segunda-feira, 7 de março de 2016

CAMPEONATO PAULISTA - SANTOS 2 X 0 CORINTHIANS DE SÃO TITE.


Temos que entender que São Tite está montando um novo time, uma nova equipe, para o estonteante Sport Club Corinthians Paulista, e isso passa por colocar em campo contra grandes clubes os reservas, aqueles jogadores que estão no chamado ‘banco’.
Assim SANTOS X CORINTHIANS não podia deixar de ser um JOGO XÔXO.
Os coleguinhas da imprensa televisiva, como o ex-craque Neto – o rei da abobrinha-  deram pitacos abobrísticos terríveis, esquecendo-se deste detalhe.
Babaram no ovo do Ricardo Oliveira até não poder mais, e esqueceram que ele só não foi pra China porque a turma de lá não ia pagar uma multa milionária por um jogador VELHO apesar de estra jogando ainda bem.
Os chineses não são malucos, nem otários, como certos dirigentes nacionais que fazem contratos milionários com jogadores que são verdadeiras bananeiras que já deram cachos.
Mas isso é outro assunto.
E o Gaby-Gol?
É uma figurinha...

Quando do um time leva um clássico mais seriamente do que outro, geralmente sai vencedor. Foi o que aconteceu na Vila Belmiro, na tarde de domingo. Ricardo Oliveira superou dores no joelho para deixar o Santos com força máxima e fazer os gols da vitória por 2 a 0 sobre o Corinthians, escalado com seis reservas.
O artilheiro, que ficou emburrado por ter negada sua transferência à China, atuou pela primeira vez diante de seus torcedores e foi festejado antes mesmo de a bola rolar. Sem mágoa, a maior parte do público chegou ao estádio e foi dele embora gritando o mesmo nome.
Preocupado com a visita ao Cerro Porteño, na próxima quarta-feira, pela Copa Libertadores, o Corinthians entrou em campo só com cinco titulares. Mais interessado, o Santos começou a partida e não demorou a abrir o placar, aos oito minutos, em rebote aproveitado por Oliveira.
Após o intervalo, os visitantes cresceram com a entrada de Alan Mineiro, que deixou o meio-campo mais encorpado. Até houve chances, mas os donos da casa acabaram matando o jogo em um contra-ataque, aos 39 minutos. Ricardo Oliveira cortou Yago, encobriu Cássio e definiu o triunfo merecido do time que se importou em ter força máxima.
Prêmio ao interesse
O Santos perdeu a bola logo que deu a saída, o que não foi uma boa amostra do primeiro tempo. Passado o erro inicial, os donos da casa se estabeleceram no campo de ataque e trocaram passes com muita facilidade até abrir a contagem, ainda aos oito minutos.
Em uma tentativa feita só por três jogadores do Corinthians de apertar a saída, Renato saiu com liberdade e acionou Lucas Lima na direita, aproveitando que Guilherme Arana estava preocupado em perseguir Gabriel. O meia virou com precisão, de pé direito, para Serginho. Cássio rebateu o chute, e Ricardo Oliveira se viu com o gol vazio.
A formação praiana ainda seguiu em cima por alguns minutos, criando chance em saída estranha de Cássio – Serginho errou a puxeta –, antes de tirar o pé. Os visitantes passaram a ter posse de bola, mas seu meio-campo não funcionava e as opções de beirada eram ruins.
Houve uma única boa jogada até o intervalo, em lance no qual Romero colocou a bola entre as pernas de Renato e serviu Danilo. A finalização foi muito ruim. Tite, então, acionou o meia Alan Mineiro, abrindo Danilo na direita por uma chegada de maior qualidade.
Mudou a disposição do Corinthians, que passou a rodar melhor a bola e chegar com maior perigo. O Santos parecia letárgico e permitia lances como um lateral rápido a Willians, que fez a bola chegar a Lucca na área. De calcanhar, o atacante deixou Arana em ótima posição – para uma conclusão ruim, por cima.
A opção feita por Dorival Júnior foi trocar Serginho por Paulinho, apostando em uma força ofensiva maior. Os visitantes seguiram em sua busca e quase alcançaram o empate com Alan Mineiro, em dividida com Vanderlei. Lucas Veríssimo foi substituído na zaga santista pelo estreante Luiz Felipe. Do outro lado, o ex-santista André substituiu Luciano.
Foi Lucca quem teve boa chance, cabeceando nas mãos de Vanderlei após ótima jogada de Denilo. Pensando na Libertadores – não há outra explicação possível –, Edílson foi a última opção de Tite, saindo Fagner. Atacando por seu setor, Ricardo Oliveira deixou na cara do gol Gabriel, que perdeu.
O Corinthians passou a buscar mais agressivamente o ataque e se abriu aos contragolpes. Essa chance não foi desperdiçada pelo Santos. Aos 39 minutos, Ricardo Oliveira recebeu na intermediária, venceu o duelo com Yago e bateu também o goleiro Cássio.

FICHA TÉCNICA:
ocal: Vila Belmiro, em Santos (SP) 
Data: 6 de março de 2015, domingo 
Horário: 16h (de Brasília) 
Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza 
Assistentes : Daniel Paulo Ziolli e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa 
Público: 9.635 pagantes 
Renda: R$ 322.880,00 
Cartões amarelos: Victor Ferraz e Lucas Lima (Santos) 
Gols: 
SANTOS 
: Ricardo Oliveira, aos nove minutos do primeiro tempo e aos 40 minutos do segundo tempo
SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo (Luiz Felipe), Gustavo Henrique e Zeca; Renato, Thiago Maia, Lucas Lima e Serginho (Paulinho); Gabriel (Rafael Longuine) e Ricardo Oliveira 
Técnico: Dorival Júnior
CORINTHIANS: Cássio; Fagner (Edilson), Balbuena, Yago e Guilherme Arana; Bruno Henrique, Willians, Romero (Alan Mineiro), Danilo e Lucca; Luciano (André) 
Técnico: Tite