terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Ivete Sangalo fica com ciúmes do Marido Daniel Cady http://jorgeeduardogarciainfocus.blogspot.com.br/


“Gado velho, capim novo”, é um velho ditado luso-brasileiro.
Madame Ivete Maria Dias de Sangalo Cady acreditou nele e no “Panela velha é que faz comida boa” e começou um relacionamento com um belo moçoilo, quase um menino, estudante de nutrição de nome Daniel Cady, em julho de 2008, ele então com 23 anos, ela com 36 anos, portanto com uma diferença de 13 anos entre os dois. 
Casaram em maio de 2011. A cantora oficializou seu casamento com Daniel Cady (adotando o "Cady" em seu sobrenome) e, atualmente, moram juntos no apartamento da cantora, em Salvador, o mesmo onde se conheceram no elevador.
“ Seu” Cady da Sangalo hoje está com 30 anos. 
Madame Ivete Maria Dias de Sangalo Cady hoje com 43 anos é uma bela balzaquiana (Balzaquiana ou mulher balzaquiana é uma expressão que surgiu após a publicação do livro A Mulher de Trinta Anos (1831-32) do francês Honoré de Balzac e que se refere às mulheres próximo da casa dos 30 (28 e 29 anos) e, atualmente, também às mulheres de 40 anos), um banquete de 400 talheres para homem nenhum botar defeito. 
De sangue quente, pois além de ser uma baiana sertaneja de Juazeiro -"Terra das Carrancas, Oásis do Sertão, Capital do São Francisco"- é filha de uma pernambucana, Maria Ivete Dias de Sangalo, com um espanhol, Alsus Almeida de Sangalo, ou seja, uma mistura danada de brava. 
Tem faca na bota ou no cordão da alpercata.
E se vê que com ela “ninguém tira farinha”, que é “ uma mulher prevenida que vale por duas”, e o “ seu” Cady deve saber disso.
Sabe, mas “deu mole”. 
“ Seu” Cady ficou de converse, “ jogando conversa fora” com uma tal de Carla Verde, loura tipo mulher de jogador de futebol, baranga, que como a maioria das mulheres do Brasil quer ver “ o que o baiano tem” de especial,isso porque ele dá conta de Madame Sangalo, a fogosa, e se deu mal. 
Foi esculachado em público.
Levou um esporro pra ninguém botar defeito. 
Madame Sangalo em cima do palco até gingou como se estivesse para dar Aú, um golpe de capoeira, pra mostrar que estava afim de brigar pelo o que é seu. 
Ganhou a Rede Nacional e Internacional o dito fato, parou até nohttps://youtu.be/cFCCQtBUcX4 .
E “ seu” Cady da Sangalo ficou mudo, parece até “passarinho na muda que não canta”.
Contudo, a tal de Carla Verde, loura tipo mulher de jogador de futebol, baranga, e pasmem, também, cantora, saiu com essa: 
'Sou bonita, chamo atenção. Se Joelma foi traída bem debaixo do nariz dela, e até Gisele Bündchen, por que Ivete não seria?'
Essa declaração para o “ seu” Cady da Sangalo foi “uma emenda pior do que o soneto”, pois configura que Madame tinha razão: 
Ele estava de ‘converse paquerante’ com a cantora desconhecida louca para ver o ‘que o baiano tem’. 
Vamos ver o que o futuro nos reserva em relação ao Casal de Sangalo Cady, na esperança de que “ tudo fique como dantes no quartel d’Abrantes”, isso é só ‘amor e paixão’. 
o Casal de Sangalo Cady



Jorge Eduardo Fontes Garcia

sábado, 2 de janeiro de 2016

O MUNDO E A BELEZA EM 2016 http://jorgeeduardogarciainfocus.blogspot.com.br/

Nesse ano de 2016 peço a Deus que o Mundo cultue a BELEZA em todas as suas formas, como os antigos gregos faziam.  

Friné
Julgamento de Friné


Friné em frente ao Areópago, 1861,
Jean-Léon Gérôme.
*Vesoul, 11 de maio de 1824 — + Paris, 10 de janeiro de 1904
Escultor e pintor academicista francês.

Acusada de profanar os Mistérios de Elêusis foi defendida pelo orador Hipérides, um de seus amantes.
O discurso de acusação, de acordo com Diodoro periegetes, citado por Ateneu XIII.591e, foi escrito por Anaxímenes de Lâmpsaco.
Quando Hipérides percebeu que o veredicto seria desfavorável, rasgou o manto da bela Friné exibindo seus seios, conseguindo com isso a mudança no julgamento dos juízes que a absolveram.
Outra versão diz que ela mesma tirou suas roupas.
A mudança no julgamento dos juízes não foi simplesmente porque eles ficaram fascinados pela beleza de seu corpo nu, mas sim porque, naquela época, a beleza física era muitas vezes vista como um aspecto da divindade ou um sinal de favor divino.


Friné na Celebração à Poseidon, ou Possêidon, deus supremo do mar, conhecido pelos romanos como Netuno, no “ Mistérios de Elêusis”, ritos de iniciação ao culto das deusas agrícolas Deméter e Perséfone,
De Nikolay Pavlenko.
Cópia de pintura de Henryk Siemiradzki, 1889

Mnesarete (em grego Μνησαρετή) era seu verdadeiro nome, mas devido à sua tez amarelada, ela foi chamada de Friné (Sapo), apelido dado por outras cortesãs, no Brasil também é conhecida como Frinéia.
Nasceu em Téspias na Beócia mas acredita-se ter vivido em Atenas, cerca de 400 A.C.
Adquiriu tanta riqueza por sua extraordinária beleza que se ofereceu para reconstruir os muros de Tebas (Grécia), que haviam sido destruídos por Alexandre, o Grande (336 aC), na condição de que as palavras "Destruído por Alexandre, restaurado por Friné a hetaira", fossem inscritos em cima deles, as autoridades rejeitaram a oferta.
Bela e famosa. Por ocasião de um Festival de Posidão em Elêusis, ela colocou de lado suas roupas, soltou os cabelos, e entrou nua no mar, à vista do povo, inspirando o pintor Apeles, em sua grande obra "Afrodite Anadyomène" (às vezes também retratada como "Vênus Anadyomène "), para o qual Friné posou como modelo.
Devido à sua beleza, ela também inspirou mais tarde a pintura do artista Jean-Léon Gérôme, "Friné devant l'Areopage" (Friné antes do Areópago, 1861), bem como outras obras de arte ao longo da história. Ela foi também (segundo alguns), o modelo para a estátua da Afrodite de Cnido por Praxíteles.
Olavo Bilac poeta brasileiro, membro fundador da Academia Brasileira de Letras, em sua obra "Sarças de Fogo" descreve o julgamento da bela Friné na poesia "O Julgamento de Frinéia" em 1888.
Charles Baudelaire, em seus poemas Lesbos e La beauté e Rainer Maria Rilke em seu poema Die Flamingos foram inspirados pela beleza e fama de Friné.
De um ponto de vista musical, Friné foi objeto de uma ópera de Camille Saint-Saëns: Phryne (1893).
No cinema Friné é referenciada no Filme de 1951 de Alessandro Blasetti, "ALTRI TEMPI" onde o oitavo e último episódio é "IL PROCESSO DI FRINE"
Pode- se encontrar outras referências à Friné como o asteroide que foi descoberto em 15 de setembro de 1933 por Eugène Joseph Delporte "1291 Phryne" .


sábado, 26 de dezembro de 2015