sábado, 15 de setembro de 2018

THE ROSE TAVERN COVENT GARDEN

Tela de William Hogarth (Londres, 10 de novembro de 1697 — Londres, 26 de outubro de 1764) foi um pintor, gravador e ilustrador inglês. Seu trabalho se estendeu de excelentes retratos realistas a histórias em quadrinhos como séries de imagens chamadas "assuntos morais modernos". Muito do seu trabalho, embora às vezes vicioso, satirizavam a política contemporânea e as alfândegas. Ilustrações de tal estilo são muitas vezes referidas como Hogartianas.
William Hogarth nasceu em Bartholomew Close, Londres, filho de Richard Hogarth, um pobre professor de latim e escritor de livros didáticos, e Anne Gibbons. Em sua juventude, ele foi aprendiz do gravurista Ellis Gamble em Leicester Fields, onde aprendeu a fazer gravaras de cartões de comércio e produtos similares. Jovem, Hogarth também teve um vivo interesse pela vida na rua da metrópole e as feiras de Londres, e divertiu-se desenhando os personagens que ele via. Na mesma época, seu pai, que tinha aberto uma cafeteria de língua latina mal sucedida na St John's Gate, foi preso por dívidas na prisão de Fleet por cinco anos. Hogarth nunca falou da prisão de seu pai

Descrição da tela:

As prostitutas estão roubando o relógio do Tom bêbado. No chão, embaixo, à direita, há uma lanterna de vigia noturno a lembrança da "noite selvagem" de Tom, o vigia, na cidade. A cena acontece no Rose Tavern , um famoso bordel em Covent Garden . As prostitutas têm manchas pretas em seus rostos para cobrir feridas sifilíticas.

SOBRE THE ROSE TAVERN COVENT GARDEN
Esta taberna notória, no lado leste da rua Brydges, floresceu nos séculos XVII e XVIII, era vizinha do Teatro Drury-lane, por isso havia uma estreita ligação entre essas duas casa de diversões , já que ambas eram frequentada por cortesãos da nobreza  e homens de letras, de caráter frouxo ou sem caráter algum. [ conceito subjetivo do escritor do século XIX ]
Essa cena faz parte de Rake's Progress, uma série de oito pinturas do artista inglês William Hogarth do século XVIII.
Essa pintura - The Morning Ramble, or the Town Humour – e de 1672.
 O cenário é a "Rose Tavern, em Covent Garden", um local de bêbados, de orgias a meia-noite,  assaltos e assassinados, de “homens da moda”, que eram chamados de  "Hectors", um termo baseado em Heitor, príncipe e um dos maiores guerreiros de Troia, cujo principal prazer residia em frequentar as tavernas para enfrentar os bêbados que ficavam valentes por causa do vinho.
"Os Hectors eram corajosos, de fato! Naqueles dias que um homem não podia ir da Rosa Taverna para a Piazza (?) sem se arriscar sua vida duas vezes pelo menos".
As mulheres de certa liberdade de caráter [ putas] frequentavam as tavernas no começo do século passado ( XVIII) , e a ROSE, sem dúvida, lembrava o foyer de um teatro. [ foyer sala nos teatros onde as pessoas podem reunir-se nos intervalos do espetáculo].
Dramaturgos e poetas frenteavam a Taberna  e por volta de 1726 o  aclamado  John Gay ( poeta e dramaturgo inglês),  em parceria com Alexander Pope( um dos maiores poetas britânicos do século XVIII e tradutor de Homero ) e Jonathan Swift ( um escritor anglo-irlandês, panfletário político (primeiro para os Whigs, depois para os Tories, um libertino que se converteu e se tornou  clérigo  e posteriormente reitor da Catedral de São Patrício, em Dublin) compuseram a celebre The Ballad of Molly Mogg, escrita em homenagem a Molly Mogg, a bela garçonete do Rose e filha mais velha do proprietário.
A balada galesa Gwinfrid Shones , impressa em 1733, também  foi um tributo a Molly Mogg.
O ator David Garrick quando ampliou o Drury-lane Theatre incorporou a ROSE TAVERN na fachada projetada por Robert Adam, que manteve a placa oval da antiga taverna.
Trechos do verbete de John Timbs
Club Life, de Londres, vol. II
Londres, 1866

terça-feira, 11 de setembro de 2018

CASA de Semiliberdade Uraí RECADO


Será que essa unidade da Fundação Casa quer ressocializar menores?
Mas é bom o povo saber e as autoridades verificarem o que está acontecendo na CASA de Semiliberdade Uraí - Secretaria estadual de defesa social em São Paulo - Endereço: 010, R. Augusto Ostergreen, 237 - Penha de Franca, São Paulo - SP - Telefone: (11) 3757-8580, porque a psicóloga Dona Ana Maria está perseguindo menores, dão bilhetes de transporte sem carga,  e tem um senhor que não se identifica e que manda os responsáveis se dirigirem ao Juiz de cada caso. Como querem ressocializar menores dessa forma?


