sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Brasil? Nem Pais do Futebol, nem nova Pátria Educadora.

Elenco e Comissão Técnica da Seleção Brasileira tricampeã Mundial de Futebol.
Em pé: Rogério (Olheiro), Cláudio Coutinho (Prep. Físico), Parreira (Prep. Físico), Félix, Joel, Leão, Fontana, Brito, Clodoaldo, Zagallo (Técnico) e Admildo Chirol (Prep. Físico); Agachados: Mário Américo (Massagista), Rivellino, Carlos Alberto Torres, Baldocchi, Piazza, Everaldo, Paulo César Caju, Tostão, Marco Antônio e Ado; Sentados: Edu, Zé Maria, Dadá Maravilha, Gérson, Roberto Miranda, Jairzinho, Pelé e Nocaute Jack (Massagista). Técnico: Zagallo
Crédito: www.futebolemfotos.blogspot.com.br


Comento nesse Blog assuntos diversos que estão em foco, e o futebol é um deles.
Para tal uso, revelando as fontes, artigos de comentaristas abalizados publicados em outros sites esportivos, e quando em vez dou lá os meus pitacos.
Claro que, também, escrevo outros tantos dando somente a minha opinião.
Isso posto, vamos aos fatos.
Não concordo com a postura da Comissão Nacional de Arbitragem da CBF.
Considero os árbitros péssimos, despreparados, incompetentes, ditatoriais e fanfarrões.
E esclarecendo aos incautos isso incluiu os bandeirinhas, OK?
Eles estragam os espetáculos futebolísticos e os Campeonatos no Brasil com suas atitudes na maioria das vezes estapafúrdias e totalmente sem isenção.
A maioria é composta de “árbitros caseiros”, que apitam segundo o chamado mando de campo, em prol do time da casa.
Ou então, como Flavio do Corinthians, árbitro esse que apita totalmente sem coerência, sem noção, a cada jogo, conforme suas inclinações, muda as regras estabelecidas.
Uma vergonha.
E diga de passagem que ele no caso manchou ao Sport Clube Corinthians Paulista com sua atuação, pois o Timão não precisa de favor, já que além de bons jogadores, tem o melhor técnico do Brasil na atualidade, o Tite.
Sendo o melhor deles, isso na minha ótica, o jovem Elias Mendes Trindade, mais conhecido como Elias, recém convocado para a Seleção Dunga.
O Wolverine de Itaquera, nascido Renato Soares de Oliveira Augusto, também, é bom quando quer jogar, pois não?
Mais, voltemos ao assunto.
E foi comentando a atuação desse digníssimo arbitro, um claro apaniguado do Presidente da Comissão Nacional de Arbitragem da CBF, que me deparei com um fato lamentável, tristíssimo, constrangedor, ou seja, que o Brasil nem é mais o País do Futebol, nem tão pouco a nova Pátria Educadora.
Em meu artigo ARBITRAGEM BOQUINHA usei as opiniões de vários analistas, de sites diferentes, sobre o pênalti em prol do Corinthians dado por Sua Excelência, já citado, nos últimos minutos da excelente partida entre o Sport Clube Recife X Sport Clube Corinthians Paulista, e foi um Deus nos acuda.
Pasmem:
A GRANDE maioria dos leitores não entendeu o que leu.
As observações revelaram isso.
O pior é que a maioria partiu para o ataque pessoal, tendo um leitor (que se classifica de chato em seu Facebook) de Candido Rondon, interiorção do Paraná, que partiu para a ignorância, mandando eu tomar no cu e Rivotril-  tranquilizante de alta potência – etc. e tal, além de me chamar de “velho gagá”.
Adorei se chamado de “velho gagá”, pois essa condição me gabarita a afirmar que sou mais feliz que ele já que vi Pele, Garrincha, Vavá, Zagallo, “seu” Zito, Didi, Nilton Santos, Gerson, Carlos Alberto, Rivelino, Britão do Vascão, Tostão, Jairzinho, Felix, Leão, Zico, e tantos outros, jogarem o futebol espetáculo, o futebol arte, que em certa época encantou ao Mundo.
Isso sem falar do folclórico massagista Mario Américo, é claro.
A maioria não entendeu que eu não falava da partida – que foi um partidão- nem condenava o Timão, mas sim a péssima atuação do senhor Flavio, tanto que usei afirmações sobre o assunto especifico de outros comentaristas e de outros sites, dando total destaque para eles, os comentários.
Eles leram, e não entenderam.
Isso prova que as pessoas leem e não entendem o que leram, o que é um fato lamentável, tristíssimo, constrangedor, já que revela que no Brasil simplesmente não há educação de base, é tudo no “vai como pode”.
Me informei que:
1-      Não tem mais leitura em voz alta de texto variados, para assim aumentar o conhecimento geral, dos alunos dos cursos básico.
2-      Não tem mais redação, composição, interpretação, de uma mesma figura pelos alunos dos cursos básico.
Somente esses dois tópicos já davam para que os mestres detectassem se o aluno sabia o que estava lendo, entedia o que estava lendo, e vendo.
É uma tristeza.
 E assim ficamos envergonhados quando perguntado pelo Brasil, já que temos que responder:
Nem Pais do Futebol, nem nova Pátria Educadora.
 E tenho dito.

Jorge Eduardo Fontes Garcia
São Paulo, 14/08/15