele III, Rei d’Itália, foi contra as leis raciais de Mussolini, bem como contra todo aquele aparato fascista como a introdução da saudação fascista.”
‘ Vittorio Emanuele III, Rei d’Itália, foi contra a guerra, chegou a tentar derrubar Mussolini, mas não conseguiu naquela altura”.
E assim "louco pelo orgulho Mussolini a partir de 1938, em aliança conjunto com a Alemanha, promulgou uma série de decretos que juntos são conhecidos como as leis raciais, que introduziu medidas contra a segregação judeus italiano e sujeitos da Cor Império.”
Foi o fim de Benito Mussolini.
E o FASCISMO passou a ser não mais um regime político e filosófico, mas um regime que adota “ o despotismo, na violência, na censura para suprimir a oposição, caracterizado por um governo antidemocrático ou ditatorial”, passeado na pessoa do Ditador, no caso Il Duce.
Mais os esquerdista esquecem que o Regime Soviético e os regimes de esquerda ( como os de Cuba, Venezuela, e Bolívia) , usam dos mesmos métodos citados no paragrafo anterior para se manterem no Poder.
Fascista é hoje usado como um palavrão para xingar todos aqueles que não concordam com os adeptos do Marxismo-leninismo, o comunismo, a sovietização - sua cultura e economia planificada – e os que fazem uso da palavra na GRANDE MAIORIA nem sabe realmente o que é FASCISMO. 
Confundem o NEOLIBERALISMO, que é uma doutrina econômica,COM FASCISMO
Confundem o CONSERVADORISMO, “um sistema de crenças políticas que se caracteriza pelo respeito as tradições e valores judaico-cristãos, pelo liberalismo econômico, pelo anticomunismo e defesa da cultura ocidental e pela a ideia de Liberdade da Criatura, esse um dos valores principais, sem conduto menospreza a Igualdade e a Fraternidade”, com FASCISMO.
É mais fácil para os que não sabem usar fascista como palavrão.
É mais fácil para aquele que gostam de seguir as ondas gratificantes e utópicas da esquerda, usar fascista como palavrão.
Esses assim procedem porque são os membros da chamada Massa de Manobra, esse “ um grupo de pessoas que são motivadas por uma opinião ou ideologia pré-formada por um grupo político, mídia, ou de outra forma, para fazer passeatas ou movimentos para defenderem a ideologia sob a qual estão influenciadas. É como se fosse um gado que os vaqueiros conduzem para onde querem”, o PT é o partido político no Brasil que mais usa a Massa de Manobra em suas manifestações. 
Eu não sou fascista.
Eu não sou um adepto do “Socialismo Democrático uma orientação política que propõe a criação de uma economia democrática descentralizada a partir de movimentos populares, empreendida por e para cidadãos conscientes de seus direitos políticos”, pois isso leva a bagunça social e política, além do Caos econômico. Uma adepto dessa política é a jornalista Miriam Leitão. 
Democrática?
Sei, não acredito. 
Portanto:
Sou nacionalista até a medula. 
Já publiquei o abaixo:
Defendo um nacionalismo desenvolvimentista que implante um política econômica baseada na meta de crescimento da produção industrial, apoiando assim as empresas nacionais na competição global, cada vez mais acirrada, e de infraestrutura, com participação ativa do Estado, como base da economia e o consequente aumento do consumo.
Para isso defendo um Estado Nacional Forte, Soberano, Laico, oriundo de um novo pacto federativo. 
Para formação desse pacto os estados passariam a ser representados pelas Superintendências Regionais (exemplifico Sudene, Sudam, Sudeco, Sudesul, Sufrana, etc.) e que essas se relacionem, principalmente na área econômica, com o Poder Central em defesa de seus estados membros.
Um Estado Nacional Forte que respeita as liberdades civis, a liberdade religiosa, a liberdade de gênero, os Direitos Adquiridos, a iniciativa privada e a propriedade dos cidadãos e cidadãs. 
Um Judiciarão atuante em relação a defesa da Constituição, por consequência aos Valores Republicanos, da res publica, portanto da defesa do Povo Brasileiro na busca da igualdade, da garantia da inviolabilidade dos direitos individuais (a defesa cidadã) e coletivos e com isso a conquista do verdadeiro estado de bem-estar social.
Um Estado Nacional Forte que dê ao Povo Brasileiro saúde, educação, segurança interna e externa defendendo nossas fronteiras do crime globalizado.
Um Estado Nacional Forte que implante uma política externa não alinhada nem com países cujos governo são da esquerda ou da direita, principalmente na América Latina, e com isso abandone a política paternalista da nova geopolítica política e econômica adotada para região pelo Brasil. 
Um Estado Nacional Forte que rompa com a ONU e passe a realizar Tratados Bilaterais em todos os âmbitos com as Nações amigas. 
Sou um nacionalista que zela pelas Instituições Republicanas fortes, pois só assim poderemos encarar o grande desafio que é voltar, em termos efetivos e modernos, a nos auto definir como uma Grande Nação.
Por isso não admito que esses esquerdinhas cultos ou incultos venham me chamar de fascista. 
Durante os Governos Militares eu trabalhava e não fazia prosopopeia vã, como muitos desses políticos que estão por aí, ou dos legatários de Prestes e Olga Benário que estão se achando por causa dos governos lulopetitas, não mesmo.
Sempre vivi bem. 
Nunca fui preso, nunca.
Sempre defendi a Petrobras, e fiquei revoltado com o saque a seus cofres. 
Mas trabalhava para um Brasil mais justo, melhor para as gerações futuras, de acordo com o ensinamento do maior líder político de minha geração, o Dr. Juscelino Kubitscheck, e com confiança em sua frase histórica, cunhada pelo embaixador e poeta Augusto Frederico Schmidt, aquém conheci pessoalmente:
"Deste Planalto Central, desta solidão que em breve se transformará em cérebro das altas decisões nacionais, lanço os olhos mais uma vez sobre o amanhã do meu país e antevejo está alvorada com fé inquebrantável em seu grande destino".
Assim vivi, e não quero agora ver nos poucos anos que ainda me restam o Brasil ser jogado novamente na safadeza e corrução por homens que se dizem de esquerda, mas que nem idealismo possui, pois só possuem um grande interesse social-pecuniário. . 
E tenho dito.
Jorge Eduardo Garcia