domingo, 31 de julho de 2016

A França, uma Nação que parou no tempo e me dá vontade de vomitar

A França, uma Nação que parou no tempo e me dá vontade de vomitar
A França é uma Nação que parou no tempo.
Vive das Glórias do passado, com uma população apegada as conquistas sócias obtidas entre a primeira (I) e segunda (II) Grande Guerras Mundiais, conquistas de outro mundo, irreais, totalmente “sem noção” no atual mundo globalizado, o que faz com que a República Francesa viva permanentemente em crise.
A economia francesa é concordatária, só não faliu porque a Alemanha ainda não permitiu (mas sem Ângela Merkel vai permitir), e porque faz parte da União Europeia sustentada artificialmente pelos técnicoburocratas aboletados em gabinetes de sua sede em Bruxelas, Bélgica.  
CONTUDO seus jornalistas pretensiosos, como aliás é todo o povo francês, acham que em rede mundial pela TV5 – um canal estatal – podem esculhambar com o Brasil.
Me deu vontade de vomitar de raiva.
Sim, uma Nação que que parou no tempo e me dá vontade de vomitar, principalmente hoje pelos comentários irresponsáveis feitos sobre o meu País por uma escritora e o ancora fuleiro de um programa denominado “ Le monde em français ”, como se todo o mundo vivesse em francês, e nós não vivêssemos no Mundo em Português.
Sem o menor pejo, os franceses que vivem numa Nação sem rumo, numa sociedade “socialmente” falida, acham que podem criticar o Brasil em todos os campos de nossa vida econômica- social-política e agora olímpica.
Vão se danar.
Espero que a França entre definitivamente em colapso econômico- social-político- cultural – religioso, para assim abaixar as cristas desses beócios parlapatões medonhos.
Certamente o mundo ficará melhor sem eles dando pitacos na vida dos outros.
E tenho dito
Jorge Eduardo Garcia.

Domingo 31 de julho de 2016 

sábado, 30 de julho de 2016

Náutico 1 x 0 Tupi Brasileiro Série B

Náutico 1 x 0 Tupi
Brasileiro Série B
Sexta-feira, 29 de julho, 21:30
Arena de Pernambuco, Recife, Pernambuco

Quando se fica velho e aprecia o futebol se vê até joguinhos do Brasileirão da seria B.
Foi o caso do Náutico 1 x 0 Tupi.
O único gol da partida, o de Leonardo Araújo para o Náutico, foi com o pé direito do meio da área ao ângulo superior esquerdo.
O que me chamou atenção foi o modo com que os jogadores se trataram em campo, o que hoje dá para ver claramente graças ao bom trabalho das tevês, pois seus cameramans pegam, bem pegado, o movimento lábios dos participantes da peleja.
Era FdP pra lá, VtC pra cá, o VT no Seu pra acolá, e pra completar o celebre VseF no lado de lá, uma festa pra corar freirinha do Colégio Notre Dame de Sion, um vetusto educandário na cidade do Rio de Janeiro.
Um galalau do Tupi deu uma trombada no baixinho do Náutico que eu não sei como esse levantou-se do chão, mas os impropérios trocados pelos dois era digno de uma briga dos antigos estivadores do Porto do Rio de Janeiro, que por qualquer um dá lá aquela palha castigavam os ouvidos das damas da noite da Praça Mauá com seus palavrões de beira do cais.  
De estarrecer
Sua Excelência foi sábio, pois se tivesse que arbitrar por jogo violento, teria que expulsar os 11 jogadores do Tupi de uma só vez, mas acabou expulsando um ‘malcriado’ (saiu xingando e fazendo gesto obsceno com o dedão ‘pai de todos’ para cima) que deu um tapa na cara de um jogador do Náutico.
Esclareço que o Clube Náutico Capibaribe, do Recife, a "Veneza Brasileira" – Pernambuco, está no quinto lugar da tabela, na frente do Brasil de Pelotas, e o Tupi Football Club, de Juiz de Fora, a "Manchester Mineira" – Minas Gerais, no penúltimo lugar da Zona de rebaixamento.
Agora, bom futebol que é bom eu não vi em nenhum minuto desta partida.
E só posso exclamar:
QUE TRISTEZA !!!!!

Jorge Eduardo Garcia ,
o velho amante do bom futebol