quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

As mulheres “ politicamente corretas” e o aborto. Autor: Jorge Eduardo Garcia

Essas mulheres – e tem homens politicamente correto que também o fazem- que defendem o ABORTO não estão nem aí para a VIDA que estão carregado em seus úteros.
Os corpos são delas, mas a VIDA INTRA-UTERINA é de outrem que tem, como elas, total DIREITO a VIDA.
Essas mulheres deveriam ser menos dadas ao sexo, fornicar com consciência, e se são casadas praticarem uma vida sexual com responsabilidades.
Elas saem por aí copulando a torto e a direito depois que engravidam querem, porque querem, abortar, tenha dó.
Elas esquecem que existe a PÍLULA ANTICONCEPCIONAL;
Elas esquecem que existe a PILULA DO DIA SEGUINTE (PDS);
Elas esquecem que existe a ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL;
Elas esquecem que existe o ADESIVO ANTICONCEPCIONAL;
Elas esquecem que existe o IMPLANTE ANTICONCEPCIONAL;
Elas esquecem que existe a CAMISINHA FEMININA;
Elas esquecem que existe o DIAFAGRAMA;
Elas esquecem que existe o ANEL VAGINAL;
Elas esquecem que existe a ESPONJA VAGINAL;
Elas esquecem que existe o ESPERMICIDA;
ETC...
E por fim a LIGADURA TUBÁRIA;
E porque não praticar e abusar do COITO INTERROMPIDO (coitus interruptus)?
O uso da CAMISINHA por parceiro para muitas é inadmissível, pois já vi a seguinte afirmação de algumas delas: “ É como chupar bala com a embalagem, com papel”, tenha dó, faça-me o favor.
Essas mulheres estão dando um enfoque errado ao aborto, que eu considero que deva ser realizado em casos excepcionais, tais como “ a gestação implica risco de vida para a mulher, quando a gestação é decorrente de estupro (já previstos no código penal de 1940) e no caso de anencefalia (recentemente julgado pelo STF) ”, e outros casos especialíssimos, e não porque a mulher ou seu parceiro sexual querem porque querem se livrar do feto, da vida intra-uterina, que está nas entranhas da mulher.
Enfim, como afirmam alguns É O FINAL DOS TEMPOS, seja lá o que isso quer dizer.

Jorge Eduardo Garcia
Bacharel em Filosofia Eclesiástica
Dr. h.c. por Mérito Eclesiástico.


São Paulo 25 de janeiro de 2017