Secretaria estadual de defesa social em São Paulo RECADO sobre a Fundação Casa

A Fundação casa quer ressocializar menores?
Mas é bom os senhores verificarem o que está acontecendo na CASA de Semiliberdade Uraí - Secretaria estadual de defesa social em São Paulo - Endereço: 010, R. Augusto Ostergreen, 237 - Penha de Franca, São Paulo - SP - Telefone: (11) 3757-8580, porque a psicóloga Dona Ana Maria está perseguindo menores, dão bilhetes de transporte sem carga,  e tem um senhor que não se identifica e que manda os responsáveis se dirigirem ao Juiz de cada caso. Como querem ressocializar menores dessa forma?




Fundação Casa quer socializar menores?


Mas é bom os senhores verificarem o que está acontecendo na CASA de Semiliberdade Uraí - Secretaria estadual de defesa social em São Paulo - Endereço: 010, R. Augusto Ostergreen, 237 - Penha de Franca, São Paulo - SP - Telefone: (11) 3757-8580, porque a psicóloga Dona Ana Maria está perseguindo menores, dão bilhetes de transporte sem carga, e tem um senhor que não se identifica e que manda os responsáveis se dirigirem ao Juiz de cada caso.
Como querem ressocializar menores dessa forma?

domingo, 15 de julho de 2018

A FRANÇA É CAMPEÃ : “Aí eu choro: au-auuuu!”.

 Aí eu choro: au-auuuu!”


Eu tenho uma abissal antipatia pelos povo francês.
TUDO que existe de errado no mundo saiu desse povo que se considera o ‘pai da matéria’.
SE a ameaça islamita existe no mundo se deve aos sucessivos governos franceses com sua demagógica  política de liberdade, fraternidade e igualdade.
A prova é essa seleção de futebol  que a maioria dos jogadores tem dupla nacionalidade, são africanos.
Frances mesmo é minoria.
Todo homem nasce livre por designo de Deus e não por vontade da França.
Senão nascem lutem para que seus filhos, netos, parentes, nasçam em seus países de origem e não venham querer impor seus usos e costumes aos povos ocidentais como fazem os do Estado Islâmico na França, que docemente constrangida não reprime como deve reprimir essas surtidas, contra essas investidas, esses atentados contra a Civilização Ocidental,  contra os povos inseridos na Civilização Judaico-cristã.
O povo francês só pensa em dinheiro, dinheiro, e dinheiro, não importa como e de que maneira, por isso aceitam negociar com países ditatórias apesar de defenderam a liberdade, a fraternidade e a igualdade.
A França é linda, sua História passada é magnifica, mas depois de 1968 ela passou a ser a lixeira do mundo, pois TUDO de ruim está lá, ou acontece lá.
A França só tem a minha gratidão por causa de Napoleão que invadiu Portugal e com isso Dom João VI veio fundar a Nação Brasileira.
Só isso.
E ponto final.
JEG

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Elites da Era Lula para Anna C;L.A.Ferreira


Anna Carolina ,minha querida
Essa Elite da qual vc fala foi capitaneada pelo senhor Henrique Meirelles, que levou a banca ao Poder através do Banco Central do qual ele foi presidente na Era Lula e levou os juros aos píncaros da Lua.
Meirelles que ser presidente da República para perpetuar seu mau feito.
As empreiteiras sempre, mas sempre, desde que  Washington Luís criou o slogan  “governar é abrir estradas”, foram daninhas ao Tesouro Nacional.
Em alguns governos umas, em outro umas outras, mas sempre mancomunadas , conchavadas, porem nunca foram tão gananciosas e destrutivas ( quase destruíram a Petrobras) quanto a Odebrecht, sua cópia fiel a OAS, nem tão pouco a Delta de Fernando Cavendish.
Eram mais comedidas.
Nosso Hino Nacional afirma que “ o sol da liberdade, em raios fúlgidos, brilhou no céu da pátria nesse instante”, mas, em nossos dias, esse decantado SOL está se pondo com uma velocidade vertiginosa no “ formoso céu, risonho e límpido” e sobre a  “terra, mais garrida”, pois  já nos “risonhos, lindos campos [não] têm mais flores” e em “ nossos bosques [ não ] têm mais vida”.
Seu pai e eu acreditávamos nessa frase de JK de 1956 “deste Planalto Central, desta solidão em que breve se transformará em cérebro das mais altas decisões nacionais, lanço os olhos mais uma vez sobre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada, com uma fé inquebrantável e uma confiança sem limites no seu grande destino"-
O amanhã chegou, mas o Sol envergonhado logo se pôs sobre o caos de uma Nação.
Seu tio
Jorge